Posts Tagged ‘Team Braverman’

Parenthood se firmando em sua Season 3 como a nossa série caseira preferida do momento

Março 9, 2012

Vamos começar logo com a pergunta que não quer calar: tem como não amar Parenthood?

Um série  cozy, com cheiro de comida caseira e conforto de colinho de mãe. Essa pelo menos é a sensação que eu tenho ao assistir Parenthood e  tenho certeza que eu não sou o único a sentir algo parecido. E eu diria mais, diria até que a série tem cara de bolo de cenoura com cobertura quentinha, rs.

Encerrando a temporada de forma bem foufa, nos despedimos dos Bravermans com aquele gostinho de quero mais, ainda mais porque só tivemos 18 episódios nessa sua Season 3. Pouco não? E durante essa temporada, os dramas do dia a dia da família Braverman continuaram e novamente, não tivemos nada do exagero de grandes dramas com doenças incuráveis, filhos fora do casamento, testes de DNA ou qualquer coisa do tipo (péssimas lembranças de Brothers And Sisters). Nada disso. Apenas contas para pagar que não param de chegar, instabilidade financeira de uma economia meio assim, filhos que vão crescendo e os pais não sabem muito bem como lidar com essa nova dinâmica, o drama de aceitar que vc está envelhecendo (ou crescendo, para quem preferir assim) e a vida que simplesmente continua para todo mundo.

E o bacana em Parenthood é exatamente isso, os problemas deles se parecerem com os nossos problemas mais comuns, com a família da gente, coisa que a série sempre conseguiu fazer muito bem, isso desde a sua primeira temporada e para a nossa sorte, eles vem mantendo esse fundamento até hoje,

Como muita coisa aconteceu na vida dos Bravermans durante essa temporada, resolvi fazer um resumão do clã de cada um deles, ou mais ou menos isso. Vejamos:

 

Team Adam (A Família Coxinha)

Adam continua sendo o certinho da família, o líder da família coxinha. Batalhando para continuar provendo para a sua família após o seu período de desemprego, ele acabou se arriscando em uma sociedade ao lado do Crosby, que até que foi bem sucedida no final das contas, mas não ainda a ponto de manter o nível de antes da sua família. Nesse meio tempo ele acabou se arriscando como rapper (em uma cena divertidíssima!), foi assediado no trabalho pela estagiária peituda que provavelmente tinha algum daddy issue (se bem que, apesar do tempo ter passado para ele, o cara continua sendo o Peter Krause, Höy!) e com isso, acabou impulsionando a sua mulher, Kristina, a voltar a trabalhar com a política, isso após o nascimento da terceira filha do casal.

Kristina que continua certinha, muitas vezes tida como chata por muitos, mesmo funcionando muito bem em seus saltos do total equilíbrio da mãe responsável do subúrbio, para o desiquilíbrio total de quem perde o controle de vez em quando. Sofrendo por não ter mais tempo para ela mesmo com tantos filhos, sofrendo por não conseguir se dedicar aos filhos como ela gostaria, sofrendo por ver o Max também sofrendo bullying na escola o tempo todo. Mas como sofre a matriarca do lar dos coxinhas, não? Tenho a impressão que ela está sempre em TPM, ou sempre grávida, com os hormônios a flor da pele, rs.

Do lado das crianças, tivemos o Max, que cresceu bastante, experimentou um pouco de independência, para desespero dos seus pais, que de certa forma são sim super protetores, e acabou se mudando para uma escola comum, onde ele entrou em conflito até com o Jabbar e teve que aprender que não vale usar a muleta da sua doença para viver a vida sem ter a menor educação ou sem considerar o sentimentos dos outros, por exemplo. Max, apesar de sua condição por conta do Asperger, vem mostrando que toda criança tem que ter pelo menos a chance de tentar ser educada.

Já a Haddie, essa sempre foi o elo mais fraco da família do lado das “crianças” de toda a série na verdade. Não consigo me apegar a nenhuma de suas histórias, que são sempre bem chatônicas. Zzzz. Para ela sobrou o drama de talvez não poder ir para a faculdade que ela tanto sonhou e se preparou a vida inteira para tal. De novo… Zzzz. Tudo bem que o diálogo dela nessa hora foi até que bem bom, quando ela falou sobre sempre ficar para trás por conta da condição do Max, o que foi um desabafo importante da personagem e bem apropriado para aquele momento. Mas tirando isso, ela continua sem a menor graça.

