Posts Tagged ‘TGP’

Não basta roubar a line da coleguinha de The Glee Project, entrar em Glee mesmo sem carisma de Jesus Christ Superstar…

Abril 18, 2013

samuel-tgp

… e não representar nada de relevante na série (sério, que desperdício de espaço uncle Ryan), tem que aparecer (D-E-S-C-A-L-Ç-O) no Coachella 2013, não se aguentar e molhar as calças, não é mesmo Samuel? EW EW EW!

#NAOTABOMNAO

 

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Actability

Agosto 10, 2012

Semana boa essa em TGP, hein? Boa no sentido de que tivemos um bom episódio, ainda mais depois daquela preguiça que foi o da semana passada. Mas digamos que até agora eu não sei exatamente dizer qual foi o meu sentimento em relação a eliminação dessa vez, que em partes parecia um sonho, mas que chegava também com o incomodo de um  pesadelo, daqueles que vc acorda no meio da noite e não consegue voltar a sonhar com outra coisa…

Semana para colocar toda a dramaticidade para fora, onde ganhamos como convidada a Dianna Agron, que é ou não é uma atrizona, hein? (NOT) Sem mencionar os seus talentos vocais de uma voz que custa sair… mas deixaremos Quinn Fabray de lado, pq nós nos importamos zero com ela. (rs)

Homework foufo, com um certo grau de dificuldade e uma surpresa como vencedor: Michael (♥). Ele que vinha sendo constantemente criticado, o que eu nunca senti que acontecia por ele ser o pior do grupo (porque sempre houveram piores, bem piores) e sim por ele sempre entregar menos do que eles esperavam de Michael, que finalmente ganhou a sua chance de ser o destaque do episódio. Uma recompensa que também chegava com um certo ar de disfarce, como uma espécie de “prêmio de consolação”, pelo seu esforço no programa até agora. (e digamos que TGP não é muito bom em conseguir esconder o que eles não conseguem que aconteça “naturalmente” dentro do reality, vide a rivalidade criada recentemente entre Michael vs Blake por exemplo, que só eles conseguiram enxergar)

Vou confessar nesse momento para vcs que até esse ep, que foi o penúltimo dessa segunda temporada, eu bem já sabia que o Michael chegaria. Na verdade, não exatamente isso, mas ainda no primeiro episódio, ao final, quando foi exibido o preview completo dessa Season 2, eles meio que editaram de uma forma bem óbvia e acabaram entregando bastando do que ainda estaria por vir (sorry, eu presto atenção nesse tipo de coisa, tenho DDA e me prendo a detalhes). Nessa preview, uma cena me chamou a atenção, que era o momento em que o Michael corria em close como se não houvesse amanhã, perto do fim da tal preview. Com essa pista, tinha certeza que até que essa cena fosse exibida no programa (e isso só aconteceu nesse episódio), Michael, que era um dos meus preferidos declaradamente desde sempre, estaria salvo. E foi exatamente o que aconteceu. PÁ! Mas será que Michael sobreviveria a mais um episódio nas mãos da Nikki Megabitch, sempre pronta para sabotá-lo? …

E em semana onde o foco foi a atuação de cada um deles, não tivemos coreôs (#FUÉM), o que já indicava que sobraria algum espaço a mais para ser gasto no decorrer do episódio, uma pista de que algo mais precisava acontecer (hmm mmm). E para o vídeo da semana, os participantes tiveram que gravar um trailer fictício para um filme imaginário, onde cada um deles acabou tendo a chance de interpretar um papel específico e com lines improvisadas pelos próprios, em uma história onde todos eles se encontravam e estavam ligados de alguma forma. Papéis que poderiam facilmente até ser o que ele um dia chegariam a interpretar em Glee e pra mim esse foi o teste decisivo para todos eles antes da final. 

E posso dizer? Esse foi ou não foi o melhor vídeo da temporada?! Eu que vinha criticando semana pós semana todos os videos dirigidos pelo diretor Erik White, tenho que reconhecer que dessa vez ele estava em um ótimo dia, o melhor de todos eles. A edição estava super bacana, dinâmica e em poucos minutos eles conseguiram demonstrar exatamente o que seria aquele filme caso fosse algo real. Achei bem bom mesmo e achei super importante o cuidado que o próprio diretor demonstrou ter com cada um deles nessa reta final, onde não seria justo que um ou outro acabasse sendo eliminado por conta de um deslize qualquer ou pela correria das gravações, que a gente sabe que deve atrapalhar.

No vídeo, o grande destaque acabou sendo Aylin, que interpretava uma garota muçulmana do tipo bem estereotipada e que se encontrava grávida do quarterback da escola, que era totalmente escroto com ela (Blake) e que na verdade, estava era mesmo apaixonada pelo melhor amigo do namorado, papel que ficou por conta do Michael. E foi muito forte ver o sofrimento dela enquanto pessoa, antes mesmo de assumir sua nova identidade, tendo que se caracterizar como o personagem e encarar no espelho o reflexo de uma imagem que nada tem a ver com a Aylin que conhecemos e aprendemos a AMAR durante essa temporada e que era algo que ela lutou contra por toda sua vida, segunda a própria. Uma cena realmente forte e de grande impacto, mais do que o drama planejado para o tal trailer e eu espero que o uncle Ryan tenha percebido a força que o personagem dessa menina tem, com uma imensa vantagem em relação aos demais, que podem até ser bons, mas que ou são meio óbvios demais ou que nós já vimos sendo representados em Glee. Aylin é Unique! (acho que eu já disse isso, mas de qualquer forma, anota ae Ryan…)

Outro bom papel para esse vídeo foi o da Lily, que acabou ganhando a vaga de “vilã” (porque será, hein?), sendo dentro daquela história a culpada pelo acidente que acabou deixando a Ali naquela situação. Pesado neam? Ali que tinha o sonho de ser um ginasta, mas teve que abandoná-lo por conta do suposto acidente e que por sua vez no vídeo ainda interpretava a irmã do Michael. Nesse caso, Lily acabou sendo favorecida por um carga dramática bem fácil de se atingir, o que por outro lado acabou deixando Ali meio que diminuída no papel daquela que aceitava de bom coração o que a vida tinha lhe reservado após o acidente causado pela amiga. O que se vc parar para pensar, é muito mais difícil de se interpretar e encontrar o tom certo, do que alguém que tinha uma parcela de culpa daquele tamanho para carregar como o personagem da Lily Megabitch, onde a emoção necessária acabaria vindo naturalmente, de um jeito ou de outro.

A outra batalha do vídeo ficou por conta da dupla Blake vs Michael, que foram sensacionais nas cenas onde entraram em conflito pelo amor da Aylin. Nessa hora, novamente eu acabei sentindo que o Blake acabou sendo favorecido por uma preferência que os jurados nunca esconderam que tiveram desde o começo (a Nikki então, deve ter escrito um Blake de batom na rabiga até hoje), porque eu realmente não achei nada de demais naquela sua atuação bem da normal. Já o Michael… não sei se pela minha torcida declarada pelo garoto desde muito tempo (#CRUSH), acabei achando que ele foi até melhor do que o Blake em sua atuação, ou pelo menos mais surpreendente, ainda mais porque como vencedor do homework da semana, ele acabou tendo mais destaque no próprio vídeo, embora as cenas de maior impacto tenham sobrado para o Blake (sinto cheiro de favoritismo…). Mas digamos que realmente ambos foram muito bem e seria justo até declarar um empate nesse caso.

Ainda falando do Michael, quão foufo foi ele anotando todas as sugestões da Dianna Agron durante o seu momento de aula particular ao lado da atriz hein? Não me lembro de ter visto nenhum outro participante tomando a mesma iniciativa, o que eu achei bem foufo. (e seria o que eu faria no meu Moleskine, claro!)

