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E a lista dos indicados ao Emmy 2013 que resolveu nos agradar dessa vez?

Julho 19, 2013

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Uma lista que não podemos nem reclamar muito, porque vamos combinar que boa parte dos que mereciam uma indicação ao Emmy 2013, estão nela. Claro que tem sempre aquele que inexplicavelmente acaba ficando de fora, mas podemos dizer que essa lista está bem bacana e quase completa esse ano. (fora os prêmios técnicos)

Por isso não vamos nem enrolar muito e vamos direto para os indicados, com comentários, apostas e torcidas, claro:

 

Melhor ator em série dramática

Kevin Spacey – House of Cards

Hugh Bonneville – Downton Abbey

♥ Jon Hamm – Mad Men

♥ Damian Lewis – Homeland

♥ Bryan Cranston – Breaking Bad

♥ Jeff Daniels – The Newsroom

 

Só não vou votar no Kevin Spacey porque ainda não vi House Of Cards, apesar das recomendações todas e o Boneville eu acho bom, mas não acho que Downton (deveria ter sido escrito como coadjuvante) exija tanto assim dele. Entre os outros quatro, ficaria bem feliz se qualquer um deles ganhasse, de verdade. O Jon Hamm já vem merecendo faz tempo e fez uma excelente temporada, o Bryan Cranston é sempre sensacional, sempre! Damian Lewis quase nos faz explodir de tanta tensão com o seu Brody e o Jeff Daniels reapareceu com um papel feito para roubar a cena de qualquer um, carregando a melhor parte de The Newsroom, que são as notícias e o dia a dia do trabalho da equipe . Imaginem no ano que vem, com Breaking Bad já encerrada e Mad Men possivelmente também? Não quero nem pensar…

 

Melhor atriz em série dramática

♥ Michelle Dockery – Downton Abbey

♥ Elizabeth Moss – Mad Men

♥ Claire Danes – Homeland

Vera Farmiga – Bates Motel

Kerry Washington – Scandal

Robin Wright – House of Cards

Connie Britton – Nashville

 

Que briga boa, hein? Tirando a Connie Britton, claro (sorry, implico mesmo com ela). Todas excelentes, se não das nossas séries preferidas do momento, pelo menos com algum histórico na nossa memória de bons personagens. Acho bem difícil alguém tirar o prêmio da Claire Danes, mas se for para ser assim, que seja uma de nossas outras apostas do coração ou a Vera Farmiga. #CRUZANDOOSDEDOS. PS: mas vou ter que revelar que atualmente o meu vício tem sido Orphan Black (sim, falaremos da série em breve por aqui, assim que eu terminar) e fiquei espantado com a não indicação da excelente Tatiana Maslany  nessa categoria. E sim também, a essa altura eu já me considero membro do #CloneClub 

 

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

Emilia Clarke – Game of Thrones

♥ Anna Gunn – Breaking Bad

♥ Maggie Smith – Downton Abbey

Morena Baccarin – Homeland

Christina Hendricks – Mad Men

Christine Baranski – The Good Wife

 

Apesar de achar que a Emilia Clarke faz o impossível em GOT, falando línguas e ainda assim levando tudo aquilo muito a sério (rs), a Anna Gunn em crise em Breaking Bad foi uma das melhores coisas dessa primeira metade do final da série (e não tem como negar que a personagem cresceu muito a partir disso) e a Maggie Smith é sempre a Maggie Smith (inclusive, leiam esse trecho me imaginando imitando a mesma). Agora, alguém me diz  o que é que Morena da Bacardi está fazendo nessa ou por esse papel, em qualquer outra lista? Bom, antes ela do que a filha chatinha do Brody em Homeland… #CREDINCRUZ

 

Melhor ator coadjuvante em série dramática

♥ Aaron Paul – Breaking Bad

Bobby Cannavale – Boardwalk Empire

Jim Carter – Downton Abbey

♥ Peter Dinklage – Game of Thrones

♥ Jonathan Banks – Breaking Bad

Mandy Patinkin – Homeland

 

Hmm mmm… que difícil. AMAMOS os meninos de Breaking Bad (de nada Banks, rs) e eu ainda trabalho na ideia de me tornar amigo do Aaron Paul portanto, ele sempre terá alguma vantagem na minha torcida. Mas se não for para um dos dois (lembro até hoje o dia em que o Aaron ganhou aquele outro prêmio e a minha reação em casa foi o equivalente ao que certas pessoas fazem quando seus times ganham um campeonato qualquer. Sério), que o prêmio fique com o Dinklage, que mesmo quando não é o destaque da vez em GOT (e essa temporada não foi dele) consegue roubar a cena. 

 

Melhor série de comédia

♥ Louie

♥ Girls

♥ 30 Rock

Veep

Modern Family

The Big Bang Theory

 

O que? Não tem New Girl nessa categoria? Mas gente, o Emmy resolveu ficar justo assim? Clap Clap Clap! AMO sou qualquer uma das três primeiras da lista, mesmo tenho a sensação de que já faz tanto tempo que não vejo Louie (sorry + indo para o inferno em 3, 2, 1), mas como última vez, esse prêmio merecia ir para a série da Tina Fey, hein? Veep eu não vejo p0rque esqueço e implico com a atriz, apesar de reconhecer que ela é ótima (e deve levar), Modern Family é sempre boa, mas é só aquilo mesmo e TBBT, já foi melhor, já foi pior, já foi bem pior e voltou a ficar OK, mas sentimos que já deu faz pelo menos umas 5 temporadas. (já não existem 12 delas? Não? rs)

 

Melhor série dramática

♥ Breaking Bad

♥ Game of Thrones

♥ Mad Men

♥ Downton Abbey

♥ Homeland

House of Cards

 

Das 6 indicadas nessa categoria, assisto 5 então, primeiro, #SUCKIT’ e segundo que está bem dramático escolher. GOT melhorou muito (não está perfeita ainda, mas… Mad Men continua excelente como sempre, Downton Abbey é aquela delícia com sotaque inglês e Breaking Bad, por mais que já tenha passado faz tanto tempo também (mesma sensação de Louie), sempre fez por merecer. Entreguem para uma dessas, até eu assistir HOC e talvez mudar de opinião, rs (mentira, sou fiel aos meus amores mais antigos. Ops… mentira de novo, rs)

 

Melhor ator em série de comédia

♥ Alec Baldwin – 30 Rock

Jason Bateman – Arrested Development

♥ Louis C.K. – Louie

Don Cheadle – House of Lies

Matt Leblanc – Episodes

Jim Parsons – The Big Bang Theory

 

Louis + Alec Baldwin. Com certeza. Poderiam inclusive dividir essa categoria e entregar o envelope para o Bateman, como prêmio de consolação, embora ele tenha feito um ótimo trabalho em Arrested Development novamente. E vou achar bem incoerente se com uma lista linda dessa de indicados, o Cheadle ou o Leblanc acabarem levando essa por papeis em séries que a) não merecem tanto assim e b) quase ninguém assiste. Apesar de não achar que a opção B seja regra para qualquer coisa…

 

Melhor atriz em série de comédia

Laura Dern – Enlightened

♥ Lena Dunham – Girls

Edie Falco – Nurse Jackie

♥ Tina Fey – 30 Rock

Julia Louis-Dreyfus – Veep

♥ Amy Poehler – Parks And Recreation

 

Novamente a Edie Falco sendo prejudicada, porque de engraçadona mesmo, a sua personagem em Nurse Jackie não tem nada. Mas opa, vejo a dobradinha Fey + Poehler novamente? Então declaro empate (porque exijo as duas juntas para sempre, mas não por essa última temporada de P&R que foi bem meio assim), claro, com direito a close na Lena Dunham na hora em que elas estiverem recebendo o prêmio, porque queremos que ela nos represente com os olhos brilhando nesse momento. Juro que no ano que vem o prêmio é seu, tá Lena? #GHOLS

 

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

♥ Mayim Bialik – The Big Bang Theory

♥ Merritt Wever – Nurse Jackie

Julie Bowen – Modern Family

Sofía Vergara – Modern Family

♥ Jane Krakowski – 30 Rock

Jane Lynch – Glee

Anna Chlumsky – Veep

 

Quase dei um pulo da minha cadeira quando vi os nomes da Mayim Bialik e da Merrit Wever nessa lista, sendo que a primeira veio para salvar o Sheldon de TBBT e conseguiu o impossível dentro da série, se tornando um dos personagens mais bacanas e que até consegue nos fazer rir mesmo com a série estando mais do que cansada e a segunda delas, essa sim o alívio cômico perfeito para Nurse Jackie. E a Sofia Vergara desapareceu durante essa última temporada de Modern Family, não?

 

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Ed O’Neill – Modern Family

Jesse Tyler Ferguson – Modern Family

Ty Burrell – Modern Family

Tony Hale – Veep

♥ Adam Driver – Girls

♥ Bill Hader – Saturday Night Live

 

Já que a lista tem quase todo mundo de Modern Family, eu teria incluído o Nolan Gould, que foi quem ao lado do Ty Burrell (o único que eu aceito da lista da série) divou durante essa última temporada. AMO o Bill Hader e a sua despedida no SNL com o casamento do Stefon e o Seth Meyers foi sensacional, mas não tem como negar que ver o nome do Adam Driver finalmente figurando em uma lista como essa, tenha feito o meu coração dar aquela acelerada carinhosa de fã de #GHOLS. Eu votaria em um dos dois ou nos dois, apenas… (imaginem a estranheza do Adam Driver no palco?)