Sinceramente, torci para que o Adam arrumasse uma grana preta e mandasse aquela garota sem sal e sem açúcar (que eu aposto ser a presidente do fã clube da Taylor Swift) para bem longe, talvez para a Suiça, que seria certamente o destino para um plot de família rica em novelas brasileiras em meio a década de 80, rs.

 

Team Crosby (O eterno Bachellor)

Crosby sempre foi um ótimo exemplo de irmão mais novo. Aquele com quem os pais foram mais permissívos e consequentemente, aquele que se arrisca mais, tem menos medos na vida, porém, como efeito colateral ele acaba tendo  também menos responsabilidade. Mas dessa vez, Crosby fez a coisa certa e acabou sendo o mais maduro de todos eles, quando resolveu apostar em montar o seu próprio negócio, passando a viver da sua paixão, que é a de produzir música.

Com a sociedade ao lado do Adam, ele conseguiu sucesso, gravou com o Cee Lo Green e acabou atraindo as atenções do mercado, tanto que o novo negócio em família até saiu na capa de uma revista. Mas nessa hora, ele que havia preparado o seu ego para esse momento a sua vida toda, acabou perdendo o espaço para o irmão mais velho, que naquele momento tinha uma história mais interessante para contar. Injustiças de mercado editorial, rs.

Embora Crosby estivesse curtindo a vida com uma e com outra durante esse tempo todo, naquele looping do eterno bachellor, ele no fundo tinha a certeza de quem ele queria ao seu lado, o retrato da família perfeita que ele até já teve um dia, se não fosse o seu escorregão no passado. Mas no final tudo deu certo e ao lado da agora sua esposa Jasmine e do filho Jabbar (que sempre foi um foufo e também cresceu muuuito!), eles tiveram um casamento super foufo, com uma trilha sonora maravilhosa feita pelo coral da igreja da mãe dela, que me arrepiou do começo ao fim (de verdade!). E isso ali, no quintal dos Bravermans, entre amigos e a família, simples como deve ser.

E a propósito, Jasmine estava maravileeeandra de noiva e desde o começo, eu sempre achei que ela funcionava muito bem ao lado do Crosby e achei injusto quando ela ganhou um novo pretendente (bem do sem graça, apesar de ter uma barraca bem maior e ser mais abastado, rs), algo que acabou a afastando da família, tornando a sua participação bem menor na série durante essa temporada.

 

Team Sarah (O Lado B – agora também na versão light – de Gilmore Girls)

Sarah finalmente teve um tempo para ela mesmo durante essa temporada, ufa! Embora o drama com o ex marido vivendo em uma rehab constante e aparecendo de vez em quando em sua vida, só para dificultar um pouco as coisas, Sarah já havia ganhando um pretendente magia jovem para chamar de seu. Um homem mais novo, cheio de sonhos e vontades, que ou ela já realizou, ou ela considerava não ter mais tempo para realizar, algo que certamente a fez pensar se esse seria mesmo o homem ideal para ela em seu atual momento. Drama. Mas Sarah estava mesmo precisando de calma em sua vida, com os filhos crescendo e agora dando bem menos trabalho, finalmente chegou a hora dela pensar em si própria. E quem sabe dá certo com o professor, neam? Afinal, diferença de idade é só um detalhe para quem está perdendo tempo fazendo as contas. Go Sarah!

No seu time, até para o Drew sobrou um plot romântico, onde pela primeira vez ele ganhou algum destaque na série. Super merecido por sinal.  Drew se apaixonou, passou vergonha ao lado do avô, que achava que estava ajudando o neto a conquistar a garota dos seus sonhos (quem nunca passou por isso com alguém da família?) e acabou recorrendo a ajuda da irmã, bem mais experiente nessas questões. Aliás, que delícia de relação de irmãos tem esses dois hein? Invejável! Com a parte do coração já resolvida e com ele ganhando um par para a sua história, confesso que foi bem triste ver a Sarah se dando conta de que ela não sabia quase nada sobre o seu filho, que sempre foi tão quieto, fechado, com isso ficando bem claro quando eles foram visitar o campus da futura faculdade e ela tendo que enfrentar os pais da namorada de Drew, que sabiam mais sobre os sonhos do seu filho do que ela mesmo. Humpf! E o episódio onde ele pegou a mãe na cama com o namorado, também foi bem bacana. Um momento constrangedor para qualquer um, sempre. (…)