Até que chegamos ao momento do anúncio dos três piores da noite, que devido as suas performances nesse episódio, estava bem difícil de escolher. Nesse momento, tivemos uma despedida super foufa dos três jurados que acompanharam mais de perto a evolução de cada um deles, com um Robert + Zach sendo os foufos de sempre, super emocionados e parecendo bem honestos  quanto ao que diziam naquela hora para todos eles e a Nikki sendo aquela megabitch de sempre que não engana mais ninguém, fingindo gostar de todo mundo e mentindo descaradamente dizendo que gostaria que seus filhos tivessem alguma coisa de cada um deles, quando a gente sabe que o que ela queria mesmo é que o filho que ela espera fosse a cara do Blake, rs. Ainda aposto que essa criança vai se chamar Blake se for menino e Bleka se for menina. E que ele ou ela tenha um choro bem fora da harmonia, rs.

E foi quando recebemos a notícia de que todos eles iriam se apresentar para o uncle Ryan naquela noite porque já não haviam  mais “piores” dentro da competição e Ryan dessa vez viria acompanhado dos roteiristas de Glee, para que eles pudessem avaliar de perto a força de cada um dos concorrentes enquanto possíveis personagens. E foi quando eu fiquei bem tenso, porque como todos estariam naquele palco para a apresentação, senti que tudo poderia acontecer e é claro que eu não estava preparado para perder nenhum dos meus preferidos tão perto da final, neam? (Aylin + Michael + Ali = ♥)

Michael recebeu “Girls Just Wanna Have Fun”, provavelmente como sabotagem da própria Nikki, porque ele ganhou aquela versão mais lenta e sonolenta, que o próprio Cory já interpretou na série (mas Michael fez melhor) e que ele conseguiu até que entregar direitinho, mas sem muita emoção, talvez nem muito por sua culpa e sim pela versão música em si, que não ajuda muito. Aliás, nesse momento eu não conseguia não pensar que essa seria uma música perfeita para o Charlie cantar e garantir sua vaga na final, por exemplo. Humpf! (saudade de Charlie, que volta para nos despedirmos no episódio final, claro!) Ali e Lily foram ótimas. Ali melhor ainda e é impossível não notar como a voz dessa menina acabou melhorando com o tempo, hein? Fora o seu carisma e o talento para o humor, que também são inegáveis. Lily a gente sabe que canta bem e tem carisma, mas digamos que ela se atrapalhou um pouco se aventurando entre dois personagens diferentes durante sua apresentação, que ela até que começou muito bem, com uma interpretação mais sútil e bem vulnerável, mas que logo acabou apelando para a gordinha sexy que acha que pode tudo e com todos de sempre, que já não interessava mais a ninguém.

E eu cheguei a uma conclusão a respeito da Lily. Acho que ela assistiu “Hairspray” demais na sua vida. (isso dito por alguém que praticamente acorda cantando “Good Morning Baltimore” hein? AMO  “Hairspray”, AMO!) E diga-se de passagem que para o personagem principal do musical ela seria perfeita, mas quanto a suas outras camadas… todas elas deixavam a desejar, inclusive o seu lado megabitch, que mesmo depois do aval do próprio uncle Ryan, que queria ver ela e a Aylin lutando de burca em uma piscina com gel, acabou ficando bem adormecido nessa reta final de TGP. Poor Lily, perdeu até a única coisa que sempre nos chamou a atenção para a sua personagem, que era a sua megabitchness. #FUÉN

Blake novamente foi favorecido (porque será, hein?) ganhando “Im Still Standing” de presente para a sua última chance de ir para a final, música que ele também cantou direitinho, mas é claro que não conseguiu superar a versão deliciosa do nosso Artie, neam? (♥). E Blake estava visivelmente nervoso e bem do sem graça durante toda a sua apresentação, fato. E o meu problema com o Blake é exatamente esse, acho ele extremamente óbvio, do tipo que não assume riscos e anda muito bem, só que apenas dentro da sua zona de conforto de galã e talvez só por isso tenha ficado na competição até essa altura. Juro que não é pessoal, mas acho o Blake a escolha mais óbvia para um high school americano, diferente do Michael, que poderia ser o boy magia do colégio, só que extremamente tímido e nerd, o que seria algo que nós ainda não tivemos na série, apesar de também não ser dele  o personagem pronto mais interessante. Sinceramente, com tanto personagem bacana dentro e fora da série, quem é que está interessado no novo esportista de coração mole que vai se apaixonar pela garota pouco popular do colégio, mesmo comprometido com a cheerleader megabitch da vez, hein? (R: ninguém…)

Mas e a Aylin, hein? Recebeu de presente “Fighter” da XL-Tina Aguilera e começou a sua apresentação meio capenga, com pouca força e quase dormindo. E justo na reta final, quérida? E justo com um hit com uma força enorme como esse, que todos nós cantaríamos pensando em todos os nossoas arqui-inimigos e ou boys magia negra da vida? Juro que cheguei a ficar morrendo de medo que ela fosse a eliminada da vez, porque por aquela apresentação preguiçosa ela até que merecia (só por isso, mas leiam essa parte bem baixinho, pq eu não quero que o universo ouça) ainda mais depois de alguns comentários favoráveis  por parte dos roteiristas presentes naquela noite para os demais participantes e não para ela. #TENSO (a segunda parte da música foi boa, mas talvez fosse tarde demais…)

E mais imprevisível do que nunca, uncle Ryan deu sua cartada final e disse que já que estava quase no final mesmo, ele  agora estava até disposto a mandar 2 ou 3 para casa naquela noite, sem a menor dó, o que só deixou o clima da despedia ainda mais nervoso. E foi nessa hora que recebemos a notícia de que chegava a hora do Michael se despedir de TGP, para o meu particular e total desespero. Juro que o meu coração se despedaçou em 121244574452454558658454 pedacinhos nessa hora (dava até para ouvir o barulho dos cacos caindo no chão, juro) e eu quase não acreditei que a Nikki finalmente conseguiu fazer o que ela queria durante toda essa temporada. Humpf! (gente, quero um dos roteiristas no lugar dela na próxima temporada – o bear de preferência, Höy! – e podem deixar a bee do mute lá dentro do estúdio no lugar da Nikki que não vai fazer a menor falta… WOO) Whatabi-a-tch?

Mas esse sentimento nem teve tempo para ser digerido de verdade e como merecia, porque logo na sequência, ainda focados na lista dos eliminados, a câmera desceu e vimos que não só o Michael sairia naquela noite, como Lily Mae Megabitch finalmente deixaria a competição (ÊEEEEEEEE!), o que automaticamnte reconstruiu o meu coração imediatamente com muito remendo de cola quente e me fez ficar feliz de novo (quase acordei minha roommate com o meu aplauso e gritinho fino de “Yei” naquela noite) até eu perceber novamente que o meu maior desejo durante essa temporada de TGP finalmente tinha chegado, mas que junto com ele viria uma parte bem triste, que era a despedida do meu candidato preferido desde sempre. E o coração se despedaçava novamente ao som de “KHO”, que todos nós cantamos dessa vez sorrindo quando aparecia a Lily em foco e mandando um “Suck it” bem alto e deixamos escorrer aquela single tear especial do drama dramático quando o foco estava no Michael, claro. Triste mil.

Fiquei triste e feliz ao mesmo tempo e senti que o Ryan Murphy pensou em mim ao eliminar o Michael daquela forma, me acalmando logo na sequência com o tão aguardado momento #FORALILY. Thnks Ryan!(mas o Michael  era melhor do que o Blake e bem mais interessante, SIM! – ♥)

Com isso, confesso que não tive tempo para ficar #CHATIADO ou feliz, como se um sentimento acabasse sendo anulado pelo outro nessa última eliminação de The Glee Project. E na semana que vem tem a final, que eu quase não estou me aguentando de tanta ansiedade e medo de acabar encontrando algum spoiler sem querer logo agora, restando apenas Ali (que está vestida de rainha do baile no promo da finale) + Blake (ZzZZZ) + Aylin (que está maravileeeandra de turquesa também no promo da finale), que eu espero que dessa lista, só o Blake não saia como vencedor. Sério. Desculpa qualquer coisa Blake.

