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Uma declaração super honesta em relação ao novo Robocop

Maio 15, 2013

joel-kinnaman-robocop

E ela é a seguinte: o Joel Kinnaman está ou não está nos fazendo olhar o personagem com outros olhos, if you know what i mean?

Já imagino a gente a bordo da Galactica (porque eu gosto de um crossover e tudo fica melhor na Galactica. Lidem com isso!), Adaminha de comandante em cenas no chuveiro com o Helo e opção para interação com “convidados especiais” (só eu sonho em jogar Halo com o Helo até hoje?), Kinnaman que nos nossos sonhos vai para sempre se chamar Holder (blame The Killing) e sua armadura de Robocop, nos protegendo dos cylons todos, que nesse roteiro ganharão uma new generation e serão 24 modelos (____________________ inclua aqui seus nomes preferidos para cada um deles), com direito a paradas para abastecer no universo e outros plots de crossover envolvendo Star Trek (novo e antigo por motivos de fundamento antigo, Pine e Quinto) e Star Wars (esse só o antigo por motivos de Han Solo), claro. Höy!

E se alguém lançar esse porn (que não será soft porque já está muito badass, rs) algum dia, vocês já sabem de onde surgiu a ideia.

 

ps: trabalhamos com advogados (e máfia) e caso um plot semelhante surja na indústria dos filmes adultos, entraremos em contato imediatamente, exigindo nossos direitos… 

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A pergunta que não quer calar não é mais quem matou Rosie Larsen e sim o que matou The Killing?

Junho 26, 2012

Não, eu não me decepcionei com The Killing. Acho bom já começar essa review da segunda temporada dizendo que eu fiquei satisfeito com o desenrolar da série, que demorou uma temporada a mais do que a original para nos revelar quem de fato foi o assassino de Rosie Larsen. Me encontro tão satisfeito com a série que pra mim já deu e considero esse caso totalmente encerrado na minha vida. #CASECLOSED

Por isso, se a pergunta durante a Season 1 da série foi “mas afinal, quem matou Rosie Larsen?“, agora, ao final da Season 2, me parece mais adequado que a pergunta seja: mas afinal, o que matou The Killing?

Sim, The Killing  foi muito bacana. Sim, a série tem a Seatle chuvosa como plano de fundo e uma investigação policial bem boa, com recursos limitados e tudo bem diferente do que costuma acontecer “magicamente” em um CSI da vida e nós já sabemos de tudo isso a essa altura, porque acredito estar falando apenas com os poucos sobreviventes da audiência nesse momento. E sim, nós finalmente descobrimos quem foi (ou quem foram…) o assassino de Rosie Larsen e a resolução dessa história foi super bem feita e amarrada, com a emoção necessária para esse momento que todo mundo estava aguardando faz tempo, do tipo bem bacana de se ver. Mas sinceramente falando, precisávamos mesmo de duas temporadas para isso? …

Desde que a série começou, eu me peguei encantado com essa nova forma de se fazer uma série policial, que nunca foi o meu gênero preferido, confesso. Cheguei a achar bem bacana que nada se resolvia de forma tão simples dentro daquele cenário e tudo era muito mais profundo do que a gente imaginava, que foram os detalhes que acabaram me conquistando logo de cara. Fomos descobrindo que todos os suspeitos dessas história tinham o seu lado B muito bem escondido, o que tornava tudo muito mais interessante para cada um deles.

Mas ao mesmo tempo que eu entendia que The Killing seguia um outro padrão de série policial e mantinha aquele ritmo que nós já nos acostumamos de certa forma a ver no canal AMC (que faz escola dentro desse padrão), algumas coisas me deixavam bastante irritado com a série também, como os suspeitos todos que foram levantados durante a primeira temporada e que eram descartados logo em seguida, ainda no mesmo episóio, ou quando toda a sujeira da vida de diversas daquelas pessoas embora tivessem sido descobertas e estivessem relacionadas a vida da vítima em questão por um motivo ou outro, pouco serviram para a conclusão do caso em si, como a história das garotas de programa, por exemplo, que de certa forma só serviu para Rosie levar alguma fama. E é claro que uma das coisas que mais me incomodou na série desde o começo, foi a apatia da protagonista Sarah Linden, com quem eu nunca simpatizei muito (apesar de admirar sua competência até a página 7) e que de tão gélida, ficava cada vez mais difícil da gente se importar ou pelo menos se relacionar de forma amigável com a personagem.

E se a brincadeira durante a Season 1 foi levantar um suspeito por episódio e depois descartá-los logo em seguida, durante essa Season 2 a história foi bem diferente, onde acabamos conhecendo um pouco mais profundamente cada um dos personagens principais e que realmente importavam dentro daquela história.

Tivemos a família Larsen se desfazendo, com a mãe vagando em um hotel de beira de estrada, saindo com desconhecidos, tentando salvar a vida de jovens perdidas e doppelganger de sua filha morta e tomando um golpe logo em seguida, o que a fez voltar para casa, finalmente (só eu achei que ela só voltou pq foi roubada?). O pai, cada vez mais revoltado com o pouco caso que a polícia local o tratava, muitas vezes com razão e se sentindo injustiçado com o abandono da mulher, voltando a se relacionar com a máfia na tentativa de fazer justiça com as próprias mãos e ainda sendo explorado por gente sem a mínima compaixão por toda a sua dor naquele momento de fragilidade. Sem contar o plot do seu envolvimento com a cunhada, que por sua vez, sempre pareceu nutrir uma certa inveja da família que a sua irmã conseguiu construir e que para ela parecia ser tarde demais. Ela que além de tudo, sempre foi bem da esquisita…

Ainda dentro do cenário da família Larsen, descobrimos que Rosie na verdade não era filha biológica de Mitch Larsen, mas eu achei mais do que injusto a sua mãe usar isso como arma para dizer que fugiu porque ela era a sua mãe de verdade e por isso sentiu mais a dor da sua morte. Sério, quanta insensibilidade, hein dona Larsen?

Na ala política da série, Richmond, o político preso pela morte da garota, além de ter sido preso injustamente, acabou perdendo os movimentos devido ao tiro que acabou levando do Belko na cena que encerrou a temporada anterior, personagem que também sempre foi bem esquisito e não poderia ter tido um final melhor. Claro que com esse plot de homem injustiçado e preso a uma cadeira de rodas levaria o então candidato a vencer a eleição no final das contas, que foi o cenário inclusive para parte da resolução do caso e a gente tinha certeza que alguma parcela de culpa eles precisavam ter no lado político para conectar os dois núcleos dessa história. Bingo! Foi quando nós descobrimos que um dos assassinos de Rosie se encontrava realmente dentro daquele núcleo e estava entre os dois assistentes da campanha de Richmond: Jamie ou Gwen? Mas afinal, quem matou Rosie Larsen?

E enquanto isso, na sala da justiça, tivemos a certeza do que nós já desconfiávamos quando o Holder ganhou ares de suspeito ao final da temporada anterior, onde descobrimos que ele realmente só foi usado dentro dessa história toda, que envolvia outros interesses muito maiores dentro da própria polícia. Aquele jogo de poderes de sempre. Já a Linden, essa parece ter aceito as críticas em relação a sua expressão única durante a temporada anterior e aprendeu uns dois tipos de sorrisos diferentes para tentar dar uma compensada e desperdiçou um bom tempo dessa Season 2 desconfiando a toa do seu parceiro. Nesse meio tempo ela ainda quase perdeu a guarda do filho por maus tratos e passou a encarar uma batalha na justiça com o ex marido magia (Helo, que saiu diretamente de Battlestar Galactica e que merecia ter tido mais espaço. Höy!) por conta da guarda do próprio. Custava ter alugado um quarto e sala Linden? Nó sabemos que Seatle não é NY…

Holder continuou sendo Holder, o policial que não segue regras e que parece pertencer mais ao outro lado da força do que qualquer outra coisa. Mas ele permaneceu sendo o mesmo foufo de sempre de cabelo ensebado, seja com o seu sobrinho com quem ele mantém uma relação adorável e fundamentada na linguagem das ruas (Yo! Wassup Bro? rs), até o momento em que ele chegou a levar uma surra daquelas do núcleo indígena, tentando colaborar como freelancer ao lado da Linden na solução do caso. Surra essa que para o estado em que ele foi encontrado, até que ele conseguiu se recuperar muito bem não? Estamos de olho AMC…

Como em The Killing é comum que a gente acabe descobrindo algo mais profundo em cada um de seus personagens, nessa caso, descobrimos que Linden teve um passado mais complicado do que a gente imaginava, tendo passagem em clínicas para tratamento psiquiátrico e tudo mais, com o plot sensacional dela ter mantido um caso com o seu terapeuta (o mesmo homem com quem ela iria se casar no começo da temporada anterior) o que a garantia uma certo “passe livre” para a liberdade. Esperta, não? Ou seja, fria my ass e a desconfiança que a gente tinha de que aquela não poderia ser uma mulher “normal” se confirmava nesse exato momento. Linden tinha sim probleminhas.

Mas é triste reconhecer que tudo isso acabou acontecendo em um ritmo pra lá de devagar, onde em vários episódios ficou quase impossível continuar interessado nesse drama todo sendo levado nesse ritmo tão lento. ZzzZZZ. Tenho certeza que muita gente só permaneceu por conta  da curiosidade em relação a identidade do assassino e nada mais, o que não foi exatamente o meu caso, porque apesar de todas as minhas reclamações, continuo achando The Killing uma série muito boa. Recomendo até que quem não tenha resistido até o final da segunda temporada, que veja pelo menos o último episódio, que eu garanto que vc não vai se sentir muito perdido dentro da história, pode acreditar!

Algo que eu considero uma falha enorme na série, onde toda essa grande investigação do caso, apesar de interessante em alguns momentos, acabou sendo um detalhe mínimo para a resolução do caso em si, mais ou menos como se a gente tivesse assistido o passo a passo dessa investigação, conhecido coisas que pouco interessavam da história de cada uma daquelas pessoas durante esse percurso, quando a resolução final pouco tinha alguma relação com essa trajetória toda e se encontrava escondida no último passo dessa história, simples assim.

E praticamente como detetives freelancers, Linden e Holder conseguiram resolver esse mistério, nos revelando o verdadeiro nome do assassino de Rosie: Jamie. Ele que acabou a matando apenas por ela estar no lugar errado e na hora mais errada possível (fumando e apreciando a vista). Mas ele não foi o único colaborador desse crime e disso nós também já desconfiávamos…

Acho até que se não fosse o grande peso na consciência da Linden de ter tido um homem condenado no passado por um crime que ele não cometeu, quando ela ainda tinha um outro parceiro e acabou levando o crédito por isso, que foi algo que nós descobrimos no decorrer da temporada, isso não teria acontecido (ainda mais com o final da história do Jamie. BANG!) e talvez o medo de repetir o mesmo erro do passado, mesmo que dessa vez um dos assassinos pelo menos já tivesse confessado a sua participação no crime, ainda faltava uma peça desse quebra-cabeças na mente dela, que não poderia lidar com mais um caso resolvido de forma porca.

Que foi quando ganhamos o segundo nome, ela que sempre nos pareceu ser bem estranha e certamente escondia alguma coisa: titia Terry. Sempre “tão controlada (só que ao contrário e a base de muito antidepressivo), estava na cara que aquela mulher escondia alguma coisa, mas a gente só não imaginava que ela teria sido a grande responsável pela morte da sobrinha. Jamie deu uns catiripapos, perseguiu a menina no parque no meio da noite, deu mais uns catiripapos, amarrou e prendeu ela dentro do carro, mas a finalização do crime ficou por conta de sua própria titia. Detalhe que ela fez isso sem saber de quem se tratava (apesar de saber que havia alguém presa dentro do carro…), apenas por estar magoada por ter que  continuar sua vida infeliz ao lado de um homem casado e segundo a própria, ela “apenas” jogou o carro no rio, sem saber quem estava dentro dele. Que ironia do destino não?

Confesso que nessa hora, cheguei a ficar bastante emocionado com todas as atuações dentro daquela cena, que foram todas primorosas, não só nesse momento de grande importância para a série, como em todo o caso (exceto pela Mireille Enos, sorry), principalmente no caso dos Larsens. Engraçado que quando titia Terry estava chorando, dizendo que ninguém a entenderia e que ela não sabia quem estava dentro daquele porta-malas, ninguém conseguiu sequer assimilar toda aquela história e dizer na cara dela” mas e daí, vc continua sendo uma assassina sua crazy bi-a-tch, porque alguém estava dentro da mala daquele carro e morreria de qualquer forma, sendo sua sobrinha ou não, só por vc ter essa sua vidinha infeliz e disso vc sabia, assassina”. PÁ! (e dava até para ouvir os gritos da menina enquanto o carro se afundava… #DRAMADRAMATICO)

Sendo assim, terminamos a série tendo o caso finalmente resolvido, com a família Larsen tentando se refazer naquela casa antiga que o seu patriarca havia comprado, tivemos o núcleo político dando continuidade a sua politicagem escrota, sem nenhum ato heróico de desistir da eleição por conta de todo o seu “envolvimento” com o assassinato em si e ainda se relacionando com o pessoal do cassino (que a gente sabe de que não são gente boa) e Linden abandonando o carro do Holder no momento em que eles estavam sendo chamados para uma nova investigação, deixando em aberto se aquele seria mesmo o fim da sua carreira, pelo menos dentro da polícia de Seatle.

Nesse momento, apesar de me encontrar satisfeito com a conclusão do caso e até mesmo emocionado com aquele vídeo lindo da Rosie entregue “de surpresa” na casa de sua família, que nesse momento ganhava uma despedida mais apropriada da filha, confesso que chegou a hora de admitir que esse foi o fim de The Killing pelo menos para mim, que eu aceito de bom grado mas declaro já ter sido o suficiente. Até agora, o canal AMC ainda não disse nada em relação a uma possível renovação da série, mas eu diria que essa história, apesar de que com muito custo e de forma extremamente lenta, conseguiu ser encerrada muito bem, com um ponto final importante, onde apesar de conseguir enxergar todas as suas qualidades, não sinto a menor vontade de voltar para assistir uma próxima temporada com um caso diferente, por exemplo. Mesmo porque, nem isso eles se propuseram fazer nesse season finale.

Com isso, respondendo a pergunta do título do post, encerro essa review dizendo que considero que a morte de The Killing tenha acontecido por meio de um suicídio (além de todos os pontos negativos que eu já comentei), que aconteceu quando eles resolveram estender para mais um temporada algo que poderia sim ter sido encerrado ainda durante a Season 1. Vou ter saudades? Vou, mas o que eu posso fazer para mudar essa história? Na-da. Portanto, esse é o fim da série para mim,  sem sentir a menor culpa, sem me arrepender de ter assistido suas duas primeiras temporadas (que foram sim bem bacanas, mas também tiveram suas falhas e foram bem lentas) me sentindo apenas satisfeito e aceitando que esse tenha sido de fato o seu fim.

Vcs querem que eu fale outro erro antes de me despedir de vez? Com eu disse, eles encerraram essa história sem deixar um gancho suficientemente bom para que despertasse pelo menos a nossa curiosidade ou o desejo de voltarmos para mais uma temporada de The Killing, se é que essa possiblidade ainda existe e esse não tenha sido um sinal bem claro de que a série encontrou o seu fim. Se Linden vai voltar para a polícia? Quem se importa? Sério? Talvez seja a hora mesmo dela voltar para a casa, recuperar seu filho e parar de viver em quartos xexelentos de hotel barato com direito a luz do corredor que pisca igual em filme de terror bem vagabundo preguiça porém medonho. Boa sorte Linden, aprenda a sorrir mais para a vida (rs) e Yo Holder, vamos sentir falta da sua magia, mesmo tendo a impressão que vc passou 26 dias (sim, só se passaram 26 dias nessas duas temporadas) sem tomar banho = Höy!

R.I.P The Krilling (sim Krilling, que me lembra o barulho dos grilos, rs)

 

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The Killing voltou bem para a sua Season 2, mas vamos falar a verdade?

Abril 5, 2012

Poderia ter sido uma volta mais curta. Com certeza poderia.

Convenhamos que aquele episódio duplo (2×01 Reflections e 2×02 My Lucky Day) para a estreia da Season 2 de The Killing acabou sendo puxado demais, ainda mais a primeira parte dele. Game Of Thrones por exemplo, conseguiu fazer o seu retorno de forma muito mais eficiente (lembrando que acabou de “vazer” o segundo episódio de GOT), sem pesar em nada e isso em um único episódio, mesmo com uma trama muito mais rica em personagens e histórias.

Mas tirando isso, a história se desenrolou super bem, colocando tudo em seu lugar para o andamento dessa Season 2. Embora ainda não tenhamos a menor ideia de quem foi o verdadeiro assassino de Rosie Larsen, novas pistas acabaram surgindo, mantendo aquele clima de suspense super bacana da série e pelo menos uma certeza parece que nós já ganhamos: não foi o Richmond.

Ele que inclusive foi mega prejudicado, em quase todos os sentidos, digo isso porque depois de agora aparecer em público como inocente e em uma cadeira de rodas (sim, sobrou esse plot para o seu personagem), eu duvido que essa eleição já não esteja no papo.

Só falta ver como é que a fria Linden (que esboçou até dois falsos sorrisos durante esses episódios) vai lidar com toda essa culpa nas suas costas. Ela que já não confia mais no Holder, aliás, muito mais do que isso, encontra-se completamente aterrorizada, sem saber do que o ex parceiro seria capaz de fazer, uma vez que ele tem se comportado de forma suspeita com ela ultimamente. Suspeita, mas eu só não sei se a ponto dela ficar do outro lado da porta com uma arma em mãos, pronta para o tudo ou nada…

Por outro lado, vimos que Holder ainda está bem longe de ser o vilão da história (ufa!) que tentaram imprimir para o  seu personagem ao final da Season 1 e que na verdade, ele foi tão enrolado assim como a Linden nisso tudo, na maior inocência. Pobre Holder, para quem tem um passado de malandrão das ruas ao policial que não segue regras, ele está sendo facilmente enrolado, não?

E ambos (Linden + Holder) estão se virando separadamente para tentar solucionar o caso e vão descobrindo cada vez mais que essa história pode ser muito maior do que eles imaginaram até agora, além do fato do Holder enfrentar a burocracia e o drama de ser um policial desacreditado por seus superiores. E enquanto isso, na casa do Larsens, os maiores interessados nisso tudo, o verdadeiro assassino faz vigília, para terror da família, colocando o pai de Rosie em uma situação delicada, onde ao se ver sem o menor apoio que gostaria do lado da lei, ele acaba recorrendo ao antigo mundo do crime que ele um dia fez parte. Algo totalmente compreensível naquela atual situação de desespero na qual ele se encontra, com o detalhe de que a sua mulher realmente sumiu. Suspeito, não?

Agora, quem teve algum destaque nessa estreia foi o Belko, um homem completamente atormentado, que chegou ao seu limite nessa introdução da Season 2, não só disparando contra o possível assassino da garota, como resolvendo de uma vez por todas o seu mommy issue, até que, o peso disso tudo se tornou demais para ele e…BANG! (#TENSO)

Para finalizar sendo muito sincero, apesar de até ter gostado da premiere, mesmo achando arrastada demais e que poderia ter sido resolvida em um único episódio, tenho que confessar que certos detalhes na série realmente me incomodam, como aquele monte de jornalistas na porta da casa da família Larsen e aquele pai, que estava na garagem a mais tempo, a três metros da porta, não ter percebido sequer o barulho ou um falatório fora do comum daquela vizinhança apática que pouco se vê a cara de alguém, se encontrando completamente surpreso ao ver a sua família abrindo a porta de casa e dando de cara com a imprensa que os aguardava durante sabe-se lá quanto tempo. Sério…tem isolamento acústico naquela garagem?

Mas enfim, veremos o que vai acontecer daqui para a frente…

Ainda não descobrimos quem matou Rosie Larsen em The Killing, mas sabe o que nós quase descobrimos?

Março 30, 2012

Se o carpete da Mireille Enos combinava com a sua cortina. WOO!

E bastava uma levantadinha de braço para a situação ficar realmente embaraçosa…

Que vestidinho curto, não? (ainda mais para ela neam?)

Mas seria bem bom se ela voltasse com pelo menos mais uma cara para a nova temporada de The Killing, já que agora descobrimos que ela é capaz, não? Tudo bem que nós sabemos que toda essa felicidade não combina com a série, mas quem sabe uns 7 e 1/2 tons abaixo?

The Killing está voltando…

Março 12, 2012

Season 2 de The Killing, que volta dia 1 de Abril com possíveis respostas sobre o assassino de Rosie Larsen (que eles prometeram ser revelado até o final da nova temporada) e a introdução de um novo caso, que suspeita-se estar relacionado com o antigo. Ansiosos?

E para quem quiser se lembrar da Season 1

O outro representante da magia sueca: Joel Kinnaman

Março 1, 2012

Höy!

Detalhe que o nosso grande diretor (NOT!) José Padilha, ofereceu o papel principal de “Robocop” em seu novo projeto no cinema (Zzzz) para o ator magia sueco.

NÃO ACEITE JOEL! NÃO ACEITE!

Agora vamos falar de coisa boa? Quando é que volta The Killing mesmo?

Dia 1 de Abril, anotem ai, e a série volta para a sua Season 2 com um episódio duplo, no mesmo dia que estréia a nova temporada de Game Of Thrones na HBO, prometendo finalmente revelar quem foi o assassino de Rosie Larssen, mas isso só no final da temporada e não adianta nem reclamar.

Ansiosos? (para a volta de The Killing e a recusa dele à oferta do José Padilha?)

The Killing – Mas afinal, quem matou Rosie Larsen, hein?

Junho 22, 2011

The Killing começou com a promessa de ser o novo Damages, pelo menos era o que dizia a maioria dos blogs que falam sobre seriados de tv e foi o que acabou me levando a assistir a série a princípio, uma vez que eu AMO Damages de Patty Hewes evil (rs). Logo de cara percebi que não, que isso não era verdade, mas The Killing me pareceu muito boa e por isso acabei insistindo, muito por conta da minha grande curiosidade sobre quem seria o assassino de Rosie Larsen. Sábia decisão…

A série começou muito bem, nos apresentando uma investigação policial meio oldschool, sem grandes ferramentas ou a tecnologia toda de um CSI da vida á sua disposição e ainda com o cenário cinza e chuvoso de Seatle ao fundo, bem diferente do que estamos acostumados a ver da cidade em Grey’s Anatomy por exemplo (embora por lá a chuva também apareça!). Os primeiros episódios traziam aquele clima de suspense delicioso, com enquadramentos maravileeeandros, modernos e cheios de fundamento. Tivemos até uma sequência dentro do necrotério, muito parecida com a abertura de Six Feet Under (talvez tenha sido até uma homenagem a aclamada série), onde o corpo da garota estava sendo preparado para o seu funeral, em uma cena sensacional e linda. E a medida que a investigação sobre a morte de Rosie Larsen avançava, The Killing ficava cada vez melhor.

Durante a metade da série tivemos uma queda, não por conta do ritmo que as coisas andavam por lá (escola AMC feelings) mas sim porque todo suspeito que acabava sendo levantado era precocemente descoberto que tratava-se de uma pessoa inocente, que não tinha qualquer relação com o assassinato, embora estivesse ligado de certa forma a vida da garota, por inúmeras razões aleatórias e tudo isso no mesmo episódio em que a suspeita foi levantada. Esse fato eu confesso ter me deixado um pouco de birra com a série por um tempo. Mas antes encontrar uma resolução para cada um dos suspeitos logo, do que acumulá-los até o final da temporada. Mas esse foi o primeiro problema que chegou a me incomodar na série…

Depois partimos para a reta final em uma sequência de episódios excelentes, embora tenha havido uma quebra importante no ritmo investigativo da série para tentar explicar a frieza da protagonista meio sem sal (Mireille Enos), que não é muito de caras e bocas e parece estar sempre de saco cheio, com cara de quem sofre de prisão de ventre, ou de gastrite (euri). Ok, entendemos que ela tem um passado sofrido e por isso parece sempre distante e fria. Entendemos que ela não é uma cold bitch, é apenas cold. Okayam! Só não sei se precisava de um episódio inteiro para explicar isso logo na reta final, mas…

No penúltimo episódio ganhamos o rosto do provável assassino de Rosie Larsen, o político bonitão e carismático, em meio a uma sequência deliciosa de suspense bem clichê, mas que nesse caso funcionou muito bem. E esse é o segundo “problema” da série, os clichês.

Tudo que acontece em The Killing não é novidade para ninguém (que assiste tv ou vai ao cinema pelo menos) e provavelmente vc já viu algo parecido antes. As situações são até que previsíveis, assim como as reações de todos os personagens, mas o ponto alto da série são as resoluções, que apesar de tratar-se de uma reunião de clichês, não teve uma sequer durante essa temporada que vc não viu uma resolução melhor ou menos digna do que vc já viu antes por ai em qualquer série policial ou thriller de suspense. Confesso também que se não fosse isso somado a qualidade da série, eu teria abandonado The Killing logo de cara porque gosto de ser surpreendido. E por mais que muitas vezes vc consiga prever o que esta por vir na série, de uma certa forma vc acaba se surpreendendo mesmo assim com o resultado final.

Mas esse final de temporada foi mesmo um tapa na cara da sociedade hein? E talvez tenha sido o momento surpresa que todos esperavam.

Tivemos boas resoluções, o climão de suspense que nós gostamos tanto, mas o que é que nós viemos fazer aqui mesmo? Investigar o assassinato neam? Então, mas afinal, quem matou Rosie Larsen?

Pensando na temporada como um todo, fazia todo o sentido o assassino ser alguém do núcleo político da série, não? Alguma coisa precisava conectar a parte política da história com o assassinato, uma vez que essa trama teve um grande espaço durante essa Season 1, além do seu envolvimento com o caso é claro, mas até então parecia uma história política isolada e a parte do resto.

E aquela sequência do episódio final com a Linden tendo que passar pela porta, ao lado do candidato a prefeito, Darren Richmond, o provável  “assassino” da garota encontrada morta no porta-malas do carro, que ficou ali parado com cara de pure evil, foi de tirar o fôlego neam? Eu pelo menos esperei ele grudar no pescoço. O segundo momento que eu esperei uma agressão foi quando ela invade o escritório dele e ambos começam a gritar um com o outro. Mas foi algo que não aconteceu, humpf!

Richmond acabou sendo preso como o assassino de Rosie, mesmo ainda dizendo que não foi ele (claro…), tudo isso graças a denúncia da sua assistente magoada por ter sido traída (Zzzz…e antes disso, não importava nada para ela o fato dele ter aparecido todo molhado na noite do assassinato, neam? Deveria ter sido presa junto com ele como cúmplice, bi-a-tch…) e uma “foto” das câmeras de trânsito da cidade mostrando o candidato a prefeito próximo do local do crime.

Descobrimos também que a morte de Rosie foi ainda mais dolorosa, com direito a uma fulga da garota no meio do parque da cidade, sendo caçada por seu assassino. Dra-ma!

Bacana também foi ver a família de Rosie  se despedaçando, algo totalmente compreensível,  com sua mãe abandonando a casa, deixando os filhos e marido por não conseguir lidar com toda aquela situação tão difícil (é, não foi a Maryann da depressão…). Agora, quem se deu mal mesmo foi o professor neam? Acabou todo quebrado, sendo que o cara merecia um prêmio Nobel. Fom forom fom fom

Agora, embora o episódio tenha colocado na cadeia o possível assassino de Rosie, um outro suspeito foi levantado de última hora, durante todo esse season finale e por essa eu tenho certeza que ninguém esperava: Holder!

Sim, o policial que não segue regras e fala “Yo!” o tempo todo, Stephen Holder (Joel Kinnaman, Höy!),  acabou aparecendo como suspeito durante todo o episódio, meio que em segundo plano com pose de vilão sabe (outro clichê)? O que eu achei um crime porque afinal, mesmo parecendo que ele não tomava banho nunca, o cara era um dos personagens mais sensacionais da série, não? Sacanagem transforma-lo no vilão logo no episódio final. Sacanagem!

A minha interpretação para esse final com todo esse clima sombrio de “suspeito” em torno do Holder foi mesmo que esse recurso foi utilizado apenas para tentar nos enlouquecer até a próxima temporada. Não acredito que ele tenha alguma relação com a morte de Rosie, não mesmo. E todo aquele climão suspeito em relação ao seu personagem deve ter sido mesmo apenas para tentar disfarçar a sua atitude, que essa sim foi suspeita para esse final. Acho que o assassino da garota foi mesmo o político bonitão que acabou sendo preso e Holder, que desde o começo se mostrou mais imaturo e talvez um policial menos preparado do que Linden, acabou forjando a tal foto da câmera de trânsito apenas por achar que o assassino acabaria saindo impune a toda aquela situação sem essa prova, que foi importante para decretar a sua prisão. Uma atitude desesperada, para não perder o caso em que estava trabalhando e aquela entrada dele na cena final dentro do carro, com cara de vilão (novamente o clichê) e dizendo que que “a foto funcionou” e que “ele vai afundar”, deve ter sido um desabafo com o seu padrinho, que já apareceu antes na série, no episódio em que vimos ele dando seu depoimento na reunião contra o seu vício. Esse é o meu palpite…

Mas que foi legal ver a Linden dentro do avião, achando que tinha solucionado o caso  e que finalmente estaria livre para viver sua vida fria e feliz em outro lugar, mas que acabou recebendo a notícia de última hora (com o avião de partida) de que a foto era fake, sem poder fazer nada naquele momento além de mandar um olhar de “ahhh se eu te pego Holder,  you son of a bitch!”, isso foi sensacional, não?

O pior é que parece que não vamos ter a chance de ouvir a confissão vindo direto do assassino, uma vez que ele encerrou a temporada com uma arma apontada para a sua cabeça pelas mãos do Belko, alguém visivelmente perturbado e que resolveu de última hora fazer justiça com suas próprias mãos contra o homem que destruiu o seu modelo de família perfeita de comercial de margarina. Família essa onde ele nunca foi aceito ou sequer pertenceu. PÁ!

Agora, eu fiquei bem curioso para ouvir mais daquela amante do Richmond hein? (e aquele cabelo era peruca? rs) Diz ela que ele era caridoso…mas ficou bem claro que ele estava mesmo é querendo encontrar a substituta perfeita para a sua falecida mulher, não? Freak!

Para quem esperava uma grande conclusão, talvez o season finale tenha sido uma grande decepção. Agora para que sem contenta com uma série boa, bem feitinha e que mantém o climão de suspenste até o fim, talvez tenha sido um dos melhores seasons finales ever. Pelo menos corajoso todos devem concordar que foi hein? Ainda mais se vc parar para pensar que essa foi apenas a primeira temporada de The Killing

Se eu vejo vcs na Season 2? … (adivinha aê!)

The Killing e Game Of Thrones deixando todo mundo com o coração na boca essa semana hein?

Junho 16, 2011

Que semaneeenha mais sensacional foi essa para as duas séries hein? Isso para quem acompanha as séries de acordo com a tv americana e se esse não for o seu caso, é melhor fugir dos spoilers! (PÉÉÉM Spoiler Alert)

Assisti ambos eps no mesmo dia, algo que eu não deveria ter feito pq acabei ficando com toda a minha carga de ansiedade+curiosidade acumulada em uma dose cavalar.

Começando por The Killing (1×12 Beau Solei), depois do ep da semana passada, que tentou dar uma humanizada forçada na agente sem expressão e que nos levou a compreender um pouco mais do porque de toda aquela frieza, chegamos perto do final da temporada e com isso estamos a um passo de saber quem é o assassino de Rosie.

O episódio foi recheado de clichês, como a série vem sendo até agora, fato, mas todos muito bem resolvidos e com aquele climão de suspense que a gente tanto gosta. The Killing pode mesmo se orgulhar desse fato, porque por mais clichê que a série possa ser, a sua qualidade é inquesti0nável e uma coisa acaba compensando a outra, ou como nesse caso pode até superar.

Na hora em que a agente da depressão (Linden) chegou no apartamento do político que até então tem uma história muito distante de todo o resto da série e pouco interessante (outro fato), eu senti que ela estava na casa do seu inimigo e senti também que nessa hora as duas histórias tão distantes (política + assassinato) se encontraram para o seu desfecho. Um clichê clássico de filmes policiais, ou de suspense, com o vilão saindo de cena por um motivo qualquer, na sequência o mocinho acaba descobrindo a prova do crime e em seguida, o vilão volta revelando o seu lado negro da força. Clássico! Mas quem se importa quando tudo isso é criado dentro de uma série policial com a assinatura do canal AMC, que possui hoje algumas das melhores séries da tv, hein?

Pode até ser mesmo clichê ou óbvio, a policial durona, o parceiro que não segue regras, mas a série também no entrega um tipo de investigação oldschool, com a polícia seguindo as pistas óbvias mesmo, meio que brincando de “Detetive” e nada comparado com toda a tecnologia de qualquer CSI da vida. Cool!

Terminamos o ep com a foto do possível assassino de Rosie nos muros da cidade: Darren Richmond. Mas será que foi ele mesmo? Ou será possível que os dois assessores tmbm usem aquele computador, hein? (barulho de email chegando, rs)

Isso nós só vamos descobrir no próximo episódio com o final da temporada, que deve terminar com a revelação do assassino e se eles forem bem clichês como estão acostumados até agora, é possível que já tenhamos um novo gancho para o caso da próxima temporada. Mas tudo isso com muita qualidade e se vc não viu ainda, eu recomendo pegar um guarda-chuva (porque como chove naquele lugar hein?) e grudar os olhos na tv NOW, ou vc vai ficar de fora da rodinha do escritório na segunda feira, onde todos vão estar falando sobre o assassino da Rosie, menos vc. Vai por mim…

Mas o grande destaque dessa semana pra mim foi a discussão na cadeia entre os pais da Rose, com a mãe se fazendo de vítima e o pai dando um cala boca nela, dizendo que ela nem é tão vítima assim, apenas covarde. Sensacional! Clap Clap Clap! Suck it Maryann!

pausa: e o pai do filho da agente sem expressão que é o Helo de Battlestar Galactica hein? Howcoolisthat?