Já a Amber, essa é outra que eu também achava que precisava sossegar, respirar um pouco. Ela que vinha em uma sequência de dramas típicos da rebeldia de uma adolescente (acho a personagem sensacional!), estava mesmo precisando se encontrar. E foi bacana vê-la conseguindo a sua independência, penando bastante para isso e tendo inclusive que fazer um empréstimo com a avó para resolver pequenos probleminhas do dia a dia de quem vive sozinho, que sempre aparecem quando vc está mais desprevenido. Bem bacana também foi ver que depois de ter resolvido essa questão da independência, ela também acabou ganhando um plot romântico junto com o seu novo trabalho. Ótimo também foi ver a sua mãe a defendendo em relação a vergonha que a tia a fez passar, mostrando dois pontos de vistas de uma mesma situação e o melhor de tudo, apesar das opiniões extremamente diferentes e cada um tendo a sua razão, tudo acabou sendo resolvido da melhor forma possível e em família. Cool! Torço para que ela encontre o que faltava em sua vida agora com o seu Bobby Little (mas seria mais promissor se fosse Big Bobby, hein? rs)

Preciso dizer também que eu acho sensacional como a Amber muda o seu cabelo praticamente a cada episódio. Seria esse um trauma pela atriz ter feito “Scott Pilgrim” e não ter sido a Ramona? (rs)

Só tenho uma reclamação a fazer: porque o Adam e o Crosby não contrataram a Amber para trabalhar com eles? Ela tem a cara daquele lugar. E o mesmo vale para a Sarah, que continua trabalhando em um bar qualquer e escrever que é bom, quase nada. Humpf!

 

Team Julia (A família preguiça que só o sono define…Zzzz)

E a Julia hein? Ahhhh, como eu não consigo gostar da sua personagem… Não sei, aquela mulher não me inspira confiança (digo isso pela atriz, e sim, eu levo pelo lado pessoal, rs)

Julia tentou viver a sua versão de “Juno” que desde o princípio já estava na cara que não daria certo. Primeiro porque aquela garota, a tal “Juno”, apareceu como uma menina esperta, independente, consciente das suas escolhas, uma pessoa forte, como a “Juno” que nós conhecemos no cinema por exemplo (e AMAMOS!). E 2 episódios depois, lá estava ela, cheia de mimimi, uma hora como o namorado, que a controlava totalmente (algo contrário ao que ela mostrava ser até então) e depois, não tendo mais certeza sobre a adoção. Zzzz…Tudo bem que aguentar uma Julia no seu pé o tempo todo, toda certinha e controladora, não deve ser uma tarefa assim muito fácil, ainda mais se vc estiver grávida assim como a nova personagem. Mas nesse caso, achei que acabou parecendo dois personagens completamente diferentes em uma única pessoa e ela até estava muito bem no começo, mas ficou chatíssima no final…

Agora, sendo super sincero, eu também acho que esse drama todo da “adoção” não funcionou muito bem nesse caso. Primeiro porque o casal já tinha uma filha (e o ep onde ela fica totalmente fora de controle e eles tem que educá-la também foi ótimo! O melhor plot da família até então), ou seja, esse sonho já não era mais nenhuma novidade para nenhum dos dois e já estava e realizado. E segundo que a Julia é uma mulher muito prática, fria até e em nenhum momento pareceu que ela estava sentindo que aquele bebê fosse dela, a não ser depois que ele nasceu e com toda a sua “praticidade” ela apareceu no hospital para buscá-lo, sem se importar muito com a mãe do bebê (tudo bem que ela acabou ajudando a garota, mas sempre pensando adiante e imaginando que isso acabaria ali), contanto que ela tivesse seguindo as suas rígidas instruções de como se preparar para ter um bebê perfeito e saudável.

No fim, mesmo que a sua história nesse caso não tenha terminando com o final feliz um tanto quanto “egoista” que a Julia esperava, acho que tivemos um final feliz sim, pelo menos para a versão café com leite da Juno. E para o possível outro novo membro da família Braverman, que chegou ao final do episódio.

Desde o começo, achei que ela deveria ter ajudado a garota a considerar acabar criando de fato o próprio bebê e não aproveitar que ela praticamente caiu no seu colo no momento em que a Julia descobriu que não poderia ter mais filhos e estava procurando opções para realizar esse sue sono. E olha, ela caiu do céu e ainda chegou trazendo um capuccino, ou seja, estava bom e fácil demais para ser verdade, não?

Mas, e o Joel hein? (Höy!)

Plot que é bom ele não teve nenhum (a não ser o de educar a filha que eu já mencionei), não que eu me lembre, mas continua lá, ruivo e com cara de lenhador, do tipo que é capaz de construir qualquer coisa com as suas próprias mãos em dois tempos e ainda assim fica em casa cuidando das crianças, com a maior dedicação desse mundo e talento também para isso. E detalhe, fala pouco, não reclama de nada e ainda tem cara de boy magia (ruiva!), que no final das contas, é sempre o que importa, rs. O sonho de toda dona de casa moderna. Será que vende na Polytruque? Höy! (euri)

 

E no meio disso tudo ainda sobraram o Zeek e a Camille, eles que sempre acabam ficando em segundo plano na série. Zeek pelo menos tem mais espaço, com a sua carreira de ator para comerciais de TV, a sua doença que ainda não foi bem explorada (mas que não é nada demais também, algo comum para um homem da sua idade) e a excelente visita à casa de sua mãe, que esse sim foi um momento bem especial para o personagem. Já a Camille, essa eu sinto que vem sendo prejudicada desde sempre na série, sem nada de muito relevante acontecendo na sua vida o tempo todo até agora. Vamos escrever uma história decente para a Mamma Braverman? Hein roteiristas?

O final da temporada foi bem foufo, com aquele climão de festa em família do casamento da Jasmine com o Crosby, que finalmente aconteceu, isso graças a uma noite na histórica e famosa “Barraca dos Bravermans”. Nele, todas as histórias se acertaram, tudo ficou no seu devido lugar e todos os personagens deram o próximo passo para o futuro da série.

Com isso, o saldo final para a Season 3 de Parenthood é bem positivo e a série continua cumprindo muito bem a sua proposta e se mantém funcionando muito bem também como aquela horinha familiar que vc passa toda semana em frente a tv, assistindo situações simples do cotidiano que certamente vc vai se identificar ou até mesmo já chegou a viver algo parecido na sua própria vida.

Agora só nos resta mesmo é saber se a NBC vai renová-la para a sua Season 4 e se vamos continuar tendo a nossa série confort food por pelo menos mais uma temporada.

Team Braverman! (♥)

Parenthood invertendo os papéis em uma viagem deliciosa envolvendo toda a família Braverman

Janeiro 12, 2012

O que eu mais gosto em Parenthood é que diferente da maioria das séries com a mesma temática, eles se parecem com a gente, enfrentam problemas do dia a dia que todos nós já enfrentamos ou iremos enfrentar algum dia e isso é o que torna a série especial pra mim.

Nesse episódio de retorno (3×12 Road Trip), eles fizeram uma viagem deliciosa para a casa da avó (mãe do Zeek), no dia do seu aniversário, invertendo pela primeira vez o papel do patriarca da família e o colocando como filho naquele momento, cheio de inseguranças, buscando a aprovação da sua mãe até hoje, algo que eu acho bem difícil de alguém não se identificar.

Engraçado como certas coisas do passado ficam na nossa memória neam? Como quando a sua mulher, Camille, disse na mesa do dinner na frente da família sobre o que a mãe do Zeek disse quando ele contou que gostaria de ser ator e a sua frustração por não ter tido o mesmo tipo de apoio da família que os seus filhos tem hoje do casal.

E é engraçado também como todas as resoluções da série são simples, eu diria que até fazem parte do nosso cotidiano e mesmo assim, ainda deixam a gente com essa sensação gostosa de estar em casa.

No caso dessa semana, eles passaram praticamente mais da metade do episódio presos dentro dos carros da família, discutindo as relações em walkie-talkies pré históricos (euri), tendo que puxar assunto com a filha adolescente que não esta nem ai para o que vc tem para falar, ou tendo que aguentar o irmão chato que não cala a boca nem por um segundo, ou pior, tendo que encarar a mãe depois de ter visto a mesma em uma situação constrangedora e que nunca nessa na vida ou em qualquer outra,  nenhum filho estará preparado para ver. Situações simples, nas quais todo mundo consegue se enxergar em todos os tempos, seja no passado, no presente ou no futuro.

Esse episódio em especial me lembrou muito a minha própria família e nossas próprias viagens juntos (que só de lembrar eu já sinto a maior falta, humpf!), sempre no mesmo climão. Nunca tive avós, pelo menos não do tipo dos mais presentes na minha vida, mas tive uma figura bem importante que acabou ocupando esse espaço, sem deixar lugar para mais ninguém.