E isso foi o que vcs perderam essa semana em T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T

ps: e antes do post final onde finalmente iremos conhecer o grande vencedor da Season 2 de TGP, prometo (talvez…) um post sobre o porque que a Ailyn e a Ali merecem muito mais vencer o reality nessa edição do que o Blake. Aguardem…

 

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Romanticality

Agosto 2, 2012

Semana do #SÓAMOR em The Glee Project, com corações saltando por todos os lados, inclusive pelo convidado da semana, Darren Criss, que é sempre um foufo e nós todos AMAMOS! (mas bem que poderia ter aparecido de casal, hein? Ok, não vou dizer mais nada para não entregar nenhum spoiler…) Isso até depois dos pouco mais de 7 min iniciais do episódio ao som de “More Than Words”. Tenho que dizer que essa foi uma semana fraca em TGP, em todos os sentidos. Não sei exatamente dizer o porque, mas esse foi um dos episódios mais sem graça da temporada, o que de certa forma nos dá uma pista forte sobre quem acabou sendo o eliminado da vez…

E era a hora de testar a dinâmica dos possíveis futuros casais da série, o que também fomenta ainda mais a possível ideia de novamente haver mais de um vencedor ao final da competição, mesmo tendo eles declarado que dessa vez apenas um venceria. E quem acredita aposta na bipolaridade do Ryan Murphy, levante a mão? (todas levantadas)

Ali + Blake foram perfeitos, tanto no homework (que ele acabou ganhando até que merecidamente) e ela que realmente só vem crescendo na competição. Gosto de uma coisa na Ali que é o fato dela tentar mostrar que pode fazer de tudo (parece até que mais para ela do que para qualquer outra pessoa) e conseguir resultados excelentes com esse seu esforço a mais, que é claro que ela precisa fazer devido a sua condição. Juro que as vezes eu consigo esquecer que ela é uma cadeirante, porque aquela menina se mexe com uma habilidade que não é muito comum de ser vista dentro de suas limitações e vem se tornando uma das minhas favoritas nesses últimos eps. Sim, eu estou quase AMANDO a Ali. Me julguem, que eu nem ligo.

Lily + Michael também estiveram ótimos e Lily parece ter despertado do pesadelo da gordinha revoltada que quebra tudo e acordou para a realidade de que aquele único personagem que ela parecia saber fazer até então, não estava agradando os jurados e talvez nunca tenha agradado. Mas isso não significa que  passamos a torcer por ela, nada disso, porque ainda continuamos querendo-a fora da competição a pontapés (ops, o que significa que ela não foi a eliminada da vez). Michael continuou sendo aquele foufo de sempre (o que foi aquele date entre ele e a Lily? = ♥), com um rostinho que a câmera (e todo mundo) adora! Sério, tirando a minha crush por ele (que está ficando cada vez mais forte e evidente, rs), sinto que ele é um dos poucos dentro daquele grupo que sempre me pareceu super a vontade e natural em frente as câmeras, embora sua voz não seja das melhores (nessa hora vale lembrar que um dos protagonistas em Glee é o Cory Monteith, ou seja…) e talvez se a Nikki Megabitch não tivesse agido como agiu com ele no estúdio por diversas vezes, sua confiança poderia estar em um nível melhor e consequentemente sua história seria outra a essa altura do campeonato.

No estúdio ele conseguiu entregar exatamente o que era necessário naquele momento, calando a boca da própria Nikki, que a essa altura nem faz mais questão de esconder que é Team Blake desde o começo (AMO o Ryan se importando zero com a opinião dela, rs). E posso falar? Quando vejo outros competidores fazendo  críticas ao desempenho do garoto, fico profundamente irritado. Tudo bem que ele vem recebendo recomendações a cada episódio, mas a gente não via ninguém fazendo comentários do tipo quando o Tyler se apresentava por exemplo e olha que nesse caso, tudo era muito, mas muito pior e vergonhoso do que qualquer comentário negativo que o Michael tenha recebido durante qualquer um dos episódios dessa temporada. Sinto que o Michael está sofrendo de boymagiafobia e isso não é legal.

Aylin + Shanna formaram  a terceira dupla, essa bem mais fraca do que a demais e talvez nem muito por culpa só delas. Nessa hora, nem achei que elas estavam tão ruins assim e talvez a coreografia da dupla tenha as prejudicado a ponto de colocar as duas entre os três piores da semana, ao lado da terceira vaga que dessa vez ficou com o Blake, que ao lado da Shanna (o que é sempre engraçado de dizer sem o sotaque deles, rs) eram os dois virgens de última chance com o uncle Ryan.

E vcs não acham muita coincidência dois participantes que nunca se apresentaram para Ryan Murphy (Shanna + Blake) estarem estre os três piores da semana justo nesse momento tão perto do final? Senti um cheiro de mutreta no ar, algo como se o Ryan tivesse feito questão de ter o seu primeiro encontro com aqueles que ele ainda não tinha visto mais de perto, para ter certeza se realmente valia a pena mantê-los na competição. E pelo menos isso acabou com a ideia do Robert que era a de mandar os dois meninos entre os piores direto nessa semana para resolver essa questão, já que só restaram os dois dentro da competição e isso mesmo sem o Michael ter feito nada para merecer (achei até o comentário do Darren a respeito dele meio “plantado”, mas talvez esse seja o meu lado fã falando mais alto agora). Coisa feia hein Robert? Só porque vc “perdeu a virgindade” ao som de Extreme, não significa que vc precisa ser tão malvado assim com as pessoas, só para descontar (rs). E a gente aqui achando que ele era uma alma boa… estamos de olho! (continuamos achando na verdade, mas digamos que esse não foi o seu melhor momento)

E vamos lá, sejamos sinceros nessa hora. Cheguei a ficar apavorado novamente com a possibilidade da Aylin sair essa semana depois daquela sua performance quase boa, mas que na verdade foi bem mais ou menos e de pouquíssimas palavras. AMO aquela música (“The First Time Ever I Saw Your Face”), gostei da apresentação dela, mas não achei que foi uma apresentação forte o suficiente caso ela realmente tivesse alguma chance de sair naquele momento. (quase morri com a cara de desespero dela na hora de ter que encarar a lista, ainda mais com aquele “OMG!” cheio de lágrimas – glupt!)

Ao mesmo tempo, tudo que Aylin não conseguiu fazer com as palavras da letra da sua música, ela acabou entregando no seu discurso do que uma garota muçulmana como ela, totalmente fora do estereotipo, representaria para cada uma das outras garotas como ela por aí. Fiquei realmente emocionado com o seu discurso honesto e cheio de coragem naquele momento, que dessa fez, conseguiu entregar exatamente a letra completa, com todas as palavras que ela precisava para convencer o Ryan Murphy (e quem ainda não estivesse convencido a essa altura) a respeito da sua estadia dentro da competição.

Blake fez o mesmo, embora não tenha esquecido a letra. Mas visivelmente nervoso, ele entregou uma apresentação das mais preguiçosas possíveis, mesmo com a Nikki animando a sua torcida, praticamente ensaiando uma coreô enquanto ele quase nos fazia dormir ao som de “Lose My Religion”. Sério, só eu esperei que ela levantasse a blusa e estivesse escrito “BLAKE” de batom naquela barriga enorme de grávida dela?

