Posts Tagged ‘The New Normal’

Alguém tem alguma dúvida de que o Neil Patrick Harris nasceu para apresentar o Tony Awards?

Junho 10, 2013

Bom, se alguém ainda tiver alguma dúvida, acho bom assistir a esse número de abertura do 2013 Tony Awards que aconteceu ontem em NY, com o NPH dando o sangue naquele palco, só para acabar com qualquer tipo de incerteza quanto a essa fato que ainda possa existir na cabeça de qualquer um . Sério, eu até agora não consigo acreditar em como ele conseguiu decorar tudo aquilo…

Como o musical do ano, tivemos a eleição de Kinky Boots, que tem músicas da Cyndi Lauper (que também ganhou o seu prêmio) e acabou levando os grandes prêmios da noite, incluindo o de Best Performance by a Leading Actor in a Musical para o Billy Potter. Outra grande apresentação durante a cerimônia foi a do elenco de Matilda (maravileeeandro e que você pode ver aqui!), que junto com PippinWho’s Afraid of Virginia WoolfThe Nance, além do próprio Kinky Boots, parecem ser os grandes musicais da vez na Broadway.

Mas a performance mais bem humorada da noite sem dúvida foi essa que contou com os atores Andrew Rannells (da cancelada INJUSTAMENTE The New Normal e recorrente em Girls), Megan Hilty (de Smash) e Laura Benanti (Go On e The Playboy Club), que se juntaram ao NPH para cantar sobre a troca que fizeram da Broadway para TV no passado e como todos eles acabaram com suas séries canceladas. Sensacional! (e sobrou até para o DiMaggio de Smash, sentando ao lado da sua Grace na audiência, rs)

Clap Clap Clap!

 

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Something old, something new, something borrowed, something… Glee!

Maio 18, 2013

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A Season 4 de Glee foi o maior suspense dessa temporada. Ninguém sabia exatamente o que esperar das mudanças que estavam por vir, com a série praticamente se dividindo em duas, com algo antigo (something old), representado pela antiga sala do glee club de sempre e algo realmente novo (something new) com a entrada de NY para a história trazendo o cenário perfeito para os alunos já formados da escola (ou pelo menos para alguns deles), cenário do qual na verdade a gente não sabia exatamente o que esperar sobre.

Apesar da novidade parecer preocupante, uncle Ryan conseguiu resolver muito bem todas essas questões logo de cara, conseguindo por boa parte dos primeiro episódios dessa nova temporada manter um nível interessante para ambas as histórias, tanto em NY quando no antigo McKinley High, encontrando um equilíbrio importante para essa nova fase da sua série. Uma nova fase que foi muito bem recebida e desenvolvida, da qual nós falamos mais no Guilt aqui. Dessa forma, não só continuamos animados com os plots todos dos alunos ainda em fase escolar, enfrentando todas aquelas etapas que nós já conhecemos bem das três temporadas anteriores da série, como nos mantemos interessados nos atrativos de todas as possibilidades que NY estava nos trazendo, tendo como principais personagens dessa parte da história a dupla Rachel & Kurt, que tiveram um encontro lindo na cidade e a partir disso passaram a viver bons momentos nesse lado até então desconhecido de Glee.

Isso dito por alguém que sempre achou a Rachel bem meio assim e chegou a torcer para que aquele trem que a levou para NY, tivesse encontrado um desvio e tivesse desembarcado na Suíça  onde a Fox talvez não tivesse interessada em investir por enquanto. Mas tudo bem, depois de The New Normal (R.I.P) entendemos que o Ryan Murphy é mesmo apaixonado pela Lea Michele e até passamos a aceitá-la um pouco mais. E sim, eu disse um pouco mais e não “melhor”. Isso com o detalhe que com sua entrada em NYADA, Rachel acabou encontrando com sua nemesis, a professora Cassandra, interpretada ferozmente pela atriz Kate Hudson, que nunca esteve tão boa, em todo e qualquer sentido, até mesmo nesse que você possa estar pensando (e há quem diga que Glee é uma série gay. Sei… rs). Sério, quero exatamente aquele tipo de alongamento, onde vende? (rs)

Cassandra que em nada facilitou a vida da Rachel na cidade grande, transformando o seu sonho em um grande pesadelo, com direito até a dividirem o mesmo namorado. Namorado esse (Brody) que quase desestabilizou a moça, deixando Rachel entre Brody e o Finn, que ressurgia do ócio das cinzas (ele que não sabia exatamente o que fazer na vida depois de descobrir que não servia para quase nada – fico sempre morrendo de pena do ator nesse tipo de situação – e acabar com um tiro no próprio pé dado por ele mesmo durante a sua curta passagem pelo exército) para tentar reconquistar o grande amor da sua vida. Nesse caso, acho o personagem dele (Finn) um tanto quanto novo demais para se ver preso a esse tipo de amor e ou relação ainda tão cedo, mas isso talvez a imaturidade de ambos até justifique. Em meio a tudo isso, Rachel continuou tendo que provar o seu valor nas aulas de dança (e é só o que ela faz em NYADA, além de convidar o boy magia para dividir o loft com ela e com o Kurt e brincar de casinha por um tempo), além de ter quase engravidado (Huh!), de um namorado que ela veio a descobrir depois, por intermédio da Santana (bem mais experiente na vida e ela que é um recurso que sempre funcionou muito bem dentro de qualquer cenário da série) que ele na verdade era um garoto de programa. Para finalizar essa nova fase da sua vida, Rachel ainda conseguiu um teste para “Funny Girl” e todos nós sabemos que ela faria qualquer coisa para um papel que já foi da Barbra antiga. Nessa hora, ganhamos uma nova performance de “Don’t Stop Belivin” super emotiva (apesar de saber que tocaria no episódio, eu jamais imaginei que seria dessa forma) e que chegava dias antes da confirmação de que Glee, para o nosso total alívio (e existia todo um mistério no ar, suspeitando-se inclusive de um possível cancelamento), teria sido renovada não apenas para mais uma temporada e sim para mais duas, já tendo como certo o seu futuro até a Season 6. YEI! Se Rachel passou ou não no tal teste nós ainda não sabemos, mas que esse foi um momento lindo para a mitologia da série, isso foi. (vale torcer para que ela tenha passado e que o musical seja vendido rapidamente para uma turnê mundial, só para ela ficar longe, hein?)

Kurt também acabou desembarcando em NY, empurrado pelo pai, que não suportava mais ver o filho naquela situação, preso a um passado que não o pertencia mais. Acabou se transformando em um assistente do site da Vogue, onde de quebra ele descolou a Sarah Jessica Parker fingindo não ser ela, como sua fada madrinha em NY. E quando ela disse que não tinha nada melhor do que ser solteiro em NY, duvido que vocês todos também não tenham chorado. (do meu rosto escorreu uma single tear no formato de Cosmo, rs) Ainda em NY, Kurt acabou descolando com a Whoopi Goldberg (já disse que a nova temporada contou também com a participação da Whoopi? Pois contou!) uma segunda chance de tentar entrar para NYADA (e que cenário lindo aquele da sala acústica, não?), onde ele acabou conseguindo realizar o seu sonho e apesar do seu personagem ter nos apresentado um pouco mais da tão falada NYADA (AMEI o boy magia inglesa dele. Höy!), ele acabou ficando sem destaque, ganhando muito mais atenção do lado do coração, onde sofria por ter sido traído pelo Blaine, que apesar de ter confessado o crime (em um cena linda também e ao piano, ao som de “Teenage Dream”),  estava fazendo de tudo para conseguir o seu perdão e na mesma permaneceu até o final da temporada. Tanto que no desespero, terminamos essa Season 4 com o Blaine pensando em pedir o Kurt em casamento, algo que seu sogro, Burt, fez questão de desencorar, lembrando um recém passado entre o Finn e a Rachel. Outro ponto importante do personagem dentro da série, foi a descoberta do câncer do seu pai, Burt, que apesar de ter nos emocionado e bastante nesse momento (porque sempre AMAMOS essa relação de pai e filho em Glee) no final das contas acabou sendo tratada de qualquer forma, sem a atenção devida e isso eu acho uma pena. De qualquer forma, ficamos felizes por Burt estar câncer free. (até achei que essa doença teria alguma cosia a ver com o envolvimento do ator com outra série recém anunciada para a temporada 2013/2014, mas parece que não ou eles resolveram mudar de ideia no meio do caminho)

Até agora falamos bastante do “something new” da série, mas e da velha e boa parte antiga de Glee?

Em Lima, as coisas continuaram bem iguais, exceto pela chegada da Unique (que nós torcemos para), Marley (ótima no começo, mas que descobrimos ser uma péssima compositora no final, rs), Jake (o 1/2 irmão do Puck), Kitty (blonde Santana) e do Ryder (que a essa altura nós já aceitamos como prêmio de TGP). Isso sem contar a disputa da vaga para se tornar a nova Rachel que acabou ficando por conta do Blaine, embora alguns meninos (Sam + Blake) tenham divado muito mais do que ele, além da sempre excelente Brittany. Tina Cohen-Chang coitada, continuou desejando um solo, se transformou em uma fag hag de primeira para o lado do Blaine e até usou de técnicas orientais para aplicar um “vaporape” no mesmo. Apesar de não ter conseguido o destaque que sempre desejou, acho importante que o Ryan Murphy tenha mantido esse ar de deboche em relação aos sonhos da personagem, que acabou deixando tudo muito mais divertido, além de ter ultrapassado as barreiras de uma possível piada interna.

E vamos combinar que esse ar de deboche ou cinismo encontrado a todo momento na série, sempre foi um dos maiores atrativos de Glee. Talvez até por isso mesmo que o musical para a TV sempre tenha dado tão certo (isso além do apelo mais pop e bem mais cômico), porque eles conseguem lidar com situações absurdas da melhor forma possível, rindo deles mesmos, inclusive de suas resoluções. Piadas rápidas incluídas no texto acelerado da série a todo momento fazem questão de cutucar seus próprios calos, como se estivessem brincando entre eles mesmos o tempo todo, dizendo “olha, eu vou fazer isso agora, mesmo sabendo que prometi uma outra coisa, mas não liga não que eu sou assim mesmo” e por incrível que pareça, isso sempre funcionou dentro da série, porque apesar de parecer que de vez em quando eles não se importam de brincar com a cara da audiência, parece também que eles não tem a menor vergonha de assumir e dizer uma coisa dessas na nossa cara.  E sabe o que é pior? Aceitamos e continuamos achando tudo ótimo, rs. Assim, Glee conseguiu fazer até agora e já tendo garantido mais duas temporadas, algo que Smash não conseguiu fazer nunca, nem em sua primeira temporada, já bem sofrida porém um pouco menos vergonhosa e nem em sua atual temporada, essa muito mais sofrida e vergonhosa do que qualquer outra coisa na TV atual. O que foi aquela cena com o “sonho” do Derek no bar? Mas desse musical morto falaremos depois, em seu velório que acontece logo mais…

Agora, além da Brittany que sempre foi excelente (e se a atriz não tivesse ficado grávida, não teria um futuro tão incerto dentro da série daqui para o seu futuro), quem mais se destacou durante essa temporada foi mesmo o Sam, que nunca havia ganhado muito destaque, mas que durante essa Season 4, em pequenos momentos e mesmo com pequenas chances, abraçou a série e nos conquistou de vez! Sério, apesar do Blaine e até mesmo do Ryder serem os meninos da vez (Ryder que teve ataques de fúria vergonhosos em pelo menos dois momentos da temporada que foram totalmente fora de propósito…), eu acho que o maior destaque do lado boy magia da força ficou mesmo por conta do Sam, que esteve absolutamente adorkable e não só nos momentos cômicos da série, mas até mesmo nos momentos mais sérios da mitologia da série, do qual falaremos daqui a pouco. Aquela sua conversa com o Blaine, com ele assumindo que sabia do interesse do amigo para o seu lado e achava aquilo tudo natural e que apesar de não ser a dele, ele também não se sentia ofendido e pelo contrário, se sentiria ofendido se o amigo gay não tivesse o menor interesse nele, foi uma das melhores coisas dessa quarta temporada da série e uma lição para meninos imaturos e inseguros com a sua sexualidade que não conseguem lidar muito bem quando se encontram em situações semelhantes.

Como “something borrowed”, Glee continuou emprestando inúmeras referências e fundamento, como Grease (que apesar do barulho, não foi tão bacana assim), Spice Girls, um episódio inteiro com plots excelentes de super-heróis e um episódio de Natal trazendo um B Side da vida do Artie que foi extremamente emocionante, além daquele outro episódio com as rixas mais famosas do mundo da música e um casamento que nos trouxe excelentes resoluções (e uma performance memorável da Emma) e uma primeira vez lésbica que foi sensacional e realizou as fantasias de muitos fãs da série. Sem contar o repertório da série, que continuou ótimo, apostando em coisas antigas e novas e emprestando até duas ou três músicas de Girls por exemplo, ou o uncle Ryan (e a Nikki) acharam que a gente não perceberia? #OCAPETAESTADEOLHO

A única coisa que eles não conseguiram resolver muito bem dentro da série até agora foi realmente a questão dos demais ex alunos do McKinley High, que aparecem de vez me quando como convidados especiais. Isso porque na maioria das vezes eles aparecem meio que sem propósito, com uma desculpinha esfarrapada qualquer e acabam funcionando apenas como extras para a história em si, que em nada depende do desemprenho de cada um deles, exceto o Finn e a Santana, que depois de algum tempo, até que conseguiram encontrar seus lugares nessa nova dinâmica. E algo que apesar da gente até achar bacana, mas que também não pode ser tornar uma desculpa recorrente dentro da série é mandá-los de malas prontas para NY, como aconteceu com a Santana e a gente não duvida nada que acabe acontecendo com mais alguns deles. (Artie já está de passagem comprada até. E só eu achei que a participação da Mamma Gemma de Sons Of Anarchy como sua mãe, poderia ter sido melhor e ou maior? Mas enfim, Glee provando que além de tudo é uma série badass! rs) O mesmo vale para a participação do Professor Schue, que se não fosse pelo plot do casamento, teria passado completamente batido.

Mas se até agora falamos de algo novo, algo velho e algo emprestado nessa nova fase da série, ainda nos resta falar de algo Glee, porque apesar de uma ou outra novidade dessa nova temporada e todo o seu fundamento antigo de sempre, ainda restava a série nos mostrar aquele que foi o seu ponto alto dessa Season 4, algo um tanto quanto inesperado e bastante ousado até (apesar das possibilidades da vida), que para a nossa sorte, além do susto, foi tratado da melhor forma possível.

E é claro que eu estou falando do episódio com o “tiroteio” (que na verdade não foi um tiroteio e sim um acidente), que foi o maior risco que a série já correu dentro da sua história até hoje e que tinha tudo para errado, mas muito errado mesmo (quando fiquei sabendo do plot, torci o nariz imediatamente, isso até me depara com o episódio), mas que com a abordagem perfeita para o tema e a sensibilidade que nós sabemos que não falta para o uncle Ryan, o plot dramático da vez, algo inimaginável para o cenário da série (embora a gente veja de vez em quando nos noticiários algo semelhante acontecendo por aí) acabou recebendo exatamente o tratamento que merecia.

Sem fazer muito alarde a respeito do plot da vez (as promos não denunciavam o que aconteceria e se não fossem os spoilers a gente não poderia sequer imaginar), a visão de Glee para esse tipo de drama infelizmente bastante recorrente nas escolas principalmente americanas, acabou escolhendo uma abordagem totalmente diferente, mostrando apenas a reação dramática de cada um dos personagens em pânico, presos naquele momento em sua maioria dentro do glee club, ao invés de centrar a história em uma massacre ou ter escolhido um olhar mais voltado para o responsável do caos que acabou tomando conta do colégio naquele momento.

Em cena, todos corresponderam muito bem a toda a carga dramática que o plot exigia, inclusive aqueles que a gente nem conseguiria imaginar vivendo momentos como esse, como a Brittany o Sam (mais um motivo para o Chord Overstreet se tornar o líder do grupo, hein?), que estiveram muito bem durante todo o desenvolvimento da questão (e no efeito pós traumático também). O único problema do episódio é que tudo acabou demorando demais para acontecer e a parte dele que não foi centrada no que estava por vir, pareceu ter sido desperdiçada, principalmente porque ela poderia ter sido gasta para dar mais força para os motivos de quem acabou sendo revelado mais tarde,  ser o responsável, mesmo que acidentalmente pelos tiros. No momento em que a Sue Sylvester assumiu a culpa pelos disparos, pela sua justificativa, acabou ficando claro que ela estava fazendo tudo aquilo para poupar alguém e como Sue é próxima de poucos e na verdade quase ninguém dentro do colégio, ficou fácil descobrir intuitivamente quem teria sido na verdade a grande responsável por tudo aquilo.

E sim, a culpa acabou ficando para a Becky (que ao lado da técnica e anteriormente na temporada, fez uma excelente performance de Nicki Minaj), que mais cedo no episódio acabou ganhando um momento super bacana, onde declarou toda a sua angustia de não conseguir enxergar o que seria da sua vida fora do colégio. Um dúvida honesta pela qual todo mundo passa, inclusive os já formados do McKinley High também enfrentaram no passado, só não acho que da forma que foi tratado no começo do episódio, aquilo seria motivo o suficiente para a atitude da Becky, que em um instante impensado e de puro desespero, acabou acidentalmente dando os tais disparos na sala da Sue, com ela inclusive presente. Nesse momento, ficava aquela dúvida em nossas cabeças se a Becky teria sido a melhor escolha como responsável por tudo aquilo, mas por outro lado, porque não? (a propósito, AMO ela toda megabitch chamando o Blaine de Gay Blaine, AMO!)Apesar da sua condição, Becky nunca foi tratada de forma diferente dentro da série e esse também sempre foi um dos pontos altos de Glee, então porque não considerá-la como uma personagem capaz de carregar o peso de um momento como esse? Mas é preciso justificar que dito isso, não estamos levando em consideração a condição dela e sim o fato da Becky ser uma personagem queridíssima, por quem sempre torcemos (e continuamos a torcer) e não gostaríamos de vê-la naquela situação e o mesmo vale para qualquer um dos demais que nós sempre gostamos dentro da série até hoje.

De qualquer forma, esse foi um episódio silencioso de Glee, extremamente dramático para uma série que nunca foi muito levada a sério. Eu diria até que esse foi o grande momento da série até hoje, onde com sutileza, eles conseguiram mostrar o seu valor, sempre precisar apelar para um estereotipo ou rótulos que alguns insistem em colocar na mesma. Assim, Glee conseguiu provar que se quiser, consegue ir além de competições com as músicas da vez em mashups com clássicos antigos que todos conseguem acompanhar ao pé da letra e consegue também retratar de forma digna, algo que jamais havia passado pela cabeça de quem assiste a série. Clap Clap Clap uncle Ryan! De verdade, Clap Clap Clap!

Tudo bem que os episódios da sequência não foram muito animadores, inclusive a season finale, que foi bem preguiçosa e eu mesmo cheguei até a questionar se talvez a gente não tivesse pelo menos mais um pela frente. Ao mesmo tempo, devemos levar em consideração tudo o que andou acontecendo em torno da série e na vida real de alguns de seus atores, como a ida repentina do Cory Monteith para a rehab (achei bem bacana o plot do Finn na faculdade) e até mesmo a gravidez da Heather Morris, que pegou todo mundo de surpresa e nos fez ganhar uma final de temporada antecipando a saída da Britany do colégio. (e se ela realmente sumisse, seria uma pena!)

Mas mesmo com tudo isso, Glee continuou sendo aquela série que a gente assiste sem a menor culpa, debochada, cínica e que consegue nos fazer rir e chorar ao mesmo tempo, com cenas bobas ou momentos dramáticos que a gente nem poderia sonhar em encontrar dentro desse cenário (eu pelo menos quase desabei com o vídeo do Artie e a sua parte no final do episodio com o tiroteio).  E a notícia da renovação da série por mais duas temporadas não poderia ter sido mais animadora (e surpreendente!), onde para ficar mais perfeito ainda, só falta mesmo o canal Oxygen confirmar que teremos sim pelo menos mais duas edições do melhor reality show EVER, o The Glee Project, que também merecia e muito continuar. Já podemos nos inscrever? Podemos?

gLee (♥)

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Adam + Ray + Charlie + Elijah

Março 7, 2013

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Primeiro foram as meninas e agora chegou a vez dos meninos de Girls ganharem suas versões super foufas em paper dolls.

Meus preferidos?

Adam e sua cara deliciosa de sociopata (a quem eu devo uma abraço pelo episódio do último domingo) e o Elijah, que também poderia servir como Bryan de The New Normal. (e saiu recentemente que ele já assinou e retorna para a Season 3 já garantida de Girls, que a propósito, dizem que já tem garantida até uma Season 4)

(♥)

ps: as versões em PDF para impressão do trabalho do ilsutrador Kyle Hilton estão disponíveis no site da Vulture

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Agora é oficial, já podemos gritar para a participação do Matt Bomer em The New Normal. Então, vamos lá: HÖY!

Janeiro 9, 2013

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Ele que conforme nós já dissemos anteriormente, interpretará o ex do Bryan na série.

E se você ainda não assiste The New Normal, primeiro: qual é o seu problema? #SHAMEONYOU. Segundo: está fazendo o que aqui ainda que não começou a ver essa série deliciosa, hein? E terceiro: acabamos de te dar mais uma motivo mágico com a imagem  acima. HÖY! (em caixa alta, que todo mundo sabe que significa gritos histéricos de euforia eufórica da magia à sedução)

 

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Sparrow!

Novembro 27, 2012

Primeiro que o garoto tem nome de pirata, o que a gente já acha sensacional (e super badass), segundo que #TEMCOMONAOAMAR a Nicole Richie carregando o seu pequeno? Não, não tem. Foufo mil!

E terceiro que ambos temos filhos com nomes de personagens do Dione Depp. Quer dizer, eu ainda não tenho o meu, mas planejo e tenho a intenção de ter um Edward para mim, rs

 

ps: queria ser amigo da Nicole igual o Bryan de The New Normal. Ano que vem, venha decorar suas abóboras aqui em casa, Nicole!

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A magia dos meninos de Girls (Höy!)

Outubro 25, 2012

Adam Driver, Chris Abbott, Alex Karpovsky e o Andrew Rannells (que também está ótimo, não? #LuckyDavid em The New Normal. Aliás, sorte dos dois. Höy!) by Terry Richardson. As imagens fazem parte de um ensaio dos meninos para a GW Style de Outubro.

E agora, esse meu recado vai especialmente e diretamente para a Hannah de Girls:

#TEMCOMONAOAMAR e morrer de vontade de apertar esse seu namorado boy magia?

(♥)

 

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O elenco mais normal (e sensacional) do momento

Outubro 16, 2012

Não só estou completamente apaixonado por The New Normal (que estava recebendo um prêmio no PFLAG por estar representando o bem estar da comunidade Gay na TV), como já AMO cada um de seus personagens. (♥)

Atualmente, minha (nova) comédia mais aguardada da semana…

Assistam! (Clap Clap Clap Uncle Ryan. Again!)

#OHMOTHERDARLING

 

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O boy magia adorkable do momento

Outubro 11, 2012

Justin Bartha, nossa #CRUSH (antiga) do momento, fantasiado para o episódio de Halloween de The New Nornal. Höy!

Aliás, egostaria de declarar que a série é a única das novas que tem me deixado bem ansioso para o próximo episódio de tão bons que todos eles andam sendo.

E a série não é apenas uma comédia ou pelo menos não é uma comédia qualquer.

 

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O novo normal

Setembro 20, 2012

Plot de casal gay querendo ter filhos não chega a ser nenhuma novidade e a gente sabe que sempre acaba rendendo pelo menos algumas boas risadas, além da carga dramática que eles sempre tentam imprimir nesse tipo de situação, o que também é bem natural devido as circunstâncias. Mas não é que o Ryan Murphy conseguiu nos entregar mais uma série bem bacana ou pelo menos bem divertida?

Gostei tanto do piloto de The New Normal, que até assisti duas vezes, não só ele como o segundo episódio (1×02 Sofa’s Choice) que saiu logo na sequência e que conseguiu ser ainda mais divertido (embora a suas audiência tenha caído durante essa semana). Mas o que mais me deixou encantado com a série, além do fato deles seguirem uma linha meio Modern Family, sempre com ótimas risadas e aquele momentinho que te deixa bem emocionado dentro do episódio (Modern Family costuma utilizar desse recurso no final dos seus eps por exemplo), a série conta também com um texto super direto, sem freios e com aquele tipo de acidez que nós tanto adoramos.

E  o casal da vez é sensacional! Nele temos o fashionista (claro), Bryan, que tem cara de “exclamação” (sempre achei que o Andrew Rannells tinha essa cara – ele que fez o ex boyfriend gay da Hannah em Girls e que também foi o protagonista do musical do momento na Broadway, o “The Book Of Mormon”) que é extremamente caricata e nem por isso menos divertido. Sem contar que com ele ganhamos a sua assistente Rocky, que é interpretada pela Nene Leakes, que saiu de Glee (não sei se ela saiu mesmo, mas acredito que sim) para interpretar praticamente o mesmo personagem na nova série, só que com roupas melhores e mais caras, mas que nesse caso eu nem consigo lamentar qualquer coisa, porque ela é sempre ótima com sua língua afiadíssima e respostas atravessadas que são como patadas de sola vermelha de seus Louboutins diretamente na cara da sociedade puritana americana. PÁ! (inclusive, todas super merecidas)

A outra parte do casal é composta pelo típico personagem gay que não parece muito gay (claro²), David, interpretado lindamente pelo Justin Bartha (que eu AMO não é de hoje. Höy!) e seus olhos cor de caixinhas da Tiffany & Co, rs. Esse bem menos caricata, o que também é excelente, médico e um milhão de vezes mais inseguro do que o seu parceiro no crime, Bryan. Só não gosto muito dessa divisão clara que tendem a fazer com personagens gays, onde um sempre é a caricata e o outro a machona da relação (apesar de algumas “coincidências” da série com a vida real de “alguém” ter me assustado um pouco, tisc tisc). Mas esse equilíbrio que sempre faz falta quando o assunto são personagens gays, analisando apenas por esse começo da série, talvez eles tenham conseguido com o personagem do Justin Bartha que apenas por esses dois episódios, me pareceu até ter um pouco dos dois estereótipos, algo que eu acho bem mais natural. Não gosto de labels e não gosto de pensar que alguém é só isso ou aquilo, apesar de ser muito mais fácil de se definir. Não gosto muito do “fácil”. (recentemente o lindíssimo filme “Weekend” conseguiu o feito de uma forma bem bacana e natural também, bem mais próximo da realidade)

Completando a história, temos as adorkables Goldie e Shania (Georgia King e Bebe Wood), mãe e filha que acabam embarcando nessa de proporcionarem uma família para o casal gay, sendo boa parte dessa decisão tomada por conta da vida conturbada da mãe (Goldie), que se vê presa a uma relação abusiva e sem muito respeito por parte da sua outra metade (que é interpretada pelo ator Jayson Blair de The Hard Times of RJ Berger) e por esse motivo resolveu mudar a sua vida, aceitando a proposta financeira de ser a surrogate mom do casal . Ambas são adoráveis, a mãe com toda a sua ingenuidade e doçura e a filha por ser uma figura completamente foufa daquele tipo que é impossível não se apaixonar. (ela me lembrou bastante a “Little Miss Sunshine” até e não acho que isso não tenha sido proposital, rs)

O episódio piloto da série é adorável e conseguiu me emocionar já nos seus primeiros minutos, com aquele vídeo lindo do Bryan para o futuro filho e depois disso fomos presenteados com uma série de piadas sensacionais além de uma acidez precisa encontrada no texto de todos eles, mas principalmente no da personagem que faz o contraponto dessa história (Jane, a bisavó intolerante das meninas) e que pasmem, representa uma boa parte da sociedade, mesmo para os intolerantes que ainda permanecem dentro do armário, tentando esconder seus preconceitos em uma falsa tolerância ou no “politicamente correto”. Talvez por isso a série tenha irritado tanto a America antiga conservadora…

No segundo episódio, tivemos um momento impagável com a Shania (#TEMCOMONAOAMAR esse nome? – ♥)  fingindo ser a Little Edie de “Grey Gardens” (mas não o filme e sim o documentário, que é excelente!), se comportando como a personagem e nos entregando momentos de pura diversão em um comportamento que imprimia exatamente a forma como elas estavam vivendo naquele momento. Até a carater para escola ela acabou indo, #TEMCOMONAOAMAR? Oh mother darling, e nele ainda tivemos um momento flashback onde descobrimos como o casal se conheceu em uma buatchy, que foi ótimo também. (e o cabelo do Justin Bartha estava tipo o do Blane na formatura do último ano de Glee, rs)

E tudo isso faz com que The New Normal seja uma nova série bem bacana, do tipo de comédia que realmente dá vontade de continuar assistindo, mesmo que a gente já consiga ter uma ideia de onde isso tudo vai parar no futuro. (dificuldades para engravidar/perder o bebê/voltar com o ex/desistir da “adoção” porque voltou com o ex ou se apegou ao bebê/todos vivendo juntos como uma grande família). Mesmo assim, eu já me encontro apaixonado e sonho com o convite para ser padrinho do futuro filho do casal. (e quero uma Shania para mim!)

Ao contrário do que muita gente possa achar também (gente estúpida existe em tudo quanto é lugar), The New Normal não é uma série que chega dizendo que “o novo normal é ser gay” e a mensagem da série está mais para que o “novo normal é aceitar que todo mundo pode ser feliz” mesmo que o novo modelo seja um tanto quanto diferente do que o modelo mais comum. (♥)

 

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