Em uma de nossas viagens, me lembro dela brigando para ir no mesmo carro que a gente, o carro das “crianças”, onde nós enfrentamos horas na estrada com a melhor companhia ever, fazendo um monte de piada sobre qualquer coisa, dando muita risada, comendo porcaria e cantando alto no carro, fazendo rimas quando a gente passava os carros concorrentes da família, rimas essas que ela não conseguia acertar uma, mas que eram todas divertidíssimas e super criativas. #TEMCOMONAOAMAR?

Me lembro também de um dos seus últimos aniversários, onde tinha bolo de morango e só a gente mesmo fazendo a maior festa, de onde eu tenho uma foto que eu AMO, uma que eu tirei no celular até, dela toda feliz batendo palmas enquanto a gente cantava parabéns. Foufa mil!

E esse episódio de Parenthood me fez voltar exatamente até essa memória, o que é sempre uma delícia na série, que é quando a gente consegue se identificar facilmente com uma situação qualquer, ou quando acabamos fazendo uma volta ao passado, relembrando momentos que a gente adoraria que tivessem durado por mais tempo.

Talvez por isso que eu me sinta como um Braverman, rs.

I ♥ Drew

Outubro 10, 2011

Gente, estou AMANDO Parenthood, que nessa Season 3 tem suprido de vez a minha carência por séries confort food como nenhuma outra série.

Eu sei que o meu apego por Parenthood seria enorme de qualquer jeito, porque temos a Lauren Graham (que é a pessoa mais legal desse mundo. Sério, alguém viu a entrevista dela no Tonight Show?) e o Peter Krause (Höy!) no elenco, mas vamos combinar que não tem mesmo coisa mais deliciosa ultimamente na tv hein? (ok, não estou assistindo as séries novas, então…tisc tisc, mentira, estou sim, mas estou envergonhado das minhas escolhas, rs)

Não tenho pressa para assistir a série, não fico mega curioso para assistir o próximo episódio, mas toda vez que eu aperto o play e começo a assistir um episódio de Parenthood, a minha satisfação esta garantida. Talvez também porque é bem fácil relacionar qualquer um daqueles conflitos entre os Bravermans com a minha ou a sua família.

Desde sempre, eu AMO o Drew. Sempre amei a tristeza no seu olhar, o jeito como ele se relaciona com a irmã (que pega demais no pé da mãe, que nem é das piores) e achei que já estava mais do que na hora dele ganhar o seu arco.

Tímido, super sensível, gosta de música boa e parece sempre estar desconfortável quando chega a hora de se relacionar. Ainda bem que nos créditos não aparece nada como “‘qualquer semelhança é mera coincidência”, porque essa eu não iria engolir, rs.

Acho ele um excelente modelo de adolescente americano de hoje em dia, diferente da maioria dos babacas que costumamos ver retratados em outras séries ou filmes do momento. Me sinto representado.

E o que foi foufo ele despejando aquele monte de verdades sobre a sua família no episódio da semana passada (3×04 Clear Skies from Here on Out) e ainda fazendo as vezes de Julieta na varanda? Blame os tempos modernos meus queridos leitores, que enfim chegaram para reverter os papéis. Cool!

Do resto, continuo me irritando bastante com o garoto com Asperger (síndrome que eu torço para que não vire uma desculpa preguiça para falta de educação ou limites por ai…), AMO o Jabbar e o Crosby, adoro quando eles todos se reunem e tudo acaba em uma dancinha em família, acho foufo a relação de amor dos avós (apesar de achar a mulher um pouco sábia demais e fria…), e as tentativas frustradas de ser a mãe mais legal do mundo da Sarah e não poderia me importar menos com as histórias da Haddie (que eu faço questão de pular no meu TiVo) e da Julia, duas pessoas que eu torço para que sejam retiradas do testamento da família a qualquer momento.

E sério, a Julia esta enfrentando uma barra para engravidar do segundo filho e do nada, me aparece uma wannabe Juno vendedora de café no escritório? Zzzz

Naquele episódio em que ela disse que não “daria” o seu bebê para a Julia, fiquei torcendo para que a garota falasse algo como “não quero dar o meu bebê para vc, só para que ele tenha alguma chance de ser legal na vida”. PÁ!

Tirando esses pequenos detalhes que vc pode fazer como eu e aproveitar para pular quando aparecem, tenho me deliciado com Parenthood, fato.

Team Braverman!