 

Melhor minissérie ou filme

American Horror Story

Behind the Candelabra

The Bible

Phil Spector

Political Animals

Top of the Lake

 

American Horror Story fez uma temporada muito superior a anterior e mereceu a indicação. Das outras eu não vi nada ainda, mas na fila estão Behind The Candelabra e Top Of The Lake. Talvez em 2037 eu consiga ver… rs

 

Melhor ator em minissérie ou filme

♥ Benedict Cumberbatch – Parade’s End

Matt Damon – Behind the Candelabra

Michael Douglas – Behind the Candelabra

Toby Jones – The Girl

Al Pacino – Phil Spector

 

Grandes nomes nessa categoria, não? Al Pacino, Michael Douglas, Matt Damon. Vale torcer pelo Benedict, ou nem precisa tentar?

 

Melhor atriz em minissérie ou filme

♥ Jessica Lange – American Horror Story

♥ Laura Linney – The Big C

Helen Mirren – Phil Spector

♥ Elizabeth Moss – Top of the Lake

Sigourney Weaver – Political Animals

 

Jessica Lange já é uma senhora e segurou como ninguém uma cena de lingerie vermelha na TV, por isso merece todo o nosso respeito. Laura Linney encerrou lindamente a sua The Big C e foi muito justo terem lembrando do seu nome nessa hora. Mas a Elizabeth Moss concorrendo em duas categorias de atriz por papéis diferentes tem que significar alguma coisa para o universo, não é mesmo? Fiquei morrendo de orgulho. #PLIM. Mas temos a Helen Mirren na jogada e rainha é sempre rainha.

 

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme

James Cromwell – American Horror Story

♥ Zachary Quinto – American Horror Story

Scott Bakula – Behind the Candelabra

♥ John Benjamin Hickey – The Big C

Peter Mullan – Top of the Lake

 

Sean! Eu AMO o Zachary Quinto desde sempre (por isso vou sempre torcer por ele também), mas não tem como não torcer  um pouco mais pelo Sean. Sorry, mas vai contra a minha natureza. 

 

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme

♥ Sarah Paulson – American Horror Story

Imelda Staunton – The Girl

Ellen Burstyn – Political Animals

Charlotte Rampling – Restless

Alfre Woodard – Steel Magnolias

 

Sarah Paulson é uma excelente atriz e fez um ótimo trabalho em AHS. As demais eu não vi, então…

 

Melhor reality show de competição

The amazing race

Dancing with the stars

Project Runaway

So You Think You Can Dance

Top Chef

♥ The Voice

 

The Voice, para sempre por enquanto. 

Melhor série de variedades

The Colbert Report

“The Daily Show

Jimmy Kimmel Live

Late night with Jimmy Fallon

Real Time With Bill Maher

Saturday Night Live

 

O SNL é quase sempre muito bom e quando não é, a culpa é toda do convidado. Mas a briga Kimmel vs Fallon promete. Gostaria de ver o Craig Ferguson nessa categoria, o meu favorito de todos eles. 

 

Animados? Então dia 22 de Setembro temos um date para comentar tudo depois hein? #QUEELESNAONOSDECEPCIONEM #MASELESSEMPRENOSDECEPCIONAM

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A despedida que The Big C merecia

Junho 12, 2013

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Durante a temporada anterior, reconhecemos que The Big C estava praticamente implorando por um conclusão. Uma conclusão que a gente aguardava desde o seu começo, quando recebemos o diagnóstico da sua protagonista e que na verdade viria a ser o grande “C” da questão. Com uma Season 3 bem desgastante e bastante arrastava, vimos aqueles personagens meio perdidos em plots dramáticos demais e de pouca relevância para a história principal, alguns até repetitivos (como a questão da fidelidade dentro da relação do casal), deixando um pouco a doença de lado para discutir outras coisas naquele momento, muito embora ela nunca tenha desaparecido completamente e tenha voltando com um peso maior quando ao final da temporada (que foi bem meio assim), descobrimos que o câncer da Cathy havia voltado e de uma forma bem mais agressiva.

Nesse momento nascia a Season 4 de The Big C, que viria a ser a tão aguardada temporada de conclusão da série, uma vez que ela já havia rendido bastante até aqui, tendo inclusive desperdiçado uma temporada inteira (sim, eu tenho uma implicância enorme com a Season 3) para nos trazer a essa ponto de resolução para a grande questão ainda pendente na série que sempre foi o plot central da sua trama apesar das distrações. Acho bom reconhecer também nesse caso que embora a série fosse sobre uma mulher que descobriu ter um câncer passando a ter que lidar com essa nova realidade, essas distrações todas tenham aparecido de alguma forma dentro da série (mesmo quando não tão interessantes), mostrando de uma forma bem real e honesta que apesar do diagnóstico, a vida não se resume a apenas isso.

Mas essa nova temporada chegava com um peso maior do que já era de se esperar para a sua resolução que a essa altura já parecia inevitável, com uma redução drástica na quantidade de episódios, que agora seriam apenas 4 para ajudar a encerrar essa história, com o detalhe de que eles seriam estendidos (algo que poderia facilmente se tornar um sacrifício para quem ainda continuava assistindo a série), tendo aproximadamente 1 hora de duração cada um, algo que vindo na sequência de uma temporada custosa como foi a sua Season 3, não soava como uma notícia das mais animadoras, apesar do carinho que sempre tivemos pela personagem e por sua história.

Apesar disso e contrariando totalmente a nossa impressão de que essa poderia ser uma nova temporada difícil de se levar, The Big C conseguiu realizar lindamente a sua temporada de despedida, preparando muito bem o território para essa reta final da batalha entre a Cathy e o câncer, com uma sequência de excelentes episódios, apesar da maior duração ou de qualquer medo que a gente ainda tivesse como resultado da nossa experiência com a série durante a temporada anterior. (a essa altura já deu para perceber que a minha mágoa com a terceira temporada é realmente grande, não deu?)

Episode 401

Recém operada, ainda em recuperação porém, recebendo a triste notícia de que a sua recuperação não havia correspondido ao tratamento, encontramos Cathy enfrentando a realidade de cara limpa, aceitando que o final da sua história realmente não poderia ser tão feliz como ela (e todos nós) ainda gostaria que fosse, mas o pouco de vida que ainda lhe restava poderia sim ser muito feliz, mesmo que houvesse a chance dele acabar a qualquer momento. E foi lindo ela encontrando o seu médico na quimioterapia, ele que naquele momento também ocupava a vaga de um paciente, revelando também ter descoberto um câncer, algo que acabou explicando muito bem a forma como ele a havia tratado em sua última consulta, que foi quando a personagem optou por abandonar o tratamento que pouco poderia fazer por ela àquela altura (algo que é sempre bom de lembrar), a não ser trazer mais dor e sofrimento. Uma decisão difícil, apesar de soar como prática, que é bem importante de ser mostrada e principalmente na TV, sem tentar encorajar ninguém a seguir o mesmo caminho e apenas ilustrando que essa também é uma possibilidade em alguns casos onde a cura já não é mais possível.

A partir disso ganhamos uma Cathy cada vez mais debilitada, apresentando dia após dias o avanço da sua doença, que aos poucos foi a deixando cada vez mais fraca e com uma série de efeitos colaterais, alguns tragicômicos, como a cena com ela no pula-pula no aniversário do filho e outros bem tristes, que acabaram nos dando aquele aperto no coração, como as limitações físicas e os lapsos de memória da personagem, em um trabalho de atriz absolutamente sensacional da Laura Linney, que a gente tinha certeza que quando chegasse a hora, seria capaz de encarar essa outra fase da sua personagem lindamente (Clap Clap Clap). Antes disso, enquanto ainda lhe restava alguma força, apesar de ter desistido do tratamento, a personagem também acabou deixando bem claro que ela não havia desistido da vida e seguia o seu caminho tentando realizar pequenas coisas que ela havia deixado passar no passado e que agora poderiam e deveriam ser encaradas como a meta da vida que ainda lhe restava, onde entre outras coisas, ela acabou estabelecendo que gostaria de resistir até pelo menos ver o filho se formar no colégio, já que muito provavelmente não poderia alcançar nenhuma das outras etapas importantes da sua vida adulta.

E foi linda a forma como todos os personagens reagiram a esse momento da Cathy, demonstrando claramente a dor de ser obrigado a observar de perto alguém que se ama piorando aos poucos e ao mesmo tempo estando todos eles bastante solidários e respeitosos quanto à escolha de Cathy naquele momento. Paul foi colocado meio que de lado nessa hora, uma vez que suas questões já estavam todas aparentemente resolvidas, inclusive o seu casamento, que a essa altura já não era mais o mesmo, apesar do companheirismo e da cumplicidade do casal ter sido mantido até o final. De forma bem prática também, Cathy acabou tentando controlar o que ela achava que ainda era possível e até tentou arrumar uma nova mulher para o ex marido, mas ele acabou entendendo que aquele não era o momento e esse novo ciclo da sua vida com uma outra pessoa qualquer poderia esperar um pouco mais para acontecer, já que naquele momento, uma outra pessoa que ele amou por boa parte da sua vida, estava precisando bem mais da sua presença. (mas foi bacana que para ela, a sua meta foi cumprida do mesmo jeito)

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Andrea também já estava se estabelecendo, agora vivendo com uma estudante de moda, longe de casa e enfrentando alguns problemas com sua colega de quarto, mas nada que tenha ganhado um destaque maior do que merecia. Para ela acabou sobrando o plot de tirar alguma lição dessa situação toda, que foi quando ela acabou se inspirando na morte em uma de suas criações, com a Cathy aparecendo de surpresa no último momento, servindo de modelo para o seu design (que ela havia escolhido como a roupa do seu funeral), em outro grande momento dessa reta final da série. Sean também esteve mais a parte, apesar da sua história paralela como doador voluntário de órgãos e o personagem realmente só acabou se destacando mesmo quando colocado ao lado da irmã enfrentando as dificuldades do estágio avançado do seu câncer, sendo o seu cúmplice em pequenas aventuras (o plot da girafa foi ótimo) e simplesmente permanecendo como sua fiel companhia até o final.

