Posts Tagged ‘The It Crowd’

Family Tree, o promo

Março 21, 2013

Family Tree é uma nova comédia criada por Christopher Guest em parceria com Jim Piddock para a HBO, que tem como plot central a história de Tom Chadwick (com o sensacional Chris O’Dowd que nós AMAMOS e fizemos uma maratona até que recente em sua excelente série antiga, The It Crowd e adorkable Moone Boy), que após ver a sua vida desmoronando aos poucos, perdendo a namorada, o trabalho e nada indo muito bem no seu presente (aquele perfil do perdedor que a gente vem gostando cada vez mais), acaba herdando de sua avó uma caixa antiga com algumas coisas pessoais da mesma, algo que desperta o seu interesse em procurar saber mais sobre a história da sua família, investigando assim sua árvore genealógica para tentar entender um pouco mais sobre quem ele realmente é e de onde vem suas raízes.

O elenco é sensacional e tem a participação de vários veteranos da comédia do cinema e da TV americana, como já podemos perceber pelo promo, além de contar com o detalhe de que a comédia no estilo mockumentary nos trará diálogos improvisados entre seus atores.

Curiosos ou ansiosos?

Diz que a série chega em maio, ainda sem data definida.

 

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Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012

Dezembro 27, 2012

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Estava eu triste comigo mesmo, fazendo um balanço sobre tudo o que eu assisti durante essa ano que passou, achando que não tinha me dedicado o suficiente a minha vida televisiva (talvez fosse apenas o efeito do hiatus falando mais alto nesse atual momento), quando resolvi fazer a matemática das maratonas que acabei encarando em 2012 e não é que eu fiquei até surpreso com o resultado?

De um total de 8 séries, apenas apenas 2 já estavam completas (para não dizer canceladas) e as outras 6 foram acrescentadas a minha agenda de sempre, todas excelentes e muito bem vindas por sinal. Desse total, 3 delas são americanas, 4 inglesas (meu atual fraco) e 1 delas canadense. Fazendo um cálculo básico na minha calculadora científica da Hello Kitty, foram 21 temporadas, somando um total de 226 episódios. Ou seja, na verdade, somando esse número a tudo que eu já assisto normalmente (e vocês sabem que não é pouca coisa), na verdade, eu realmente não tenho muito do que me envergonhar em relação ao meu desempenho em frente a TV durante o ano de 2012. (na verdade, talvez eu tenha que me envergonhar pelo total de horas gastas apenas nessa tarefa, rs #SHAMEONME)

Para encerrar o ano, resolvi fazer uma lista reunindo todas as maratonas sensacionais que nós dividimos aqui no Guilt durante esse ano de 2012 , aproveitando esse período de marasmo na TV que é sempre essa época de hiatus, na esperança de quem sabe assim acabar influenciando mais alguém a assistir a pelo menos uma dessas séries que merecem e muito serem vistas por todos. Isso pensando em quem eu não consegui convencer ainda… porque em todas elas, eu já trabalhei bastante nesse plot, rs

 

Doctor Who

DOCTOR WHO

A essa altura, já não é mais segredo para ninguém o meu amor por Doctor Who. Apesar da ter começado a assistir a série através da sua Season 5, a primeira com o 11th Doctor e na companhia dos Ponds, me apaixonei tanto por esse personagem e por toda a sua mitologia, que prometi para mim mesmo que eu precisava conhecer mais dessa história fantasiosa e tão especial.

Assim, me aventurei em uma maratona deliciosa nas quatro temporadas anteriores dessa nova fase da série (a partir de 2005), onde acabei conhecendo e também me apegando bastante aos outros dois doutores que ajudaram a criar a mitologia desse personagem que sem a menor dúvida é o que justifica toda a grandeza da série, que está prestes a completar 50 anos agora em 2013. SIM, eu disse 50 anos!

Realmente não é a toa que Doctor Who vem conquistando cada vez mais fãs pelo mundo todo com suas histórias, que tem um universo riquíssimo a ser explorado, onde essa jornada passa a ser uma verdadeira delícia deliciosa, seja lá qual for a sua idade.

E foi bem importante fazer essa volta ao passado recente da série, para conhecer e aprender um pouco mais sobre o personagem, além de compreender melhor algumas situações nas quais o Doutor se encontra até mesmo hoje em dia, no alto da atual Season 7, por exemplo. Algo que eu recomendo para todo mundo que for fã da série atual. Sem contar a experiência de conhecer e se despedir das companions todas ao longo desses últimos anos, além de vivenciar como é difícil nos despedir de um doutor, quando chega o momento da sua regeneração. Ambos momentos importantíssimos para a série, além de lindos e bastante especiais, é claro.

Apesar de já ter dito por várias vezes que o 11th Doctor é o meu Doutor, também é impossível enfrentar essa maratona na série antiga e não acabar se envolvendo e se apegando completamente aos outros dois Doutores dessa nova fase, aprendendo a gostar de cada um deles por motivos diferentes, conhecer e se apaixonar pelas diferenças de cada um e esse tipo de relação eu mais uma vez atribuo a grandeza desse personagem, que é realmente muito especial. Sem exageros.

Doctor Who passou a ser exibida em 2012 pela TV Cultura aqui no Brasil, que ao longo desse ano já exibiu pelo menos duas vezes cada um de seus episódios até a Season 6. Esse ano também foi lançado por aqui o box da primeira temporada da série, com o 9th Doctor e segundo a Log On Editora, os demais serão lançados em breve.

Season 1

Season 2

Season 3

Season 4

 

 

Sherlock

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Assistir a Sherlock chega a ser uma covardia com qualquer um dos demais que tenham se aventurado dentro do já tão explorado e conhecido universo de Sherlock Holmes. E por mais que atualmente tenhamos alguns bons representantes (e bem diferentes) para o mesmo personagem, é difícil não conseguir reconhecer logo de cara que sem muita dúvida, o Sherlock Holmes interpretado pelo excelente ator Benedict Cumberbatch é muito melhor do que qualquer um dos outros. A partir da série, acabei decidindo então que esse é o meu Sherlock Holmes e não aceito outro. Pelo menos não com tanto amor, rs. (♥ – Sorry Downey Jr, Lee Miller)

Muitas pessoas torcem ao nariz para a duração de cada um dos episódios da série, com cerca de 1h30 cada, mas ao deixar esse detalhe de lado e se atentar a excepcional forma que eles escolheram para nos contar suas histórias nessa série de TV,  é bem fácil perceber que realmente esse tempo a mais para cada episódio acaba fazendo toda a diferença, de tão excelente que a Sherlock consegue ser e sem fazer com que eles pareçam arrastados demais ou qualquer coisa do tipo. Tudo dentro desses muitos minutos acaba se fazendo necessário. Tudo.

Personagens queridos, muito bem “recriados”, uma parceria espetacular entre os atores Benedict Cumberbatch e o Martin Freeman, Sherlock é sem dúvidas um dos melhores produtos da TV atual, em todo e qualquer sentido. Uma série muito bem construída, muitíssimo bem cuidada por todos os lados, cheia de referências visuais e um estilo que já se transformou em uma identidade própria (e quem copiar vai ficar com cara de cópia, não tem jeito) e que com certeza vai te deixar de queixo caído de tão boa que essa versão inglesa consegue ser. Sem contar, a especialíssima participação de um dos melhores vilões da história, Moriarty, que não deixou nada a dever para o nível do seu pior inimigo. Sério, outro dos melhores personagens da TV atual, sem a menor dúvida.

Até agora, foram exibidas duas temporadas com apenas 3 episódios cada e uma terceira já confirmada, está sendo aguardada apenas para o final de 2013, começo de 2014, devido a agenda dos dois atores principais (Humpf). Uma pena ter que esperar tanto para ter algo novo da série, mas para quem se animar, os DVDs das duas temporadas de Sherlock já se encontram disponíveis por aqui, também pela Log On Editora. Um ótimo investimento indeed.

Season 1

Season 2

 

 

Being Erica

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Assistimos um monte de séries na TV o tempo todo e isso já faz parte da nossa rotina desde sempre. Algumas duram muito, outras pouco, mas somente algumas acabam ficando com a gente para sempre, seja por uma memória afetiva ou por qualquer outro detalhe, mas geralmente, quando isso acontece, é porque elas foram realmente especiais.

E esse é o caso de Being Erica, uma surpresa deliciosa que eu tive durante esse ano de 2012, quando decidi encarar uma maratona dentro dessa série canadense que eu sempre acabava deixando para depois, por um motivo ou outro. Talvez estivesse esperando inconscientemente pelo momento certo…

Being Erica é mesmo muito especial porque além da jornada pessoal da personagem ser uma delícia deliciosa, ela é um convite para terapia ao lado da própria Erica. E detalhe, essa não é um terapia chata ou comum, algo que deixa a série ainda mais especial. Ao lado do Doctor Tom, o terapeuta dos sonhos de qualquer um  (quem eu espero encontrar até hoje, toda vez que abro uma porta qualquer. Sério. , vamos abrindo portas e mais portas juntamente com a personagem e todas elas acabam nos levando para momentos importantes da vida da Erica e que são todos momentos muito fáceis de se relacionar com a nossa própria vida, independente das nossas diferenças.

Sério, nunca uma série havia se relacionado tanto com a minha vida (e meio que serve para todo mundo) e apesar de soar extremamente clichê  o que eu tenho a dizer sobre ela, eu realmente acabei fazendo terapia durante essas quatro deliciosas e mais do que especiais temporadas da série. Também não me lembro de ter ficado tão emocionado com um series finale por todos os motivos possíveis e imagináveis. Chorei, chorei, chorei e saí renovado. WOO!

O tipo de série para se levar para a vida e recomendar para quem a gente gosta de verdade (♥). Talvez eu a reveja pelo menos uma vez por ano, para sempre! (aquele que acha que nunca será liberado da terapia)

São quatro temporadas curtas, com uma média de 12 episódios cada, que você deve assistir acompanhado da sua caixa de Kleenex, porque é difícil conter as lágrimas. Por aqui, dizem que a série será exibida pelo recém chegado canal da BBC HD…

Season 1

Season 2

Season 3

Season 4

 

 

Downton Abbey

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Todo mundo sempre falou muito bem de Downton Abbey, algo que naturalmente acabava me deixando bastante curioso a respeito da série inglesa. Confesso que histórias de época nunca foram o meu forte na TV, mas Downton Abbey acabou mudando completamente a minha visão com a sua história, que é sim antiga e apaixonante.

E tudo isso sem precisar ir muito fundo em nada, apenas aproveitando uma época distante que não vivemos e nos trazendo o dia a dia da família Crawley em Downton e a rotina de seus empregados. Apesar do tema parecer ser simples, as histórias são todas muito especiais, cheias de acontecimentos, reviravoltas e acaba acontecendo de tudo naqueles muitos cômodos daquela casa grandiosa, além dos acontecimentos históricos da época que acabam se fundindo com a história em determinados momentos. E o elenco também acaba fazendo toda a diferença para a qualidade da série, que chega a ser absurda.

Desde que a conheci, em pouco tempo a série conseguiu se transformar no meu novo novelão, daqueles onde a gente consegue encontrar de tudo um pouco do que mais gostamos. E apesar de se tratar de um drama daqueles, Downton Abbey é também uma série bem leve, sobre coisas simples como eu já disse anteriormente e recheada com momentos de pura doçura, uma inocência de outros tempos e muito daquele humor típico inglês que nós gostamos tanto.

Atualmente com três temporadas já exibidas na terra da rainha e com os DVDs recém lançados por aqui das duas primeiras temporadas, foi anunciado recentemente que a série será exibida pelo GNT a partir de Abril de 2013 e na sequência das Seasons 1 e 2.

Ainda falta falarmos da recém encerrada Season 3 aqui no Guilt (estava esperando o especial de Natal para poder fazer uma review completa da temporada), eu sei, mas logo resolveremos esse problema indeed…

Season 1

Season 2

 

 

The It Crowd

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Como nem só de dramas e Sci-Fi se vive o homem moderno e cheio de culpa (rs), estava faltando uma comédia para começar a alegrar os meus dias durante a maratona de 2012. E foi na comédia nerd The It Crowd que eu encontrei a minha diversão garantida ao lado desses três personagens adoráveis, presos em um porão no departamento de TI da Reynholm Industries.

A série tem aquele típico humor inglês que nós adoramos, esse bem escrachado e bem politicamente incorreto em vários momentos. Sem contar todas as situações do cotidiano daquela equipe de TI, que apesar de bem simples e comum, são recheadas de piadinhas nerds e momentos de puro pastelão.

Uma típica comédia do absurdo inglesa, que é uma pena que tenha sido cancelada tão cedo. Humpf!

São quatro temporadas com apenas 6 episódios cada uma delas, do tipo que você consegue assistir sem ter que fazer muito esforço e de quebra, ainda acaba se divertindo e muito.

Já tentou desligar e ligar de novo? (♥)

ps: se alguém souber em que porão dos bastidores da TV inglesa que se encontram os toys todos utilizados no cenário da série, por favor entre em contato para que possamos planejar esse roubo do século nerd, rs.

Seasons 1,2,3,4

 

 

Awkward

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Awkward é um tapa na cara bem dado e usando o anel do humor para quem achava que uma série produzida pela MTV não poderia ser realmente boa. Tapa na cara que eu mesmo acabei tomando, quando vivia torcendo o nariz para a série mas, devido a muita insistência e comentários positivos por todos os lados, acabei dando uma chance para a mesma e isso para a minha sorte, claro, porque Awkward é realmente muito boa.

Primeiro que a série tem cara de filme da década de 80, se passa em um high school bem pé no chão, com cara de possível e tem personagens sensacionais, aproveitando muito bem essa onda do humor do “perdedor” que todo mundo sabe que ironicamente ou não, é quem mais vem se dando bem atualmente. Suck it!

Apesar de ter achado a primeira temporada bem mais especial do que a segunda, Awkward continua sim sendo uma ótima opção para que estiver a procura de uma nova “dramédia”. Ainda inédita no Brasil, a série é da MTV já recebeu a encomenda de uma terceira temporada, essa com o dobro de episódios que estavam sendo exibidos normalmente.

“Sorry, but i’m not sorry. You’re welcome” (queixo para frente + cara de megabitch)

Seasons 1 e 2

 

 

Happy Endings

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Outra série americana que eu havia decidido ignorar por pura implicância boba, até que um belo dia resolvi dar uma chance e acabei me vendo completamente apaixonado por quase todos os seus personagens e com raiva imensa de mim mesmo por não ter assistido essa comédia sensacional antes. Damn you Essy!

Seis amigos que vivem na mesma cidade e que acabam dividindo uma série de eventos do dia a dia que garantem a nossa diversão a cada novo episódio. Onde é que nós já vimos isso mesmo antes, hein?

E antes mesmo de você pensar em dizer Friends, saibam que eles mesmo já fizeram essa piada e ela não poderia ter sido mais descarada ou especial. Uma típica sitcom americana, mas muito bem escrita e editada, cheia de referência as séries do mesmo gênero e com personagens divertidíssimos e completamente apaixonantes. Amauzing!

Exceto pela filha do Jack Bauer, que continua a mesma insuportável e que não consegue ter a menor graça, até hoje. Ahhh se aquele puma antigo estivesse com um pouquinho mais de fome e ou sorte…(24)

Atualmente em suas Season 3 (que anda meio irregular, confesso…), Happy Endings pode ser uma boa pedida para você que está a procura de novos amigos, rs.

Seasons 1 e 2

 

 

The Newsroom

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O drama que estava faltando na nossa TV. Apesar de ser uma série nova, lançada esse ano, acabei deixando para assistir a primeira temporada da estreante The Newsroom quando ela já havia se encerrado e por isso a considerei como uma maratona juntamente com as demais.

A série que marcava a volta do texto sempre excelente do Aaron Sorkin a TV, mas que já chegava dividindo opiniões. Alguns odiaram. Outros morreram de amor. Apesar de um piloto excelente, a série deu sim algumas deslizadas ao longo da temporada, principalmente na questão da construção da vida pessoal dos personagens e até mesmo de suas histórias. Demorou para deslanchar no começo, mas assim que eles descobriram o caminho certo a ser percorrido, meio que como uma fórmula, ganhamos uma sequência de episódios sensacionais, do tipo para se aplaudir de pé. Como esquecer aquele momento “Fix You” de um dos episódios mais especiais dessa primeira temporada, por exemplo?

Apesar da série ser sobre o núcleo de jornalismo de um programa de TV, deixando de lado a parte mais ideológica da coisa, que na prática, nós todos entendemos e já aprendemos que na vida real não é bem assim que as coisas funcionam, ainda assim, The Newsroom acaba servindo de inspiração para todos que sonham em se tornar grandes profissionais, seja lá qual for a sua área de atuação. E também, apesar de se tratar de um drama, a série tem seus momentos de pura comédia (alguns bem divertidinhos, outros nem tanto), assim como seus momentos que são só amor. (alguns funcionam melhor, outros nem tanto assim)

Já renovada para uma Season 2, a série é da HBO.

Season 1

 

E essas foram as nossas deliciosas maratonas do ano de 2012. Quem diria que a gente daria conta de assistir tantas séries e no meio de tudo isso, encontrar tanta coisa boa, hein?

Estou bem feliz com as minhas escolhas para 2012. E que venha o próximo ano!

 

ps: em 2013, começo a assistir a já encerrada Merlin (que eu pretendo começar logo) e finalmente decidi assistir Queer As Folk como eu deveria ter feito adequadamente no passado. Não prometo nenhuma review. Mentira, prometo sim. E por enquanto, para o próximo ano é isso… sugestões?

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Have you tried turning it off and on again? (The It Crowd)

Agosto 24, 2012

Se vc achava que já conhecia os nerds mais legais da TV (que hoje em dia nem são mais tão legais assim e mesmo sem citar nomes, todo mundo sabe de quem é que nós estamos falando), espera só até vc conhecer os  representantes vindos diretamente da terra da rainha em The It Crowd.

Comédia inglesa caricata ao extremo, o que também pode ser muito bom quando é assumidamente assim desde o começo, que é o que acontece aqui e de uma forma quase única que os ingleses conseguem fazer muito bem sem deixar a série insuportável com o tempo (só me lembrava de Ab Fab enquanto fazia minha maratona da série) e que com certeza vai te fazer dar boas risadas com as situações mais simples e comuns do cotidiano da equipe de TI da Reynholm Industries.

Sim, eles são os nerds que entendem tudo de computadores e trabalham com isso, meio que jogados no porão com todas as outras tralhas da empresa, um lugar onde nenhum outro departamento costuma frequentar e que ninguém costuma dar muito valor ou atenção, mas que é exatamente para onde todo mundo acaba ligando quando seus computadores não estão funcionando muito bem e eles precisam de alguma ajuda, o que para o total desespero do departamento de informática funciona quase que como um insulto, uma vez que quase sempre todos esses problemas poderiam ser resolvidos com uma simples pergunta que eles já estão mais do que cansados de fazer repetidamente a todo instante: vc já tentou desligar e ligar de novo? (e quase sempre aí está a solução para todos esses problemas, rs)

Essa é The It Crowd, uma comédia sobre o cotidiano dessa equipe nerd de TI que é quase impossível de não se apaixonar. Seus personagens são hilários, mesmo sendo uma caricatura exagerada deles mesmos ou de um estereótipo qualquer. Na série, eles estão sempre envolvidos em situações típicas de comédias do absurdo, onde aqueles situações todas muito provavelmente não fariam o menor sentido em um escritório comum qualquer, por exemplo. Outro fator que diferencia esses personagens das outras séries do gênero é que eles são nerds bem possíveis e não são exatamente as mentes mais brilhantes do mundo e tão pouco se acham superiores no quesito inteligência (embora eles aproveitem dessa vantagem para fazer piada com os menos favorecidos desse tipo específico de conhecimento que ele dominam). Fora que eles tem interesses bem comuns para todo mundo, apesar do universo nerd aparecer com bastante força na série, mas sempre de uma forma bem natural e nada forçada.

Roy (Chris O’Dowd, nosso header do mês aqui no Guilt, Höy) é um grandalhão irlandês sem o menor talento para lidar com as garotas, mas que nem por isso deixa de se arriscar nesse campo, mesmo obtendo pouco sucesso em suas investidas (ainda mais quando vc sai para um date com “cocô” na cara, rs). É dele a quote mais famosa da série (Have you tried turning it off and on again? – do título do post) além das t-shirts mais invejáveis da TV (esqueçam todas as que o Sheldon usa em The Big Bang Theory – na verdade, esqueça TBBT, rs -, porque as do Roy são muito mais legais. Mas muuuito!). Ele também é meio que o lider da turma, pelo menos é o que parece que ele imagina ser, aquele que tem mais contato com o mundo exterior devido a total falta de habilidade nessa área do seu parceiro de trabalho.

E tudo no personagem é bem engraçado (um tipo que o Chris O’Dowd consegue fazer muito bem, que é o perdedor adorável que nós AMAMOS já faz tempo), desde a sua voz que mais parece a de um ad0lescente ainda enfrentando a puberdade, até a forma como ele quase sempre está metido em situações absurdas, como quando ele acabou fingindo ser um deficiente físico apenas para sustentar uma “mentira forçada” na visita do grupo a um musical gay no teatro (2×01 The Work Outing), ou quando ele acabou preso do lado de fora da empresa por ter perdido sua camisa para uma senhora acidentada no trabalho e fica sem camisa por duas horas naquele frio de Londres (3×03 Tramp Like Us), onde o personagem acaba na mesma situação de um “morador de rua” que cruza seu caminho pela manhã pedindo dinheiro e ele naturalmente fica bem desconfiado com a desculpa do tal para estar naquela condição (quem nunca?), até o seu plot mais desastroso de todos dentro da série (3×02 Are We Not Men?), que foi quando apenas para se sentir pertencendo a turma dos meninos que gosta de futebol (coisa que eles não gostam, não entendem e na verdade pouco se importam ou se interessam. Alguma semelhança?), Roy acabou se encontrando como cúmplice de um assalto que ele mesmo denunciou para a polícia. Isso para citar apenas algumas das suas melhoreres situações dentro da série dentre várias que também são bem especiais.

Moss (Richard Ayoade) é o parceiro de departamento do Roy, aquele sem o menor talento para lidar com outras pessoas fora do seu universo que é muito particular, que eu mencionei ateriormente. E Moss é um personagem adorável, cheio de manias (#TEMCOMNAOAMAR o plot das duas canecas para o seu momento dramático do dia? pensando em adotar…), mesmo sendo uma caricatura super exagerada do que se espera de um nerd antigo. E nesse exagero inclusive está toda a genialidade do personagem, que é muito especial dentro de suas “deficiências” e genialidade. AMO quando ele vai salvar o Roy do plot do assalto e acaba fingindo ser seu namorado, tascando um beijo daqueles no amigo como se não houvesse amanhã no meio da rua, enquanto passam vários carros de polícia procurando pelos tais assaltantes, ou quando ela se oferece para ser o marido fake da Jen (3×05 Friendface)  e acaba assumindo uma nova identidade divertidíssima, até o seu grande ato heroico no episódio onde ele resolve sair da sua zona de conforto e acaba meio maluco, roubando coisas que ele nem queria ou precisava e acaba envolvido em uma situação com uma suposta bomba no quarteirão da empresa em que eles trabalham (4×05 Bad Boys). Sério, howcoolisthat?

E a terceira personagem do grupo fica por conta da Jen (Katherine Parkinson), ela que como quase todo mundo, acaba mentindo para conseguir um emprego na empresa e mesmo sem saber absolutamente nada sobre computadores, acaba indo trabalhar como chefe do departamento de TI e se vê tendo que trabalhar no porão (sendo que o resto da empresa é tudo lindo, rs), com aqueles dois malucos com quem ela nem imagina ter tanta coisa em comum. E apesar da Jen não fazer exatamente parte da turma dos nerds, ela também é uma personagem divertidíssima com momentos excelentes, como quando ela resolve comprar um sapato vários números menores do que o que ela usa (1×02 Calamity Jen – quem nunca?), ou quando ela me fez rolar de tanto rir fingindo que sabia falar italiano, soltando várias palavras aleatórias e com um sotaque impagável (só de lembrar eu já não me aguento, rs), se achando garantida confiando em um app qualquer (4×04 Italian For Beginners), até a gente conhecer o seu desktop recheado dos mais variados a antigos vírus e spywares que ela não tinha a menor ideia de que não deveriam estar ali e estava apenas acumulando todos eles, já acostumadas com aquelas 300 janelas que não deveriam estar ali. Algo que acontece no mesmo episódio onde Moss tem o seu surto na companhia do Ross, eles resolvem matar o dia de trabalho, justamente quando finalmente o Douglas resolve reconhecer e homenagear o trabalho da equipe dentro da empresa. Humpf! (4×05)

É claro que não pertencendo exatamente ao grupo, Jen acaba sendo uma vítima certa para os outros dois personagens, que a princípio relutam em aceitá-la, mas depois acabam comprando a ideia de ter uma menina por perto só para variar um pouco, além de que agora com ela no departamento, eles estavam ganhando uma presa fácil para garantir a diversão naquele lugar onde não costumava acontecer muita coisa. Outro plot sensacional envolvendo todos eles foi quando a Jen teve que fazer um discurso na empresa e eles inventaram que uma caixa preta qualquer era a “internet” em pessoa (3×04 The Speech), retirada do Big Ben especialmente para aquela ocasião (rs), que é claro que ela acreditou sem nem ao menos duvidar e acabou levando a história a público em um momento que terminou com uma gargalhada quase incontrolável da dupla Roy & Moss, além do completo caos dentro do local de trabalho, quando todos os outros funcionários acharam que a internet havia de fato morrido. #TEMCOMONAOAMAR (episódio que tem uma luta de corpo a corpo entre o chefe e sua nova namorada, que é simplesmente impagável!)

Dentro da empresa, ainda ganhamos a participação de alguns personagens coadjuvantes tão bons quanto os principais, como o dono da empresa, o Denholm Reynholm (Christopher Morris), que acabou saindo da série até que precocemente (achava ele super engraçado) em um plot suicida super aleatório e nem por isso menos divertido, para a entrada do seu filho Douglas (Matt Berry), um playboy bem do preguiçoso que não faz muita ideia de qual a sua função dentro daquela empresa que ele acabou herdando do meio do nada, além do personagem nutrir uma amor platônico pela própria Jen e uma certa coleção de arte erótica além de um gosto um tanto quanto duvidoso, o que também é bem bacana.

Mas o melhor deles surge mesmo do meio do nada, em uma porta vermelha secreta que a gente sequer havia notado (rs) na sala de TI, que é o Richmond (Noel Fielding), uma espécie de “vampiro” (e nada nos convence que de vampiro ela só tenha a aparência, ainda mais depois de uma cena onde ele vai parar no teto da cozinha, rs) que só trabalha a noite, também não faz a menor ideia de qual é a sua função dentro daquela empresa e que é mantido trancado atrás da porta vermelha pela dupla Roy & Moss sem dó e nem piedade, só porque eles acham que o Richmond deprime demais o ambiente (o que ele realmente faz quando aparece). Sério, tem plot mais aleatório, cruel e adorável do que esse? Sem contar que o seu episódio de introdução ainda termina com a nossa descoberta de uma outra porta, dessa vez verde, que segundo eles também nunca deve ser aberta. #MISTERIO (só eu fiquei morrendo de curisosidade de saber o que tinha atrás daquela porta?)

Sem contar aquele cenário sensacional da série, que mesmo com boa parte dela se passando naquele porão com monitores velhos e peças de computadores antigos que eles nunca usam, tem um contraste feito de forma adorável com centenas de brinquedos do tipo toy art espalhados por todos os cantos (invejáveis, diga-se de passagem), além de todos aqueles stickers e posters com design super bacana e quase sempre bem foufos, pendurados por todas as paredes. Engraçado é que a medida em que as temporadas vão se passando, vão aparecendo novos posters, mais stickers e novos brinquedos, mais é tudo meio que acumulativo e o resultado final é de um contraste absurdo em meio a toda aquela bagunça e cacarecos, que me lembra muito o meu próprio quarto, principalmente pela quantidade de objetos na mesa do Roy. (marry me Roy? Vamos multiplicar esses brinquedos e dividir tees maravileeeandras – as suas podem até servir em mim, mas as minhas…). Tenho até dois iguais aos deles. Confirmou!

E apesar de funcionarem super bem dentro do seu departamento na empresa, nem só de trabalho vivem todos eles e quando saímos de dentro desse ambiente, também acabamos ganhando momentos divertidíssimos com todos os personagens. Meus preferidos são quando eles acabam todos se convidando para um jantar na casa da Jen, o que nos rende plots divertidíssimos envolvendo os demais convidados, ou quando o Ross fica aflito para ver o novo filme do Tarantino antes que o seu amigo meio assim acaba estragando sua experiência com spoilers (2×03 Moss And The German), episódio que também conta com a Jen enfrentando sérios obstáculos pelo seu direito de fumar (rs) e tem também aquele outro bem bacana com a mudança do Roy e o Moss participando de um programa de TV (4×02 The Final Countdown). Sem contar aquele outro com o processo do Ross contra o massagista que beijou a sua bunda. (4×03 Something Happened)

The It Crowd também é uma prova de como os ingleses conseguem fazer esse tipo de humor tão bem e quanto os americanos ainda precisam aprender a transformar uma caricatura em algo que se feito da forma certa, também pode ser bem bacana. É claro que a america de vez em quando insiste em viver de boas ideias do mundo que eles resolvem “readaptar”, o que também é conhecido como “fazer tudo igual só que sem sotaque, para que a sociedade americana aceite melhor sem torcer o nariz” e é claro que eles tentaram fazer o mesmo como a série britância, o que nós agradecemos imensamente por não ter dado certo. (versão que tinha o Joel McHale no papel do Roy e o Richard Ayoade repetindo o seu Moss – Why god, Why? –  e vcs podem apreciar essa vergonha aqui)

Agumas curiosidades sobre o elenco que eu acabei descobrindo ao assistir a série é que a Jen participou do excelente episódio final da Season 2 de Sherlock, vivendo aquela jornalista meio assim que se atira para cima do próprio Sherlock e que mais tarde descobrimos ser parceira do Moriarty que dizia não ser o Moriarty (informação que eu recebi de um dos leitores do Guilt, thnks!) e o ator que interpreta o Moss na série foi ninguém menos do que o diretor de “Submarine” um filme sensacional do qual nós já falamos muito bem por aqui (e que eu AMO). Chris O’Dowd atualmente está envolvido em duas produções (e quem sabe ele ainda volte em Girls), uma que é um projeto escrito por ele mesmo e baseado na sua infância no final dos anos 80 na Irlanda, chamada “Moone Boy”, que é uma produção da BBC e já está sendo produzida tem algum tempo, inclusive já tendo garantida uma segunda temporada, mesmo sem a primeira ter sequer estreado. Recentemente, ele também acabou entrando para o elenco de um novo projeto da HBO em parceria com a BBC2 chamado “Family Tree “, onde ele viverá o personagem principal da história.

Infelizmente The It Crowd já foi cancelada e os boatos de um retorno do elenco para a gravação de uma quinta e última temporada (que eles mereciam, pq aquele final poderia ter sido melhor, apesar de ser bem justo o foco no Douglas, além de ter sido super engraçado  já foram negados pelo próprio criador e único roteirista da série, Graham Lineham, que alegou que todas as histórias daqueles personagens já foram contadas. O que eu acho uma pena. São apenas 4 temporadas com 6 episódios cada uma e com isso ganhamos apenas 24 deliciosos episódios para morrer de rir e lamentar por a série já ter encontrado o seu final. Um humor super bacana, bem simples, quase idiota, mas que conseguiu conquistar uma legião de fãs em todo mundo.

Para assistir como se não houvesse amanhã, depois se arrepender de ter visto tão rápido e não existirem mais novos episódios. Além de lamentar pelos DVDs da série nunca terem chegado até aqui, claro. Humpf!

ps: e o que é foufa aquela abertura, hein?

 

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Tonatiuh Green + Roy Moss Smith

Agosto 13, 2012

Só para aproveitar e exibir minhas aquisições recentes de Lego Minifigures Series 7, que já chegou e se eu fosse vcs eu corria pq sempre acaba bem rapidinho…

E os escolhidos da vez para vir morar aqui em casa foram: Tonatiuh Green, deos azteca da pele verde (rs) e o que eu mais queria dessa série e fiquei tateando a embalagem sem a menor vergonha na loja, Roy Moss Smith, que foi batizado em homenagem aos meus nerds preferidos do momento da série The It Crowd (a qual eu já terminei a minha maratona e falaremos em breve…) e o Smith fica por conta da sua gravata borboleta, pq todo mundo sabe que “Bow Ties Are Cool!”.

Roy Moss Smith desejando uma segunda feira bem amarela para todos vcs! (e a partir de hoje, essa é a minha cara para todas as próximas segundas na vida!)

 

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O’DOWD, Chris

Agosto 2, 2012

Irlandês, tem todos os metros de altura, é super engraçado (lembrem-se de assistir tudo do Craigson, sempre!), de verdade, sério, do tipo que #NAOTEMCOMONAOAMAR. Cute, canta bem, esteve em “The Boat That Rocked” (que é o melhor filme de piratas de todos os tempos!) mas a maioria o conhece por seu policial magia em “Bridesmaids”. Todo mundo quer todas as tees que ele já usou em The It Crowd (que é a minha nova maratona inglesa do momento indeed, mas depois eu falo mais sobre) e sem contar que, qualquer pessoa que tenha esse grau de intimidade com o Michael Fassbender, merece todo o nosso respeito irlandês. Höy!

E daqui a pouco a gente vai poder vê-lo em Moone Boy, série baseada na sua infância nos anos 80 da Irlanda antiga e que o ator ainda assina como roteirista. Cool Cool Cool!

E a partir de hoje eu declaro que a senha para ganhar o meu coração é me chamar de Sugar Pie Honey Bunch. E não precisa nem cantar… (se cantar bem como o O’Dowd leva uns pontos extras, rs)

Hey, August! (♥)

 

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