Posts Tagged ‘The Strokes’

“One way trigger” significa que perdemos os Strokes?

Janeiro 31, 2013

Já disse que eu gosto e aceito mudanças, desde que elas sejam para algo melhor ou pelo menos uma boa tentativa tendo em vista exatamente esse objetivo. Quem não está contente como está, não quer ficar pior, não é mesmo? (o que não quer dizer que tentando mudar a gente sempre consiga acertar)

Já disse também no passado que “Angles” não é um dos melhores trabalhos dos Strokes, ou pelo menos, não soou assim para mim. (hábito que eu preciso retomar por aqui e esse é um lembrete para mim mesmo)

Até que eles chegaram agora com a novidade de “One Way Trigger”, primeiro single do novo CD da banda, o “Comedown Machine”, que deverá sair no final de Março e estava todo mundo falando qualquer coisa a respeito. Fui  ouvir atentamente, sedento por alguma novidade boa da banda afinal, como não me dei bem com o último CD, a minha saudade da banda antiga já contava por mais tempo. A princípio, consegui encontrar um pouco até de A-ha antigo e meio desconsertado nessa nova proposta de som, que estava todo mundo dizendo que a banda havia emprestado do tecnobrega brasileiro.

Torci o nariz, não achei a primeira metade da música tão ruim assim (veja bem, eu disse “tão ruim assim”, o que não significa também que ela seja boa), até chegar em sua segunda metade, onde eu tive que concordar que esse novo single é muito mais tecnobrega do que Strokes como conhecemos e gostamos tanto de outros tempos. Sério, o que teria acontecido com esses meninos?

Só sei que dessa forma, é possível que muito fã persistente da banda seja visto pela primeira vez em uma festa de aparelhagem. Imaginem o Julian gritando “Tremé”? HAHA

Para encerrar, eu só tenho mais duas coisas a dizer e que ambas não tem muito a ver com o The Strokes, mas enfim: Gaby Amarantos, eu gostava muito mais de você quando não era muito conhecida e ainda se orgulhava de ser chamada de Beyoncé do Pará (basta procurar uns videos por aí). Na era pré-estrelismo do não quero mais parecer ninguém embora pareça e já tenha aproveitado disso para subir uns degraus. Mas gosto de você, principalmente quando você deixa o seu bairrismo exagerado de lado. Ou seja, quase nunca, rs.

E a segunda é que toda vez que eu vejo a Gabi Amarantos em qualquer lugar, eu só consigo pensar na Preta Gil se roendo ao som de qualquer um dos singles do seu pai, tios ou padrinhos, não se perdoando por não ter tido a ideia da Gaby Amarantos antes. Sério, nada me tira da cabeça que esse personagem foi feito para a Preta. Força, Preta!

Agora, que é difícil esperar qualquer coisa de “Comedown Machine” depois desse single, isso é…

#YOLO(W)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

5 bandas, álbuns ou artistas que vc deveria ter ouvido em 2011

Dezembro 28, 2011

Então aproveita que o ano não acabou ainda e coloque a sua playlist em dia…

 

Torches – Foster The People

Foster The People talvez tenha sido a minha descoberta do ano, ou pelo menos, foi o meu caso de amor em 2011.

A banda é ótima, o som é sensacional, lembra um pouco do fundamento do MGMT em alguns momentos, só que diferente.

Já postei alguns vídeos da banda aqui no Guilt e também já incluí nas minhas mixtapes várias faixas do “Torches”, álbum mais recente da banda que eu amo e tem essa arte na capa que eu acho sensacional!

Vale a pensa decorar todas as letras, porque eles passam por aqui em 2011, para quem se animar e não quiser fazer feio no show, rs.

 

I’m From Barcelona

Outra descoberta desse ano foi a banda I’m From Barcelona.

Embora o nome da banda indique que eles são da Espanha, na verdade, eles são mesmo um coral sueco delicioso, composto de 29 integrantes suecos e que tem como ideia principal ser uma banda coletiva. Howcoolisthat?