Uma cumplicidade tão forte que foi para ele que Cathy acabou pedindo o impossível, que seria acabar com a sua vida para que ela não sofresse mais, uma vez que a essa altura a personagem já estava até vivendo longe de casa, em uma espécie de clínica de recuperação/asilo, com toda a frieza que se espera de um lugar como esse (aliás, ótima a lição que ela deu naquele enfermeiro). Algo que Sean chegou até a considerar como possibilidade e ambos passaram inclusive a estudar a hipótese juntos, mas obviamente que ele não acabou colocando o plano da irmã em prática, algo que não seria nada justo com ambos os personagens. Nesse momento, The Big C acabou incluindo também questões de fé dentro da série, aproveitando o momento de total fragilidade da Cathy, algo que até poderia soar de forma errada mas dentro dessas circunstâncias todas e lembrando toda a mitologia da série (não era de hoje que a personagem mantinha uma relação próxima com o lado de lá…), não poderia ter sido mais adequado e ou comum pensando também em situações semelhantes para quem enfrenta esse tipo de problema. E foi nesse momento também que a personagem percebeu que apesar da dor, do sofrimento e de tudo de ruim que a doença lhe trouxe, ela que achava que estava pronta para morrer (como sua colega de quarto, bem mais velha e que também teve um ótimo final), acabou percebendo que não, que ainda era muito cedo para se despedir e que apesar do seu estado e da falta de força, ela ainda tinha vontade de viver e realizar diversas outras coisas na vida, percebendo o quanto injusto seria ter que abandonar todos esses sonhos ainda tão cedo. Uma reflexão bem bacana  e muito apropriada para quem passa por esse tipo de situação tão cedo na vida (eu imagino), mesmo que cedo para você seja do alto de seus 80 anos, porque sabemos que sonhos, vontades e desejos não tem idade, não é mesmo?

Agora, um outro personagem que acabou ganhando um destaque importante durante essa reta final de The Big C foi mesmo o Adam, filho do casal. Adam que antes não passava de um adolescente meio assim (apesar de sempre ter se envolvido de alguma forma com a situação da mãe), tentando seguir a vida com seus dramas adolescentes todos enquanto tudo aquilo estava acontecendo em sua casa, mas que dessa vez acabou ganhando uma importante redenção até para a história do personagem, com ele sendo obrigado a crescer e se aproximando cada vez mais da mãe, que ele sabia que poderia não estar ao seu lado por muito tempo.

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Da volta dos dois personagens até aquele depósito que descobrimos ainda durante a Season 1, onde Cathy havia deixado presentes para a vida do filho que ela sabia que muito provavelmente não poderia acompanhar (o detalhe da carteira foi muito “MÃE”, não?), até o simples detalhe dele ter guardado o lenço da mãe na gaveta, todos esses momentos entre os dois foram extremamente emocionantes e de uma doçura sem igual, algo importante para o personagem e que a Cathy merecia receber como reconhecimento pelo seu belo trabalho como mãe. E se a gente já tinha se emocionado com o Adam durante esses momentos, as lágrimas realmente começaram a escorrer quando ele foi de madrugada no quarto da mãe na tal clínica, só para colar o seu mural de fotos no teto (aquele da nova abertura da série), da mesma forma como ela havia feito em casa e mais tarde, agora já durante o series finale, eu confesso que foi praticamente impossível controlar essas mesmas lágrimas quando descobrimos que Adam havia duplicado a sua carga horária na escola, só para conseguir se formar mais cedo, realizando o grande sonho da sua mãe e pegando todo mundo de surpresa em casa. E aquele olhar de “missão cumprida” da Cathy para o filho nessa hora, foi mesmo de arrepiar. (♥)

Durante o episódio final, ainda tivemos tempo para conhecer o pai da Cathy, com o qual ela vivia uma relação meio assim (achei importante a família ter aparecido nessa hora), mas que a essa altura já não havia mais o porque manter qualquer tipo de mágoa (algo que ficou para o Sean perpetuar pela vida, rs). E a resolução entre os dois foi tratada tão lindamente com aquele cheque das flores que ele havia se recusado a pagar durante o seu casamento no passado, de forma bem simples e cheia de significados para os momentos finais da personagem, que se aproximavam para a sua conclusão. Apesar de todos esses bons momentos, confesso que esse episódio final foi o mais falho entre os quatro últimos episódios da série, talvez pelo aparecimento desse lado mais espiritual ou qualquer coisa do tipo, que pode ter diferentes significados para qualquer um e uma série como The Big C talvez nem precisasse utilizar desse recurso, muito embora ele seja totalmente justificável e aceitável. Talvez por isso eu não tenha gostado muito da cena final da série, com a Cathy reencontrando o tal cara do barco do final da Season 3, com o qual ela vinha se deparando constantemente, quase como um presságio.

Apesar disso, foi impossível não se emocionar com a despedida da personagem, com o Paul carregando suas flores preferidas (as tais que o pai não quis pagar no casamento), imaginando por um instante ainda ter encontrado a mulher viva em casa, mas se deparando com a notícia de que ela havia morrido minutos antes, em casa, sem ninguém por perto além da enfermeira, do jeito que ela desejou. Um final extremamente emocionante, cheio de significados diferentes para cada um, mas que realmente acabou sendo o final que The Big C merecia ter ganhado, apesar de qualquer tropeço e a essa altura ficamos mais do felizes que a série tenha ganhado esse tempo a mais para encerrar a sua história tão dignamente e de forma extremamente carinhosa, real e absolutamente respeitosa. Um final verdadeiramente feliz, apesar dele não corresponder exatamente a nossa torcida pela personagem.

R.I.P The Big C

 

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A temporada deliciosa e até mesmo educativa de The New Normal

Abril 26, 2013

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The New Nornal chegou vendida como uma nova comédia sobre um casal gay encarando a chegada do primeiro filho por meio de uma mãe de aluguel. Apesar das caricaturas, com personagens deliciosamente adoráveis e um texto excelente (no melhor ritmo “Gilmore Girls” de ser no que diz respeito a velocidade de seus diálogos), mas que logo de cara eles conseguiram provar que eram muito mais do que apenas isso. Me lembro até hoje da cena de abertura da série, com o Bryan começando aquele vídeo extremamente foufo gravado para o filho, que até então não passava de uma ideia e que com poucas palavras e de forma bem simples, acabou me levando facilmente às lágrimas. Reação que não seria diferente para qualquer outro tipo de casal que estivesse passando por algo semelhante, algo que eu acho importante de se destacar.

A partir do piloto, ficou bem claro que The New Normal não seria apenas uma nova comedia comum, do tipo que estamos acostumados a ver o tempo todo, acompanhando o dia a dia de uma “clássica” família americana com condições, encarando as dificuldades encontradas no ainda desconhecido caminho quando um casal decide se tornar pais. Nesse novo cenário, a clássica família americana contava com alguns ajustes que foram necessários para levantar um pouco mais a discussão sobre as novas famílias, que de uns tempos para cá se tornaram cada vez mais comuns e precisam ser discutidas, porque na maioria das vezes o que ainda falta para entender essas novas questões são exemplos ou simplesmente uma boa discussão sobre o assunto.

Dois homens gays que decidiram ter um filho por meio de uma barriga de aluguel. Até aqui, podemos dizer que não encontramos nada de tão inovador assim no tema, que já foi discutido em diversas outras séries de TV e até mesmo no cinema. O que podemos dizer é que talvez o assunto nunca tenha sido discutido dessa forma, levantando questionamentos que quase nunca fazemos a não ser quando estamos passando por uma situação semelhante. E tudo isso de forma bem clara e objetiva, sem fantasiar demais ou ignorar aqueles que seguem na contramão fazendo cara feia para essas novas possibilidades de famílias. Não que elas também sejam tão novas assim, porque nós bem sabemos que elas sempre existiram, mas talvez agora elas tenham aparecido com mais coragem de assumir as nomenclaturas cabíveis para tal, sem se apoiar no disfarce de “tios” ou coisas do tipo e assumindo que são novas famílias compostas por dois pais ou duas mães, sem o menor problema.

E talvez nesse detalhe esteja a maior diferença da temática de The New Nornal, que durante toda essa Season 1, conseguiu nos arrancar boas risadas, mas ao mesmo tempo, sempre houve espaço para aquele aperto no coração também com os plots mais dramáticos da série, que eu prefiro acreditar que não seja necessário pertencer ao mesmo “grupo” para conseguir se emocionar com todas essas questões que eles nos mostraram de forma tão sensível e absolutamente honesta.

Impossível não se emocionar com o casal tendo que lidar com o preconceito a todo instante, seja na simples tarefa de comprar as primeiras roupinhas para o bebê ou em uma situação mais extrema qualquer, quando chega a hora de enfrentar o problema que nem sempre podemos evitar, com as famílias se envolvendo naquela situação, cada uma de sua foram e trazendo suas próprias bagagens e issues para lidar com toda aquela nova situação na vida de todas aquelas pessoas. (sem contar outros momentos memoráveis, como aquele pai se vestindo de fada para encorajar o filho a ser quem ele é. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

The New Normal - Season 1

Mas seria ela tão nova assim? Casais tem filhos o tempo todo e apesar de ser sempre uma preocupação para todos os envolvidos, não deixa de ser algo extremamente natural, que acontece o tempo todo e para boa parte das pessoas que conhecemos. Então, porque tanta dificuldade e obstáculos quando encontramos exatamente o mesmo cenário, só que com personagens do mesmo sexo? Realmente, fica difícil de entender e talvez a melhor forma seja mesmo encarar tudo com naturalidade, mostrando que existem sim outros tipos de família, que apesar de possuírem algumas diferenças, não deixam de ser absolutamente normais.

De qualquer forma, é bacana encontrar hoje uma série como The New Normal, que tenha encontrado um equilíbrio bacana entre o “novo normal” e os questionamentos que essas novas possibilidades ainda geram na cabeça de todo mundo. Alguns precisam lidar com suas próprias inseguranças, seus preconceitos e tudo mais e outros, os envolvidos diretamente nessa nova questão, precisam lidar com uma série de decisões a serem tomadas, como nesse caso a questão do doador de esperma e até os menores detalhes dessa questão toda. Mantendo esse equilíbrio, a nova série do Ryan Murphy (que nós por aqui AMAMOS) conseguiu além de tudo ser também extremamente educativa sem se estereotipar e só funcionar para um determinado grupo de pessoas porque essa nova educação, todo mundo precisa ter. Todo mundo mesmo.

Mas deixando um pouco de lado toda a questão política e social da série (que mesmo que pareça um assunto entediante, acreditem que foi levada até o final da melhor forma possível), The New Normal além de uma excelente história, nos trouxe também uma série de personagens adoráveis, do tipo que é impossível não se envolver e passar a torcer para que eles consigam atingir tudo aquilo que desejam. A começar pelo casal Bryan (Andrew Rannells) e David (Justin Bartha), que nada mais são do que um retrato da relação do próprio Ryan Murphy, que estava passando recentemente por exatamente essas mesmas questões ao lado do seu boy magia para a vida . Estava lendo uma matéria mostrando a casa do uncle Ryan um dia desses em uma revista e acabei percebendo que até a casa do casal dentro da série é bem fiel a sua verdadeira casa. Ou seja, nesse caso, a questão além de tudo era bem pessoal para o seu criador e talvez por isso tenha conseguido facilmente atingir esse nível de sensibilidade importante para a história, sem perder o humor ou a intenção de ser uma série de comédia.

E esse tiposde detalhe somado ao humor que sabemos que o Ryan Murphy tem, tornaram a série ainda mais especial, ainda mais para quem acompanha o seu trabalho em Glee, por exemplo. Sério, aqueles momentos do Bryan em seu ambiente de trabalho com o elenco de “Sing” (sim, Glee se chama “Sing” dentro da série, #TEMCOMONAOAMAR?) foram todos sensacionais e entregam muito dessa delícia que é o humor do criador de ambas as séries. Mas são pequenas pitadas de humor que obviamente fazem muito mais sentido para quem está mergulhado dentro desse universo, mas que ao mesmo tempo conseguem ser divertidas até mesmo para quem não costuma acompanhar nenhuma dessas referências que funcionam de forma excepcional também como piadas internas. (sério, ele declarando todo o seu ódio pela Quinn e não perdendo a chance de provocar o Cory dizendo que ele não conseguia chorar de jeito nenhum em cena, foram momentos impiedosos e ao mesmo tempo hilários. #STAYSTRONGCORY)

The New Normal - Season Pilot

Na série, é preciso reconhecer que boa parte do carisma do Bryan certamente foi emprestado pelo ator Andrew Rannells , que não poderia estar em uma melhor fase. Isso e toda a personalidade do próprio Ryan Murphy, que aproveita o personagem para se entregar dentro da série. O único problema nesse caso é que com Bryan, Ryan talvez tenha criado um monstro, porque em pouco tempo o personagem acabou ganhando uma força assustadora, sendo capaz de engolir cada um dos demais facilmente. Algo que de certa forma acabou prejudicando o David, personagem do Justin Bartha, que é aquele que sempre fica em segundo plano, funcionando na maioria das vezes apenas como escada para o lado megabitch do Bryan, que perde o marido mas não perde a piada. Mesmo assim, o personagem conseguiu se sustentar por ser extremamente adorável, doce e quase infantil, um nerd incontrolável, o certinho da turma, que tem a profissão dos sonhos e é o responsável do casal. (além de lindo)

Apesar das diferenças, juntos, ambos os atores mantiveram um química importante para os personagens, nos revelando aos poucos quem eram e quem na verdade gostariam de ser aquelas pessoas, deixando transparecer seus próprios medos e inseguranças, ainda mais agora que estavam prestes a deixar de ser uma dupla para se tornarem um trio. E nessa hora, esse enorme contraste entre os personagens acabou sendo importante para a história, com um completando perfeitamente e naturalmente o outro, revelando inclusive até mesmo alguns preconceitos encontrados dentro desse universo em particular. E todos os momentos em que ambos enfrentaram suas diferenças como tipos diferentes de gays (e por “gays” leia-se apenas uma diferença que poderia ser a mesma para qualquer tipo de casal, que nesse caso tratava-se de um casal gay) foram extremamente delicadas e tiveram resoluções super foufas, como se nossos corações tivessem ganhado cachecóis tricotados na aula de arte da Shania.

Shania (Bebe Wood) que se tivesse ganhado mais espaço durante a segunda metade dessa primeira temporada (bem mais focada no casal), teria facilmente roubado a cena. Agora falando bem sério, que menina adorkable, não? Ela que chegou àquela família por conta da sua mãe, Goldie (Georgia King), que era a mãe de aluguel do casal, na verdade, acabou se tornando um dos membros mais bacanas daquela nova família que inevitavelmente acabou surgindo entre todos eles. E tudo isso merecidamente, porque a personagem era um sonho de criatura, altamente politizada (o episódio meio “Mean Girls” onde ela virou a Queen B da escola foi excelente e teve uma das melhores resoluções EVA!), inteligente, cheia de personalidade e dona de um carisma absurdo, Shania na verdade era a filha que todo mundo gostaria de ter. OK, dizer todo mundo talvez seja injusto, mas falando por mim e pelo casal Bryan e David, com certeza ter uma filha como a Shania seria um sinal de missão cumprida, pelo menos no que diz a respeito de seus “alicerces”, rs.

The New Normal - Season 1

Além de ser praticamente impossível não amar aquela garotinha, todos os seus momentos dentro da série foram apaixonantes, desde a sua relação super próxima com a mãe, a qual ela conseguia entender perfeitamente, até suas participações na casa do casal, Shania foi uma das peças fundamentais para que The New Normal se tornasse essa série tão especial. Isso sem contar seus momentos de imitações e cosplay, onde ela conseguia assumir diferentes personalidades e personagens com talento de gente grande, como a sua Edie de “Grey Gardens” ou a sua excelente fase Maggie Smith, revelando o seu vício em Downton Abbey. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Mas não só grandes personagens encontramos na série e a Goldie por exemplo, foi um dos que não conseguiu se destacar em quase nada durante essa primeira temporada. Apesar da não ser nenhuma ofensa e dela até ter ganhado seus bons momentos, a maior parte deles por conta da sua proximidade com a filha, Goldie realmente não conseguiu emplacar. Mas talvez esse não tenha sido exatamente o foco. Outra que ficou no meio do caminho foi a Nana, ela que a princípio tinha a tarefa de representar os odiosos preconceituosos que ainda encontramos infelizmente por aí, mas que com o tempo acabou se transformando em outra coisa e por esse motivo, foi também perdendo a força.

Não que essa sua transformação e ou redenção não tenha sido importante para a personagem e para a história, que começou com ela não reconhecendo uma reação simples do próprio corpo ligada ao desejo e terminou com ela sendo humilhada após ter se ariscado em um sexo casual com um homem que além da idade menos avançada que a dela, pouco tinha para se sentir tão superior assim e a partir disso, Nana precisou entender que era hora de seguir adiante e encarar que o fato do mundo estar diferente atualmente, apesar de assustador, também poderia ser algo surpreendentemente positivo para uma mulher da sua idade.

Do polêmico corte de cabelo (que ficou moderno mas não ficou nada bom) até a sua libertação enquanto mulher, ela que passou anos casada com um homem gay (o que explicava parte da sua aversão), é óbvio que tudo isso foi importante para demonstrar também que esse tipo de transformação é necessária e pode acontecer com todo mundo, tendo você carregado mais bagagem na vida ou não, mas fora isso, essa mudança radical da personagem acabou sendo prejudicial para a própria, que acabou sumindo dentro dela mesmo, como se estivesse agora muito mais ocupada em se redescobrir do que com tempo sobrando para cuidar da vida dos outros. De todos os episódios em que Nana ainda era aquela megabitch, o que mais chegou a me incomodar foi aquele com o fato do casal Bryan e David não terem nenhum amigo gay, exceto pela Rocky (NeNe Leakes), algo que eles poderiam até ter justificado pelo acaso, por nunca ter ocorrido naturalmente uma relação desse tipo e não ter caído na segregação, o que nunca é muito bacana. Algo que o Ryan Murphy inclusive já fez no passado, em Nip/Tuck, quando o Doutor Troy ao ser questionado por uma de suas namoradas o fato dele nunca ter mencionado que tinha uma filho negro (e ela também era negra), a mesma acabou ganhando como resposta uma das melhores lines da TV, com ele dizendo e surpreso pela questão, que nunca havia pesando no filho assim, dizendo que esse tipo de detalhe não fazia a menor diferença para ele e por isso nunca lhe ocorrido.

The-New-Normal-Season-Finale-Finding-Name-O-The-Big-Day13-550x366

Falando nela, Rocky que nós também já conhecemos e nos apaixonamos em Glee, foi outra das boas personagens da série. Sempre com aquele humor ácido que nós amamos, referência fantásticas para os mais diferentes assuntos e uma visão bem peculiar para determinados plots, Rocky também esteve sensacional durante essa primeira temporada, sendo o pior pesadelo na Nana enquanto ainda em sua fase extremamente preconceituosa ou até mesmo sendo a assistente linda dura e braço direito do Bryan. Ela que de quebra ainda acabou adotando uma menininha super foufa perto da reta final da série (algo que foi justificado de forma meio assim, ainda mais porque o casal também acabou demonstrando interesse naquela adoção e não foi muito bem recebido) e que inclusive teve o seu grande momento quando finalmente foi promovida pelo chefe Bryan, em reconhecimento ao seu talento, em uma das cenas mais adoráveis da temporada.

Alguns pequenos detalhes ainda me incomodam na série, como aqueles pensamentos que são meio que uma viagem na imaginação de cada um deles (David e o Ryan fantasiados de Village People na buatchy ou a Rocky interpretando os 25 membros da sua família), que bem poderiam ter sido ignorados ou talvez precisassem ser encaixados de outra forma dentro da história, assumindo ou não que aquela história seria contada daquela forma (como How I Met Your Mother, Happy Endings e Modern Family fazem), algo que acabou deixando um pouco a sensação de que eles ficaram em cima do muro nessa hora. Mas esses são pequenos detalhes que facilmente eles conseguem acertar.

Outro ponto alto da séries são os personagens recorrentes e ou rostinhos conhecidos da atual mitologia do Ryan Murphy, como o John Stamos (ele e o Rob Lowe, que nunca envelhecem) e o Matt Bomer. Personagens esses que apesar de menores, funcionam muito bem dentro da história, tendo eles alguma relevância ou não. As famílias do Bryan e do David também foram excelentes aquisições para a série, mesmo com a do Bryan só tendo aparecido no final.

Um final que não poderia ter sido mais foufo, com todos os preparativos do casamento do casal Bryan + David (o segundo casamento da temporada, porque ainda tivemos o excelente casamento de mentira da Shania com o seu little boy magia, rs), que acabou não acontecendo exatamente como eles passaram um bom tempo planejando (e brigando), mas que de certa forma acabou perdendo a sua importância devido a chegada do filho do casal, com a bolsa da Goldie se rompendo ainda no altar. Apesar de ser um grande clichê (gigantesco), todas as resoluções nessa hora foram extremamente muito bem amarrados, com todos eles ganhando suas conclusões, já que existe o risco desse ter sido o final definitivo para essa excelente história. (torcendo que não)

The New Normal - Season 1

Embora todos os clichês possíveis e reunidos nesse final, o importante mesmo foi o sentimento dele, sobre o que aquelas pessoas ainda precisavam dizer antes de seguir adiante. E foi nesse momento em que a história se tornou extremamente sensível e ainda mais especial, com a Nana agradecendo a Goldie por a ter libertado daquela mulher amarga que ela vinha sendo e a ter feito sentir vontade e coragem de enfrentar o mundo que ela ainda não conhecia e que ao mesmo tempo já não a assustava mais. O mesmo valeu para o momento de reflexão entre mãe e filha, com a Shania ilustrando para a mãe o quanto a vida delas estava diferente e melhor naquele momento e o quanto elas conseguiram alcançar de tudo aquilo que desejavam quando chegaram naquela cidade. (achei bem importante também que depois do parto, ao entrar no quarto, mãe e filha dividiram primeiro um momento juntas, para só depois interagirem com os demais, algo que eu achei bastante respeitoso e delicado om todos)

Além de fofo, esse também foi um momento importantíssimo para as novas famílias, com o discurso da Shania se posicionando contra a ideia da mãe a voltar com o pai, o namorado antigo de quem ela acabou engravidando no passado (Clay – Jayson Blair), dizendo que ela amava a sua família exatamente desse jeito, separada e que não precisava que eles estivessem juntos para ser uma menina mais feliz. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? Um discurso lindíssimo feito por uma criança, dizendo algo que não estamos acostumados a ouvir com nenhuma frequência e que pode muito bem servir como uma reflexão importante para quem esteja ou tenha passado por algo parecido.

Para o casal Bryan e David, restava agora curtir o momento para o qual elas vieram se preparando esse tempo todo e que finalmente havia se tornado realidade com a chegada do filho. Uma resolução linda que de quebra ainda teve direito a um plot religioso sensacional (gosto tanto do ator John Benjamin Hickey pelo seu papel em The Big C e acho ele um excelente ator) e o mais alto nível de foufurice possível, deixando a mensagem de que nada poderia ser mais importante naquela hora do que todos eles juntos e felizes dividindo aquele momento que todos estavam esperando desde o começo da série.

Pode não ter sido um final surpreendente, pode ter sido inclusive o final definitivo dessa história que tinha tudo para seguir adiante e que a gente adoraria ver por mais tempo na TV (#HELLYEAH), mas podemos dizer que foi o final mais normal possível para uma série tão deliciosa e porque não dizer educativa que The New Nornal conseguiu ser em tão pouco tempo.

 

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The Big C + Nurse Jackie, porque é que continuamos assistindo mesmo?

Julho 6, 2012

Quer dizer, eu pelo menos continuo. Ou continuava, dependendo da nova leva de séries que ainda estão para estrear esse ano e que podem roubar fácil o espaço na minha agenda reservada para essas duas, que eu só assisto quando não tenho realmente nada para fazer. Mas eu gosto de The Big C e Nurse Jackie. Gosto tanto a ponto de conseguir admitir que ambas já renderam o suficiente e a essa altura eu não teria ficado chateado se ambas já tivessem sido encerradas, como aconteceu com United States Of Tara (do mesmo canal que as outras duas), essa até semi precocemente. Sinto até que essa é uma sensação para a maioria, ou pelo menos para quem permaneceu até hoje acompanhando essas duas histórias.

Em The Big C durante essa temporada (Season 3) tivemos menos câncer e mais crise. Nem o marido que a gente achou que teria morrido no final da temporada anterior morreu de verdade e agora se tornou um blogueiro (sim, blogayro) que dá lições de autoajuda e palestras motivacionais para quem atingiu o fundo do poço assim como ele. Isso ao lado da Susan Sarandon, que fez uma participação na série só para fazer o Paul se sentir desejado, balançar um pouco o casamento do casal (mais uma vez) e depois correr para abraçar a sua morte em um clichê daqueles bem cara de pau, que nos trouxe de volta o fantasma da vizinha morta faz tempo. Mas no final, acabou rendendo também uma separação para o casal Cathy e Paul.

Na casa que já foi da vizinha morta no passado, tivemos Sean, esse sim sempre muito bom, vivendo novas experiências com o seu novo trabalho como atendente de hotline gay, algo que ele acabou ganhando “de presente” do seu ex dono por engano. Mas vem cá, porque é que o verdadeiro dono da linha não simplesmente pediu a transferência ao contrário de ficar naquela briguinha boba com o personagem para ver quem interpretava melhor o amante virtual atendendo primeiro a ligação, hein? Para ter alguma história, é claro. Sean que até conseguiu render desse plot meio assim, uma relação deliciosa a três, mostrando um lado ainda mais liberal do personagem, mas que é claro que no final das contas não seria tão feliz ou simples assim.

Andrea agora é Ababoo, isso por conta do trauma do seu quase casamento da temporada anterior, onde ela aproveitou o momento para buscar suas raízes africanas. Ainda no plot da religião, temos também o filho mala da Cathy que ninguém aguenta mais, ele que agora virou um completo babaca religioso, apesar de ter idade e motivos aceitáveis para isso e assim, passou a se envolver com aquele tipo de menina que não libera a porta da frente, mas que pelos fundos todo mundo pode entrar (rs). Típico.

Mas ainda no meio disso tudo tivemos a Cathy tentando ser outra pessoa, assumindo uma identidade totalmente diferente, só que apenas para suas visitas a um bar de esquina comandado por um ex presidiário de OZ (rs), onde ela se refugiava para fugir da sua própria realidade. Mas a troco de que mesmo? Sem contar o plot da adoção, que contando com a sua atual condição de saúde e o recente histórico do seu marido, não parecia ser assim tão possível, provável, ou até mesmo sensato.

No final tivemos o casal meio que se separando, Cathy descobrindo que a sua doença voltou, o que a levou fugir novamente, dessa vez em um barco de pescador com o nome “Bola de Fogo”. Sério. Precisava chegar a essa ponto Big C?

Tudo bem que a temporada não chegou a ser tão ruim assim como pode parecer na review (tisc tisc), foi simplesmente boba e sem muito propósito e eu fico imaginando porque arrastar uma série que um dia já foi tão bacana, a troco de apenas isso? Realmente chegamos a um ponto onde mais uma temporada de The Big C só se faz necessária porque ainda não tivemos exatamente uma “conclusão” para essa história, seja ela positiva ou negativa. Mas nada que não pudesse ter sido resolvido durante essa temporada em formato de trilogia e não ter sido arrastada para uma possível próxima (ainda não confirmada), tornando The Big C como o tipo de série que a gente só continua assistindo por ainda manter algum carinho por seus personagens e é só. Mas tudo tem o seu limite. Tudo.

Por isso ela vai ficar em stand by na minha lista e se aparecer outra coisa mais interessante (cruzando os dedos) eu só volto para ver a conclusão dessa história quando esse momento realmente chegar. Realmente espero que a próxima temporada seja a última e se ela for muito mais objetiva, seria melhor ainda. (quem sabe mais curta, como parece ser tendência atualmente – apesar dessa já ser uma série de temporadas curtas…)

Nurse Jackie teve um ponto positivo a seu favor, que foi o fato da Jackie pela primeira vez se ver obrigada a encarar a rehab, um momento do qual ela até já chegou a rir e correr antes, mas que dessa vez não teria outra saída, uma vez que até o seu marido descobriu sobre o seu vício e o seu mundo de pílulas mil começou a desabar de vez.

E isso acabou contando a seu favor durante sua Season  4, tornando-a mais interessante do que a The Big C por exemplo, ainda mais com o seu mundo desmoronando, com o marido descobrindo sobre o seu caso com o seu colega de trabalho, entrando na justiça para ficar com a guarda das filhas e exigindo até mesmo uma pensão para sustentá-las, Jackie ter que encarar a filha mais velha se tornando uma adolescente chatinha daquelas (sensacional ela pixando o quarto da menina como resposta ao pedido rebelde da filha) além dela finalmente começar a ser perseguida no trabalho. Como se isso não fosse o suficiente para mexer com os nervos da nossa enfermeira preferida (e isso não tem como negar, porque ela é sempre ótima com os pacientes), ela ainda teve que lidar com a nova administração do hospital e ver alguns de seus colegas de trabalho sendo colocados no olho da rua por culpa do seu vício.

Tudo isso foram fatores que acabaram colaborando para que essa história ficasse um pouco mais interessante de se acompanhar, embora a sensação que fique é a de que Nurse Jackie também é uma série que já está passando do seu prazo de validade.

Ok, eu aceito que o momento atual da personagem foi aguardado por todos os fãs da série, mas nessa brincadeira, estamos a caminho de ter que encarar uma quinta temporada, que sinceramente, se tivesse sido melhor aproveitada e bem mais objetiva ao longo desses anos todos, já poderia ter tido começo, meio e fim de forma bem satisfatória. Não basta a memória de uma história que já foi bem boa e que nos convenceu a assistir a série no passado, não basta ela continuar “legalzinha” e a gente ter algum apego por seus personagens. As vezes é necessário reconhecer que chegou a hora de colocar um ponto final nessa história.

Apesar disso, a nova dinâmica da série que chegou através da administração tirana de Mike Cruz (Bobby Cannavale, Höy!), nos trouxe ótimos momentos, como a rebelião dos enfermeiros do hospital para ajudar a Jackie a não ser demitida como alguns de seus colegas de trabalho já haviam sido, em uma sequência de episódios realmente muito bons perto do final da temporada, temos que reconhecer. Aquela cena do season finale então, com o filho do chefe dando entrada no hospital no momento em que ele estava soltando os cachorros para cima da Jackie, no momento ideal para ela (que parece ser uma mulher de muita sorte e isso as vezes irrita um pouco, já até falei sobre esse assunto no passado), foi realmente muito boa e com uma carga emocional super bacana para uma série que já estava alcançando o limite do seu prazo de validade.

Sabe quando dá até aquela animada? Mas o problema são os demais personagens, que ficaram todos muito minimizados, exceto para quem tem alguma história bem ligada a Jackie. Quem se importa com a gravidez da O’Hara? Sério? E com a alma infantil e as vezes até que foufa do Coop, que teve 10 falas durante essa temporada inteira, hein? Sério, quem se importa? Até a Akalitus e o Eddie sendo demitidos do hospital e vagando pela fila do exame demissional foram plots mais interessantes para a reta final dessa temporada.

A única que consegue se sobressair de todos eles é realmente a Zoey, que tem a vantagem de estar bem próxima a Jackie, ainda mais durante essa Season 4, onde ambas passaram a dividir o mesmo teto. O que foi ela terminando o noivado com o motorista da ambulância? Awnnn! Achei foufo. Inclusive, eu acho que a Zoey de Nurse Jackie é um ótimo exemplo (na verdade, o exemplo certo) de idiota totalmente aceitável, do tipo que não chega a nos constranger ou nos insultar e seria ótimo que a Zooey Deschanel de New Girl aprendesse o limite aceitável do bocó meio assim, olhando com bastante atenção para essa personagem. Fica a dica para a sua vida cômica televisiva,  Zooey! (eu pelo menos não volto a assistir New Girl por vc…)

Dito tudo isso, das duas séries do Showtime, Nurse Jackie pelo menos teve uma temporada mais bacana e até mesmo mais interessante, o que até justifica a sua próxima, já confirmada pelo casal devido ao aumento da audiência da série. Mas digamos que nada do que nós vimos durante essa temporada já não poderia ter acontecido antes, hein? E talvez esse seja o maior problema do Showtime em si, que parece ser um canal que não sabe muito bem a hora certa de parar. Beija Dexter, Californication, Weeds.. .ZzZZZ

Agora imaginem que The Big C e Nurse Jackie cheguem a uma Season 8 por exemplo? E eu pergunto: quem aguenta? Alguém realmente acha que duas histórias como essas tem condições de chegar tão longe? Bem fez United States Of Tara, que acabou por cima e ainda conseguiu nos deixar com saudades. Por isso acho melhor reconhecer que tudo precisa de um fim e as vezes é melhor aceitar que esse momento está mais próximo do que conseguimos imaginar. Pense nisso Showtime, pense nisso.

Por esse motivo, considero Nurse Jackie como outra série a qual a gente continua assistindo por apego, mas que já está passando da hora de nos libertarmos. Mas nesse caso, estou até achando que Jackie está em mais vantagem do que a Cathy e talvez essa precise de uma substituta com um pouco mais peso para tirá-la da minha agenda na próxima temporada. Mas tudo é negociável, então não crie confiança dona enfermeira. Shiu!

 

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The Big C, Season 3 – o trailer

Março 13, 2012

Cathy estará de volta no dia 08/04, isso é claro que na america antiga. Anotem.

Cathy cruzando a linha de chegada na Season 2 de The Big C

Outubro 6, 2011

E foi uma temporada esperançosa essa Season 2 de The Big C, hein?

Tivemos Cathy tentando novos tratamentos, ficando feliz em ver suas unhas caindo (efeito positivo do tratamento), virando treinadora do time de natação e ainda de quebra, ganhando um melhor amigo gay, maratonista e foufo mil, que também atende como Hugh Dancy. Höy!

Estava na cara desde o princípio que o personagem de Dancy  tinha chegado na série com os dias contados. Se para essa temporada tivemos Cathy ganhando alguma esperança de ser curada e com isso mais tempo para suas aventuras e descobertas, por outro lado, precisávamos de um outro parâmetro, de alguém para mostrar que as coisas não funcionam do mesmo jeito para todo mundo.

Mas antes da despedida emocionada e ainda com direito a um tapa na cara como último suspiro do seu personagem, Lee (Hugh Dancy) teve bons momentos com Cathy e teve tempo suficiente para fazer com que ela veja o mundo de uma forma diferente depois da sua passagem na sua vida, que é o que ela vem tentando desde que descobriu a doença.

AMEI o episódio do Thanskgiving, com a briga dos dois na mesa de jantar e no final, Cathy coberta de sangue da morte do peru (euri). Mas um dos episódio mais comoventes da temporada foi aquele com os pais sendo contra uma mulher com câncer se tornar a treinadora do time de natação de suas filhas. Um preconceito horroroso, que por incrível que pareça, também existe. Humpf…

Andrea como sempre brilhou na temporada, com sua auto estima elevada em níveis altíssimos, ela até descolou um namorado. Tudo bem que ele estava interessado no green card e esse foi o motivo maior da sua aproximação, mas gosto do jeito que ela encara a vida e as suas lines são as mais divertidas e que deveriam servir como exemplo de comportamento para várias garotas que eu ou vc conhece.

E o destaque maior da temporada ficou mesmo para o Oliver Platt na pele do Paul, o marido e companheiro de Cathy. Acho sensacional a relação entre o casal, de uma sinceridade absurda. Paul começou a temporada como um total freak, controlando todos os passos do tratamento da sua mulher, para que ela tivesse maiores chances de cura. Depois perdeu o emprego e teve que aceitar uma vaga como vendedor de uma loja de eletrônicos, apenas para garantir o seguro médico da sua mulher. E nesse meio tempo ele ainda fez uma excursão de sucesso no universo dos gay bears, onde ele reinou (rs), virou facilitador para o crime e de quebra, terminou a temporada cheirando cocaína direto do chão coberto de neve. #TEMCOMONAOAMAR?

Como se não fosse o suficiente, ainda tivemos a sua mulher descobrindo sobre a volta do seu vício antigos dos 90’s, sem grandes dramas e já querendo saber se aquilo era algo que ela deveria se preocupar ou não. Tem forma mais prática de se lidar com uma situação como essas? E essa praticidade de lidar com problemas sempre foi um dos pontos altos de The Big C.

Claro que mesmo com toda a carga dramática da série, que carrega esse “C” enorme, tivemos momentos hilários envolvendo “chatos”, médicos bem dotados, Sean fugitivo e virando Deus dos sem tento, além de um funeral antecipado da própria Cathy. E a temporada também foi importante para a despedida da personagem da Cynthia Nixon, que mais chata seria impossível.

Agora, chegando ao episódio final, achei tudo muito morno, até os minutos finais com o Paul invadindo a festa da firma do plano de saúde, jogando umas verdades na cara da atendente bitch e enquanto isso, sua mulher insistia e sofria para terminar a sua maratona de corrida.

O promo do episódio já anunciava fortes emoções, mas acho que todo mundo estava esperando que algo acontecesse com a Cathy, devido ao estágio avançado da sua doença e tudo mais. Mas quando o Paul saiu do escritório com a mão no peito, e na linha de chegada da maratona Cathy avistava de longe todas as pessoas importantes na sua vida ultimamente, tive a sensação de que o Paul não conseguiria chegar até lá.

E foi emocionante ver o Lee, a Marlene, todos aparecendo naquele momento importante da vida da Cathy, e ao mesmo tempo foi de partir o coração ver ela enxergando o marido ao lado dos seus amigos que já fizeram a passagem e ouvir o filho do casal dizer que foi uma pena o Paul não ter conseguido chegar até lá. (glupt)

Juro que eu fiquei super triste com a possível despedida do companheiro de vida da Cathy. Mas pode ser que eles ainda tentem ressuscitá-lo, quem sabe?

Nessa hora, por mais que as pessoas impliquem com The Big C, por mais que elas critiquem que para uma pessoa em estado avançado câncer, Cathy anda bem demais, eu duvido que não exista quem não tenha ficado emocionado com esse momento da linha de chegada do season finale da série.

E fica cada vez mais evidente que será bem difícil Cathy escapar dessa, mas também fica cada vez mais claro que talvez o importante seja mesmo recuperar o tempo perdido quando vc ainda tinha tempo de sobra para perder…

ps: e o doutor antigo que resolveu aparecer? Volta ou não volta para Season 3, hein?

The Big C está uma delícia, fikdik

Agosto 18, 2011

Já fiz algum elogio aqui e ali quanto a atual Season 2 de The Big C, mas realmente a série esta uma delícia.

Em The Big C eles conseguiram atingir um equilíbrio perfeito entre o drama e a comédia, com piadas afiadíssimas dentro de um texto inteligente recheado de humor negro e uma carga dramática que emociona sem apelar.

Apelação essa que seria muito fácil de acontecer em uma série que fala sobre uma mulher enfrentando um câncer em estágio avançado mas que é de longe o que vc vai encontrar por aqui. Ainda bem…

E a presença do Hugh Dancy (Höy!) nessa temporada esta sendo deliciosa, mesmo eu ainda achando que o seu personagem foi construído para ter um final triste.

Seria pedir demais para manter ele na série? Awnnn!

Com a sua presença, ganhamos até uma excursão do casal Cathy e Paul até um bar gay, howcoolisthat? Mas não um bar qualquer, um bar de bears, onde o marido da Cathy se sentiu rei. Divertidíssimo!

Mas o meu episódio preferido até agora, continua sendo aquele com os “chatos”.

E o que é a Andrea? Um tapa de auto estima na cara da sociedade.

Na semana passada tivemos um episódio delicioso, “The Last Thanksgiving”, que terminou com Cathy armada, coberta de sangue e com um sirene de ambulância a caminho. Mas não se desesperem, apesar do próximo episódio anunciar um funeral, tudo foi muito mais divertido do que pode parecer com o que eu acabei de descrever, rs.

Me lembrou até os episódios de Thanksgiving de Friends antigo e por isso eu senti vontade de escrever sobre a série.

Série confort food, como eu já disse antes. Realmente uma delícia.

ps: mas todas ainda sentem falta do médico antigo. Höy!

Gabourey Sidibe maravileeeandra em laranja

Agosto 16, 2011

Delicia de vestido hein?

Achei moderno, achei inteligente, achei poder sem exagero. Go Girl!

Maravileeeandra!

ps: e o que é deliciosa a sua Andrea em The Big C hein? Um dia desses, no episódio 6 eu acho (aquele com a vaga para técnico do time de natação?), ela teve uma das lines mais sensacionais da série. Fikdik

E os indicados ao Emmy 2011 são:

Julho 14, 2011

(esse ano com comentários de Essy Ewald Filho Wilker, rs, e com corações nos meus preferidos como sempre)

 

Melhor Série Dramática

 

Dexter

♥ Mad Men

The Good Wife

♥ Game of Thrones

Friday Night Light

Boardwalk Empire

Dexter deixou de ser legal já tem algum tempo. The Good Wife não deu pra mim. Acho possível que Friday Night Light leve, por ter sido a sua última temporada. Das novatas, ambas são muito bem feitas, mas eu me animei mais com GOT. Mas Mad Men é sempre excelente, então fico entre as duas…


Melhor Série de Comédia

 

Modern Family

♥ Parks & Recreation

The Office

♥ 30 Rock

Glee

Big Bang Theory

Novamente ignoraram Community completamente hein? Sério, essa gente não deve ver televisão…E outra que me fez rir como nunca nessa temporada foi Raising Hope, que também não aparece na lista., humpf! 30 Rock também voltou a boa forma, mas Parks And Recreation foi além, então meu voto vai em homenagem ao Li’l Sebastian, rs


Melhor Ator em Série Dramática

 

Hugh Laurie (House)

♥ Jon Hamm (Mad Men)

Michael C. Hall (Dexter)

♥ Kyle Chandler (Friday Night Lights)

♥ Steve Buscemi (Boardwalk Empire)

Timothy Olyphant (Justified)

 

Dizem que o Timothy Olyphant esta ótimo em Justified, série que eu pretendo começar a ver em breve. Jon Hamm tem a magia que encanta todas, mas estou achando que o coach Taylor esta merecendo esse prêmio pelo conjunto da obra hein? Mesmo com o Steve Buscemi (que levou o Golden Globe, fikdik) atropelando todo mundo em Boardwalk Empire.

 

Melhor Atriz em Série Dramática

 

Julianna Margulies (The Good Wife)

Mariska Hargitay (Law & Order: Special Victims Unit)

♥ Elizabeth Moss (Mad Men)

Kathe Bates (Harry’s Law)

Connie Britton (Friday Night Lights)

Mireille Enos (The Killing)

 

Difícil. Eu sempre acho que a Elizabeth Moss merece ganhar todos os prêmios nessa categoria, só pelo delicioso desconforto da sua personagem Peggy. E a Mireiille Enos, quando aprender pelo menos mais duas caras diferentes, a gente pensa no seu caso…

 

Melhor Ator em Série de comédia

 

Steve Carell (The Office)

♥ Alec Baldwin (30 Rock)

Jim Parsons (Big Bang Theory)

Matt LeBlanc, (Episodes)

♥ Louie CK (Louie)

Johnny Galecki (The Big Bang Theory)

 

De todos, o Alec Baldwin foi que me fez rir mais. Mas o Louie além de rir me fez pensar, então fiquei balançado, rs. Agora, alguém me explica o que é que o Matt LeBlanc esta fazendo nessa lista? O mesmo vale para o Johnny Galecki…

 

Melhor Atriz em Série de Comédia

Tina Fey (30 Rock)

♥ Amy Poehler (Parks and Recreation)

Melissa McCarthy (Mike & Molly)

Laura Linney, (The Big C)

♥ Martha Plimpton (Raising Hope)

 

Amo The Big C, mas eu acho que esta mais para uma dramédia (assim como a finada United States Of Tara, Nurse Jackie, Glee). Tina Fey escreve melhor do que atua, fato. Agora a Amy Poehler é sensacional, não? Meu voto é dela, mesmo com o coração partido pela Martha Plimpton que eu também amo! (ainda mais pq ela fez Os Goonies neam?)

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série Dramática

♥ John Slattery (Mad Men)

Andre Braugher (Men of a Certain Age)

Alan Cumming (The Good Wife)

♥ Peter Dinklage (Game of Thrones)

Josh Charles (The Good Wife)

Walton Goggins (Justified)

 

John Slattery, foi o único que eu não precisei me esforçar para lembrar. Mas graças ao IMDB, descobri que o Peter Dinklage é ninguém menos do que o anão de Games Of Thones e ai, não tem para mais ninguém. Pode preparar a forma especial para o mini prêmio, rs

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática

 

Margo Martindale (Justified)

♥ Michelle Forbes (The Killing)

Christine Baranski (The Good Wife)

♥ Christina Hendricks (Mad Men)

Archie Panjabi (The Good Wife)

Kelly Macdonald, (Boardwalk Empire)

Margo Martindale (Justified)

 

Eu tenho uma implicância enorme com a Michelle Forbes, mas tenho que reconhecer que ela foi excelente em The Killing.

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série de comédia

 

♥ Chris Colfer (Glee)

Jesse Tyler Ferguson (Modern Family)

Jon Cryer (Two and A Half Men)

Eric Stonestreet (Modern Family)

♥ Ty Burrell (Modern Family)

Ed O’Neill, (Modern Family)

 

AMO o Kurt, mas acho que Glee exige muito mais do lado dramático dele do que do cômico por exemplo, e assim ele acaba prejudicado. Como todos os outros são de Modern Family e durante essa Season 2 eu já não dei mais tanta risada quanto na Season 1, whatever. Mas mesmo assim eu voto no Phill, que foi quem salvou a temporada ao lado do Luke e da Gloria. Mas não vou ficar surpreso se o outro de Two And A Half Men levar, só para eles terem mais um motivo para fazer piadinha batida com o Charlie Cheen…

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de comédia

 

Jane Lynch (Glee)

Kristen Wiig (Saturday Night Live)

Jane Krakowski (30 Rock)

Julie Bowen (Modern Family)

♥ Sofia Vergara (Modern Family)

♥ Betty White (Hot in Cleveland)

Kristen Wiig (Saturday Night Live)

 

Gloria! Gloria! Gloria! Ela merece vai? Se bem que, a Betty White além de ser um senhora foufa, me faz rolar de rir com a sua Hot In Cleveland. E agora?

 

Melhor Ator Convidado em Série de comédia

 

Idris Elba (The Big C)

Nathan Lane (Modern Family)

Zach Galifianakis (Saturday Night Live)

Justin Timberlake (Saturday Night Live)

Matt Damon (30 Rock)

Will Arnet (30 Rock)

 

Fico com o Will Arnet inimigo nº1 de Jack Donaghy. Mas eu morri de rir com o episódio no avião de 30 Rock, com a participação do Matt Damon também…

 

Melhor Ator Convidado em Série Dramática

 

Bruce Dern (Big Love)

Beau Bridges (Brothers & Sisters)

♥ Michael J. Fox (The Good Wife)

Paul McCrane (Harry’s Law)

Jeremy Davies (Justified)

Robert Morse (Mad Men)

 

Estou achando que o Michael J. Fox leva essa hein? Mesmo com a torcida contra…

 

Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia

 

Kristin Chenoweth (Glee)

Dot-Marie Jones (Glee)

Gwyneth Paltrow (Glee),

♥  Cloris Leachman (Raising Hope)

Tina Fey (Saturday Night Live)

♥ Elizabeth Banks (30 Rock)

 

Elizabeth Banks esta sensacional em 30 Rock, fatão! Mas e a avó de Raising Hope, hein?

 

Melhor reality show de competição

 

So You Think You Can Dance

Top Chef

The Amazing Race

American Idol

Dancing With the Stars

Project Runway

 

Preguiça…Mas ano que vem, meu voto vai para The Glee Project, meu novo vício!

 

Melhor minissérie ou filme para a TV

 

Cinema Verite

Downton Abbey

The Kennedys

Mildred Pierce

The Pillars Of The Earth

Too Big To Fail

 

Será que alguém consegue tirar essa dos Kennedy?

Bom, depois de nos decepcionar mais uma vez com a ignorada que as nossas preferidas sempre acabam levando em toda e qualquer premiação (Fringe, Community, It’s Always Sunny, Sons Of Anarchy) agora só nos resta esperar a premiação, que acontece no dia 18 de Setembro lá na america antiga e que dessa vez terá como hostess a deliciosa Sue Sylvester (Janie Lynch)

Golden Globe 2011 – Os Vencedores da TV

Janeiro 17, 2011

Posso falar que eu achei até que justo? Veja a lista com os vencedores em destaque (e ♥ para a minha torcida pessoal, porque esse não é um blog imparcial, rs) e alguns comentários é claro:

 

MELHOR ATOR EM SÉRIE CÔMICA OU MUSICAL

♥  Alec Baldwin – 30 Rock (AMO!)

Steve Carell – The Office (vejo de vez em quando…)

♥  Jim Parsons – The Big Bang Theory (#NERDPOWER)

Thomas Jane – Hung (vejo, mas não é a mais engraçada vai?)

Matthew Morrison – Glee (não acho ele engraçado…)

 

Sheldon! Sheldon! Sheldon! Realmente ele é o cara mais engraçado da tv atualmente, fatão! E que lindo que ele estava, não? Höy! Clap Clap Clap!

 

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE CÔMICA OU MUSICAL

♥  Tony Colette – The United States Of Tara (AMO!)

♥  Edie Falco – Nurse Jackie (AMO desde Sopranos)

Tina Fey – 30 rock (acho o texto dela melhor, rs)

♥  Laura Linney – The Big C (meu novo vício, rs)

Lea Michele” – Glee (coitada, o personagem mais chato da série e não por culpa dela…)

 

Outra que seria difícil não levar neam? Big C realmente foi uma deliciosa surpresa em 2010 e a Laura Linney estava excelente em todos os eps. Clap Clap Clap!

 

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA


Julianna Margulies – The Good Wife (nem vejo…)

Piper Perabo – Covert Affairs (Zzzz)

♥  Elisabeth Moss – Mad Men (Peggy!)

♥  Katey Sagal – Sons of Anarchy (AMO!)

Kyra Sedgwic – The Closer (eu tenho mais o que fazer, preguiça…)

 

Mamma Gemma é mesmo uma mulher incrível não? E a Kate Sagal mais do que merecia levar esse prêmio. E eu já disse que embora Sons tenha um climão de “série masculina”, onde os homens pensam que mandam, quem realmente comanda todos aqueles brutamontes de colete de couro e caveira estampada nas costas é ela e não tem para mais ninguém. Clap Clap Clap! (uma série que merecia mais atenção da crítica…)

 

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME DE TV

Carlos

♥  The Pacific (muito boa)

Pillars of The Earth

Temple Grandin

You Don’t Know Jack (quero ver ainda…)

 

MELHOR ATOR COADJUVANTE  EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME DE TV


♥  Eric Stonestreet – Modern Family (o mais engraçado ever!)

Chris Colfer – Glee (foufo mil)

Scott Caan – Hawaii 5.0 (Zzz)

Chris Noth – The Good Wife (Mr Big!)

David Strathairn – Temple Grandin

 

Fiquei surpreso que o Kurt tenha levado essa, mesmo adorando o garoto. Mas esse prêmio era para ser do Eric Stonestrret não? Nada foi mais engraçado do que ele e o seu divertidíssimo Cameron em Modern Family na temporada de 2010, nada!

 

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA

♥  Mad Men

Boardwalk Empire

Dexter

The Good Wife

The Walking Dead

 

A disputa realmente estava entre as duas: Mad Men vs Boardwalk Empire. Acabou dando Boardwalk (que por um acaso eu acabei de assistir faz pouco tempo). Não sei se essa primeira temporada foi tão boa quanto a Season 4 de Mad Men não, mas que são duas séries excelentes, isso ninguém tem o que discutir.

ps: The Walking Dead estava ocupando o lugar de Damages nessa categoria hein?

 

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA

Michael C. Hall – Dexter (excelente, mas não foi a sua melhor temporada)

♥  Bryan Cranston – Breaking Bad (sempre sensacional!)

♥  Jon Hamm – Mad Men (boy magia antigo, rs)

Hugh Laurie – House (Zzzz)

♥  Steve Buscemi – Boardwalk Empire (virei fã de uns 15 dias pra cá)

 

Fiquei até emocionado quando o Steve Buscemi levou esse prêmio hein? E realmente ele roubou a cena durante boa parte da Season 1 de Boardwalk Empire. Bem merecido! Clap Clap Clap!

 

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME DE TV

Idris Elba – Luther

Ian McShane – Pillars Of The Earth

Al Pacino – You don’t know Jack (por isso que eu ainda quero ver, fikdik)

Dennis Quaid – The Special Relantionship

Edgar Ramirez – Carlos

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME PARA TV


Hope Davis, A Miraculous Year

♥  Jane Lynch,  Glee (diva, ano que vem a Becky Evil tem que concorrer também)

Kelly Macdonald, Boardwalk Empire

Julia Stiles,  Dexter (bem boa)

♥  Sofia Vergara, Modern Family (#TEMCOMONAOAMAR)

 

Achava bem difícil alguém tirar esse prêmio dela. Mas se a Sofia Vergara tivesse levado por sua deliciosa Gloria em Modern Family, eu também aceitaria, rs.

 

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME DE TV

Hailey Atwell – Pillars Of The Earth

Claire Danes – Temple Grandin

Judi Dench – Return to Cranford

Romola Garai – Emma

Jenifer Love Hewitt, The Client List

 

MELHOR SÉRIE CÔMICA OU MUSICAL


Glee

30 Rock

The Big Bang Theory

♥  Modern Family

Nurse Jackie

The Big C

 

Sinceramente? Não mereceu…sorry. Glee é muito boa, mas nada foi melhor do que Modern Family nessa categoria, não? Corrigindo, a única série tão boa quanto não estava na lista e eu estou falando de Community, que foi totalmente ignorada da premiação. Shame on you!


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