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Triste mil

Setembro 22, 2011

Triste mil o fim do R.E.M, hein?

Quer dizer que eu não vou poder vê-los mais tocando ao vivo? Humpf…

Perdeu Essy

ps: e quem não sentir a menor vontade de fazer uma coreô à la Michael Stipe ouvindo essa música e sair cantando loucamente à la Glee, eu desconfio que não tenha coração (eu estava cantando e dançando enquanto escrevia esse post, portanto eu tenho um coração, rs)

O último Harry Potter – não adianta, agora chegou a hora de se despedir…

Julho 29, 2011

Má-gi-co. Estou meio que sem palavras para começar esse post então, resolvi começar pela parte mais difícil: a despedida.

Na semana de lançamento tive milhões de motivos para não conseguir assistir ao filme e por isso, acabei assistindo “Harry Potter And The Deathly Hollows – Part 2”  apenas nessa semana. Tive que conter toda a minha ansiedade é claro, mas depois, pensando com calma, eu senti que de certa forma eu estava tentando boicotar o inevitável, que seria a tal despedida. Pois bem, chegou a hora…

10 anos se passaram desde que fomos apresentados a toda a magia de Harry Potter. Crescemos e ficamos cada vez mais apaixonados por toda a história por trás daquele garoto de óculos arredondados e o seu universo de magia um tanto quanto sombrio, mas encantador. Algumas pessoas até adquiriram o gosto pela leitura através de Harry Potter e esse mérito é todo da J.K. Rowling.  Mas chegou a hora de encarar essa despedida. Como muitos descreviam nos comentários dos trailers do filme no Youtube antes dele ser lançado, chegou a hora de crescer. Humpf!

E Harry Potter cresceu como ninguém, em todos os sentidos e esse episódio final da sua história não poderia ser mais grandioso.

No filme, de tudo acontece e em cenários conhecidos e queridos do público que acompanhou essa história dividida em 8 partes. Nesse momento acho que vale a pena alertar que se vc não se lembra muito bem dos longas anteriores, vale a pena encarar uma maratona, algo que eu penso em fazer assim que o último filme for lançado em DVD (eu e todos os fãs de Harry Potter, neam?), mesmo porque não faz muito tempo que eu assisti do 1 ao 7 de novo. Mas não se apavore, porque em vários momentos somos relembrados de fatos importantes que já aconteceram na história e isso facilita para não deixar ninguém muito confuso.

A fotografia do filme anterior que é a primeira metade dessa reta final é mais especial e isso eu preciso dizer, mas esse final não fica muito atrás não. Talvez tenha perdido por conta da maioria dos cenários estar em ruinas ou a beira da destruição, o que só de lembrar já me dá aquele aperto enorme no coração. (glupt)

Os figurinos também mudaram e os uniformes da escola, agora tomada pelo lado negro da força, ganharam um peso maior em preto. Cabeças baixas e uma disciplina quase que militar, essa é a nova Hogwarts (que eu gosto e insisto em chamar de Hugrats, rs)

Nesse capítulo final da história reinam as sequências de ação. Vôos em dragões brancos, algumas quedas em “abismos”, vassouras mágicas, tapas na cara da sociedade com feitiços mil e a luta interminável entre o bem e o mal se instala de vez na trama para um confronto final.

Lindas são as cenas de luta na escola, com os dois lados muito bem divididos e cuidando dos seus interesses. Aquela cena em que todos os vilões lançam seus feitiços contra Hogwarts é maravileeeandra e o resultado final tem um efeito belíssimo de ser visto. Well done!

O ponto forte do filme pra mim foi a maior participação dos personagens secundários, que dessa vez ganharam o seu merecido destaque. Chegou a hora de lutar por Harry Potter e nesse momento, ganhamos a participação de vários personagens menores na trama durante todos esses anos, que finalmente ganharam a sua chance. Nada mais justo.

Dentre eles, eu gostaria de destacar a professora Minerva, que esteve ótima nesse último filme, defendendo Harry com toda a sua magia e a sua participação como protetora da escola foi importante para o desenrolar da história. E naquela cena em que ela usa aquele feitiço que ela mesmo reconheceu entusiasmada que sempre sonhou em usar, foi uma das minhas preferidas do filme. Cool!

O segundo grande destaque do longa ficou por conta do menino Neville, que cresceu e se tornou um jovem corajoso, disposto a lutar até o fim para defender aquilo que acredita. Ele que em alguns outros filmes da saga acabou ficando de lado (e todo mundo sabe o porque que ele ficou de castigo), dessa vez também ganhou o seu momento de destaque. Ou melhor, nesse caso podemos usar o plural então, ganhou os seus momentos de destaque. Cool!

E de quebra, ele ainda ganhou a Luna, uma das personagens mais foufas de Harry Potter, de quem eu invejo até hoje aquele chapéu de juba de leão, rs. Luna também teve o seu momento e quando precisou, falou mais alto para que Harry a ouvisse e conseguisse completar a sua missão de destruir todas as horcruxes.

O filme ainda guarda uma série de surpresas e várias revelações, mas isso só funciona se vc conseguiu fugir dos spoilers de quem leu os livros e fez questão de te contar, o que não foi o meu caso e nessa hora eu me senti prejudicado porque o impacto da surpresa foi bem menor. Humpf!

Difícil também é conter as lágrimas em alguns momentos, mas foi aqui que eu senti uma falha no filme. Existem vários momentos emocionantes no longa, alguns relacionados ao passado e outros sobre fatos que aconteceram durante o próprio filme, mas em alguns deles o drama ou a emoção não foi muito bem explorado, talvez pela pressa de tudo aquilo que eles ainda tinham para contar até o fim. Mas no final das contas isso acabou prejudicando um pouco o lado emocional da história. Já tinha sentido isso durante o filme anterior, o que acabou se repetindo agora no final.

Mas o maior momento deles, acaba arruinado de alguma forma, com a revelação precoce de que tudo aquilo não passou de um truque (…). Não vou contar exatamente o que, só para não estragar a experiência de quem ainda não assistiu ao filme, mas vou dizer que teria funcionado melhor se tivesse sido mantido em segredo até o final. Mesmo porque, aquela sequência com o Harry sendo carregado pelo Hagrid a caminho de Hogwarts, já é de cortar o coração, mesmo que vc ainda tenha alguma esperança quanto a sequência da cena. Nesse momento eu senti que a revelação do que aconteceu na floresta deveria ter sido feita depois…

Hellena Bonham Carter sempre rouba a cena, não? Sua enlouquecida Bellatrix se faz presente, mesmo quando esta ao fundo e é sempre uma delícia ver uma atriz como ela em ação.

Hermione e Rony ganharam um momento de demonstração de afeto foufo mil e não teve quem não suspirasse na sala de cinema durante esse momento. Ai ai…

Mesmo com o clima de ação intenso nessa última parte da história, tivemos também vários momentos divertidos e quase todos eles por conta do Rony Weasley, que sempre foi o alívio cômico da franquia. Mas além do lado cômico, Rony ficou até mais inteligente nesse final viu?

Além disso, vale a pena ressaltar aqui que a magia ruiva se fez presente em peso nessa reta final de Harry Potter, hein? Todos apareceram para defender o jovem bruxo, ou seja: Confirmou! (rs)

Hermione sempre foi a melhor aluna de Hogwarts e ainda tem quem ache que não há motivos para ser um nerd (rs). Sem ela por perto, aqueles meninos não teriam ido tão longe nessa história. Será que ela tem um blog onde a gente possa aprender o feitiço de deixar a bolsa maior por dentro? Todas sonham com isso, rs

Além da falha no momento “emoção” que eu meio que descrevi anteriormente para vcs, eu também achei outras duas falhas no filme, pequenas, mas notáveis. A primeira, contida na memória da lágrima do Snape e a conversa dele com o Dumbledore. Achei que vilanizaram um pouco o velho e querido bruxo, não sei se foi a interpretação exagerada em um certo momento, onde ele joga na cara do professor Snape que ele “se apegou” demais ao garoto (Harry), ou se realmente foi um erro de tradução, porque eu não prestei atenção no que ele falou exatamente. Se foi um simples ato de vilania, achei desnecessário. Mas talvez tenha sido apenas a minha interpretação (só minha não, que outras duas pessoas que assistiram o filme tiveram essa mesma impressão).

Sejamos justos e agora que esta liberado falar o seu nome, que trabalho excelente fez o ator Ralph Fiennes na pele do Lord Voldemort, o vilão mais temido e odiado do oeste, hein?  Tudo bem que toda aquela caracterização dramática e pavorosa (morro de medo dele até hoje, rs) acaba ajudando, mas a sua interpretação esteve excelente por todos esses anos e para esse final épico não poderia ter sido diferente. Clap Clap Clap!

Outra cena maravileeeandra que eu acho que vale a pena comentar é ele andando de pés no chão coberto de sangue, enquanto percebe que esta perdendo a sua força, ao lado de sua cobra inseparável. Me-do.

Mas agora chegou a hora de falar dele: Harry James Potter (ou para vc que leu os livros em português: Harry Tiago Potter, rs). Foi uma delícia acompanhar o crescimento do ator Daniel Radcliffe através desses anos todos, em todos os senntidos. Radcliffe não apenas cresceu, como o seu personagem amadureceu ao longo dos anos, ganhando cada vez mais profundidade e carga dramática ao longo do tempo, exigindo cada vez mais da sua atuação. E apesar disso, o ator não perdeu a doçura que a capa da Entertainment Weekly de semanas atrás nos lembrou com toda a doçura desse mundo e se tornou um jovem ator promissor e talentoso. Acho que não resta dúvidas de que ele realizou um excelente trabalho na pele do bruxo mais adorado de todos os tempos e depois de vê-lo na Broadway (no Youtube), acho que ele terá uma carreira brilhante pela frente. Todas torcem!

Nesse último filme, apesar do clima emocionante em alguns momentos e com todas as descobertas, temos um Harry correndo contra o tempo, em busca de destruir de uma vez por todas o seu maior inimigo, a quem por uma injustiça do destino ele acaba ligado e a carga dramática da história fica mais em segundo plano, para dar espaço ao climão de adrenalina para as suas cenas de confronto. Mesmo assim, alguns momentos ainda são de partir o coração, como quando ele encontra as almas das pessoas que “morreram por ele” a caminho da floresta, ou quando o próprio Harry encontra o seu fim. (glupt)

Como resolução final para essa história, temos uma incansável batalha contra o mal, apoteótica, onde no final só resta espaço para um dos lados da força. E vc arrisca um palpite de quem acabou ganhando a melhor nessa história?

O final, apesar de feliz e parecido como tudo começou, só que em forma de flashforward, foi ótimo, mas eu achei que poderia ter terminado em Hogwarts, com alguns deles como professores da escola de magia, além de um certo chapéu definindo o futuro de um certo novo personagem dessa reta final. Sei lá, algo por ai…

E o mais emocionante dessa história toda foi mesmo ter que se desperdir de uma vez por todas de Harry Potter. Na minha concepção, ter acompanhado o crescimento do garoto (e de todos eles) foi a maior experiência disso tudo. Harry sempre teve o seu caráter muito bem definido ao longo de todos esses anos e isso nos fez torcer por ele até o final. Apesar da bondade sem tamanho, Harry Potter não caiu no limbo dos mocinhos que a gente desiste pelo meio do caminho, coma a aura bondosa demais. Nesse caso, todo a magia acabou contribuindo para que a gente se envolvesse cada vez mais com a história, torcendo sempre para que o nosso bom Harry escapasse de um final trágico e injusto. E isso desde 2001, quando ele recebeu a sua carta, foufo mil!

Não sei quanto a vcs, mas toda vez que eu vou assistir o final de algo que eu gosto, já vou sofrendo por antecipação durante o processo. E com “Harry Potter And The Deathly Hollows – Part 2” não foi diferente. Passei o filme todo pensando que estava se aproximando do final e apesar desse fato trazer algo bom, como a conclusão dessa história, a sensação de ter a certeza de que esse seria o fim não é nada boa.

Chegando ao final dessa história, Harry Potter se torna um clássico da nossa geração, do tipo que todo mundo vai se lembrar com saudades para sempre. Sabe aquele livro querido que vc vai pegar de vez em quando da estante para matar a saudade, ou que vc vai passar adiante por gerações? Sabe aquele filme que vc vai fazer questão de sentar para assistir com os seus filhos ou quem sabe seus 12 netos (rs)? Então, esse é o legado de Harry Potter. E para finalizar e nos despedir de vez, só nos resta agradecer mesmo.

Obrigado por toda a magia Harry! (tears)

Harry Potter em uma palavra…

Maio 31, 2011

Awnnn! A essa altura eu nem tenho mais vergonha de admitir que eu até derramei uma single tear com o “inesquecível” do Daniel Radcliffe, foufo mil!

E o que foi a magia ruiva do Rony, ficando todo emocionado? Senti que um zilhão de bilhões de coisas passaram na cabeça dele naquele momento, vcs não?

E a primeira palavra que me veio a mente também foi “mágico”, que foi o que a Emma Watson disse, então: confirmou!

Mas pensando melhor eu diria: encantador!

Video maravileeeandro e emocionado da revista Empire.

Todo meu ♥ para o Harry Potter!

Anota ae: 25 de Maio, o dia do Fim do Mundo!

Maio 18, 2011

Sim, o dia do fim do mundo sim senhor, porque o que nós vamos fazer depois do final do programa da Oprah? Hein?

Não sei, ainda não estou preparado para esse dia…

25 temporadas depois, Oprah gravou ontém o seu último The Oprah Winfrey Show, em Chicago e com pencas de participações.

O programa vai ao ar na america antiga no dia 25/05 e eu fico imaginando o que a platéia vai ganhar nesse dia hein? Uma castelo para cada um? Uma ilha? Uma cidade americana inteira? Euquero!

Fora isso que o meosonho era ser convidado para sentar no programa da Oprah, o que me parece que não vai mais acontecer. Humpf! Não vai ser dessa vez que a america antiga vai conhecer o Guilt, rs

Todas ficarão morrendo de saudades da Oprah!  MUSE!

R.I.P The White Stripes

Fevereiro 3, 2011

Tudo em preto, branco e vermelho. Uma casal, uma banda de dois. Dois branquelos de cabelo escuro e um rock de primeira, sujo, com vocais absurdos e o melhor de tudo: diferente!

Casados? Irmãos? Roommates? Sócios? Apenas 2 amigos apaixonados por rock?

Vai saber…

Fato é que ontém no site da banda, apareceu a triste notícia que anunciava o fim do White Stripes (glupt!). Algo mais ou menos assim:



O The White Stripes não pertence mais a Meg e Jack. O The White Stripes pertence agora a você, e você pode fazer com ele o que quiser. A beleza na arte e na música é que ela pode durar para sempre se as pessoas quiserem. Obrigado por compartilharem essa experiência. O seu envolvimento jamais será esquecido por nós e somos realmente gratos por isso

 

Sempre gostei muito de White Stripes. Do som, do fundamento, das lendas em torno da banda, de tudo.

Não fui aos shows que eles fizeram aqui no Brasil, algo que eu me arrependo amargamente (ainda mais agora)

Fisicamente eu tenho apenas “Elephant” (tenhos os demais graças ao Paolo Torrento), que é um dos meus discos preferidos ever e o DVD “Under Blackpool Lights”, que tem um acabamento em papel que é  incrível e que eu não troco, não vendo e não empresto por nada nesse mundo.

Quando ouvi o Jack cantando pela primeira vez a música “Jolene” (que é uma música antiga na verdade), eu decidi que esse seria o meu nome na noite, rs

Jolene tornou-se também o nome da minha muse, em quase todos os  cróquis que eu faço ela aparece. Ela foi tmbm a musa do meu TCC da Faculdade de Moda. Talvez esse seja o nome da minha alma feminina. Jolene!

Bom, que é triste ver uma banda tão boa assim acabar eu não preciso nem dizer, mas antes terminar bem assim do que acabar estragando um trabalho tão impecável.

E os videos hein? Um melhor do que o outro, fatão!

Quem não ficou hipnotizado ao som de “Seven Nation Army” que atire a primeira white stripes peppermint.

Enfim, sentiremos falta desses dois branquelos juntos outra vez…

R.I.P The White Stripes

Lost, uma série to remember, and let go

Maio 24, 2010

Realmente a noite de ontém foi uma noite que será lembrada por muitos e durante muito tempo. E tinha que ser no dia 23 neam? O número do candidato ao cargo disponível mais importante da tv (será que vale tudo isso mesmo?). Enfim, chegamos a reta final, ao “The End” dessa história, que já foi bem melhor um dia lá no passado, mas que precisava de uma conclusão. O mais legal disso tudo foi fazer parte dessa história, ver a evolução de um hábito tão comum e tradicional nosso de todos os dias que é o ato de assistir tv. E  acompanhar tudo isso em tempo real foi incrível (e dramático, mas valeu como experiência).

Nós como telespectadores fizemos a nossa parte, até o fim. Ficamos todos grudados na frente da tela do computador (pelo menos aqui no Brasil)  esperando a conclusão da história desses sobreviventes do voo 815 da Oceanic, que começou lá em 2004 e na noite de ontém finalmente teve o seu fim. Afirmo novamente que nós fizemos a nossa parte, buscamos teorias, tentamos entender o que se passava por lá, buscamos informações e discutimos, como discutimos! O nosso trabalho foi feito e bem feito eu diria, mas e o deles? Hmm mmm…não sei não viu?

Mas o episódio “6×17/18 The End” colocou um fim nessa história (que eu repito que um dia já foi bem mais interessante), para o bem ou para o mal. Agora não tem mais “Previosly on Lost” e nem o barulho já tão tradicional do final de cada episódio. Chegamos ao final, gostando ou não, não tem mais para onde ir, é isso.

Esse é um post sobre o final de Lost…preciso avisar que tem spoilers?

Ok então, para ser politicamente correto: SPOILERS*

Vou até começar dizendo que eu me emocionei, sério. Mesmo não tendo grandes motivos para isso, eu confesso: cho-rei! Não pela história contada, ou pelo final em si, mas talvez por apego a esses personagens por quem um dia eu torci tanto. Afinal foram 6 anos de dedicação, pesquisa, repetições. Já assisti a todos os epsisódios de Lost por várias vezes (exceto por essa Season 6, que eu só assisti 1 vez cada ep e talvez nunca mais veja, tamanha mágoa) e a cada vez que eu asssitia passava a enxergar a história de forma diferente, ou pelo menos de uma forma mais completa. Elaborava teorias, ficava cada vez mais confuso e ansioso por um novo episódio. Nunca fui daqueles que sentia a necessidade de ter tudo explicado, afinal sempre entendi que o princípio da série é  a ficção e a partir dai eu já sabia que no final, nem tudo faria sentido mesmo e que muito menos todas as questões apresentadas seriam respondidas. Mas alguns dos mistérios eu ainda tinha esperança que sim e esperava ter pelo menos algumas dúvidas esclarecidas com esse final.

Mas o meu maior medo era que a série se perdesse. Quando anunciaram o pacote completo de Lost, que a série duraria até  a sua Season 6 e garantiram que era o tempo necessário para contar essa história eu até fiquei mais tranquilo, mais aliviado, embora tivesse certeza que no meio dessas 6 temporadas, com certeza em algum momento seriamos enrolados e arrastados para a história render um pouco mais é claro. Algo que eu não condeno e até vejo como normal. Mas o meu maior medo se confirmou com a Season 6 e ontém ainda mais com o episódio final da série. Triste mil…

Sinto em dizer mas eles se perderam, fato. E quando eu digo que sinto, eu digo de verdade, como fã da série que sempre fui.

Pausa: a cena inicial com o caixão de Christian chegando no avião da Oceanic e os personagens seguindo com o cotidiano de suas vidas que abriu o episódio foi  bem emocionante e linda. Clap Clap Clap!

Agora o problema aqui é que a reta  final de Lost se tornou quase que uma “série independente” do que já haviamos visto até hoje. Esqueça tudo sobre os sussurros na floresta, o misterioso monstro de fumaça (que eu sempre achei meio canastrão demais), dos Outros sequestrando gente na praia, se infiltrando para ver se descobririam algo mais, viagens no tempo, constante, física, símbolos nas paredes, relatórios Dharma e as escotilhas. No final das contas, como eu já disse por aqui, tudo isso não teve muita (ou nenhuma) relação com o que vimos nessa temporada final da série. Uma pena, porque esses talvez fossem alguns dos pontos mais interessantes dessa história, mas foram totalmente desprezados no final. Que pena.

Me decepcionei muito, muito mesmo com essa reta final da história, até mais do que com esse episódio de encerramento que nos apresentaram ontém. Não consigo achar um sentido para isso tudo, o que me incomoda profundamente. Já me incomodava antes, quando eu achava que não entendia muito do assunto mas que um dia tudo seria explicado e passaria a fazer algum sentido. Pois bem, não rolou…

E ai descobrimos que na verdade, o grande desfecho da série tratava-se da sala de espera do céu. Ahhhhh, faça me o favor neam? Ew!

Como se a briga dos irmãos Jacob e Homem de Preto, apresentada nessa reta final não fosse o suficiente neam?

Não sou religioso nem nada e talvez esse  seja o meu grande pecado ou o meu bloqueio para entender Lost, mas  aquela capela ecumênica não me emocionou em nada, a não ser o fato de todos eles finalmente se encontrarem ali e dessa vez já “compreendendo” tudo. Meio que conformados demais eu diria, mas enfim.  Mas fazer disso uma espécie de “purgatório” ou” um ritual de passagem” é meio cafona demais para mim. Ai eu me lembro da questão: Homem da Ciência vs Homem de Fé. Pois é, eu bem suspeitava que o final poderia ser por ai e confirmar isso não me agradou em nada. Talvez eu seja um homem sem fé mesmo…

Será que ainda veremos alguma série corajosa o suficiente para apostar na ciência? Talvez esse seja o caminho, fikdik.

E todo mundo meio que matou a charada no ínicio da série, de que eles estariam no “purgatório”. Bem, não foi exatamente isso, não desde o ínício como muitos pensaram quando vimos pela primeira vez os sobreviventes da queda do avião. Mas  no final, a viagem do voo 815 da Oceanic que vimos chegando no LAX no começo da Season 6, depois da bomba ter explodido nos 70’s (e o plano ter dado certo segundo a própria Juliet), era na verdade um voo para uma vida espiritual, para a sala de espera do céu, onde lá eles continuariam as suas vidas, teriam filhos (que?), trabalhariam  (como?), se relacionariam (hein?) até estarem prontos para partir. Tudo como na vida real só que com um pequeno (para eles) detalhe: estão todos mortos! MOR-TOS! Howcoolisthat?

E essa eu mesmo respondo: Notcoolatall!!!

Sinceramente eu preferia não acreditar em nada disso, não gostei nem um pouco quando o Christhian Shephard explicou de forma vaga e irritante (como todas as explicações até aqui) que eles estavam ali para relembar e deixar pra lá…

Como assim? Eu no mínimo teria quebrado aquela sala inteira, além de ter dado um griteeenho fino de garota quando o fantasma do meu papai morto falasse : Hello kiddo?

Não dá neam? Não consigo engolir isso… não mesmo. E acho que todos eles engoliram tudo de forma fácil demais. Exceto pelo Dr Jack, que por incrível que pareça foi quem teve a reação mais próxima de uma pessoa de verdade durante essas revelações bocós do final.

Mas como todo mundo que gostou muito do episódio diz que é fácil criticar mas que ninguém consegue propor uma sugestão a questão,  eu, Essy, proponho o meu own final de Lost, ou pelo menos a minha interpretação, já que o final foi assim tão “reflexivo”.

Não vou dizer que eu não gostei do final, não é isso, acho até aceitável, mas também não posso dizer que foi algo brilhante porque não foi. Nem com toda a força da iluminação da gruta dourada protegida por Jacob. É, não foi. Gostei do clima de suspense, da emoção proposta, mas não da finalização da história, isso eu definitivamente não gostei!

Pra mim tudo faria muito mais sentido se um pequeno detalhe tivesse sido mudado nessa reta final. Foi ai que eu criei a minha teoria da “interpretação paralela”. Vamos a ela:

Se quando Chistian Shephard apareceu para o Jack (como fantasma), ele tivesse dito que aquela era uma segunda chance que eles tinham recebido por tudo que passaram na ilha até a morte de cada um deles por lá, uma chance de continuar as sua vidas depois da experiência na ilha e que por algum motivo maior  (destino talvez) todas aquelas histórias e personagens estavam ligadas e que todos eles precisavam enxeragar isso e se lembrar para depois esquecer e seguir em frente com suas vidas no universo paralelo, ai sim eu teria achado bem mais interessante o desfecho da história e  muito mais justo além de tudo. Ai sim, pra mim tudo faria mais sentido.  Do caso contrário, continuo achando o Jacob um cretino sem tamanho! Co-var-de!

Mas como não foi isso que vimos, para mim, a impressão que eu tive foi a que Jacob, a grande promessa de sabedoria da ilha, era na verdade um puta de um sacana que não sabia de quase nada e ainda se achava no direito de brincar com a vida das pessoas dessa forma. Resumindo: um assassino manipulador cretino. Sorry, peguei birra de vc Jacob!

E não venha jogar na minha cara que eu não era feliz em minha vida pacata fora da ilha que essa não cola. Antes tivesse deixando todo mundo onde estava e ter ido ele mesmo resolver o problema da rolha no buraco da caverna dourada, simples assim.  Ou será que ele nunca pensou nisso? Precisava de tantos candidatos assim para colocar a vida em risco por um erro que ele mesmo assumiu que cometeu? Então quer dizer que além sacana, ele era meio burro e covarde? Nossa, esse Jacob nunca me irritou tanto! Ah se eu te pego Jacob!

Sorte dele que seu personagem nem apareceu nesse último ep, rs, de tão importante que foi…

Isso sim eu acho que foi falho e eu vou precisar de alguém muito mais inteligente do que eu para me provar do contrário ou eu jamais vou entender esse grande circo. Alguém se arrisca? Aceito sugestões!

O final foi bonito? Foi! Foi emocionante? Sim (a trilha contribuiu bastante para isso). Mas não foi nada brilhante, inovador ou inesperado neam? É, não foi.

Agora vamos falar das cenas do episódio neam?

Hurley como sempre brilhante! Adorei quando ele disse que o Jacob foi pior que o Yoda, euri

Aliás, achei legal no final das contas a posição de guardião da ilha ficar nas mãos dele, mesmo sem entender muito bem ainda do porque disso tudo. Achei uma forma de demonstrar um carinho ao personagem que mais representou os fãs durante todas essas temporadas de Lost. E Hurley sempre com muito humor, com as lines mais engraçadas da série, tentando fazer o Sayd se lembrar das coisas na realidade paralela (rs), atirando o tranquilizante no Charlie (rs) , ou quando ele faz piada do momento “cutecute” do Jack + Kate (rolei), sempre muito divertido. Everybody Loves  Hugo!

Mas, que nojo ter que tomar aquela água barrenta para se tornar o o novo Jacob/Jack neam? Ew! E dessa vez nem precisou de “reza” ou palavras mágicas? Sei…

Richard Alpert não morreu daquela forma estúpida do episódio anterior que eu havia falado, o que eu já achei digno. E o fato de agora ele se tornar um mortal com o seu primeiro cabelo branco, eu achei bem cool tmbm além de merecida a sua participação nessa reta final.

Desmond tentando abrir os olhos de Jack e a despedida entre os dois foi sensacional, um dos meus momentos preferidos do final  da série.

Várias referências aos primórdios do seriado, como o tênis pendurado no labirinto de bambus, Flocke lembrando de quando Jack e Locke olharam pela primeira vez o buraco da escotilha do Desmond, entre outros. Cool!

Referências ao número 23, começando do número da mesa do filho do Jack até a data de exibição do episódio. Cool!

Kate guardando a sua última bala para finalmente matar o Flocke e salvar Jack. Cool!

Pierre Chang sempre como apresentador em sua aparições, ganhando o seu espaço merecido no episódio final. Cool!

E eu bem já havia dito que a Juliet era a mãe do filho do Jack neam? Cool! Mesmo com o garoto sendo uma espécie de alma aleatória/anjo/fantasma

Os chocolates Apollo tmbm fazendo a sua participação afetiva na série. Cool!

Rever os personagens do passado foi bem cool tmbm! Charlie! Vincent!

Jack devolvendo o que Desmond já havia dito para ele no estádio no primeiro encontro dos dois. Cool!

Agora alguém me explica a função da Eloise? Toda cheia das informações e teorias para no final levar um “decidi ignora-la” do Desmond (euri)? E ficar com medinho do Desmond levar o Faraday? Muito mistério para nada neam? Aff…

As pedras que caiam quando a ilha estava afundando eram do Chapolin neam? euri

E eu fiquei pensando que poderia ter sido figurante fácil nesse ep, como um dos integrantes do Driveshaft, euri. Mas um deles era mesmo a minha cara, fato!

E não entendi o porque de tanta participação do Miles nesse ep, nunca entendi na verdade a sua relevância para a história, fatão! O piloto era até justificável, mas o Miles? Seriously?

Ben se redimindo com Locke foi bom tmbm, mas funcionou para deixar claro que Ben não pertencia a aquele grupo e que ele não veria a tal “luz”. Uma separação  de quem merece ir para o céu ou inferno? Maybe…

E que grande importância Jacob teve para isso tudo que nem deu as caras no ep final?

Tão inútil que ele nem teve coragem de aparecer, deve ter ficado tecendo tapetes na gruta. Tolo…

Agora, os dois maiores personagens desse episódio final foram Desmond & Jack, fatão!

Desmond mostrou o porque que ela era tão especial para a série, com sua resistência ao eletromagnetismo, encarando de frente o desafio de tirar a tal rolha da fonte iluminada de Jacob neam? Mas para que mesmo? Ahhhh  tah, foi para o monstro de fumaça se tornar humano novamente e poder ser morto. Ok.

E foram dele os episódios mais legais e mais bem feitos de Lost durante todos esses anos e isso ninguém pode negar. Deveriam ter se inspirado nesses eps para os demais, fikdik

Agora esse foi o episódio merecido de reconhecimento para o Jack. Foi o melhor episódio do Matthew Foxx, sem sombra de dúvidas e ele fez por merecer. Os momentos mais emocionantes foram dele e as reações mais humanas tmbm. Achei merecido esse reconhecimento a importância do seu personagem para essa história e é dele mesmo o papel de grande  herói de Lost. Mesmo sendo a escolha “óbvia” segundo Flocke, coube ao Doc o papel fundamental de começar e terminar essa história. Que termina em uma espécie de processo reverso do seu começo. Cool!

E é dele tmbm o coração de Kate, nessa e na outra vida, rs. Mas bem que ela não ficou na ilha ao seu lado neam? Te amo mas não sei se tanto assim, algo mais ou menos por ae neam Kate? (bitch)

Adorei tmbm o fato dele ter “consertado” o John Locke, mesmo que isso tenha sido no além e no final de contas não adiantar para muita coisa neam? Acho que foi mais uma metáfora. Cool!

Os flashs de quando eles se reconheciam me incomodavam um pouco, achava um pouco cafona demais aquelas cores, mas me emocionei com alguns deles, como o da Claire + Kate + Charlie, ou Sawyer + Juliet.

A sequência final, com o Jack caminhando ferido na floresta, deitando lentamente onde ele acordou em seu primeiro dia na ilha, tendo Vincent como seu companheiro nesse momento de despedida, observando o avião decolar da ilha levando os seus companheiros sobreviventes dessa jornada  e fechando os seus olhos pela última vez, pode até ter sido meio previsível demais para muitos, mas no fundo eu até já esperava tmbm que fosse algo do tipo e até gostei disso, achei a cena bem emocionante. Acho que temos coisas mais importantes para criticar do que isso e essa imagem do Jack olhando para o avião me lembrou muito o buraco de Alice In Wonderland, obra bastante citada na série. E eu fiquei emocionado, fatão! Clap Clap Clap Foxxy!

Mesmo não enxergando muito a relação entre as primeiras temporadas com essa última, Lost pra mim valeu mesmo a pena por seu ínicio espetacular de 3 temporadas excelentes. Talvez tenhamos aguentado todo o resto por curisosidade, ou por puro entretenimento e isso não podemos negar que tivemos, tanto um quanto o outro. Não sinto que perdemos o nosso tempo, nem que desperdiçamos algo ao nos dedicar a uma das séries mais influentes e importantes da história da tv. Mas sinto que o meu maior medo se confirmou mesmo: Cuse & Lindelof, vcs se perderam!

E criticar não é faltar com respeito ou qualquer coisa do tipo, muito menos desmerecer um mérito que nem tão cedo outra série conseguirá tirar de Lost. Só fico pensando lá na frente, quando esses caras estiverem mais velhos e  com os egos menos inflados, que talvez eles se arrependam de para onde conduziram essa história que tinha tudo para ser épica mas não foi, não com essa conclusão. Algo que certamente discutiremos muito ainda, fatão!

Sempre achei que eu iria gastar pencas de tempo discutindo o último episódio de Lost com vcs, achei tmbm que seria muito mais emocionante do que realmente foi. O mais difícil talvez tenha sido me expressar e talvez ser compreendido, mas com essas 3066  palavras eu consegui finalizar aqui no Guilt o assunto, pelo menos para mim (rs).

E o título desse post não poderia ser mais apropriado, thnks daddy Shepard! Seasons 1,2 e 3 continuam no santuário, para recordar e as Seasons 4,5,6 talvez eu deixe pra lá, na pilha ao lado, rs.

Assim terminamos a nossa trajetória observando os sobreviventes dao voo 815 da Oceanic por todos esses 6 anos. Com muitas duvidas e insatisfações, esse foi o final sugerido por quem “manda” na série e só nos resta aceitar que de fato, Lost chegou ao seu fim. (tears)

E pela última vez, o Guilt diz Namaste!

ps: essa música me da saudades de um tempo em que tudo era mais simples, rs

E é isso, Lost definitivamente acabou!

Maio 24, 2010

Ainda estou pencas emocionado, mas só queria dizer para vcs que eu acabei de ver o final de Lost!

Assisti online, não consegui me conter. E essa experiência foi dramática é claro, rs

Seja qual for o caminho que tenha nos levado a esse fim, já vou avisando que não tem como não se emocinar com a conclusão dessa história, fatão!

Depois eu conto tudo tah?

Lost, The End (tears)

ps: não gosto de repetir foto aqui no Guilt mas é o que temos para hoje, rs (além da foto ser digna de uma repetição)

Live Together, Die Alone – Enfim o final de Lost

Maio 23, 2010

Ainda hoje chega ao fim uma das maiores séries de tv de todos os tempos e certamente uma das mais (se não a mais) importante série de TV da década.

Ultimamente vcs me viram fazer várias críticas sobre a série e sua atual temporada final que não tem me deixado muito feliz. Mas ainda assim eu preciso esclarecer uma coisa com todos vcs: I ♥  Lost!

Mesmo não tendo ficado nem um pouco satisfeito com o caminho obscuro que a série caminha em sua reta final, não tem como negar e nem desmerecer o trabalho de  uma das melhores séries de tv de todos os tempos, afinal foram 6 anos de puro entretenimento.

Quem não ficou de cara com o episódio piloto de Lost e pensou: C@&@#&!, essa série vai ser muito, mas muito boa! Hein?

E assim foi, pelo menos em grande parte de sua existência.

Na Season 1  fomos apresentados a esse grupo de sobreviventes e passamos a conhecer um pouco da bagagem de cada um deles. Vários issues, falhas e muitas imperfeições. Sem contar o climão de suspense na ilha em que tudo pode acontecer, com direito a um monstro assustador que arrancava árvores com a maior facilidade desse mundo e até ursos polares perdidos na floresta. Cool!

Logo nos envolvemos com a história pessoal de cada um deles e acompanhamos o surgimento do triângulo amoroso inevitável em quase toda série de TV: Jack + Kate + Sawyer

Eu sempre torci para o Jack, porque ele é quase do time dos nerds como eu, rs. Mas entendo perfeitamente o apelo do Sawyer…e quem não entende? Höy!

No final da primeira temporada temos Jack e Locke olhando para aquele buraco que eles ainda não sabiam do que se tratava. Até que descobrimos com o começo da Season 2 que tratava-se da escotilha. E dela surge um dos personagens para quem eu mais torci durante a série: Desmond, o homem que viaja no tempo. Cool!

Passsamos a conhecer os Outros e a introdução de Benjamin Linus não poderia ter sido melhor. Mentiroso, cheio de mind games e seus grandes olhos azuis arregalados, ele bem que tentou nos enganar, mas não conseguiu nos convencer por muito tempo.

Até que tivemos outro final incrível, com Michael traindo seus amigos para recuperar o seu filho sequestrado pelos Outros e seguindo para fora da ilha no barco do Popeye (euri), deixando os seus amigos para trás e nas mãos dos Outros.

Começa a Season 3 e temos a Dharma Ville, Juliet e seus amigos vivendo em casas pré-fabricadas em uma vila feliz, discutindo um assunto qualquer no clube do livro, até que eles passam a observar um acidente na ilha, o avião do voo 815 se partindo em dois no céu e ai começamos a entender que essas pessoas a quem fomos apresentados recentemente  (os Outros) já tinham planos para os passageiros daquele avião.

Eles ficam de reféns, presos em jaulas e “aquários”  por um tempo com o pessoal Dharma e descobrem que eles são mais estranhos do que eles pensavam. Enquanto isso, mais coisas estranhas acontecem na ilha e ninguém parece entender do que se trata. Mistério.

Aqui, no final da temporada  nós tivemos o que na minha opinião foi o momento mais importante da história de Lost. A cena do episódio final quando vimos Jack, bem diferente de como estavamos acostumados, inquieto, perturbado e gritando para Kate que eles tinham que voltar para a ilha. Uow! Quase morri nessa hora! Como assim eles tem que voltar para ilha? Quer dizer que eles conseguiram sair de lá? Howcoolisthat? E a partir de agora, surgia uma nova dinâmica para que essa história nos fosse contada: a introdução do Flashforward.

Pra mim, esse foi o momento alto e inatingível de Lost, um momento único e díficil de alguma outra série conseguir superar. Que emoção boa neam?

Na Season 4, tivemos a introdução do pessoal do cargueiro e finalmente passamos a conhecer a história que levou eles para fora da ilha. Mas não todos, apenas 6 deles. E com isso tivemos outra cena emocionate, quando os sobreviventes chegam em terra firme e reencontram suas famílias. Foi outro momento bem bacana. Mas não foi das melhores temporadas, isso é fato. Ahhhh, e ainda teve a ilha se movendo e desaparecendo diante dos olhos deles e dos nossos tmbm. Meio absurdo, mas cool mesmo assim. É, cool!

A Season 5 pra mim foi a mais arrastada (até eu começar a assistir a sexta neam?) e mais difícil de engolir. Tudo ficou bem confuso com as viagens no tempo, a volta dos personagens que sairam da ilha e a divisão da linha do tempo só colaboraram para deixar tudo mais confuso ainda. Então vamos explodir tudo e tentar apagar o passado? E foi isso que eles fizeram. BOOM! Nota 5 para ela.

E chegamos a reta final, “LAX” abrindo essa Season 6 e nos apresentando um novo cenário com o voo da Oceanic chegando de fato ao seu destino em LA. Mas espera ae, 1 cenário não, 2! Porque ainda temos os sobreviventes do acidente lutando para sobreviver na ilha. Confuoooso não?

Daqui para frente vcs conhecem a história porque eu escrevi aqui no Guilt sobre todos esses eps e vcs, meus 6 leitores (Guilt Six, rs) são bem informados e leem meus posts, mesmo esses enormes e meio sem sentido, rs.

Lost teve altos e baixos como toda série de tv dramática que dura muito tempo no ar. É justo dizer que foram muito mais altos do que baixos, mas de vez em quando eles bem que escorregaram não? Mesmo tendo duras críticas a essa temporada final, eu não acho que foi um tempo perdido (como ouvi muito por ai  ultimamente) passar por todas as temporadas anteriores, mesmo quando a história atual apresenta pouca relação com tudo que aconteceu na ilha ou fora dela até hoje. Sou fã de Lost, sim, é isso mesmo. Por isso eu acho válido criticar, não assisto Lost para procurar defeitos, assisto para me divertir. E quando isso não acontece eu falo/escrevo. Mas faço o mesmo quando acontece, então…

Só sei que eu já estou com saudades. Qual outra série será digna de ocupar esse espaço que ficará vazio em minha vida depois desse final? Snif…

Pausa dramática antes que eu fique cafona de vez, rs

A maior importância que eu dou para Lost foi como a série conseguiu mudar o costume de como as pessoas assistem tv. Fomos apresentados ao Paolo Torrento por ela, passamos a não ter mais que esperar a série ser exibida tardiamente  por aqui, o que eu acho bem digno. A forma com que a série mobilizou os fãs a se reunirem e dividirem o assunto foi absurda, quase assustadora. E foi um primeiro passo da evolução do modo como assistimos tv hoje, fatão. Hoje em dia assistimos muito mais coisas pelo computador do que pela TV e acho que esse é um caminho sem volta.

E mais uma vez eu digo, a velocidade com que as legendas de Lost apareciam era incrível! E esse mérito é todo dos legenders que se dedicaram a facilitar a vida de muita gente. Um trabalho gratuito, de quem é fã mesmo e que deve ser reconhecido por todos. Outra vez eu agradeço aqui no Guilt pela dedicação de todos vcs. Clap Clap Clap!

É claro que esse não será o meu último e nem o penúltimo post sobre a série, afinal ainda temos o “The End” pela frente neam? E certamente eu vou escrever pencas sobre ele e é bem possível que eu escreva pencas tmbm sobre as opiniões otimistas sobre a série que sempre me irritam, ainda mais se o episódio final for bocó como a grande maioria dessa ultima temporada. Que Jacob não cruze o meu caminho!

Mas aqui estou eu, já saudoso com o series finale mais aguradado no mundo todo. Antes eu previa a data do episódio final de Lost como o dia em que a internet cairia no mundo todo e que não teria Paolo Torrento certo nessas horas para salvar as nossas vidas. Mas como a série não continua mais a mesma eu já não tenho certeza de que isso poderá acontecer.

A única certeza que eu tenho é a que eu, Essy, vou passar a noite em claro a base de ansiolítico até a chegada desse grande final que eu ainda espero que assim seja! (mesmo mantendo pouca esperança)

Namaste!

Responde ae Jacob: Por que é que eles morreram mesmo?

Maio 20, 2010

* Big big big spoillers para quem ainda não assistiu Lost dessa semana (6×16 What they died for)

E a resposta é: para tentar consertar a cagada que o Jacob fez no passado.

E é isso, gostando ou não é o que temos para hoje com o penúltimo episódio ever de Lost. E foi tudo assim, digamos “simples”, uma conversinha em volta da fogueira, Jacob retornando das cinzas (lame) e finalmente abrindo a boca para explicar os “porques de tudo” (alguns é claro).

Porque vc nos trouxe para a ilha mesmo hein Jacob?

J – Para tentar consertar a cagada que eu fiz quando matei o meu irmão jogando-o dentro da caverna da luz mágica

E porque nós?

J – Porque todos vcs eram infelizes e imperfeitos assim como eu (e o resto da humanidade)

E agora nós fazemos o que?

Um de vcs terá que assumir o  meu trabalho, que é o de  proteger a ilha e conter o monstro de fumaça e ponto. That’s all folks!

E foi isso. No episódio final teremos Jack vs O Homem de Preto e o encontro (ou não) das suas realidades. The End.

Eu sei, vc que tem pelo menos meio cérebro pensante deve estar pensando: What the fuck?

 

Mas é isso mesmo, de forma simples e direta como vem sendo explicados todos os assuntos que eles escolheram explicar nessa temporada, o maior mistério de todos foi revelado desse forma, em uma reunião no meio da floresta ao lado da fogueira das cinzas do Jacob.

E eu tmbm sei que nessa hora os roteiristas devem estar dizendo: enganamos eles neam? Era tudo muito mais simples do que todo mundo imaginava e esses tolos ficaram por 6 anos criando teorias absurdas, buscando referências em livros exóticos e tudo mais, para no final das contas a resposta ser muito mais simples do que alguém poderia imaginar. TO-LOS!

Eu não gostei muito da resposta, e muito menos da forma como ela foi apresentada (+ uma vez) , mas digamos que foi no máximo aceitável…

Mais uma vez e talvez pela penúltima vez eu digo: what that fuck?

Faz tempo que Lost deixou de ser uma série de pessoas perdidas em uma ilha misteriosas, onde coisas estranhas aconteceiam o tempo todo. Lutando para sobreviver entre javalis, ursos polares, gente estranha fantasiada que sequestra crianças (e para que ou porque?), caixas misteriosas que trazem pessoas para a ilha (o pai do Locke), mulheres grávidas que não conseguem completar a gestação na ilha (?), uma francesa  maluca que passou anos sozinha no meio da floresta e sobreviveu a tudo isso com suas armadilhas mirabolantes, um homem que passou dois anos (?) preso em uma escotilha subterrânea tendo que apertar um botão para o mundo não “explodir”, estações Dharma escondidas e descobertas a todo momento, os sobreviventes da parte traseira do avião encotrando a outra parte dos sobreviventes (Bernard e Rose, o melhor reencontro ever), Vincente! (que dizem que esta sob os cuidados do casal), submarino que pode sair da ilha, um botão que ativa o monstro de fumaça, o povo violento e pronto para a guerra do cargueiro, Faraday, Ben tentando enganar todo mundo com seus mind games, viagens exóticas no tempo, bombas, a cabana de Jacob, Ben falando com a cadeira (rs), Jacob influenciando a vida de todos eles em algum momento, os números malditos, os Oceanics 6 saindo da ilha e passando 3 anos fora dela, Dharma 70’s, Jack barbudão gritando ” We have to go back”, na melhor momento de Lost ever (e talvez da tv) quando descobrimos que sim, eles conseguiram sair da ilha, yei!. Puxa, que saudades que me deu tudo isso agora…

Mas nesse momento, nessa reta final, Lost deixou de ser tudo isso para virar um drama tolo entre irmãos que só conhecemos agora, perto do final da história embora ambos já tivessem sido mencionados anteriormente na série. E o pior de tudo, Jacob que prometia conter todas as informações que nos faltam,  parece não saber de muita coisa neam?

Jacob eu digo sem a menor piedade: de-tes-to vc.  Sério!

Tem personagem mais bocó e que faz cara de alface mais irritante do que Jacob? Preferia no tempo antigo, quando Jacob era apenas um olho assustado em uma fração de segundos de uma cena obscura em sua cabana. Bons tempos aqueles tmbm!

Parece que eles preferiram ignorar os fatos meniconados anteriormente nessa temporada final de Lost, deixando um milhão de zilhões de perguntas sem respostas. E vc se pergunta: qual a relação de tudo isso então? Como parece que essa resposta nós não teremos e eu acho que essa sim seria uma questão necessária de ser respondida eu arrisco: eles só precisavam preencher o tempo com alguma coisa neam gente?

Não que tenha sido tudo em vão, porque definitivamente não foi, mas que me parece tudo muito aleatório a essa altura, isso parece.

Passamos anos tentando juntar qualquer uma das informações acima, fazendo relações absurdas sobre elas, tentando de alguma forma achar um propósito para aquilo tudo e era isso? Vc só precisa de alguém para proteger a sua fonte mágica da Zelda? Hein Jacob? Seriously?

Tudo bem, eu até achei satisfatória a explicação e cheguei até a me emocionar quando ele jogou na cara do Jack, Kate, Sawyer e Hurley que eles foram escolhidos sim e nem tem do que reclamar porque nenhum deles foi tirado de uma vidinha feliz. Isso eu até aceito, mas porque eles? Porque não eu ou vc que esta lendo esse texto agora? Ok…péssima referência porque nós somos reais e tals mas vcs entenderam x da questão neam?

Ou será que esse é o Essy da realidade paralela quem esta falando? euri

Realidade paralela essa que reinou durante a Season 6, tornando-se a coisa mais interessante e menos constrangedora do que a vida deles na realidade da ilha. E desde que eles começaram a fazer com que os personagens dessa realidade começassem a se lembrar do que eles já passaram na ilha, tudo ficou ainda melhor. Pena ter sido pouco explorado.

Eu até entendo que no começo eles quiseram nos apresentar primeiro essa nova dinâmica da vida dos personagens que nós já conhecemos mas de outra forma, para depois começar a relacionar tudo com o passado deles na ilha. Mas custava ter colocado um cena pelo  menos em cada ep desses, onde os personagens começassem a se lembrar de coisas importantes que ele já viveram na ilha? Custava? Eu aposto que não. E tudo teria ficado bem mais interessante e essa nem é só a minha opinião pessoal.

Mas enfim, não somos pagos para isso…(infelizmente!)

O templo serviu para que mesmo? Hein?

Anyway, nem só de falta de resposta e uma história meia boca se fez o episódio que antecede o aguardado final de Lost. Tivemos outros fatos importantes e que eu até gostei (ou não):

  • Tivemos  a morte da geografa irritante tendo a goela cortada pelo monstro de fumaça. Cool!
  • Tivemos Widmore contando que foi escolhido por Jacob para retornar a ilha. Um pouco cool…
  • Agora, precisava sussurrar para o Flocke qual o propósito de Desmond como última recurso para o Jacob? Not cool!
  • Ben emocionado pelo carinho que Alex sente por ele. Cafonona mil!
  • Ben finalmente acertando as contas com seu grande inimigo de outros tempos, o Sr Widmore, enchendo de tiros o cara que mandou matar a sua filha. Cool!
  • Nesse momento, tivemos Ben escolhendo ficar definitivamente do lado negro da força ao lado do monstro de fumaça, de onde ele nunca deveria ter saido, fatão! Cool!
  • John Locke finalmente entendendo ou pelo menos tentando entender todas essas coincidências de encontros e desencontros com os demais passageiros do voo 815. Cool!
  • Desmond mexendo os pauzeeenhos para colocar todo mundo junto no mesmo lugar na realidade paralela. Cool!
  • E a morte mais injusta  e tola da série: Richard Alpert o imortal que nunca envelhece sendo jogado longe pelo monstro de fumaça. Not Cool e injusto

Ao final, tivemos Jacob mandando o novo síndico da ilha ,Jack, para a tal cachoeira com a luz mágica, que ele diz estar escondida perto do labirinto de bambus onde Jack acordou em sua primeira cena na série.

Alias, a cena com os olhos do Jack e ele “costurando” a Kate foi uma excelente referência a Lost antigo. Eu achei bem foufo, mas esperava que essa fosse a cena inicial do final da série, fom forom fom fom…

Enquanto isso, na realidade paralela, Desmond segue com Kate até a apresentação do filho de Jack onde finalmente conheceremos a sua mãe (Spoiller = Juliet)

E foi isso minha gente. Nada genial, nada surpreendente demais ou que a gente não sabia ainda. Tudo muito simples, direto e talvez até pouco satisfatório.

No Domingo 23/05 teremos o episódio final ” The End” e o meu nível de ansiedade nem esta perto de como eu imaginava que estaria. Mesmo assim, já me programo para passar a noite em claro e assistir ao ep online.

E o final hein? Será que vai ser báfu?

Nem acho, mas pelo menos virá para concluir essa história que já foi tão mais legal um dia.

Mas bem acho que teremos Jack  indo até a luz mágica com a ajuda de Desmond e seus amigos,  colocando um fim nessa história de uma vez por toda. Duvido que ele vá se conformar em ficar por ali a sua vida toda, cuidando de uma luz qualquer neam? Jack, vc é melhor do que isso, por favor não me decepcione hein?

O que não podemos negar é a importância de Lost para o universo  dos seriados de tv modernos, a forma com que a série foi explorada e divulgada na internet, a ansiedade e discussões que cada episódio gerou e o carisma desses personagens que nos conquistaram e fizeram com que o mundo passasse a torcer por eles, isso não tem como negar!

Me lembro com saudades dos primórdios de Lost, quando Paolo Torrento me trazia episódios pesadérrimos com ótima qualidade, ainda sem legenda e em arquivos enormes.

Inclusive, o Guilt gostaria de agradecer aqui tmbm o trabalho de todos os legenders, em sua maioria jovens que passaram todos esses anos traduzindo em uma velocidade absurda os episódios inéditos de Lost a cada semana. Acho que foi a primeira série que mobilizou esse tipo de ação de colaboração e com essa agilidade que só os episódios de Lost chegam a internet. Eu não conheço nenhuma outra série capaz desse fato, pelo menos não até agora. Por isso, Clap Clap Clap para todos vcs que realizaram esse trabalho facilitando a vida de muita gente sem ganhar nada em troca. Sinto orgulho dos legenders todos, fatão!

E qual será o novo Lost hein? Apostas? Eu acho que vai demorar um pouco ainda, mas…

E vamos lá, porque domingão teremos o final de uma era hein? Com certeza lembraremos de Lost quando o assunto for  boas séries de tv e discutiremos pencas o assunto ainda depois desse final, outro fatão!

E mesmo com as minhas baixas  expectativas para esse Series Finale, eu bem que espero que seja IN-CRÍ-VEL!

Namaste!

Ahhhh, e o promo do ep final ” 6×17/18 The End”, é claro!

A despedida emocionada de Lost

Maio 19, 2010

E agora que só falta o episódio final (6×17, 18 The End) , um video emocionado com o elenco principal fazendo a sua despedida de Lost

Eu juro que mesmo com os caminhos obscuros dessa reta final, eu me emocionei com o video!


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