O som deles é super otimista e dá vontade de dançar com os amigos. E eu bem que adoraria ter 29 amigos suecos, Höy! (se algum deles vier com o sobrenome Skarsgärd então, melhor ainda!)

O álbum mais recente da banda é o “Forever Today”, super elogiado por sinal e eu AMO quase todas as faixas. Sério.

Detalhe que eu já morro de inveja de qualquer banda que participe do Yo Gabba Gabba, neam?

 

How Do You Do – Mayer Hawthorne

Eu tenho um caso sério de amor com o Mayer Hawthorne desde que fomos apresentados. Fato.

Isso porque a partir desse nosso primeiro encontro, eu passei a achar que todos nós meninos deveríamos nos vestir como ele. E se fosse possível ter a sua voz também não seria nada mau, não? rs

Mas falando sério, acho o som dele uma delícia, desde o álbum anterior “A Strange Arrangement”, que é simplesmente sensacional e tem formato de coração. #TEMCOMONAOAMAR?

E em seu novo álbum, o “How Do You Do”, Mayer vem ainda mais cheio de estilo com a sua sonoridade recheada de identidade, dele e do fundamento antigo. Dessa vez investindo em uma sonoridade um pouco menos retrô e mais voltada para o soul e até memso para o hip hop em alguns momentos, com a participação do Snoop Dogg na faixa “Can’t Stop” (uma das minhas preferidas!), se arriscando mais em vocais deliciosos e cheios de camadas em faixas que também vão te dar vontade de dançar, vai por mim.

E eu acho bem difícil alguém ouvir o Mayer Hawthorne sem se apaixonar e por isso eu pergunto: Mayer Hawthorne, quer casar comigo? (rs…mas aguardando a resposta…)

Acho bem difícil também alguém conseguir assistir o vídeo abaixo e resistir a fazer uma dancinha bem animada e antiga…

 

Lana Del Rey

Sério, esse nome não é sensacional? (SIM!)

Muito se fala sobre o funamento da Lana Del Rey, se ela é ou não é um produto da indústria da música, mas a pergunta que fica no ar é: quem se importa?

Contanto que ela continue ruiva e fazendo músicas deliciosas como essas que a gente não cansa de ouvir ultimamente, está tudo mais do que certo, não é mesmo?

You go girl!

 

Wounded Rhymes – Lykke Li

Ou Lykke Linda, como eu gosto de chamá-la.

“Wounded Rhymes” é o álbum mais recente dela, que certamente foi um dos melhores lançamentos do ano. Com o seu som super peculiar e sombrio, Lykke Li emociona e anima com todo o seu fundamento moderno com cara de antigo.

E quem não fez a stalker perseguindo “rios magia” ao lado da Lykke Linda em 2011, não pode dizer que viveu bem esse ano, hein? É, não pode.

Sendo assim, essa (e as minhas mixtapes todas desse ano de 2011) é a minha pequena colaboração para o meu grandioso projeto por um mundo com músicas melhores (rs).

ps: é claro que eu poderia ter falado de outros álbuns aqui, delicias como o 21 da Adele ou Ceremonials da Florence and The Machine, ou também falar do novo dos Strokes ou sobre o otimismo foufo do novo álbum do Coldplay, mas esses nomes todos já ganharam toda a sua merecida atenção em 2011 e eu senti que alguém tinha que falar dos underdogs, rs.

Animados com o anúncio dos Stokes para o Planeta Terra?

Abril 25, 2011

Eu confesso que fiquei, afinal, Strokes é Strokes neam?

Tudo bem que ter visto naquela época do hype foi excelente, mas fiquei bem animado em reencontra-los hein?

Será que dessa vez o Julian me escolhe?

Pick me! Pick me! (euri)

Tmbm acho que vale a pena para ver o The Vaccines hein? Fikdik

Agora só falta confirmar o Arcade Fire (por favor, alguém tem que trazê-los!) Adele (preciso falar mais alguma coisa?) e a Lykke Li no line up que eu morro!

ps: as fotos são do Cobrasnake no Coachella e em outro show na mesma semana

Angles, The Strokes – Mas será que todos os ângulos desses meninos são bons mesmo?

Março 16, 2011

O mais do que aguardado 4º álbum de estúdio dos Strokes vazou antes (como quase sempre acontece), no Domingo e é claro que eu pedi para o Paolo Torrento trazer pra mim.

Fiz 3 audições. A primeira tomado pela ansiedade de ouvir algo novo de uma das minhas bandas preferidas, depois de uma espera de 5 longos anos. Ufa!

A segunda com mais calma, tentando perceber melhor a proposta. Hmm mmm

E a terceira hoje, só para confirmar as minhas impressões. É, é isso mesmo…

O álbum foi composto pelos 5, separadamente, em uma tentativa de ampliar o ângulo de cada um deles como indivíduo e é bem nitida essa sonoridade de cada um deles, que chega a soar como um desencontro ao ouvir Anlges pela primeira vez. Não que isso seja totalmente ruim, mas parece desencontrado.

Esse som mais distorcido e as vzs desencontrado me incomoda, não é exatamente o tipo de música que eu gosto de ouvir. Juro que quando eu ouvi o álbum pela primeira vez eu pensei: talvez essa seja apenas uma versão micada, que eles mesmo liberaram só para fazer uma graça.  Mas fui procurar e descobri que não, que a proposta era essa mesmo, uma proposta meio assim, exótica.

Julian experimentando novas possibilidades no vocal, brincando e vc já pode perceber isso logo de cara com o primeiro single “Under Cover Of Darkness” que saiu a pouco. E assim ele brinca também em faixas como “Machu Pichu” por exemplo.

Acho uma pena os outros meninos da banda terem trancado o Julian em um estúdio separado, evitando que ele se envolvesse tanto com o processo criativo do novo som da banda, talvez só para terem a chance de mostrar o seu trabalho também. Sempre achei que uma banda funciona melhor em conjunto, mas agora vc me responde: e quem consegue conter os egos dessa gente toda? Bom, isso já não é problema meu.

Existe uma sonoridade, ou pelo menos uma vontade, do álbum solo ou projetos paralelos de cada um deles. Até uns acordes de bossa nova moderna vc consegue achar em “Call Me Back”, certamente influenciado pela alma carioca do Fabrizio Moretti (que é o Stroke que eu abracei e ganhei um beijeeenho no rosto, tsá? Nunca vou cansar de dizer isso) e a sua outra banda, a Little Joy.  Na verdade, eu acho que eles poderiam ter olhado com mais carinho para o trabalho solo do Albert Hammond Jr”, que na minha opinião tem o melhor trabalho solo de todos eles, com os seus 2 cds, fikdik.

O álbum é quase que totalmente diferente dos demais, salvo algum resquício do passado em “Taken For A Fool” ou  “Gratisfaction”, certamente candidatas a hit por se aproximarem mais do que esperamos quando ouvimos Strokes.

Faixas como “You’re So Right” ou “Metabolism” foram demais pra mim, quase impossíveis. É, não deu!

A impressão que eu tive (e essa pode ser apenas a minha impressão) é que eles gravaram o álbum com uma certa pressa, mesmo com a pausa de 5 anos. Sabe prazo de gravadora, que fica no pé e vc já não tem mais como enrolar? Então, algo por ai. Como fã da banda desde o começo, eu recomnedaria para que o próximo cd depois de Angles fosse gravado de forma oldschool (e que isso aconteça logo!), buscando recuperar o fundamento da banda, sem nenhuma apologia ao saudosismo, mas que nesse caso provou ser mais interessante do que a confusa novidade.

Eu não sou do tipo de pessoa que torce o nariz para o diferente, para novas propostas ou tentativas e acho sempre bom quando uma banda de sucesso tenta ousar e trazer uma sonoridade nova. Isso desde que a nova proposta seja realmente boa, caso contrário acaba soando como um grande desencontro musical e os ângulos podem se revelar não tão bons assim.

Mudando um pouco de assunto, um dia desses eu acabei lendo em algum lugar (acho que era um texto da Erika Palmino) dizendo que a moda contemporânea precisava evolouir. Todas as décadas foram marcadas por grande estilos, 20’s, 30’s, 40’s, 50′, 60’s,70′, 80’s, 90’s, ai chegamos nos anos 2000 e a coisa deu uma estacionada e nada de novo apareceu.

Na minha opinião, evoluímos sim e isso aconteceu para a moda masculina com a chegada dos Strokes, tornando-os alguns dos responsáveis por isso. Tem meninos mais lindos do rock atualmente? Nos últimos, sei lá, 10 anos?  Tirando toda e qualquer boy band que agora toca rock, é claro (rs).

O estilo dos meninos dos Strokes foi marcante para a sua época, cabelos sujeeenhos, jeans skinny, a mistura de peças podreeenhas com peças de alfaiataria. Não que a proposta seja completamente nova e é possível enxergar  claramente algumas referêcnias de várias décadas passadas, em cada um deles, assim como referências de ídolos do passado, como os Ramones por exemplo. Mas acho que para a moda masculina, esses 5 meninos lindos tiveram a sua importância, pelo menos para a minha geração. Me lembro de ter visto o Julian e o Nick pela priemeira vez e ter pensado: quero ser assim!

Acho que o que marca a nossa moda atual é mesmo o híbrido e talvez seja por isso que vamos ser lembrados daqui uns anos, fikdik.

Músicas para o finde Vol.29

Março 5, 2011


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

 

Carnaval chegou eee…ew! Hoje aqui no Guilt, uma mixtape de sucessos que com certeza vcs não vão ouvir nesse carnaval de meodeos. Muito axé para todos vcs…NOT!

 

♥  Under Cover Of Darkness < The Strokes > Música nova, do disco novo com video novo (mas a VEVO não libera mais aqui no mixpod, humpf!)

♥  Famine Affair < Of Montreal > Música sobre as tentações, achei apropriada, rs. E a montação do Of Montreal é a minha homenagem para o Carnaval

♥  Government Hooker < Lady Gaga > Lançada no desfile do Thierry Mugler essa semana (por isso a baixa qualidade do audio), tem um refrão que já grudou na minha cabeça e não sai nunca mais.

♥  There Is A Light That Never Goes Out < The Smiths > Morissey, vai ser lindo assin lá nos Smiths, vá! Meosonho é te conhecer um dia.

Don’t You Want Me Baby < The Human League > 80’s total neam? Apresentação com direito a botar um reparo no figurino de época. Lembrei pq ouvi em Glee da semana passada. Cool!

Agora sim, a capa de “Angles”, o novo cd dos Strokes

Fevereiro 11, 2011

Depois de ter enrolado a gente com aquela imagem exótica que eu bem duvidei ser a capa do novo cd dos Strokes, hoje em seu Twitter o Julian Casablancas resolveu portar a imagem oficial da capa do cd, que deve sair no dia 22 de Março.

Ansioso mil!

Angles, o novo álbum dos Strokes

Janeiro 19, 2011

Sim sim sim, foi revelado hoje que “Angles” é o nome do novo álbum dos meninos, o 4º da banda que deve sair mesmo no dia 22 de Março como eu já havia dito.

E já temos o nome do priemeiro single: Undercover of Darkness

Além disso foram revelados os nomes de outras faixas do novo álbum: “Machu Picchu”, “Radio minor madness”, “Call me back” e “Life is simple”

Ansioso mil!

AMO Strokes e já disse isso para o Fabrizio pessoalmente, no show do Little Joy aqui em SP. Já contei isso para vcs mas não canso de repetir que eu ganhei um abraço e um beijeeenho gracinha dele, tsá? Ok, já podem cortar os pulsos, rs

Álbum novo dos Strokes em 22 de Março? Yei!

Janeiro 13, 2011

Pelo menos foi isso que acabou vazando em um memorando oficial da sua gravadora, com todos os lançamentos previstos para esse ano.

No Twitter, o Julian colocou essa imagem ae, dizendo que seria a capa do novo trabalho da banda. Mas eu não sei não, acho que esta mais para uma brincadeireeenha…me parece uma foto tirada de um muro qualquer, até parece coisa painel de muro de escola, não?

O disco que será o 4° da banda, ainda não tem nome e foi produzido pelo excelente Albert Hammond Jr, que é o guitarrista da banda e quem tem um trabalho solo bem bom também. Mas segundo uma entrevista para a Radio 1 da BBC, o baixista da banda Nikolai Fraiture disse que o álbum terá 10 faixas e em sua opinião, deveria funciona bem como algo entre “Room On Fire” e “First Impressions Of Earth”.

Enfim, só nos resta espera ouvindo os outros 3 álbuns da banda, que eu tenho é claro! (#BEMMETIDO)

Ansioso mil!

Strokes juntos novamente, yei!

Setembro 16, 2010

Jules! Que saudades meninos! Welcome back

E o cd nova tah pra quando mesmo?

Os outros todos eu tenho (fisicamente, o que é uma raridade hoje em dia) e ficam na minha pilha dos preferidos ever, fatão!

E invejem, o meu “Is This It” é aquela versão deluxe especial, que tem os primeiros videos da banda, tsá?

(não sei o que anda acontecendo com os gifs que eu posto aqui no WordPress que não funcionam mais automaticamente, portanto tem que dar um click para entender a piada, rs)

Peguei a imagem nesse jardim aqui que colocou o Guilt como um dos jardins de sua vizinhança e eu achei foufo mil!

Gosto pouco de Strokes (NOT), nem fui no show e cantei frenéticamente todas as músicas…(nem era eu aquele garoto de calça apertada no meio da multidão, sempre vanguardista não? rs)

Acredite quem quiser, no show deles aqui em SP eu encontrei o Sommer (Marcelo), meu muso magia da moda brasileira e ai a noite se completou. Detalhe, eu vestia Sommer. Confirmou!

Memórias de Essy, tmbm eu escreva um livro um dia…

What ever happened? talvez esse seja o título do meu livro, rs

Uma outra música deles eu pretendo transformar em tattoo, mas só conto depois que ela estiver no meu corpo. Se-gre-do!

Ahhhh, e eu ahazo com Reptilia no Rock Band, seja no vocal ou na bateria, fikdik

ps: outra banda que todo mundo deveria ver ao vivo, fatão!

Somewhere, by Sofia Coppola

Junho 22, 2010

Estava eu indo dormir (depois de uma noite de insônia) e antes disso me deparei com o trailler do novo filme de uma das minhas muses do cinema, Sofia Copolla.

É claro que a curiosidade falou mais alto do que o sono e automaticamente dei o play nesse trailler sensacional do seu novo projeto, “Somewhere”

O cenário escolhido para contar essa história é algo que Sofia já experimentou anteriormente,  um hotel, só que dessa vez o lugar escolhido foi o lendário Chateau Marmont Hotel, famoso por suas lendas envolvendo escandalos e colocóns de celebridades.

A história traz novamente um ator, dessa vez  meio bad boy, que curte a vida como imaginamos que deva ser em Hollywood, até que em um belo dia se depara com uma visita inesperada: a sua filha de 11 anos. E essa convivência faz com que ele repense a forma com que esta vivendo a sua vida.

Seria esse o novo Encontros e Desencontros?

Tomara!

 

Mas pelo clima do trailler, eu bem achei meio “Virgens Sucidas” tmbm, principalmete a fotogafia.

No filme, o ator é vivido por Stephen Dorff (Hoy!) e a filha é ninguém menos do que Elle Fanning, a irmã  da Dakota. Família talentosa essa hein? Além de leeeandra!

E a trilha do filme é assinada pelo Phoenix…preciso dizer mais alguma coisa?

Eu digo que já estou esperando ansiosamente pelo filme, que tem estréia prevista para o final do ano lá nos EUA.

Mas enquanto isso não acontece, vamos ficando com esse trailler doce e emocionado ao som da versão demo de “You Only Live Once”, YOLO (I’ll try anything once) dos Strokes, ao som da voz  incrível do Julian Casablancas, que foi quem embalou a minha noite depois de ter visto o trailler pela primeira vez, fatão!



%d bloggers like this: