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The Modern Guilt Awards 2013, o quinto ano do melhor prêmio de todos os prêmios

Janeiro 1, 2014

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E para quem achou que  esse ano não teríamos o já tão aguardado The Modern Guilt Awards, eis que surgimos não tão tradicionalmente assim e dessa vez no primeiro dia do ano, com mais uma edição do prêmio mais descaradamente roubado para quem a gente gosta de verdade. É isso mesmo, aqui trabalhamos com máfia, nos aceitem.

Novamente recheado de muito favoritismo favorito, opiniões super pessoais e uma disputa sempre muito acirrada e de vez em quando roubada descaradamente (categorias como Höy do ano são sempre uma pancadaria de magia na minha cabeça. Tenho até sonhos com essas batalhas, os quais, desde já eu agradeço a minha own imaginação, rs) e para essa quinta edição da nossa tradicional e aguardadíssima premiação, contamos novamente com a dupla Poehler Fey como apresentadoras oficiais (imaginárias, claro), elas que a gente gostaria que apresentassem todos os prêmios do universo, inclusive o bingo de fim de ano na casa da avó ou até mesmo as reuniões de condomínio. (mas imagem também o Seth MacFarlane fazendo alguns comentários entre um intervalo e outro em nossa premiação. Inclusive, imaginem 2 Seths, tipo os dois velhinhos que aparecem sempre nos Muppets, Statler e Waldorf)

Portanto, segurem a barra desse vestido branco assinado porém manchado com qualquer coisa que nós preferimos não revelar para evitar o constrangimento, parem de reclamar das barcas de oferenda sempre nada ecológicas e tão pouco biodegradáveis apenas por um instante (mas apenas por um instante, porque neam?), segurem na mão do boy magia mais próximo (nem que seja aquele poster do Dione Depp antigo pendurado dentro do armário) e se preparem, porque já vamos começar e vamos começar com os Muppets, é claro, porque tudo nessa vida deveria  começar com os Muppets. TU-DO!

 

Höy do ano> Justin Timberlake

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Esse ano, o Aaron Taylor-Johnson apareceu gigantão e nós AMAMOS, o Alexander Skarsgard apareceu mais sueco do que nunca, mesmo tendo feito essa aparição timidamente com a desculpa do “frio”, que nós preferimos acreditar do que aceitar qualquer tipo de “miúdos” como desculpa, o Peter Pacey desfilou sua magia por Sã Paula e nem sequer me esbarrou (#MÁGOAETERNADEQUEMNUNCAVAISEPERDOAR), tivemos shirtless aguardadíssimos e de surpresa do Chris Martin e do John Krasinski pelos quais seremos gratos por um bom tempo (até sair o próximo), redescobrimos o Theroux, o boy magia da Jennifer Aniston, tivemos também a redenção da magia do Waldau em GOT, o encontro da magia entre o Armie Hammer (que segurou um terno vermelho como poucos!) e o Dione Depp, o Michael Fassbender andou meio sumido, apesar de ter aparecido diabólico no trailer de “12 Years A Slave” e mesmo sendo o vilão pavoroso da vez, conseguiu nos despertar certos interesses ruivos recorrentes e o Ryan Gosling (que dizem que terminou de vez com a Pure Evil) resolveu se enfiar em um buraco obscuro qualquer (esperamos que não esse que estamos pensando) e até que andou meio que sumido também, não? Ahhh… e m 2013, descobrimos também a magia do Tom Hiddleston, que é ruivo, canta, dança, representa e enfeitiça. Höy!

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Mas a verdade precisa ser dita e quem realmente resolveu reaparecer em 2013 para roubar nossos corações foi uma #CRUSH antiga, dos nossos tempos de adolly que atende no falsete pelo nome de: Justin Timberlake. (#PANTSDOWN)

JT reapareceu e cantando, algo que a gente já estava morrendo de saudades e ainda chegou relaxado (com o picumã mais copiado de 2013), barbudo (barbas foram realmente muito importantes para a magia desse ano. E que continue assim em nome de todos os lenhadores do mundo!), cantando em falsete e requebrando aquele quadril como nenhum outro membro de qualquer boy band desse mundo, incluindo os Beatles, rs.  E ele não veio para brincadeira, porque lançou um dos álbuns mais comentados do ano em duas partes (de uma delas pelo menos nós falamos por aqui, e a outra preferimos evitar o constrangimento, if you know what i mean), foi em tudo quanto é programa de TV e fez algumas participações impagáveis, além de ter voltado no SNL como convidado especial e apresentação da noite no seu próprio programa. Howcooloisthat? (uma dos melhores momentos de 2013 foi ele anunciando ele mesmo no SNL) Até uma premiação da MTV em 2013 ele conseguiu nos fazer assistir até o fim (com interesse, apenas até a sua apresentação, claro), com a promessa (cumprida) de reaparecer ao lado dos seus ex parceiros de NSYNC, onde ficou bem claro o porque continuamos apaixonados apenas por ele de todos os outros em 2013. No dia seguinte, só se falava disso nas rodinhas dos bebedouros de todas as empresas com pelo menos 1/2 funcionário gay e ou 2 mulheres de bom gosto, rs.  Sem contar que ele ainda andou dando uma passadinha pelo Brasil, para um único e injusto show (injusto porque foi só um e eu não fui, claro), para nosso total desespero.

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Por todos esses motivos e pelo conjunto da obra da magia mágica atual e principalmente pela evolução do look jeans com jeans (nunca vamos esquecer aquele look horrorendo Justin. Nem de você, Britney) e cabelo de miojo platinado em 180 volumes, apesar de ter casado com aquela lá que escolheu um vestido rosa de debutante para o momento mais importante da história de inveja dos boys no falsete alheios (outro detalhe que jamais esqueceremos de sua mitologia, JT) é para o Justin Timberlake que gritamos com voz fina de adolly (porque nessa hora, o passado sempre volta e volta com força!) o nosso Höy mais sonoro do ano: HÖY!

Pergunta honesta de 2013: quantas vezes fomos pegos no Metrô cantando “Mirrors” fazendo biquinho e ou firulas de diva com as mãos, sonhando com um dueté ao lado do Mr JT? Eu, nunca. (mentira/todo dia)

 

Hecatombe da magia> David Beckham x 6

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Bem que eu gostaria de dar esse prêmio para o abraço que a gente adoraria dividir entre o Dione Depp e o Marcus Mumford e ou esse encontro entre o Bradley Cooper e o De Niro, mas fica difícil alguém conseguir superar o David Beckham multiplicado por 6 como o nosso Hecatombe da magia do ano de 2013.

É, realmente fica muito difícil. Höy!

 

Maravilinda do ano> Beyoncé

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Lembra quando a Beyoncé apareceu com seu real hair curto bem curto? Foi um drama!

Aí ela não passou muito tempo com aquela tragédia capilar e já foi logo tratando de arrumar perucas novas, porque é rica, claro e continuou criando lindamente sua Ivy Azul, passou pelo Brasil e dançou até funk e de quebra, perto de encerrar o ano, lançou um álbum na surdina, com 14 faixas de 17 vídeos (sensacional, do qual precisamos conversar a respeito), sem ninguém sequer achar que ela estava trabalhando em um projeto novo. Ou seja, tem como o prêmio de Maravilinda do ano não ser de uma mulher dourada como a Beyoncé?

Isso e o fato de que como em toda boa premiação que se preze, nós amamos valorizar uma mulher que se entrega ao personagem dessa forma, a ponto de raspar a cabeça e quase acabar com toda sua magia, rs

E no novo álbum, encontramos delícias como essa “Drunk In Love”, que ela canta ao lado do seu boy magia (não julguem…), Jay Z. (e eu AMO essa aqui também ó #AMAMOSESSETIPODECAFONICE)

 

Listen Up do ano: The National  – Trouble Will Find Me

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Durante boa parte desse ano, na minha nova aventura profissional, “Trouble Will Find Me” foi o meu mantra. Tinha até medo quando chegava nessa parte da música, porque vai que neam? (“Sea Of Love”).

Depois me apaixonei e “This Is The Last Time” e “My Girl” viraram as minhas preferidas (e eles ainda cantaram ambas em The Mindy Project, em um plot de casamento gay, ou seja, confirmou! Mindy deveria ser minha nova melhor amiga, só para constar e justificar todos os meus tweets e retweets para ela, rs). É, sou desse tipo de gente que sonhava em encontrar com o outro no elevador no momento exato em que uma dessas duas faixas estivessem tocando no meu iPod, algo que um dia até aconteceu, ainda não como eu esperava e não no elevador, mas tudo bem também. Humpf!

Voltando, antes disso estive viciado em “Don’t Swallow The Cap” e “Sea Of Love”. Mas a verdade é que o álbum é inteiro sensacional e certamente, o melhor de 2013. (pelo menos foi o que eu mais ouvi esse ano inteiro e continuo ouvindo)

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Por favor, alguém traga a banda esse ano para o Brasil e não esperem o Trouble Will Find Me fazer aniversário de 2 anos para isso, como sempre. Humpf!

(♥)

 

Popcorn do ano: Before Midnight

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Esse ano fui bem menos ao cinema por falta de tempo, mas se teve um filme que eu não poderia ter perdido por nada nesse mundo em 2013, esse foi “Before Midnight” e para ele, consegui escapar em um fim de tarde, dos mais importantes desse ano até então. (juro, cheguei de um ponto ao outro da cidade em 5, 4, 3, 2, 1!)

O terceiro encontro de Jesse e Celine, alguns dizem que o último deles, a conclusão dessa que é uma das minhas histórias de amor preferidas no cinema. O filme além de muito especial por tudo que já comentamos por aqui, aconteceu para mim em um momento também muito especial, que eu achei lindo que assim ficasse marcado na minha memória e história. (♥)

Por esse motivo e por todas as senhoras sexagenárias que me acompanharam naquela tarde deliciosa ao lado de Jesse e Celine (precisamos marcar aquele café, hein garotas?) e essa história de amor real e inspiradora (só acredito nesse tipo de amor, não adianta), nada foi mais especial no cinema em 2013 do que “Before Midnight”. NA-DA!

ps: assistam também os outros dois. E assistam também “2 Days In Paris”, da Julie Delpy. Sério, assistam e me digam se ela não sou eu?

 

Coffee and Tv do ano> Breaking Bad

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Sem a menor dúvida, Breaking Bad foi a série do ano. Com um encerramento fora do comum de tão bom, a história de WW encontrou o seu ponto final com um dos melhores e mais satisfatórios episódios finais da história da TV.

Impossível não se emocionar e ou achar que o Bryan Cranston acompanhado do Aaron Paul mereçam todo e qualquer prêmio por suas atuações deliciosas a frente desses dois personagens. O mesmo vale para toda a série, que conseguiu durar 5 temporadas (com a última delas sendo arrastada por mais um ano, um costume covarde do AMC. Repito: COVARDE!) mantendo o mesmo nível de excelência do começo ao fim. Que delícia de série. DELÍCIA!

Clap Clap Clap, de pé!

 

Guilty Pleasure  + Euri do ano:  The Mindy Project

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Sério, de tudo o que eu vi esse ano na TV, além da triste decadência de Parks And Recreation, Rasing Hope se encontrar presa na fórmula “Burtinia”, esquecendo de criar a própria Hope e Modern Family se mantendo como uma comédia corretíssima porém continuando a se repetir, The Mindy Project foi o que mais me divertiu com prazer durante a sua atual Season 2 (que nem acabou ainda, mas já estou apaixonadíssimo). Assumo.

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Além de inúmeras participações, como a do próprio The National, nosso listen up do ano, a série só tem melhorado e conseguido construir os melhores e mais adoráveis personagens masculinos da TV atual. E a própria Mindy continua ótima, representando exatamente o tipo de gente maluca que nós conhecemos bem quando simplesmente olhamos no espelho e ou apontamos o dedo para nós mesmos. (falando por mim e certamente para alguns de vocês que conseguem acompanhar minha mente confusa)

Como se todos os motivos acima já não fossem o suficiente para que The Mindy Project se tornasse o nosso Guilty Pleasure do ano, ela ainda é do tipo de série que nos entrega esse tipo de presente aqui ó:

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

(R: não, não tem. ♥ #PLIM)

 

Especial mais especial do ano: The Day Of The Doctor

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Porque uma série comemorar 50 anos realmente não é para qualquer uma e a experiência de ter dividido uma data tão especial no cinema, em 3D e em real time com a terra da rainha, foi algo realmente muito especial.

E mais especial do que isso só mesmo a interação de todos os whovians presentes no cinema naquele dia, algo que acabou sendo uma grata surpresa. Eu diria até que emocionante, de verdade.

Esperamos ter mais motivos para encontrar com o Doutor no cinema daqui para frente. (e sim, eu já assisti o especial de Natal desse ano, aquele com a despedida do Matt Smith e para isso eu confesso que precisarei de mais tempo para dividir com vocês esse momento particularmente difícil para mim)

 

Maratona do coração do ano> My Mad Fat Diary

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Esse ano eu realmente não consegui encontrar tempo para grandes maratonas. Ainda me devo assistir Merlin, Luther e até as novas Orange Is The New Black, House of Cards (essas primeiras todas disponíveis no Netflix, meu novo melhor amigo) e Masters of Sex, eu ainda não consegui dar conta de assistir. Mas estão todas na fila de resoluções para 2014. Vamos acreditar, que vai dar certo!

Mas consegui tempo para uma maratona rapidinha de My Mad Fat Diary, uma comédia inglesa sobre uma garota bem acima do peso vivendo nos anos 90, daquelas do tipo que você não pode deixar de assistir (ainda mais sendo tão curtinha como todas as inglesas. Espero que essa constante não se repita quando o assunto for “os ingleses”, rs. Sorry, não consegui resistir…), tendo você sido ou não alguém no grunge dos 90’s (até hoje tenho o Kurt Cobain como referência de magia adolly, não adianta). Da trilha antiga que vai te trazer lembranças à mitologia de uma história dura, porém extremamente foufa e muito bem humorada, tudo é muito especial na série inglesa, mas talvez o seu forte mesmo seja sua personagem principal, que é absolutamente deliciosa!

 

Larguei e não volto mais do ano> Várias

Por falta de tempo, coragem e ou por me amar demais para continuar me torturando com torturas torturantes, em 2013 eu abandonei:

JESSICA CAPSHAW, SARA RAMIREZ

Greysa, porque eu não consigo me importar com mais nenhuma daquelas pessoas (e os plots todos também não estavam ajudando em nada) e tenho quase certeza de que quem eu ainda gosto, provavelmente vai continuar bem e ou acabará morto em um acidente idiota qualquer, então… nem ligo mais.

E sério que alguém consegue suportar esse casal?

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Once Upon A Time, que ficou infantil demais, bobinha demais, chatinha demais. É, já deu, por isso nem vi nada da Season 3. Sem culpa, apesar de sentir falta da magia do Charming e ou do Gancho de vez em quando, que eu mato saudade olhando para os meus adesivos do GetGlue, que foi outra coisa que eu abandonei esse ano, uma vez que agora eles disseram que não vão mais enviar os stickers para as nossas casas. Sacanagem!

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Awkward talvez eu ainda retome um dia que eu não queira pensar muito e ou estiver passando na TV, mas fato é que a Jenna andou ficando insuportável do tipo que você passa a torcer para perder todos os boys, a família e o emprego na TV também.

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Outra que andou em perigo em minha watchlist foi The Walking Dead, que beirou o insuportável ao longo dessa primeira metade da Season 4. Se não melhorar e muito durante a sua segunda parte, eu não volto mais e está decidido! Mas tem que melhorar muito mesmo.

Pausa para mais um musical, dessa vez com o HAIM, as irmãs que a gente gostaria que fossem as nossas irmãs nem que fosse apenas para herdar a cabeleira (e as roupas), com “Falling”.

 

Foufurice do ano> Flynn Bloom

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Apesar do Tom Hardy ter se esforçado bastante ao lado desse cachorrinho super foufo para tirar aquela imagem de vilão do seu Bane…

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… e até mesmo tenha pedido o reforço de um little Bane para tal tentativa desesperada…

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… novamente, nada foi mais foufo e adorável esse ano do que continuar acompanhando o Flynn Bloom e seus passeios ao lado da família, que foram muitos e um mais foufo do que o outro…

Orlando Bloom

… e pra mim, a imagem acima resume tudo o que poderia ter acontecido de mais foufo no mundo durante o ano de 2013. Isso e o BatKid, claro.

 

Da série casais que nós mais amamos em 2013> Peter Pacey + Diane Kruger

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Sorry, mas sou super tendencioso quando o assunto são esses dois por aqui.

(♥)

 

Aproveitando o momento, acho que podemos fazer uma pausa para ouvir o The National cantando “My Girl”, não?

 

A ruiva mais ruiva que deitou com toda e qualquer ruiva do ano> A filha da Julianne Moore

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Sério, quem é que depois dessa imagem não correu para um santo qualquer e pediu uma filha com exatamente esse tom de ruivo? QUEM?

Porque se nossas chances com o Fassbender, o Hiddleston e ou o Prince Harry não fizerem efeito, o negócio é mesmo apelar para um santo qualquer.

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano: Funko + Lego

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Porque a minha vontade é de trabalhar a troco das duas coisas. Sério, vou incluir essa opção no meu próximo contrato…

 

Vício do ano> Dumb Ways To Die

Eu sei que o jogo não é nenhuma novidade, mas é super foufo, tem esse vídeo delicioso e é altamente viciante. ALTAMENTE!

Acreditem ou não, ainda nem tenho todas as criaturas, mas já estou bem perto de.

 

Eu sou ricah do ano> Gwen Stefani vs Katy Perry

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Porque é sempre bom ver alguém com quase nada de esforço deixando alguém que visivelmente tem se esforçado muito tanto para tentar se manter tanto quando do lado errado da coisa com a cara no chão, como aconteceu no dia desse encontro entre a Gwen Stefani e a Katy Perry, que quase sumiu diante de tanta magia entre a década de 90/2000 e até hoje.

VRÁAA!

#OFUSCADA

 

Capa do ano: Alexander Skarsgard para a sueca Man Of The World Issue 3

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Porque se suas partes ao sul não ficaram em chamas após bater o olho nessa imagem, você certamente se encontra com sérios problemas (ou talvez apenas pertença a um outro target, porque nem todo mundo é perfeito, não é memo? rs)

Höy!

 

Catwalk do ano> Romeo Beckham para a Burberry

Esse ano, o mundo da moda andou meio assim, a ponto da gente não conseguir lembrar de muita coisa bacana além da dança das cadeiras de sempre. Humpf!

Mas o que rolou mesmo de bacana esse ano (e que nos fez sentirmos mais velhos, fato) foi o Romeo Beckham estreando lindamente na Burberry ao som de Tom Odell.

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E mais tarde, ainda tivemos a Harper conseguindo o fato de roubar um sorriso do Diabo herself. #TEMCOMONAOAMAR?

ps: tivemos também esse documentário aqui, que é bem bacana e pode te fazer pensar sobre o assunto…

 

Post do ♥> A minha culpa moderna

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Esse ano, conversamos menos por aqui, principalmente nesse segundo semestre, eu reconheço.

Em um momento de dúvida e completamente dividido entre a falta de tempo e a falta que eu sei que tudo isso aqui iria me fazer, incluindo conversar com vocês nos comentários, resolvi ser honesto e fazer esse post fazendo uma mea culpa moderna.

O resultado? Um monte de carinho que eu recebi de alguns de vocês e por isso, novamente: THNKS (♥)

 

Trucão do ano> o namoro não namoro mas namoro da Smiley Cyrus e o Liam Hemsworth

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Juntos, separados, juntos novamente. Antes de usar biquini cavado e se esfregar em ursos de pelúcia e bonecas pavorosas, Smiley bem que insistiu em tentar salvar o seu NOIVADO, circulando uma vez a cada 3 meses ao lado do seu até então NOIVO para a sociedade, ele que sempre fez questão de aparecer sorridente e ou muito feliz de estar cumprindo esse possível contrato ao seu lado.

E nesse caso, a leitura corporal (dele) sempre nos deixou fortes indícios de que essa relação estava muito bem… perto de acabar.

Sério que alguém acreditou?

 

Toda cagada do ano: Smiley Cyrus

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Acho que não precisamos nem falar muita coisa porque só essas poucas imagens acima reunidas são todas auto explicativas a ponto do nosso silêncio e preguiça se tornarem nossa maior arma nesse momento. ZzZZZ

Mas enfim, Miley conseguiu aparecer, feia, mas conseguiu.

#NAOTABOMNAO

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E essa foi mais uma edição do melhor prêmio de todos os tempos, o The Modern Guilt Awards. E para você que não dormiu até aqui, voltamos oficialmente a partir de 06/01. Smacks!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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O dia em que fomos ao cinema especialmente para encontrar o Doutor

Dezembro 22, 2013

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Que dia lindo para se comemorar, não? Primeiro de tudo, temos que começar reconhecendo a sua marca: qual outra série que você conhece que chegou aos 50 anos de idade? Então, só por esse motivo, o especial de 50 anos de Doctor Who por si só já merecia todo e qualquer respeito. Segundo que pessoalmente, eu AMO novas experiências e acompanhar uma especial como esse, nessas proporções e no cinema, com exibição simultânea em diversos países no mundo, certamente foi mais uma delas. Uma experiência para se lembrar com carinho, porque ela foi realmente muito, mas muito especial. Agora entendo (entendo, só não sei se respeito, rs #PROVOCANDO) todo e qualquer fandom apaixonado que dorme na fila para assistir a estreia de uma franquia hype qualquer.

Fiquei realmente emocionado quando cheguei na sessão de cinema, super em cima da hora como sempre e me deparei com um sala completamente cheia, abarrotada de verdade. Me arrependi amargamente de não ter comprado minha sonic screwdriver quando tive a chance, porque no escuro da sala do cinema, seria o momento perfeito para eu sacá-la do bolso e fazer um performance convencendo a todos que eu também sou um Doutor (uma praga para quem ousar em pensar que eu seria o 24th). Mas tudo bem, naquele momento entendi e aceitei que o meu papel era o de uma companion (rs) e não o principal. E essa emoção já havia começado dias antes, quando apenas algumas míseras salas de cinema no Brasil haviam incluído a exibição do especial da série inglesa e isso em pouquíssimas cidades. Mas não demorou muito para todos se mobilizarem (isso sem contar a procura, que deve ter sido bem grande) e em pouco tempo, diversas outras salas foram abertas para o especial, em muitas outras cidades, inclusive em horários diferentes, esses já fora da experiência live, mas ainda assim, uma chance para encontrar com o nosso Doutor no cinema, gigantesco e em 12D. (quer dizer, 3D, porque segundo o próprio, em 12D só no especial de 100 anos da série)

Mas essa experiência também trazia um problema: dividir o tempo e espaço com outras pessoas, tanto ou mais animadas do que você em relação a qualquer coisa em comum. Geralmente, pessoas barulhentas e ou muito participativas no cinema sempre me incomodam. E não demorou muito para que o volume daquela sala começasse a subir, quando ganhamos uma participação mais do que especial do Strax fazendo suas recomendações em relação ao comportamento em uma sala de cinema. Divertidíssimo por sinal. Mas isso não foi nada comparado ao que aconteceu quando a tela finalmente ficou completamente branca e o meu Doutor (sorry, continuo possessivo) surgiu em close, para dar suas recomendações em relação a experiência em 3D do especial. Sério, nesse momento, um gritinho fino de menina (e por menina, eu quero dizer também os meninos presentes na sala, apontando dedos para mim mesmo inclusive) tomou conta do local, que foi quando eu finalmente consegui entender que naquele momento, o meu Doutor havia se tornado o Doutor de todos eles também.

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Matt Smith e seu carisma inegável, um Doutor infantil (como bem ressaltou John Hurt em uma de suas lines), cool, que sabe carregar muito bem a ironia e o humor de um personagem tão especial. Mas se eu achava que seria difícil compartilhar o meu Doutor com o resto das pessoas naquela sala, tudo ficou ainda pior e muito mais barulhento quando de repente, o 11th Doutor se transformou no 10th, David Tennant, também ainda no fundo branco, e com os gritos ensurdecedores (mais altos do que o primeiro, mesmo porque, a nossa saudade e ansiedade por esse momento era muito maior) de uma sala visivelmente comovida (olhava para trás toda hora só para dar uma conferida nas reações e a essa altura, já queria ser amigo de todo mundo) e uma dobradinha cômica excelente com o atual responsável pelo personagem a quem ele também já deu vida (as piadas sobre o queixo do Matt ou o efeito do tempo nas rugas do Tennant foram divertidíssimas), foi quase que instantânea a percepção de que não só eu, mas todas as pessoas naquela sala estavam realmente diante de algo muito, mas muito especial. Nesse momento, finalmente consegui deixar toda a minha possessividade de lado e aceitei dividir algo tão especial com os demais presentes, barulhentos ou não.

A partir disso, ganhamos um especial que realmente não poderia ter ganhado uma outra nomenclatura, a não ser “especialíssimo”. Com uma história que permeava a queda de Gallifrey, com a aparição da UNIT entre diversas referências à série e personagens antigos, ganhamos um episódio realmente especial do começo ao fim, mesmo sem saber muito bem o quanto isso ainda poderia ser superado durante a sua duração. Ainda falando da audiência com quem dividi a experiência, cada referência, cada piada, cada aparição era motivo de algum tipo de comoção e detalhe: todas eram absolutamente pertinentes e compreensíveis. Todos pareciam estar realmente conectados com aquele mitologia e ao mesmo tempo que me senti assustado ao encontrar fisicamente pela primeira vez pessoas que dividiam o mesmo tipo de gosto em comum nesse caso, me senti completamente orgulhoso de dividir o meu tempo e espaço naquele momento tão especial com cada um deles (eu sei que parece meio cafona dizer isso, mas é verdade e levem em consideração a emoção enquanto escrevia esse post, apesar dele ter demorado quase que um m~es para sair. E me perdoem, claro, rs), tanto que desse momento em diante, nenhum barulho excessivo ou qualquer tipo de manifestação chegou a me incomodar mais. De verdade.

Obviamente que todos estavam esperando as prometidas e divulgadas participações. Rose Tyler voltou, mas em The Day Of The Doctor, ela representava o “Momento”, que apenas havia tomado a forma de alguém que é de conhecimento de todos que foi verdadeiramente especial para o nosso Doutor. Clara também estava ali, essa sim representando o papel de companion da vez, a garota impossível que conheceu todos os Doutores (segure essa inveja meu caro leitor, porque ela teve sim essa sorte) e esteve com todos eles. Todos exceto um deles, aquele que nos foi introduzido em um nível alto de suspense durante o encerramento da dolorosa Season 7 (dolorosa por motivo de “despedida dos Ponds” em sua primeira metade, glupt!), interpretado pelo excelente ator John Hurt.

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Quando introduzido pela primeira vez, não tivemos exatamente muita chance de perceber a que veio, tão pouco como iria se comportar diante da difícil tarefa de encarar uma encarnação desconhecida de um personagem tão querido e que logo de cara, havia sido descrito como a mais sombria delas e isso justamente no dia em que o Doutor encontrou o seu túmulo, ou seja, mais dramático que isso seria bem difícil. Mas com pouco tempo em tela, ainda misteriosamente e dividindo o espaço com aquela que também atende por “Bad Wolf” (sim, a Rose) em sua “nova versão”, foi possível perceber que aquela não era uma encarnação do mal do personagem e tratava-se apenas do homem que teve que encarar o maior dos desafios de sua vida, aquele que foi responsável pela extinção de Gallifrey, seu planeta de origem. A essa altura, todos nós já sabemos que na mitologia de Doctor Who, o maior arrependimento ou culpa do personagem foi ter que extinguir sua própria espécie em nome de um bem maior e para o especial de 50 anos da série, encontramos o mesmo enfrentando exatamente o dilema desse dia que até o mais esquecido de todos os doutores (que é o 11th, como eles bem lembraram), gostaria de conseguir esquecer.

Uma história corajosa e muito bem resolvida, apesar das linhas temporais diversas (mas nada do tipo super complicado, sabe), que soube brincar com a maior mitologia da série de uma forma bem bacana, apesar de ter de certa forma “reescrito” a sua história. Mas sendo bem sincero, essa não é a primeira vez que Doctor Who resolve mexer no intocável portanto, não podemos nem dizer que ficamos tão surpresos assim. Em um outro momento da série, na despedida do Tennant, eles bem tentaram trazer Gallifrey de volta, de outra forma, mas tentaram. Na época, cheguei inclusive a torcer o nariz para a ideia (digo, na época da minha own maratona da série), principalmente para a justificativa (e entendam que a minha reclamação em relação ao episódio de despedida do 10th Doutor foi apenas essa, porque todo o resto e principalmente aquela sequência final, foi absolutamente perfeito). Mas dessa vez, a justificativa para mexer com algo tão importante foi muito bem executada, amparada na tentativa de tirar o maior peso das costas do próprio Doutor e vendo um personagem tão adorável ganhando a chance de ter a sua redenção dessa forma, além de aceitável, foi muito bem vindo.

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Mas muito além de uma boa história, todo mundo estava querendo mesmo era ver o encontro dessas duas gerações mais recentes de doutores, lamentando é claro a ausência do Eccleston, o 9th Doctor, que não aceitou participar do especial. E a sincronia (em todos os sentidos) dos dois atores em cenas quando juntos foi absurda, uma química inegável. Piadinhas irresistíveis em relação as características físicas de cada um deles, incluindo comparações além do próprio físico, como quando ambos enfrentaram as diferenças de tamanho de suas “screwdrivers”, além do reconhecimento de suas semelhanças, que foi de uma doçura sem tamanho. Com os dois em cena, foi uma delícia poder perceber as sutilezas, os trejeitos e as características mais marcantes de cada um, evidenciando o quanto a identidade do Doutor depende e muito de quem o interpreta e apesar dessas características próprias de cada um dos atores, foi possível observar também o quanto o personagem é muito maior do que tudo isso, mesmo porque se não fosse assim, ele não teria se transformado em um cinquentão de sucesso. (mundialmente falando, essa talvez seja a melhor fase da série inglesa).

E como se não bastassem dois doutores reunidos, ganhamos um terceiro, com o John Hurt nos convencendo facilmente que ele também fazia parte desse grupo de figuras adoradas por todos, mesmo ainda sendo um doutor desconhecido. Tudo bem que a introdução da sua história nos ajudou e muito a mudar a impressão que ganhamos com o misterioso final da última temporada da série, mas ainda assim, um personagem com esse peso, precisava realmente de um ator a sua altura. Com os três em cena, o especial conseguiu ficar ainda melhor, principalmente em termos de alívio cômico, trazendo o humor senior para o personagem.

Como ponto negativo, preciso dizer que mesmo reconhecendo que esse não era o momento delas, Clara e Rose ficaram em segundo plano demais, a ponto de quase sumirem. E digo isso principalmente em relação a Clara, que não teve a sua presença no especial tão justificada assim (digo algo além do fato dela ser a companion da vez), mas entendemos que esse era o momento de evidenciar o Doutor e não suas companions, por isso perdoamos. O mesmo vale para os personagens secundários do episódio, como a filha do Brigadeiro Lethbridge-Stewart, ou a garota nerd do cachecol do 4th Doctor, uma lembrança que a gente não fazia a menor ideia que poderia ir além do icônico acessório.

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Muito além da própria excelente história do especial, do encontro de doutores ou de qualquer outra característica desse marco da série, tudo ficou ainda mais especial quando após a resolução do plot central do episódio, ganhamos uma série de momentos absolutamente especiais para o encerramento dessa data comemorativa, começando pelo momento em que o 10th Doctor acabou repetindo a sua inesquecível line pré regeneração, “i don’t wanna go”, que para sempre nos levará para uma triste e adorável memória da mitologia da série. Isso até chegarmos ao momento em que o nosso adorável 11th Doctor acabou nos revelando o seu sonho de talvez se aposentar um dia e viver como um curador, que foi quando eles nos reservaram uma das grandes surpresas desse especial (essa e o momento com a participação apenas dos olhos do 12th e novo Doctor foram os momentos mais barulhentos do especial, sem dúvida e os mais surpreendentes também), com o Tom Baker (o 4th Doctor, um dos mais queridos de todos os tempos e dono do icônico cachecol que já havia aparecido no próprio especial) fazendo uma pequena e adoravelmente adorável participação, dividindo momentos de uma doçura sem tamanho com o nosso atual doutor, além de tê-lo deixado com alguma esperança de talvez poder viver um dia como um homem comum.

E se a gente achava que já havia encontrando momentos especiais e ou emoções o suficiente para essa história comemoração dos 50 anos da série, ainda fomos surpreendidos com uma imagem final para ficar guardada nos dois corações de qualquer whovian, com todos os doutores enfileirados e olhando de longe para Gallifrey, algo que todos os fãs da série não vão conseguir esquecer jamais e que foi o suficiente para levar a plateia da minha sessão a loucura, em um volume do tipo copa do mundo. Sério

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Dessa forma e vivendo uma experiência que poderia se tornar um hábito para momentos televisivos tão especiais como esse, nos despedimos desse encontro no cinema com o Doutor completamente satisfeitos e com aquela lágrima de carinho ainda escorrendo no cantinho do olho, mesmo com muito homem barbado tentando esconder a emoção no banheiro do cinema logo na sequência. Agora falando bem sério, quero o contato de todas aquelas pessoas que estavam na sala de cinema comigo. Seria possível? (rs, mas sério, vamos assistir todos os episódios juntos a partir de agora? #CRAZYEYES)

O difícil agora mesmo é só aceitar que para o próximo episódio, teremos que encarar uma triste despedida, para a qual eu já confessei inúmeras vezes ainda não estar preparado… Alôr, é da Kleenex? Se eu comprar um caminhão de caixas de lenços, tem desconto?

#TheDayOfTheDoctor

ps: bem que eles poderiam fazer o mesmo com o episódio de natal, que será a despedida do Matt Smith como o 11th Doutor e que pelo menos teremos sua exibição simultânea com a terra da rainha pelo BBC HD daqui. Alguém segura a minha mão quando essa hora chegar? Porque não vai ser fácil… mas não vai mesmo…

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