Parenthood se firmando como a minha série conford food do momento

Abril 27, 2011

Parenthood não é o tipo de série que te deixa curioso a ponto de não conseguir conter a ansiedade para saber o que vai acontecer no próximo episódio e também não é aquela série que vai te deixar de boca aberta no sofá da sua casa com cara de “Dafuck?” ao final de cada episódio. Esta mais para uma série leve, que tem até cara de novela. Mas uma novela bem feita e com bons atores (fikdik), nada de robôs e dinossauros. (Seriously?)

E o melhor de tudo é que mesmo sendo mais leve, a série consegue divertir, fazer vc parar para pensar em alguna momentos e até emocionar, talvez porque trate de situações bem possíveis de acontecer na minha, ou na sua família.

Sabe quando vc pega aquele monte de porcaria para comer e se esparrama na cama para assistir tv por puro prazer? Ou quando vc vai comer o jantar na frente da tv, por exemplo? Então, Parenthood é a série perfeita para momentos como esses. Deliceeenha!

A série que encerrou na semana passada a sua Season 2, não poderia ter me deixado uma melhor impressão. Tudo no seu lugar, até mesmo quando a história é meio chateeenha ou meio assim…(por chateeenha eu quero dizer tudo que envolve a Hddie ou a Julia, humpf!)

AMO a família da Sarah toda descompensada e imperfeita (a mais complicada e encantadora, com certeza)  e a esse ponto eu já consigo separar totalmente na minha mente a Lorelai antiga dos tempos de Gilmore Girls, da atual Sarah Braveman de Parenthood, o que eu considero um graaande passo (rs). Lorelai continua no pedestal de uma das minhas personagens preferidas ever e Sarah vai aos poucos  ganhando o seu espaço no meu coração também.

O mesmo acontece para o Adam, que eu já aceito como homem de família e altamente responsável (diz que existe…), algo bem diferente do delicioso Nate de Six Feet Under.

Aproveitando a reta final da série, eu gostaria de dar um destaque especial para os dois últimos eps, que foram bem bons.

De um lado, Sarah e Amber, brigando como nos velhos tempos, em um cena bem forte, de força física até. Drama, mas sem muito exagero, onde vc consegue entender o desespero dos dois lados da histórias, sem conseguir decidir qual das duas odiar ou amar. E como são boas essas duas juntas hein? Clap Clap Clap!

Do outro lado, Adam, tendo que encarar a realidade de que sua filha mais velha já é sexualmente ativa, o que sempre é um drama enorme (e machista demais) para os pais de meninas. Outro drama, mas também na medida, sem nenhum exagero. Duas situações completamente diferentes, mas que foram representadas com uma dignidade difícil de ser encontrada em séries do tipo.

Os dois mantém relações completamente diferentes em suas famílias, que parecem tão honestas e verdadeiras e que no final acabam revelando o ponto entre as duas situações: ambos estão tentando ser pais, o que não parece ser muito fácil, meeesmo! Acho bom que na série os personagens principais que são os irmãos da família Braverman sejam meio que “aprendizes de pais” e esse climão meio “loser” de ver as coisas não dando muito certo, ou pelo menos não acontecendo como cada um deles esperava que acontecesse, talvez seja o fator que nos aproxime ainda mais dos personagens e nos faça gostar cada vez mais da série. Afinal, estamos todos tentando aprender neam?

A parte da sabedoria fica por parte dos avós da série, que são uns foufos neam?

E anda tem traição, crianças com problemas, briga em família e reconciliações foufas, tentativas frustradas de engravidar, adolescentes rebeldes, adolescentes depressivos, casal de meia idade em crise, ou seja, vários clichês, mas todos aceitáveis. Tipo novelão, vai por mim…

AMEI o avó levando a neta para ver o estado do carro onde ela estava depois do acidente, para fazer com que ela entendesse o tamanho da gravidade da situação. Suck it!

E acho que já estava na hora de alguém começar a tratar o Max como uma criança normal, que não é porque sofre de uma sindrome de Asperger, que não precisa aprender a ter respeito, educação e o básico que a gente espera de qualquer um em qualquer condição. Ou alguém fala alguma coisa, ou esse moleque vai crescer apegado na muleta da sua condição, fikdik

E essa honestidade encontrada em Parenthood me comprou e fez da família Braverman a minha família preferida da tv no momento (na categoria famílias que parecem de verdade), pela segunda vez consecutiva. Sorry Walkers, mas o tempo de vcs já passou!

Espero que tenhamos uma Season 3! Team Braverman!


%d bloggers like this: