Posts Tagged ‘The Other Woman’

Yes I Do, Waldau!

Julho 2, 2013

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E a nossa #CRUSH só aumenta, não?

O que um banho tomado com um mix de sabonete líquido e em barra não é capaz de fazer na vida de um homem? Höy!

E já que os Starks bons que sobraram são apenas crianças, nos rendemos de coração aberto ao lado negro da força.

 

ps: querida Cameron, quando o cabelo do boy está com menos fios quebradiços e ou arrepiados que o nosso, o que é que a gente faz? Grita, chora e hidrata profundamente, claro. (algumas escurecem também e talvez já esteja na hora de abandonar esse loiro sueco germânico adquirido em 3, 2, 1)

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Seria Jaime Lannister o novo Charming?

Junho 24, 2013

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Porque nome de príncipe ele já tem, não? Nikolaj Coster-Waldau. Höy!

Ele que está gravando o filme “The Other Woman” ao lado da Cameron, ela que ao que tudo indica, já está enfeitiçada. #PLIM

E depois daquele banho turco + batalha do urso em Game Of Thrones, quem é que não está?

 

ps: sim, ainda iremos falar da temporada de GOT. Aguardem, porque somos um blog sem pressa e ou vergonha, rs

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Dois filmes e um tema em comum: Luto

Abril 29, 2011

Coincidência ou não, acabei assistindo por esses dias dois filmes com tema semelhante: O Luto. Um tema sempre meio assim neam?Ainda mais  nesses dois casos, para esse tipo de perda, mas que faz pensar, refletir e quem sabe até entender alguma coisa.

Rabbit Hole

“Rabbit Hole” eu confesso que foi uma total surpresa. Assisti sem ter lido nada a respeito, mas sabia que o filme deveria ser bom, afinal rendeu até uma indicação ao Oscar para Nicole neam?

O longa traz o casal Nicole Kidman e Aaron Eckhart vivendo o drama de pais que perderam o seu filho ainda criança em um acidente traumático. Mas vc só vai descobrindo essa fato aos poucos  e passa a perceber que toda aquela frieza do casal desde o início esconde um motivo maior.

Mesmo tratando de um tema tão delicado, o filme consegue ser honesto, digno, sem apelar ou cair dentro de vários clichês que poderiam ser facilmente encaixados nesse tipo de situação. Na verdade, a história tenta mostrar um outro lado do luto, do não conformismo religioso e até uma certa praticidade por parte da mãe, em tentar resolver esse problema em sua vida, que muito provavelmente nunca irá se resolver por completo.

Diálogos honestos e ainda a participação da Sandra Oh no elenco. Cool! E eu senti que o tal “Rabbit Hole”, além de ser representado pelo estado de “exclusão e afastamento” em que o casal se encontra, tmbm foi lindamente representado por alguns enquadramentos de câmera que dão a sensação de vc estar observando a cena de dentro de um buraco, pelo menos eu senti isso em alguns momentos, como na cena quando ela esta lavando roupa por exemplo.

Eu sei que eu implico com a Nicole, com seu gosto duvidoso para a moda e com a barbaridade que ela fez com ela mesmo de tanto que mexeu na sua cara, mas quando chega a hora de mostrar o seu verdadeiro talento, que vai além da sua beleza antiga, ela comparece e não faz feio. Aliás, emociona!

Agora surpreendente mesmo foi o papel do Aaron Eckhart no filme, mais denso, sofrendo a sua dor em um ritimo diferente ao da sua mulher, super emocionado. Achei realmente que ele estava ótimo no filme.

A trama do longa é muito maior do que essa perda e envolve outros personagens desse acidente, como o causador de tudo isso e a história vai sendo contada sem pressa, na medida, emocionando aos poucos.

Sinceramente, naquela única cena sobre o acidente em si, só aquelas expressões da Nicole, já foram dignas de um Oscar, fatão! Que excelente atriz, não?

O final foge do óbvio, do conformismo, que é a melhor saída para alguns e pra mim, representou muito bem como algumas pessoas escolhem lidar com esse tipo de situação.

Recomendo!

Como nem tudo é perfeito, é claro que o filme caiu na lista dos piores títulos traduzidos em Português e por aqui ganhou o nome de “Reencontrando a Felicidade”, o que faz até algum sentido, mas não deixa de ser lame…

The Other Woman

Aqui a situação é um pouco diferente, embora o tema seja o mesmo. Natalie Portman tmbm vive o drama de uma mãe que perde sua filha, 3 dias após o seu nascimento (dra-ma). Mas a sua situação familiar se revela diferente, no momento em que descobrimos que ela foi a outra mulher do seu atual marido por um certo tempo.

Outra interpretação honesta sobre esse sentimento que deve ser pavoroso e que ninguém espera passar porque não parece natural, mas acontece, infelizmente…

Na verdade, ambos os filmes representam o luto de forma diferente, apresentando algumas reações de acordo com cada pessoa, talvez em uma tentativa de demonstrar que cada um aprende a lidar com essa situação dolorosa da sua maneira.

Nesse caso, o peso maior fica por conta da relação difícil em que a personagem de Natalie se encontra, sendo rejeitada pela sociedade por ter sido a outra, além de ter que se relacionar com a família do seu atual marido, que vem com o combo filho + ex mulher bitch (mas totalmente compreensível).

A relação entre ela e o seu enteado é complicada e vc percebe que muito dessa dificuldade toda do relacionamento entre eles é culpa de terceiros. Ainda falando dessa relação, que adorável aquele garoto não?

Me lembrou muito eu mesmo quando criança e ficaria orgulhoso se o meu filho (do futuro e que não existe ainda, rs) fosse assim.

Só não entendi muito bem o pq do drama todo dela com relação ao seu pai, que traiu a sua mãe no passado, sendo que ela mesmo se colocou na mesma situação. Até que o assunto vem a tona durante o filme (para a minha satisfação) e vc percebe que é mais uma daqueles casos clássicos de daddy issues de sempre.

O peso aqui em relação a morte é  maior, pq envolve a culpa e a forma com que  essa culpa se trasnforma em alívio é surpreendente, fikdik.

E a Lisa Kudrow no papel da ex mulher amarga e traída, hein? Vou ser bem sincero agora…como ela envelheceu neam?

Ahhh e o filme ainda tem a Claire de Six Feet Under (Laureen Ambrose)  e o marido é interpretado pelo Max da Lorelai em Gilmore Girls (Scott Cohen), que por sinal, não envelheceu naaada, bem diferente da ex Friends, rs. (juro que eu fiquei assustado até, rs)

Também achei bem bacana aquela idéia da espécie de ONG , com o encontro lá no Central Park para pessoas que perderam filhos. Será que aquilo é real? Gostei da idéia, mas dispensaria as palavras “reconfortantes” ou qualquer tipo de diálogo de sabedoria ou religioso em uma hora dessas. Acho que serviria mais só mesmo pela simbologia  dos corações no lago, que eu achei lindo, fikdik.

Também recomendo!

E o filme é mais um que entra para a lista dos péssimos títulos traduzidos, ganhando por aqui o nome de “As Coisas Impossíveis do Amor” o que acaba enganando alguns achando que trata-se de uma comédia romântica ou algo do gênero.


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