E isso prova que ele tem mesmo um padrão e gosta de mulheres robóticas. Apaixonado por um cylon novamente hein Capitão? rs

Agora, Game Of Thrones que esta seguindo a linha AMC com episódios lentos e mais elaborados, acabou deixando toda a ação da série (que estava meio que em falta)  para o episódio dessa semana hein? (1×09 Baelor)

Tudo aconteceu, de rituais de magia negra com direito a gritos e uma tenda se chacoalhando toda (medo), à aguerra com milhares de mortos, até uma adolescente arrogante (sim, eles sempre existiram, rs) exigindo a cabeça do pai de sua amada (amada nada neam?). Aliás, que núcleo jovem bom esse da série hein?

Achei maravileeeandra aquele sequência pós guerra, com o Tyrion sendo carregado pelo seu mais novo amigo e enxergando o mundo por outro ângulo. Cool!  (guerra essa que não foi mostrada, provavelmente por conta do orçamento, mas que eu achei bem digna a solução que eles encontraram para nos mostrar o drama todo)

O episódio terminou em tom fúnebre, com os passáros voando e um silêncio desesperador. Será que o Eddard Stark perdeu a sua cabeça?

Ou usaram aquela espada gigante só para dar uma aparada naquele picumã? Euri

Todo amor dessa vida para a filha menor dele (aquela que esta aprendendo a lutar, sabe?), que é sensacional e eu ainda quero vê-la como rainha! E eu torço pela morte em todos os episódios daquela outra filha, a ruiva meio bitch.

Agora nada e nem ninguém na série é melhor do que o Tyrion Lannister! Que personagem sensacional não? Grandioso eu diria! (sem piadeeenhas, por favor…)

A série tem eps longos, de quase 1 hora, pencas de personagens e talvez por isso eu não consiga lembrar os nomes de quase ninguém. E mesmo assim, essa quase 1 hora acaba passando tão rápido, que o episódio acaba e vc já fica com a sensação de quero mais.

Ansioso mil para a reta final das duas…

Ok, meu suspeito era apenas um pobre coitado e carente…

Junho 8, 2011

Agora já sabemos que ele pelo menos não é o assassino em The Killing

E que interrogatório foi aquele? Só eu fiquei esperando as luzes se apagarem e logo em seguida elas acendenderem de novo com a presença do Batman no canto da parede? (rs)

Bom, como a história agora partiu para o outro lado da cidade, no Cassino, eu estou começando a achar que foi mesmo alguém do clã da política. Porque alguma coisa vai ter que ligar aquelas pessoas à história neam? Suspeito agora dos assistentes, principalmente dela…(mas não descartei a tia e a mãe ainda…)

E para quem assim como eu achava que a nova Katy Marrone, a policial durona e com a cara congelada pela chuva fria de Seatle era mais fria ainda do que o clima local, essa semana eles bem que tentaram dar uma “humanizada” no personagem, nos contando um pouco do seu drama. Zzzz (quebrou o climão investigativo da trama e eu achei que talvez o assassino tivesses sequestrado o seu filho)

Mas deixa eu parar de falar e voltar para as investigações…

Posso arriscar o meu palpite para o assassino em The Killing?

Maio 25, 2011

Sim, cheguei ao episódio 1×09, junto com a america antiga no finde.

Estou gostando da série, não estou amando.

Mas a qualidade de qualquer coisa feita pelo AMC atualmente é absurda e só por isso já vale a pena vc parar 45min do seu dia durante a semana para assistir a série, fikdik

Não vou falar mais nada por enquanto pq é claro que eu vou escrever sobre, assim que a temporada terminar.

Não leio nada a respeito da série, para não estragar o climão de suspense e gosto da sensação de estar jogando “Clue”

Já suspeitei da mãe (sim, eu não confio naquela mulher que já teve relações com o capeta em True Blood), já suspeitei da tia…

Mas de alguns episódios pra cá, uma pessoa não me sai da cabeça: Belko Royce (thnks IMDB!)

Sim, o braço direito do pai da Rose…que esta sempre em segundo plano, sem grande destaque, sempre meio perturbado (rs) e que nesse último episódio meio que “enlouqueceu” na cena com o professor, hein? Hmm mmm

Não vou falar mais nada, mas resolvi escrever aqui só para ficar registrado.

Mas e se eu acertar, ganho o que AMC? Um papel fixo como zombie em The Walking Dead? Uma visita no set de Breaking Bad? Don Draper? rs


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