Por outro lado, Shanna foi quem entregou a melhor apresentação entre os piores dessa semana, sem a menor dúvida. Mas vcs lembram que eu disse que o episódio dessa semana foi bem do sem gracinha? Então, ele estregava exatamente o mood da Shanna, que foi a eliminada da vez por ser quase impossível torcer por ela, de tão sem graça que a participante conseguiu ser durante toda essa Season 2 de TGP. E não um sem graça tipo a Nellie por exemplo. Um sem graça pior, do tipo que as vezes vc até esquece que ela estava na competição e quando surge a dúvida de quem eliminar naquele momento tão difícil, cheio de gente mais bacana e personagens super prontos, lá estava aquela que se saísse não faria muita falta, mesmo sendo bem esforçada e cantando super bem sempre, como ela mesmo fez questão de reforçar antes saber que iria sair. Sabe fantasma de reality show, do tipo que fica rondando quietinho até o final mas não consegue chegar a lugar nenhum? Então…

Só achei que ela poderia ter saído sem ter se sentido injustiçada pelo fato do Michael ter sido salvo e ela não. Michael teve um comentário ruim exatamente enquanto esteve fazendo par com ela, mas ao lado da Lily, ele conseguiu entregar um bom desempenho (vejam, eu disse bom e esse é um claro sinal de que esse não é o Essy fã do garoto falando mais alto agora), ao contrário da Shanna, que em dupla com a Aylin quase sumiu, aparecendo sem destaque na câmera e visivelmente fora de sintonia para aquele momento e por esse motivo, acabou deixando a competição e talvez a gente tenha a maior dificuldade de lembrar que ela sequer participou de TGP um dia. Sorry, mas é verdade. (sem contar que a câmera não era a sua melhor amiga…)

E isso foi o que vc perdeu nessa semana bem da sem gracinha em T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T, que ao contrário do que eu declarei no meu post anterior, não irá terminar no próximo episódio (blame IMDB) e sim no 2×11. Yei! Ansiosos?

ps: atualmente minha torcida é Aylin + Michael + Ali. (Beija Blake. #FORALILY!)

ps2: desista dessa franja, Shanna! E diga nunca mais para esse toldo pavoroso! Porque Shanna com franja não dá! (depois me liga para dizer se a sua vida não melhorou em todos os sentidos after esse toque… rs)

 

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Teen Choice Awards: quando o pior não é a escolha dos adolescente e sim as escolhas deles todos…

Julho 24, 2012

Ok, a gente sabe que a adolescência é o tempo onde é permitido errar como se não houvesse amanhã para que no futuro, a gente tenha pelo menos alguma história engraçada/ridícula para contar.

Por isso escolhemos tão mal os nossos ídolos nessa época (quem nunca teve um poster de boy band pendurado na parede – tisc tisc ou foi em um show de boy band e ficou na grade, cantando de um tudo como se fosse parte do grupo, tisc tisc), ou um totém de tamanho natural do colírio do mês que vc negociou na banca de jornal mais próxima & amiga (beija tios das três bancas perto lá da minha casa antiga) ou um poster daquela banda de rock de cabeludos medonhos e antigos que atire o primeiro álbum de figurinhas completo das Spice Girls, ao som de “Wannabe”. NOW – joga e mira em mim, rs), mas nada justifica as escolhas tão erradas (quanto as nossas, só que naquela época) para cada um dos ídolos de hoje, que também parecem não acertar tanto assim. E olha que a maioria deles de teen não tem mais nada.

Portanto, com muita preguiça, vamos comentar o que aconteceu no fucsia/purple carpet do Teen Choice Awards 2012. E olha que esse ano tem até alguns nomes que nós gostamos muito, que não serão poupados do xoxo nosso de cada dia. Amém! (snap)

Vamos começar por ele?

Xustin Beaver, que é tão sexy quanto a Susan Boyle (por onde anda? Procura-se Susan desesperadamente!) de camisolinha e de banho tomado. (alguém me ajuda a esquecer essa imagem que eu acabo de projetar na minha mente? My eyes!)

Achei importante que esse ano durante a sua apresentação, sua performance foi toda pautada na inclusão e por isso ele resolveu assumir de vez que usa uma prótese de ouro no lugar do braço.

Mais do que importante, achei humilde, porque faltou cravejar uns diamantes nesse ouro, claro. Mas mesmo assim, reconhecemos que lutar pela inclusão é algo sempre importante.

Go Xustin!

Eu não conheço uma música da  Demi Lovato, não me lembro de um filme que ela tenha participado (sei que ela fez aquele lá da Disney, um dos menos importante, Quém!) e me recusaria a ser julgado por ela em um reality qualquer, mas conheço no mínimo umas 316 drags que já usaram algo parecido com a sua escolha durante a premiação adolescente e com muito “menas” condição, conseguiram fazer muito melhor do que isso.

E não tem aplique mixo certo. PÁ!

#NAOÉASELENAGOMEZNEMAVANESSAHUDGENS

Hayden Panettiere é aquela ex cheerleader que fomos enganados durante um curto espaço de tempo e deveríamos ter deixado fazer a passagem desde a sua primeira ameaça mortal…

Como respeitar alguém que escolhe se vestir inteira no mesmo tom do carpete da premiação?

Suspeito que a verba era pouca, ela pegou um pouco das sobras do “ticido” do tapetão, grudou umas lantejoulas e se fez mulher. Simples assim.

ZzZZZ

Só não consigo ter mais preguiça, porque tenho que terminar de escrever esse post…

NEXT….

Ai Zooey Deschanel, já gostei tanto mais de vc no passado…

Mas ok, temos três chances de voltar a nos dar bem:

a) Zooey deixa de lado o shape do vestidinho de sempre, meio cinquentinha, brecholento e com aquela cara de fundamento antigo, que a gente já gostou bem mais no passado, mas que hoje em dia não passa de mais um do mesmo e nela nos já enjoamos e não aceitamos mais

b) ou ela aprende a atuar comicamente falando e resolve o probleminha do tom da sua Jesse bocó & apatralhada demais em New Girl, que foi o motivo que me fez abandonar a série do adorável Schmidt (sim, New Girl deveria ser New Boy e ser a série dele), culpa que eu carrego até hoje, mas que não pretendo voltar mesmo assim. Não para essa Jess…

c) ou ela deixa eu entrar de uma vez por todas para a sua banda e assim fundar a minha sonhada “She & Him & Him”, onde com toda a minha influência de baterista (i wish…) vocalista (…i would) eu poderia convencê-la a melhorar nas duas primeiras opções e assim, seria um win win para todas!

E ai, qual vai ser Zooey?

Lea Michelle é tão desesperada por atenção quanto as bailarinas do programa do Faustão (que são mais competentes pelo menos, pq as do Gugu, nunca conseguem decorar uma coreô, nem as mais simples)

E só de pensar que ela é BFF do uncle Ryan Murphy e tem a chance de ficar de amigas fazendo trança espinha de peixe naquela careca, isso enquanto o Robert aparece no cantinho muito sentido colando a lista com a eliminação da semana, o Zach se auto abraça daquele jeito foufo que só ele sabe fazer e a Nikki continua sendo aquela megabitch de sempre, eu chego a pensar em encerrar com essa vida injusta… (a dela, claro, rs)

ZzZZZ

E já que o assunto é Glee, o que aconteceu com o Chris Colfer?

Cadê todo o fundamento & coragem de madame Kurt?

Nada no mundo justifica tamanha cafonice. NA-DA

#CHATIADA

Mas quer ver quem estava ainda pior?

Kevin McHale. BOOM!

Esqueçam o Kurt, porque o que nós queremos mesmo é saber o que foi que aconteceu com o nosso adorkable Artie?

Todo arruinado em estampa militar + sapato e camisa bicolor. Porque Cher, porque?

Juro que se ele viesse me dar o seu pente mágico nessa hora, é claro que eu aceitaria, pq ninguém sabe o dia de amanhã e o Ebay está ai minha gente, salvando vidas da falência, rs, mas não teria como receber o mimo sem lançar o meu olhar de julgamento mais profundo…

#NAOTABOMNAO

Mas nem tudo está perdido no McKinley High  e tivemos a presença do Chord Overstreet para garantir alguma magia vinda diretamente do coral que todas amam, mesmo bem básico e preguiçoso. As vezes, – é +…

E não é que agora ele será regular no elenco de Glee? Também, depois daquelas reboladas todas em formato de trapézio, a gente só poderia dizer: finalmente! (ZzZZZ)

Temos um recado para o Ian Somerhalder: dá para se esforçar um pouco mais?

Porque esse combo gola v + jeans + olhar apertadinho que todas já conhecem, está ficando meio óbvio demais, hein Boone?

Mesmo para o seu nível alto de magia. Höy!

Vamos lá, a essa altura todo mundo sabe o quanto o Guilt AMA a Gwen Stefani e toda a sua família, não sabe?

