Posts Tagged ‘The Sopranos’

Look 4 Today (tears)

Junho 20, 2013

tv-james-gandolfini

Ontem no começo da noite, todos nós apaixonados por séries de TV ficamos extremamente tristes com a notícia da morte repentina do ator James Gandolfini, o tipo de notícia que você custa a acreditar.

Ele que foi responsável pela inesquecível interpretação do Tony Soprano, que é um dos melhores personagens da TV e que certamente foi o responsável pela abertura dos caminhos para o Walter White (e o Bryan Cranston chegou até a reconhecer isso no Twitter após a notícia) e o Don Draper que encontramos hoje na TV.

holstens

Hoje, ainda tentando assimilar a notícia e em meio as inúmeras homenagens que o ator acabou recebendo de todos os meios, acabei me deparando com essa linda imagem acima, com a mesa do Holsten’s em New Jersey com a plaquinha de “reservado”, uma homenagem linda ao local que serviu de locação para a icônica e histórica cena final de The Sopranos.

R.I.P (tears)

 

ps: além do Tony Soprano, eu AMO o fato de que o Gandolfini deu voz ao (meu) Carol em “Where The Wild Things Are”. Vontade de abraçar para sempre… (♥)

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Gostaria de ser apenas badass o suficiente para dizer que eu queria abraçar o James Gandolfini apenas por Sopranos…

Novembro 27, 2012

… mas na verdade, é claro que eu gostaria de abraça-lo também por ter feito a voz do Carol em “Where The Wild Things Are”. Sou desses. Me julguem…

E a pergunta que não quer calar é a seguinte: Brad está ou não está ficando cada dia mais parecido com sua estátua de cera no Madame Tussauds? (#NAOTABOMNAO)

 

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Nucky Thompson e o nascimento da máfia na america antiga de Boardwalk Empire

Janeiro 19, 2011

Quando a HBO anunciou o seu novo projeto, a série Boardwalk Empire, que seria ambientada nos anos 20 (uma das décadas mais lindas da moda) e que a série tinha assinaturas de peso como o Terence Winter (The Sopranos) como roteirista e ninguém menos do que o Martin Fucking Scorsese na produção, meus olhos brilharam e eu logo pensei: UOW!

Tive que engolir a minha ansiedade e esperar para assistir a série depois por falta de tempo (o que eu só consegui fazer na última semana) mas acho que assim foi até melhor pq consegui assistir a todos os eps direto, sem ter que esperar uma semana inteira sofrendo de ansiedade aguardando o próximo episódio (desculpa de preguiçoso na verdade, rs).

Uma série de época na HBO tinha que ser bem cuidada e isso já era de esperar. Ainda mais depois de ter recusado Mad Men em sua grade no passado, talvez um dos maiores erros do canal até hoje, do qual eles devem se arrepender e muito. E para tentar reparar esse erro, eles não poderiam fazer feio.

O clima da série mostra o nascimento da máfia, ilustrando um pouco do ínicio do crime organizado como conhecemos hoje (sem o glamour daquela época é claro). Com gangsters famosos  como Al Capone e Lucky Luciano, ainda iniciando suas histórias no mundo do crime em Atlantic City. Vale lembrar também que a série é baseada em um livro de Nelson Johnson, com o título de “Boardwalk Empire: The Birth, High Time and Corruption in Atlantic City”, ele que foi um funcionário do planejamento da cidade e que presenciou de perto o crescimento local que aconteceu naquela época, benefício que é fruto dessa formação da máfia local.

Mas o personagem central da história é Nucky Tompson (Steve Buscemi), corrupto, desonesto, envolvido com o crime e bem relacionado com os dois lados da força local, o que o ajuda a manter o status de comandante da cidade. Falso defensor da famosa Lei Seca da época (que comanda a trama), ele se coloca em discursos moralistas e emocionados, a favor do bem estar e da construção do american dream, contando histórias dramáticas e mentirosas do seu passado só para comover e manter a pose de bom moço, quando na verdade ele esta mais do que envolvido em todos os setores do crime da cidade e lucrando muito com isso.

Mantendo relações estreitas com todos os grupos, sem fazer a menor distinção entre negros, poloneses, judeus, italianos e irlandeses, ele se torna rapidamente o rei de Atlantic City. Lucrando muito de todos os lados, mas tendo o comércio ilegal de bebidas como o seu negócio de maior lucro e de maior concorrência também. Aquela cena do velório da garrafa gigante de bebida nas ruas da cidade é sensacional e depois o deboche dentro do cabaré, com a contagem regressiva para o início da Lei Seca, regada a muitas doses de bebida, foi muito genial. Euri

A série tem aquele ritmo lento, ala Sopranos, a história é cheia de detalhes e os diálogos são bem longos. Em algum momento vc começa a sentir falta de ação, mas esse é o clima de Boardwalk Empire e assim a série se mantém até o final. Por isso, aquela ansiedade de esperar pelo próximo episódio da semana que eu falei no começo do texto talvez nem funcione muito bem nesse caso.

Mas eu nem diria que esse é o problema da série, porque essa falta de rítimo é substituida pela beleza e qualidade que podemos observar em cada detalhe, em cada cena, algo que é indiscutível. Mas talvez o grande problema seja que Boardwalk Empire tem um começo que me faz lembar daquelas séries de um homem só das quais eu já falei que não me conquistam, onde tudo gira em torno do personagem principal, que nesse caso é maravilhoso diga-se de passagem, mas que assim vc demora para se apegar aos demais personagens da trama.

Tudo vai melhorando do meio para o fim, os demais personagens que parecem apenas coadjuvantes dessa história rica em detalhes vão ganhando espaço aos poucos, o que pesou um pouco pra mim no começo, confesso. Mas vale a pena esperar, fikdik.

Mesmo assim, fiquei bem feliz de ver o Steve Buscemi ganhando a oportunidade da sua vida, vivendo um excelente protagonista. Depois de tantos papéis menores em filmes e até em outras séries, eu achei mais do que merecido. Sem contar que ele provou em Boardwalk Empire que tem muito talento como ator, levando boa parte da temporada sozinho e com muita facilidade. Clap Clap Clap!

Outro ponto forte da série é a violência, que esta presente em quase todos eps, que apesar de conter cenas bem fortes em alguns deles, a série se mostra preocupada com a beleza dessas cenas. No episódio piloto por exemplo, que ganhou a direção do próprio Scorsese, é nítida a sua identidade e assinatura em cada cena. Mas também não estamos falando de um diretor qualquer neam?  Mortes bem cuidadas, detalhes dos sapatos bicolores impecáveis, tiros no meio da testa e  muito sangue espirrando pelas paredes. Cool!

Aliás, falando em coisas bonitas de se ver, que abertura maravileeeandra hein?

Sem contar a viagem ao passado que Boardwalk nos proporciona em meio a sua caracterização, dos cenários de época bem elaborados e maravileeeandros, posters também de  época espalhados por toda a cidade, números sensacionais de cabaré. Simplesmente um delícia de se ver para quem gosta de coisas antigas assim como eu.

E o figurino é um caso a parte, super bem cuidado, carregado de detalhes e com todo o charme que os 20’s merece. Mulheres absurdamente bem produzidas, homens alinhados e crianças vestidas de marinheiro, howcoolisthat? Cabelos, make up, tudo colabora para deixar o look burlesco ainda mais encantador. E ao contrário do que acontece na maioria das produções, dessa vez os looks masculinos ganharam o mesmo cuidado do que os femininos e isso eu achei bem chic. Os tais sapatos bicolores, ternos alinhados de risca de giz, xadrez largo também para os ternos, gravatas borboletas e muitos chapéus. Coisa realmente phina!

E é de Lucy, (que a princípio é a amante prepotente, arrogante e infantil de Nucky) o prêmio de figurino mais fundamento da série. E é também o prêmio de quem mais paga pererequinha (Oficina de Estilo feelings) durante os eps, rs.

Gosto também do personagem Jimmy Darmody (Michael Pitt),  extremamente ambicioso, violento e que se envolve cada vez mais com o mundo do crime, tudo em nome de garantir uma vida melhor para a sua família. E eu acho ele a cara do vocalista do Arcade Fire, fatão! E o que é linda aquela mãe burlesca dele hein?

As mulheres da série ganham o seu destaque com o tempo, como a viúva Margareth, que vem de um casamento infeliz e violento, do qual o “herói” da série acaba dando um jeitnho de logo tirar o violento marido da jogada. Com o tempo ela vai se envolvendo com Nucky e começa a perceber como funcionam os negócios da máfia e o tamanho dos lucros do seu amatnte. Mesmo não concordando com o american way of  life de Thompson, ela acaba aceitando a sua condição de “preferida do chefe” e as vezes usa as informações que tem como forma de chantagem, caminho que eu acho perigoso e não entendo muito bem como Nucky aceita. Mas talvez esse seja mais um caso do marido mandão que precisa de uma mulher mais mandona ainda para sobreviver. Típico…

O final da trama da Season 1 não é muito surpreendente e tudo vai se ajeitando facilmente para todos, o que eu achei um pouco “fácil” demais, ainda mais se vc pensar que eles estão retratando o berço do crime organizado, da máfia,  onde tudo começou. Mas parece que nem tudo esta tão tranquilo como na paisagem calma da última cena da temporada e a briga pelo poder de Atlantic City parece que ainda vai render muito sangue para todos os lados.

Cuidado Nucky Thompson, alguém bem próximo (detesto aquele irmão invejoso dele)  já esta pensando em puxar o seu tapete e ele ganhou aliados,  fikdik

Como uma das minhas leitoras havia me dito, realmente cada episódio da série parece um filme, com uma direção de arte impecável e que deve custar pencas.

Se eu vou assistir a Season 2? Vou sim, mas como a série não me desperta a ansiedade,  talvez eu espere acabar para começar a ver com mais tempo tudo de uma vez.

Coisa phina, série do tipo que pode gritar: eu sou ricah! rs

É, acho que teremos uma boa temporada de zombies pela frente

Novembro 2, 2010

Vcs sabem que eu sou fraco para o assunto terror, não? Pois é, nunca foi o meu forte e sempre fico meio assim antes de optar por assistir algo do gênero. Tanto que “O Exorcista” eu só assisti recentemente, tem uns 5 anos eu acho, que foi quando eu achei que tinha ganhado coragem e resolvi assistir sozinho. Tolo, porque isso não aconteceu, mas tmbm o filme nem me assustou tanto assim. Na verdade, eu ro-lei pq ainda assisti dublado e ai já viu neam?

Mas outra coisa é fato, mesmo não gostando muito do gênero e achando a maioria dos filmes de terror meio bocós, os zombies foram os únicos atrairam a minha atenção desde sempre. Não sei pq, mas talvez a culpa seja de um filme eu me lembro ter assistido quando criança, onde acabei achando aquelas pessoas macabras e lentas bem engraçadas. Recentemente, um dos filmes de terror que eu mais gostei de ter assistido foi “Zombieland”, do qual eu já falei para vcs aqui no Popcorn do Guilt. Achei acima de qualquer coisa um filme bem divertido e aguardo ansioso pela sequência.

Por isso, resolvi reservar a noite de domingo de  Halloween para a grande estréia dessa temporada, talvez a mais aguardada por mim mesmo. Estou falando de “The Walking Dead”, a série baseada nos quadrinhos que leva o mesmo nome e que veio como promessa de ser a nova série magia do AMC, canal dono de Mad Men e Breaking Bad, as duas séries classe A do momento, acumulando os 3 homens mais interessantes tmbm do momento, fatão!

Confesso que assisti com medeeenho é claro, afinal eu já assumi que não sou das pessoas mais corajosas para esse tipo de programa. Mas não é que eu achei sensacional?

Primeiro porque o ritmo do episódio de estréia é lento, meio que seguindo a linha das séries da casa (e da escola antiga dos Sopranos) e funciona mais como uma introdução a vida daquele homem, que acorda do coma e encontra a sua cidade vazia, com corpos ensanguentados por todos os lados, casas abandonadas e sem saber o paradeiro de sua mulher e filho. Um verdadeiro ca-os. Até que, ele tmbm encontra eles, os zombies!

Achei bem digno o fato da série ter começado dessa forma, com esse ritmo menos euforico do que os filmes com a mesma temática dos quais já estamos acostumados a ver. Cenas bem cuidadas, cenários inacreditáveis e gigantescos. E mais zombies, é claro. Podres, em decomposição, com aqueles dedos finos e medonhos aparecendo pelo vão da porta, aquela arcada dentária exótica  e cortes por todos os lados. Cool!

Na série, os zombies não são bocós, o que já seria um grande ponto positivo ao seu favor. E tmbm não andam tão lentamente como de costume, o que eu acho bem digno. Porque pra mim não faz o menor sentido em um filmes de terror por exemplo, quando a vítima não consegue escapar daqueles mortos vivos mega lentos. Eu correria mais que qualquer um deles, fatão!

Até as cenas mais violentas da série, como tiros na cabeça dos zombies (lembrando que a forma clássica de matar um zombie é esmagando o seu cérebro), são tão bem cuidadas e bonitas de serem vista, mesmo com tamanha brutalidade existe uma plástica absurda nessas cenas. Para quem como eu é apaixonado por diretores como o Tarantino por ex, é um prato cheio (de sangue, rs).

Caminhando para o final do ep, agora a cavalo, o policial e grande herói da história se vê finlamente em meio a uma multidão de zombies, incontroláveis, violentos, o que o deixa literalmente sem saída. Muito boa e muito aflitiva aquela tentativa de escapar dele por baixo do tanque do exército, sendo cercado de todos os lados por zombies, levando-o a pensar até em suicidio. Mas como ele será o nosso herói daqui para frente, é claro que todo mundo sabia que isso não iria acontecer e uma saída de última hora iria aparecer. Cool!

Ao final do ep, o nosso herói, mesmo cercado de zombies por todos os lados e preso dentro do tanque de guerra, sem armas e tendo o seu cavalo sendo devorado pelos zombies do lado de fora, mesmo com tudo isso, uma chamada no rádio o faz perceber que ele não esta sozinho nessa. Agora só nos resta esperar o ep da próxima semana para ver como é que ele vai sair dessa e quem estava na chamada do rádio.

Para quem leu ou viu alguma vez a revista em quadrinhos, percebeu a fidelidade dos quadros e das cenas com a HQ, algo parecido com “Sin City” ou “300” e isso já nos faz sentir o gostinho da qualidade da série. E se os próximos eps tiverem essa mesma qualidade do primeiro (que pareceu mais um filme, tanto que ele é mais longo do que o normal) e o mesmo ritmo, tenho a sensação que o Guilt acaba de ganhar a sua mais nova série preferida hein? Mas vamos aguardar o susto da semana que vem…

Te invejei Kristen Stewart, fatão!

Junho 29, 2010

Que Zé Vampir que nada, o que eu queria mesmo é ter uma foto igual a sua com o sensacional Tony Fucking Soprano!

Beijomorrideinvejabranca


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