Então, por esse motivo, nos sentimos íntimos de Oliveira o suficiente para fazer o xoxo sem abalar a nossa amizade de ânus.

Precisava fazer essa volta do No Doubt tão literal, apostando no cabelo antigo daquela época mais antiga ainda, hein Gwen?

Não, não precisava. Vc não precisava.

E quando é que ela vai aceitar a nossa sugestán de lançar uma banda com os seus filhos? Aguardamos ansiosamente por esse lançamento já reservando um espaço especial para esse poster em nossas paredes (sim, as vezes bate saudade daquele adolly que fazia escolhas bem duvidosas de vez em quando, rs)

E com essa imagem acima, que é o sinônimo da cara da preguiça, encerro esse post sobre o Teen Choice Awards 2012 deixando a mensagem de que nada é mais preguiçoso nessa vida do que premiação de adolescentes.

ps: só eu acho que eles dois deveriam investir nesse namoro do truque? Seria tipo o encontro perfeito: Alface meets Nabo (♥ – Ew!)

 

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Theatricality + Fearlessness

Julho 23, 2012

Já começo avisando nesse post que estou com o coração partido em 34245545485 pedacinhos e amargando um luto profundo devido a uma certa eliminação mais ou menos recente em TGP. Humpf!

Não sei nem por onde começar e por isso vou inverter tudo e começar do fim (já que estou devendo posts dos dois episódios que aconteceram durante as minhas férias), comentando primeiro o sétimo episódio de The Glee Project (2×07 Theatricality). Bom, semana de teatrinho no nosso reality de verão preferido, com direito a visita do Sebastian Megabitch (Grant Gustin) que pessoalmente, tem muito mais magia do que enquanto personagem de barba feita e preso dentro daquele uniforme todo trabalhado na passividade em Glee. Höy!

E mais uma vez, Ali acabou roubando a cena de novo e a essa altura, nem a sua voz de Nelly Furtado sendo enforcada depois de se engasgar com 3 gatos persas me incomoda mais. Sério. Já até aceito aquela sua voz bem meio assim, que sejamos justos em dizer que tem melhorado bastante nesses últimos episódios, não? Mas não é que toda aquela positividade em pessoa tem talento para a coisa? Posso estar até me precipitando, mas será preciso uma cagada muito grande para essa menina sair antes da final, hein? (mesmo depois do “drama” do promo do próximo ep) Vejo uma finalista de peruca azul interpretando melhor a Katy Pérrola do que a própria Katy…

Outra que tem todo o meu coração e torcida já declarada é Aylin, que dessa vez ficou meio apagadinha, de lado, muito provavelmente por ainda estar em estado de luto. E quem não está, me diga? E quem não está? Humpf… mas disso eu não quero falar agora, porque ainda estou em negação. E tenho um recado para a edição do programa: cadê o foco na rivalidade entre Aylin vs Lily Megabitch (a wannabe  Adele do lado negro da força), hein? Não é a primeira vez que vimos Aylin reclamar do comportamento da cúlega (acho até que o contrário também já aconteceu), mas farpas que é bom no video, nada… Vamos melhorar isso produção? Queremos sangue cenográfico nos olhos de cada uma delas!

O homework da semana foi bem, b-e-m, beem fraco, embora eles tenham executado a música até que mais ou menos. Cheguei até a quase me enganar que aquele clipe no supermercado estava legal, mas não, não dá neam gente? Eu sei que é tudo meio corrido e que eles gravam tudo no horário de almoço das gravações de Glee, mas quem no mundo pop ou em qualquer outro mundo contrataria aquele diretor para dirigir um de seus clipes baseado no que ele realiza porcamente em TGP? Sério, quem? (desculpa qualquer coisa, diretor que dirige porcamente os videos, mas é verdade…)

Zach continua sendo o Zach (♥) e embora ele tenha avisado que não aceita mais passar vergonha com candidatos que não conseguem sequer memorizar a dança da galinha, ele continua se auto abraçando (awnnn!), sempre com os olhos cheios de lágrimas e super emocionado com as performances finais, sem fazer a menor questão de esconder para quem vai a sua torcida. Mesmo quando as apresentações soam totalmente falsas, como a da Lily Megabitch ao som de “Someone Like You” (daquela que a gente sabe bem quem) e que nós vimos a participante tentando buscar a emoção da música já no ensaio, provocando uma lágrima que não seria capaz de convencer nem o participante já eliminado, Mario, de sua veracidade. Mas graças a Cher, uncle Ryan estava de olhos bem abertos catando todo o truque da candidata ativa/agressiva (sim, segundo questões levantadas aqui em casa recentemente, chegamos a conclusão de que essa categoria existe), que recorreu as lágrimas mais falsas desse mundo para tentar convencer que ela merecia outra chance. Sei…

Antes de continuar, eu gostaria de mandar um recado bem pessoal para Lily Mae Megabitch: vc não precisa se impor porque vc é gordinha e para isso tentar enfrentar/conquistar o mundo aos gritos ou no tapa, porque muito maior do que a sua figura é o seu nível de megabitchness, que é o que chama muito mais atenção de forma bastante negativa do que qualquer um dos seus quilinhos a mais. Prova disso é que Adele está ai, vendendo pencas, linda, feminina (agora grávida. Parabéns!) e super doce, mesmo quando cantando um recado daqueles para um boy magia negra qualquer, sem apelar para o estereótipo da gordinha destemida sexy que não perde a oportunidade de fazer a dança do tetão e que culpa os outros pelo seu fracasso. Pense nisso, Lily Megabitch, pense nisso (mas se quiser pensar fora da competição a gente agradece. Obrigatô!)

Novamente por culpa da Nikki que está impossível nessa temporada, mais um candidato quase se quebrou por inteiro e a vítima da vez foi o Abraham, a quem ela chamou de “andrógeno” no estúdio e que para ele soou quase como uma ofensa. Sério que ele ficou “magoado” com essa palavra? Se metade das pessoas que já chamaram ou ainda irão chamar ele de “bichana pão com ovo de codorna” na vida (sem ofensas/been there, done that messed around) soubessem ao menos o significado da palavra “andrógeno”, eu acho que ele já estaria no lucro de ter ouvido um “insulto” como esse e não teria muito motivo para se sentir tão ofendido assim.  Mas tudo bem Abraham, entendemos a sua mágoa e estava na cara que a Nikki queria levar o crédito por esse outing que ninguém suspeitava e que certamente seria a grande revelação da temporada, só que não. ZzZZ (ficou ofendido, mas voltou para a sua performance de unha vermelha e tudo mais, que a gente bem reparou…)

Vem cá, quando é que essa Nikki vai parir mesmo? Nikki que pariu!

No final, tivemos Abraham, Lily e Nellie entre os 3 piores e eu confesso que qualquer um que saísse já deixaria a competição no lucro. Nesse caso, acabamos nos despedimos da Nellie (só eu reparei a single tear no olho do Michael no momento “KHO” do final?), de quem eu também confesso que não vou sentir a menor falta e digo sem dó e nem piedade que ela estava pavorosa de Britney Spears encostada na barraca de frutas da feira. Eu não levava nem um mamão… PÁ! Já vai tarde Nellie, WOO! Sinceramente? Ela sempre me pareceu assustada demais com tudo aquilo e era visível que não estava preparada para o que estaria por vir pela frente caso ela fosse a vencedora. Sério que ela quase chorou quando ganhou o papel da Brit no video? Cheguei até a suspeitar que ela fosse sobrinha do Robert, de tanto que ele torcia por ela e a sua presença até esse ponto do programa só serviu para ocupar a vaga de alguém muito mais preparado e que não merecia ter saído antes dela e para essa vaga eu tenho dois nomes: Dani (snif) e ele, o motivo de toda a minha mágoa nesse post: Charlie. R.I.P²

Sim, Charlie também já foi eliminado e quase que eu não consegui lidar com o último momento de Scott Campbell dentro da competição. Chorei litros, fiquei inconsolável e logo em seguida me bateu aquela revolta pelo fato da Nellie ter ficado e Scott F**king Campbell ter saído da competição. BOOHOO!

Primeiro que nesse episódio totalmente destemido (2×06 Fearlessness), tivemos uma gravação animada na piscina, com todos eles super a vontade em trajes de banho e shirtless para todos os gostos, mas suas performances acabaram deixando a desejar. E logo em um episódio onde a gente tinha ninguém menos do que a Sue Sylvester (Jane Lynch) em pessoa como convidada da semana hein? (mas bem que ela poderia ter carregado a Becky com ela…)

Mas o momento em que nossos corações ficariam completamente divididos ainda estava por vir, com o anúncio de que Aylin e Charlie teriam que se enfrentar entre os três piores da noite, que ainda contou com a coadjuvante das coadjuvantes Nellie, ocupando a terceira vaga entre os piores da semana. (uma vaia para a Nellie: BOOHOO – agora um cochilo: ZzZZ)

Nessa hora, fiquei bem feliz pela Aylin, que acabou despertando para o que era mais importante para ela naquele momento, deixando o seu boy magia de lado e abraçando a oportunidade como se fosse a sua última chance dentro daquele programa, que é o que todos deveriam fazer naquele momento, mas que nem sempre acontece. E com “Take a Bow” da Rihanna (música que eu não dava a mínima, mas que já se tornou o meu novo vício no banho, que eu canto performaticamente pensando em pelo menos uns 6 nomes ao longo da minha “carreira”, rs), Aylin deixou todo mundo encantado com algo mais que ela carrega (Zach até aplaudiu de pé) e que a essa altura quase todo mundo já percebeu e talvez por isso ela acabou ganhando um feedback dos mais importantes do uncle Ryan nessa temporada, encorajando a participante a a levar as coisas mais a sério, porque ela é uma forte candidata e todos eles já perceberam isso, menos ela até aquele exato momento. (ba-bling ba-bling)

E como é talentosa, não? E o carisma? (♥) Sério, do momento em que ela pisou naquele palco até o final da sua performance, não tinha mais ninguém dentro daquele lugar a não ser ela e a sua voz maravileeeandra. Como já disse antes, gostava muito do Charlie, continuo gostando do Michael (apesar dele ser todo contido), mas realmente é da Aylin a minha maior torcida para essa temporada de TGP, não tem jeito. Confesso que fiquei bem tenso com a possibilidade remota dela ser a eliminada daquela semana, mas ao mesmo tempo tinha certeza de que com aquela performance, caso ela fosse a eliminada, TGP teria que sair do ar de tanto que eu iria reclamar na forma de muito mimimi. Sério! Uncle Ryan que não me provoque!

Depois tivemos Charlie apelando na sua última chance dentro do programa, jogando tudo para o alto ao som de “It’s Not Unusual” do Tom Jones, que toda vez que eu escuto essa música, só consigo lembrar da Karen Walker com sua performance deliciosa em Will & Grace antigo. Ainda na hora em que foram distribuídas as músicas de cada um deles, já era possível perceber que Charlie havia sido sabotado, ganhando um hit que em nada se parecia com o clima das outras músicas de suas duas adversárias, essas bem mais emocionantes do que a faixa que sobrou para ele. Mas Charlie é o Charlie, que nas horas vagas também é o Scott F**king Campbell e seguindo o que se esperava do episódio, totalmente destemido, ele foi parar na poltrona dos jurados, implorando por uma segunda chance para o Ryan Murphy, mesmo tendo o Zach e a Nikki visivelmente na torcida contra.

Sinceramente? Apesar da música dele não ter um climão como as outras duas, achei que o garoto conseguiu tirar de letra aquela apresentação partindo para o tudo ou nada e não vejo até agora o porque dele ter sido o eliminado da vez, sendo que ele foi o único que seguiu o tema do episódio a risca naquele exato momento. Nada justifica, nem a sua onipresença, que pode sim ser bem irritante e nem a sua falta de atenção ou limites. Mas esse sou eu falando, uma pessoa que só teve que conviver com ele por pouco mais de 40 minutos na semana até esse episódio…

Nellie fez o de sempre, cantou daquele jeito de sempre uma música que por si só já é toda cheia de emoção e eu não consegui encontrar o motivo para tanta comoção ao final da sua apresentação ao som de “If I Were A Boy” de Honey B. Até assisti novamente para tentar entender se eu não estava realmente entendendo o que estava acontecendo por pura implicância (que eu assumo que fiquei implicante com ela desde que a Dani perdeu a sua vaga quando a Nellie era quem deveria ter ocupado aquela posição na ocasião, mas acabou sendo salva), ou se aquela apresentação não tinha mesmo sido tudo isso. Das três vezes que eu consegui ter paciência para assistir a sua performance (a da Aylin foram umas 10 em looping só hoje, rs), não consegui me emocionar em nenhuma delas. Sorry.

Com isso, agora já saindo do meu estado de negação e aceitando o inevitável estado de luto ao qual eu me encontro até agora (três semanas após a eliminação), Charlie deixou sim a competição (tremendo o lábio para escrever esse último parágrafo), mas não sem antes se despedir foufamente da Aylin (a quem ele deixou a tarefa de ganhar TGP e quase não conseguiu se segurar quando ela entrou na sala em um momento também super foufo entre os dois) e cantar a sua versão de “Keep Holding On” daquela forma que nessa edição, só ele conseguia fazer e lindamente. E sendo esse o episódio anterior a despedida da Nellie (por isso eu disse lá no começo da review que iria começar do fim), ela que poderia SIM ter saído no lugar do Charlie (ou da Dani) e ter nos poupado dessa mágoa ainda tão cedo na competição para alguém tão talentoso como ele (ou ela), sinto em dizer que The Glee Project perdeu um grande candidato. Humpf! Perdemos o novo Finn. (tears)

Errou feio hein uncle Ryan? Vale uma repescagem? Vale dizer que no final de tudo quem vai ganhar essa edição de TGP será o casal Aylin ♥ Charlie, mesmo com ele já tendo sido eliminado? Pense nessa possibilidade com carinho…

#CHATIADO

E foi isso que nós perdemos nessas duas últimas semanas em T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T

 

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Adaptability

Julho 10, 2012

Tudo é uma questão de adaptar-se e essa semana em The Glee Project tivemos a “adaptabilidade” como tema para tentar tirar um pouco os competidores de suas zonas de conforto.

Como convidado tivemos ele, Artie (Kevin McHale) , que é sempre um foufo e todas amam. Ali ficou visivelmente animada com a presença do ator e um tanto quanto decepcionada por não ter sido a escolhida no homework e talvez por isso tenha decidido tomar para si o resto do episódio, principalmente quando ela foi parar entre os 6 piores, que sim, em semana de adaptação as coisas mudam até nessa hora e ao invés de 3 como de costume, tivemos 6 participantes mais perto de ir para casa ao som de “Keep Holding On”. Dra-ma!

Foram impagáveis as caras dela durante a apresentação ao lado do Abraham (que sumiu completamente, não? Foram falar para ele parar de tentar demais e deu no que deu…) e ficou mais do que óbvio que com o seu dom para comédia, ela acabou conquistando merecidamente (apesar de não ser fã da sua voz) um espaço importante no coração de uncle Ryan. Só espero que pelo preview do próximo episódio, o jogo não acabe mudando para ela. E o que foi a sua performance demoníaca  de “You Oughta Know”, hein? AMEI que o próprio Kevin fez essa colocação, porque eu quase morri de tanto rir quando ela apareceu possuída daquele jeito. WOO!

Outra que dominou o episódio foi a vencedora do homework da semana, Aylin, que agora que decidiu dar um tempo com o Charlie, resolveu voltar unfirah! Primeiro que eu já declaro que dentre as meninas, ela tem a voz que eu mais gosto e que ficou perfeita no clássico da Alanis Morissette que a gente AMA cantar revoltadamente lembrando de cada um dos nossos ex boys magia negra (rs). E nem preciso dizer que a essa altura ela já é mais do que a minha favorita no lado cor de rosa da força. Shanna e Lily também foram muito bem, mas não havia espaço para mais uma mulher nesse episódio a não ser Ali e Aylin. (♥)

Quem também aproveitou para tentar se redimir do nível altíssimo de megabitchness que ela deixou transparecer na semana passada foi a Nikki, que essa semana veio cheia de elogios para a maioria dos participantes, principalmente para o Charlie, que foi quem ela quase “quebrou” de vez na semana passada e que nesse episódio chegou chutando tudo no estúdio com a sua voz afinadíssima (apesar de bem exagerado no homework) e uma doçura no olhar que quase não conseguiu esconder o seu grito de “SUCK IT NIKKI” que ecoava na sua performance e naquele sorrisinho que ele deu no final. Go Michael!

Apesar de continuar sendo um dos meus preferidos, não só pela sua figura divertidíssima ou pelo seu notável talento, eu vou ter que concordar que o Charlie é mesmo meio onipresente demais. Reparei nesse episódio que mesmo quando ele não estava em cena ou nada tinha a ver com o plot central do momento, lá estava ele ao fundo, vazando em uma imagem aqui ou ali, se fazendo ser notado, mesmo que as vezes bem sem querer e a gente ter quase certeza que Charilie é apenas uma mente criativa e participativa e não alguém apenas desesperado por atenção. Mas com o seu delicioso alter ego Scott Campbell que ele acabou nos apresentando no video dessa semana, digamos que ele ainda está com ainda mais créditos na nossa torcida.

Nellie e Blake sumiram. Nellie a não ser pela coreô da semana passada, nunca esteve realmente naquele cenário. Sabemos que ela é uma garota tímida, mas isso já está começando a ficar nítido demais. Demais. Tenho que dizer que eu tenho pavor de duetos e acho uma das coisas mais cafonas na história da música e por isso acabei achando de uma preguiça só as apresentações finais, principalmente as das duplas Blake + Nellie e Mario + Charlie.

Para nossa sorte, essa semana mais uma vez não chegamos a ficar exatamente tristes com a eliminação, que ficou por conta do Mario, que sejamos sinceros, o que tinha de talentoso, tinha de arrogante. Talvez eu esteja falando uma grande bobagem agora, mas a sensação de que eu tive é a que ele ouviu a vida inteira que ele era capaz mesmo com suas limitações (e realmente era, muito!), mas isso acabou sendo prejudicial para sua vida, onde toda positividade em relação ao que ele pode fazer, acabou criando uma confiança exagerada demais, que passava dos limites e sempre acabava dando uma impressão de arrogância, o que é possível de se perceber inclusive no seu discurso pós eliminação.

E isso foi o que vc perdeu essa semana em T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J–E-C-T!

 

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Individuality (a volta de The Glee Project. Yei!)

Junho 11, 2012

Como é bom ter o nosso reality show preferido de volta? Hein?

Com a promessa de que dessa fez apenas um dos 14 novos competidores será o grande vencedor (o que eu até duvido e sei que na cabeça de Ryan Muprhy, no balanço das horas, tudo pode mudar), começamos a Season 2 de The Glee Project, tendo de volta os nossos personagens preferidos desse que é o nosso reality show de amor de verão: Robert, o ursinho carinhoso da turma, sempre com um olhar encorajador, tentando extrair o melhor de cada um dos candidatos, Zach, o coreógrafo bipolar que consegue ser super foufo e megabith em frações de segundo, por isso é melhor não se apegar muito (e o Ryan Murphy já até encomendou um papagaio de presente para o mesmo, ou seja…), Nikki, aquela que eu não consigo considerar ser uma pessoa de confiança (sorry) e que dessa vez ultrapassou as barreiras do isolamento acústico das paredes do estúdio de gravação e para essa temporada entrou para o grupo fixo de jurados, e ele, o dono de tudo isso e quem bate o martelo no final das contas, Ryan Murphy, que apesar de todo o poder que carrega em suas mãos e toda a sua sinceridade, muitas vezes um tanto quanto cruel e dolorosa, consegue ser extremamente sensível para o talento de cada uma daqueles personalidades tão diferentes.

Primeiro tivemos as audições (2×00), com milhares de candidatos que tentavam a chance para participar do programa, que a princípio iria escolher apenas 12 deles, mas que no final, acabou mudando para 14 (porque com uncle Ryan, é sempre uma surpresa, rs). Dessa vez, tivemos uma lista de candidatos bem mais exótica do que no ano passado, com todos os tipos de underdogs possíveis no meio de tantas pessoas extremamente diferentes. Algo notável logo de cara é que todos eles já chegaram escolados, apoiados em sua história de superação ou um trauma qualquer e o fato de já terem assistido a uma temporada do programa anteriormente, acabou tornando inevitável que todas aquelas pessoas parecessem menos naturais durantes as audições, o que vale até mesmo para os 14 nomes escolhidos para a nova temporada do programa.

Mas aqui estamos nós, criticando a postura de cada uma daquelas pessoas, quando nós mesmos já estivemos em uma situação parecida. Pensem em um entrevista de emprego por exemplo, onde não há quem não seja pelo menos um pouco diferente da sua própria verdade, na tentativa de conseguir levar a vaga e esconder o possível de suas falhas. O mesmo vale para aquelas pessoas dentro desse ou de qualquer outro reality show, então seria no mínimo hipócrita esperar 100% de sinceridade, ainda mais naquele primeiro momento onde todos se encontram saltitantes e com o braço levantado, gritando no olhar: “Escolhe eu! Escolhe eu! (sim, nessa hora não tem Português certo…)

De cara, já parece ter ficado bem claro quais são os desejos dos jurados em relação a aquele elenco. Assumidamente, eles já disseram que estão a procura do novo Finn (e acho que já conseguiram) e me pareceu que a garota da vez precisa ser loira. Nesse segundo caso, esse detalhe nada mais é do que uma impressão minha em relação ao grupo, repleto de loiras. E também ficou mais uma vez muito claro que o The Glee Project não é uma competição de quem canta melhor e sim de quem mais “encanta” e isso também é notável na grande diferença entre todos aqueles talentos vocais reunidos em um mesmo grupo, onde alguns deles são visivelmente menos talentosos do que os outros. Mas o que importa em TGP é mesmo o conjunto e isso, apesar de já garantirmos os nossos preferidos logo de cara por uma primeira impressão, não tem exatamente como a gente prever apenas no primeiro episódio onde tivemos pouco tempo para conhecê-los.

Como convidada mais do que especial do primeiro episódio dessa temporada, tivemos ninguém menos como o grande nome de Glee (para eles, pelo menos, porque eu…ZzZZZ), a atriz Lea Michelle, que pouco apareceu no episódio ou teve alguma relevância para o mesmo. Até achei que ela foi querida e tudo mais nas suas observações, mas esperava bem mais da primeira a ser selecionada no elenco de Glee, segundo o próprio Ryan Murhpy. E por conta dessa sua participação tão sem açúcar, discreta e sem brilho, vamos deixá-la de lado e fingir que nem aconteceu. Quem eu gostaria de ver como jurado? Kurt + Brittany + Santana + Sue Sylvester + Becky

Novamente com a tarefa de mostrar a individualidade de cada um deles em uma única frase da letra de “Born This Way” (o que convenhamos que não deve ser muito fácil), os participantes tiveram que se organizar sozinhos e dividir quem ficaria com o que naquele primeiro momento, além de ensaiar um número para a apresentação. E com isso recebemos um sinal óbvio de que para esse ano, eles parecem estar muito mais interessados em gerar conflitos dentro do grupo do que qualquer outra coisa e pela sequência de cenas inéditas ao final do episódio sobre o que ainda estaria por vir durante a temporada (tirando as brigas, que me pareceram ser ensaiadas para um dos videos de um episódio qualquer), já deu para perceber que essa temporada promete fortes emoções. Uncle Ryan quer báfon!

Logo de cara, ainda durante as audições e antes até mesmo do primeiro episódio, apenas por suas declarações diante das câmeras, eu já consegui enxergar duas grandes divas dentro desse elenco: Abraham + Lily. Ambos já durante essa primeira etapa da competição deixaram escapar um pouco da sua personalidade por enquanto adormecida de megabitch e tenho quase certeza que serão os vilões dessa temporada. Lily inclusive já deixou isso bem claro quando não foi a escolhida da Lea Michelle após receber alguns elogios e também acabou demonstrando um pouco do seu lado diva no teaser das cenas dos próximos episódios. Ficaremos de olho em quem será o novo Alex, ou a noda Lindsay… (nesse caso, acho que ganharemos uma “Eu não aceito ser a nova Tina” para o Abraham e uma “Adele versão demônia” para a Lily)

Por outro lado, alguns dos outros personagens já se destacaram logo de cara pela sua doçura e algum talento que conseguimos perceber a um primeiro e curto instante, ou até mesmo simplesmente pelo carisma que conseguiram transmitir naquele momento. Nesse time eu colocaria Shanna (vencedora do desafio da semana e que tem uma história de vida bem interessante), Dani (♥), Charlie (♥), Mario, Michael(♥) e Neelie. Alguns brilharam mais nas audições e outros conseguiram se destacar nos “dois” primeiros episódios (2×00 Auditions + 2×01 Individuality) , conseguindo se sobressair em comparação aos demais competidores, que ficaram meio apagadinhos por enquanto.

E #TEMCOMONAOAMAR a carinha de Justin Bieber da Dani, que por sinal, parece ser muito mais interessante do que o próprio, assim como a foufura em forma de inquietude do Charlie, que para mim, já pareceu logo de cara ser perfeito para o cargo de novo Finn (e uncle Ryan tmbm ficou apaixonado por ele…). Sem contar o quanto eu não consigo não torcer pelo Michael por exemplo, que é lindíssimo e além de tudo é um nerd da matemática assumido (eu fui o nerd da matemática no meu colégio, onde era obrigado a fazer as provas longe dos demais alunos, as vezes na mesa do próprio professor ou sentado de frente com o quadro, para citar apenas algumas situações embaraçosas do meu passado de orgulho nerd, rs). E apesar de não gostar de declarar os meus preferidos logo de cara em qualquer reality, porque eu sempre acabo me decepcionando, arrisco em dizer que esses três já ganharam o meu coração logo de cara. Mas tudo pode mudar porque eu sou bem volúvel e assim como o próprio Ryan Murphy acabou admitindo para um dos candidatos, acabo caindo em uma fala mansa bem fácil, rs. (mas cinco segundos depois logo me dou conta da roubada…)

Embora eu sinta que a Shanna (e esse nome, hein? rs. Teve até uma line da Nikki traduzida nas legendas do episódio que eu não me aguentei de tanto que euri com o duplo sentido, rs) tenha grandes chances dentro da competição (e me parece que ela merece), assim como a Taryn, que com aquele seu sotaque do sul e sua alma tímida e sofrida, demonstram que talvez ela tenha alguma chance de ir adiante, desde que consiga vencer a sua timidez.

Eu só não sei o que aconteceu com aquelas vozes todas, que durante as audições me pareceram bem melhores do que depois, durante o programa por exemplo. Os meninos então, tirando o fazendeiro (que eu já vou avisando que eles escolheram o menino da fazenda errado, porque aquele outro das audições era muito melhor enquanto personagem), parecem todos serem donos de um timbre muito parecido e bem apreciado no momento. Por isso sinto um pouco de preguiça. Um exemplo claro disso é que eu adorei a voz do Michael durante as audições, mas durante o primeiro episódio, tive a impressão de estar ouvindo uma outra pessoa cantar. Dentre as meninas, os timbres estão mais bem distribuídos e eu diria até que são muito mais exóticos, o que eu acho bacana também, porque me parece mais arriscado, além de ser uma variação do que nós já estamos acostumados a ouvir em Glee.

Dentre os competidores, temos ainda 3 deles que tem sim que se esforçar muito mais do que os demais e que nem por isso recebem algum tratamento diferente, o que eu acho importante e a própria série consegue representar isso muito bem, com o papel da Becky, para citar um bom exemplo do que nós estamos falando nesse momento. Nesse grupo temos Ali, a cadeirante capaz de deixar até mesmo o Artie no chinelo, com toda a sua desenvoltura dentro de duas limitações e apesar de não carregar uma voz que me agrade, ela é dona de um carisma absurdo. O mesmo vale para o Mario, o garoto com deficiência visual que é pura simpatia e não se intimida por não conseguir enxergar com os seus olhos e acaba usando de outras armas para conseguir a sua própria visão do mundo. Aliás, gostei muito do seu humor também. (trabalhei com dois deficientes visuais durante uma época no passado e acabei aprendendo bastante desse universo que eu pouco conhecia)

O terceiro representante desse grupo é o Tyler, que é o transexual da turma, onde ele se encontra ainda enfrentando a sua fase de transição, o que por si só já é um dos plots mais interessantes da temporada. Essa dificuldade em se adaptar ao seu novo corpo e identidade, as questões hormonais que acabam afetando as diversas áreas de suas vida, são um atrativo a parte, e ter essa chance de poder observar algo tão desconhecido pela maioria assim tão de perto, pode ser algo importante para essa Season 2 de TGP, por isso entendo a intenção de mantê-lo dentro do grupo, apesar do seu talento ainda ser bem limitado.

Só espero que esses três participantes sejam tratados com essa mesma dignidade que me pareceu acontecer até então e não sejam favorecidos em nenhum momento por conta de suas condições, o que não seria nada justo com os demais participantes, assim como para eles mesmos.

Chegando a conclusão desse primeiro episódio, tivemos o retorno daquele nosso momento preferido durante a competição, que é quando eles penduram a lista com o nome de todos os aprovados junto com aquele que deverá deixar a competição. DRA-MA! O que para essa premiere ficou a cargo do Maxfield,  o garoto da fazenda que não conseguiu convencer e foi o primeiro eliminado dessa nova turma. Sinceramente, eu não esperava que ele fosse ser um dos primeiros eliminados, uma vez que foi declarado também durante as audições que o uncle Ryan estava a procura de alguém com esse perfil de country music. Mas como a sua batalha dentro desse universo começou seis meses atrás, acho que o Max ainda terá grandes oportunidades na vida. Yrra!

Só sei que eu continuo empolgadíssimo com The Glee Project, permaneço super emocionado com o momento de despedida e mal consigo me aguentar de tanto nervosismo e emoção ao som de “Keep Holding On” ao final de cada episódio, que ao meu ver se torna tão especial porque tem uma relação bem pessoal com cada uma das vezes que nós mesmos aguardamos ansiosamente um resultado qualquer, seja com a lista de aprovados na escola, um vestibular qualquer da vida ou aquele entrevista de emprego. Com a diferença de que no nosso caso, nós infelizmente não ganhamos um coral cantando ao fundo quando o nosso resultado também não foi nada positivo. Humpf!

ps: seria bem bacana se os blogs/sites que comentam sobre os episódios de TGP não colocassem como primeira imagem de seus posts a foto do eliminado da semana. Todas agradecem!

Damian Mcginty em Glee, finalmente!

Outubro 17, 2011

Nosso irlandês preferido esta prestes a fazer o seu début em Glee, finalmente! Yei!

Mas não se animem, pq a série só volta com episódios inéditos em 01/11, humpf!

Sim, teremos que esperar até lá para ver a estreia do Damian no ep 3×04 “Pot O’ Gold”. E dizem que o seu plot vai ser aquele mesmo que eles anteciparam em TGP, do aluno estrangeiro que não é muito bem aceito no colégio e que será quase que “adotado” pela Brittany, o que deverá despertar a ira da Santana.

Ou seja, ansioso mil!

ps: só eu depois de TGP só consigo falar Damian Mcginty ou “Sorry”, carregado no sotaque irlandês?

Sue Sylvester recebendo todas com boladas para a Season 3 de Glee

Agosto 26, 2011

Euri. Mas tenho que confessar que eu morro de aflição desse super slow motion nesses casos.

Ansioso mil, ainda mais agora que teremos ótimos novos personagens vindo de TGP hein?


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