Posts Tagged ‘The Uncle Ryan Show’

Glee-ality

Agosto 16, 2012

Encerramos essa segunda temporada de The Glee Project com um lindo baile de formatura, seguindo os próprios rumos da série que encerrou recentemente a sua Season 3 da mesma forma e que é de onde o reality é um derivado, em uma noite onde finalmente ficamnos sabendo quem foi escolhido para ser rei ou rainha do baile e agora, depois de passar novamente por essa experiência deliciosa que é assistir TGP, já podemos dizer que estamos todos devidamente graduados. Mas será que tivemos um resultado feliz?…

Nessa temporada tivemos os temas Individuality, Dance-ability, Vulnerability, Sexuality, Adaptability, Fearlessness, Theatricality, Tenacity, Romanticality e Actability, dez etapas que nos trouxeram aquela sensação que a gente AMA sentir enquanto assistimos TGP, onde nos envolvemos com seus personagens, que nada mais são do que pessoas talentosas porém normais, algumas com histórias mais interessantes, outros nem tanto, mas com todos eles dividindo algo em comum que é o sonho de fazer parte de Glee. Torcemos por eles, sofremos, ficamos com os corações apertados ou vibramos como se não houvesse amanhã quando alguns deles foram eliminados, tudo isso para chegar em Glee-ality (2×11) que finalmente escolheria um único nome entre os três concorrentes que sairia como o grande e único vencedor da Season 2 The Glee Project. (e nós esperamos que a série dure por muito mais tempo, assim ganhamos mais edições do programa. Tipo promoção, leve 2 pague 1, rs)

Claro que novamente tivemos uma excelente temporada, não só por tudo que nós já conhecemos e AMAMOS do melhor reality dos últimos tempos e sim porque tivemos ótimos candidatos para torcer durante essa Season 2. Ótimos, não muitos. Começamos com 14 competidores, um número maior do que a temporada anterior, o que já indicava que essa Season 2 seria diferente, mais numerosa, além do detalhe que eles faziam questão de reforçar a todo momento de que dessa vez, apenas um deles seria escolhido como vencedor. DRA-MA. Ou seja, quanto mais participantes, mais duraria o nosso sofrimento.

Sofremos quando vimos a Dani sendo eliminada ainda tão cedo na competição, achamos justo quando finalmente chegou a hora do Tyler dizer adeus por falta de talento e muito justa também foi a eliminação do Mario, que tinha um ego enorme, que ainda precisa ser trabalhado. Depois disso voltamos a sofrer quando ficamos viúvos do Charlie, que até agora a gente não conseguiu entender o porque dele ter sido eliminado tão cedo, ainda mais com todo aquele talento (tem como esquecer a sua versão de “Fix You” do Coldplay?) e carisma que poderia ter facilmente o levado até a final. Depois tivemos uma sequência de dar sono, que foi o combo Nellie (ZzZZZ) e a dupla Abraham e Shanna, que poderiam ter saído de uma forma melhor (de preferência todos juntos e de mãos dadas, rs), sem apelar por puro desespero na reta final e ter amargado aquela vergonha que nós bem vimos. (a dele então, foi bem pior do que a participação fantasma dela…BOO!)

Até chegarmos a eliminação mais sofrida de todas, porque foi covarde e não nos deixou digerir direito nossas emoções, com o nosso grito de #FORALILY (ela que foi o “projeto de megabitch” da vez e que acabou nem dando muito certo até mesmo por esse lado) ficando preso na garganta porque quando o nosso maior sonho dessa temporada finalmente havia se tornando realidade, junto com ele chegava o pesadelo, com a eliminação do Michael, que sempre foi um foufo (meu preferido ao lado do Charlie entre os meninos) e mesmo assim prejudicadíssimo pela Nikki no estúdio semana pós semana (que essa sim foi a grande vilã da temporada) e que no momento onde ele conseguiu ganhar algum destaque e entregar um excelente trabalho com a sua performance, acabou sendo também a sua despedida. Uma eliminação parte injusta (Michael) e parte justíssima, com a Lily finalmente deixando a competição, não como a gente sonhava, mas que pelo menos aconteceu. Ufa! (foi difícil…)

Mas aí chegamos a final, com Blake, Ali e Aylinda, nessa ordem no palco, tensos e aguardando a decisão final do Ryan Murphy, que estava visivelmente confuso nessa reta final e parecia mesmo não saber o que fazer. Mas espera ai, isso até a gente descobrir o resultado juntamente com a sua justificativa, que foi quando acabamos entendendo que na verdade, tudo aquilo parecia estar muito mais do que programado para acontecer e talvez o próprio Ryan Murphy esteja se revelando como um bom ator. Mas depois eu explico esse plot…

Como convidado da semana, tivemos ele que na minha opinião sempre foi a grande estrela de Glee: Chris ♥ Colfer. Awnnn! (#SÓAMOR)

SIM! Kurt finalmente apareceu em TGP e é claro que foi uma total comoção entre o grupo inteiro, que dessa vez estava todo reunido novamente (exceto pela participante que pediu para sair, que eu não lembro mais o nome porque não gosto de gente fraca que acaba desistindo e ocupando por 5 min uma vaga que poderia ser de outro) e como já era de se esperar, foi lindo o reencontro de todos eles e o Charlê então, estava que era pura ansiedade no corpo todo.  E vamos lá, com a sua participação tivemos o primeiro “confirmou” da noite. Adivinha só qual foi a música que eles escolheram para o homework da semana? “You can’t stop the beat” do musical “Hairspray”, que eu disse em um dos meus últimos posts que seria o musical ideal para a Lily, que parecia saber interpretar um único papel, que seria o pepel principal desse musical. Ou seja: CONFIRMOU (assisti o ep live e antes de começar o programa estava até passando “Hairspray” no Oxigen, tsá?)

E é claro que o Kurt foi aquele foufo de sempre, com uma cara linda e uma postura que a gente sente vontade de abraçar como se não houvesse amanhã. Nesse momento, descobrimos que ele havia feito teste para entrar em Glee para o papel do Artie (eu pelo menos não sabia disso) e que acabou não se saindo muito bem no tal teste para o papel. Mas o Robert se apaixonou tanto por ele (sempre o Robert neam? O papai Smurf do programa, rs), que levou o assunto para o Ryan Murphy que ao conhecê-lo também se apaixonou e acabou criando o personagem ideal para o ator. Sério. #TEMCOMONAOAMAR? Kurt ainda encerrou a sua participação em TGP dando de presente a vitória do último homework para os três, o que naquela reta final não poderia ser diferente para não ser injusto. (mas o que foi o sapateado frenético do Blake durante essa performance, hein?)

Depois disso tivemos uma série de despedidas. Primeiro com o Zach, sempre um foufo que transpira corações cintilantes com glíter, pedindo um último abraço do grupo, mas não sem antes dar um daqueles seus xoxos que a gente tanto AMA desde sempre. E o que eu mais gosto no Zach (passei a gostar bem mais nessa temporada) é a forma verdadeira que ele tem de se expressar. Tudo bem que as vezes não precisa de muito para deixar o coreógrafo com os olhos cheios de lágrimas nas apresentações finais, mas ele representa um pouco de cada um de nós que AMAMOS o programa e é o único que se expressa da mesma fora que a gente se expressaria. Achei bem bacana que nessa final eles deixaram os microfones mais abertos em momentos aleatórios, onde em um deles, após as apresentações dos finalistas e apenas entre a equipe que faz a série, a gente pode ouvir o Zach dando a sua opinião sincera sobre cada um deles, se sentindo culpado em favorecer apenas esse ou aquele e dizendo um “Eu odeio isso” bem baixinho e de uma forma que me parecia ser bem honesta. Sem contar como ele se manisfestava ao final da apresentação de cada um deles nesse episódio, sempre com um gritinho daqueles que só ele consegue dar (Michael também já estava alcançando o tom, rs) e um autoabraço. #TEMCOMONAOAMAR

Com a coreografia já ensaiada, era hora de enfrentar pela última vez o calabouço da bruxa má dessa edição, Nikki, a miss Harmonia (rs), que roubou inclusive o papel da Lily de grande vilã da temporada (sorry Lily, mas vc perdeu até nisso…), ela que escolheu muito bem suas vítimas durante essa Season 2 sendo bem impiedosa e acabou as perseguindo até o final (Mario + Abraham + Michael foram os mais evidentes para mim). E até quando ela se sentia culpada, era possível enxergar logo em seguida todo a sua megabitchness, que durante essa temporada esteve presente em níveis altíssimos. Claro que com uma pessoa não tão legal como os outros dois, a despedida aconteceria de forma mais morna e bem da sem graça, praticamente tão sem emoção quanto o assistente que fica ao seu lado no estúdio. Tenha uma boa hora Nikki, mas ainda sonhamos com a sua própria eliminação em TGP

A terceira etapa dessa despedida ficou por conta do diretor Erik White, que dessa vez trouxe a proposta de uma baile de formatura para encerrar essa temporada de TGP. E não disse que a Ali estava com cara de rainha do baile na preview do ep anterior? E esse foi o segundo CONFIRMOU da noite. PÁ! (não costumo ver o vídeo que sempre sai na semana que antecede o episódio, então pra mim foi tudo surpresa) Todo estavam lindos, especialmente as meninas. Ali estava maravileeeandra, pronta para ser coroada como a rainha do baile, assim como Aylinda, que estava que era pura magia no vídeo. Uma despedida que novamente contou com os demais participantes além de um elemento surpresa que chegou para o final da festa: Damian! (♥)

SIM! O vencedor da temporada anterior (um deles vai, sorry Samuel e Unique… – para aquela outra eu não vou pedir não, rs) finalmente também apareceu para apoiar os candidatos naquele momento de tensão que ele como ninguém conhecia muito bem e também estava o mesmo foufo irlandês de sempre. E aquele sotaque? Höy! Foufo, mas sem um grande destaque, sejamos sinceros também, vai?

Confesso para vcs que nesse reencontro de todos eles no episódio final, estava bem ansioso para o retorno de Charlê, de quem nos despedimos precocemente no programa e ficamos morrendo de saudades. Mas além da sua visível tensão e ansiedade nesse episódio final, ele acabou ficando meio que apagadinho, sem aquele destaque que a gente estava esperando que acontecesse. Agora, quem praticamente roubou a cena foi o Michael (♥), que esteve impagável nesse final, super participativo em diversos momentos, inclusive no vídeo (aliás, ele foi ótimo no vídeo, hein?) e além disso com caras e bocas deliciosas enquanto torcida para os três finalistas. Não sei se é a minha predileção falando mais alto nesse momento, mas eu só enxergava o Michael no meio de todos eles, gritando “We love you” para a Ali ao final da sua performance, dando uma força no olhar caprichado de bromance para a apresentação do Blake e vibrando com o groove da música da Aylin. Michael estava UNFIRAH e aposto que alguém deve ter se arrependido de tê-lo desperdiçado… (sim, estou falando com vc, uncle Ryan. E suck it, Nikki!)

Bom, aí tivemos o momento do tudo ou nada, da última performance individual de cada um deles, dessa vez diante de todos os ex participantes, mais boa parte dos convidados dessa temporada (inclusive o Damian), além do mesmo roteirista da outra vez e os jurados de sempre.

Vou ter que ser sincero em reconhecer que todos eles foram bons, mas apenas um conseguiu entregar uma performance excelente, que realmente foi a melhor da noite se comparada as outras duas. Feito que ficou por conta da Ali ao som de “Popular” de outro musical que nós e eles também AMAM, que é “Wicked”. Sério, Ali estava no seu melhor momento, fazendo uma performance bem digna de Broadway, que talvez tenha sido o elemento que a fez saltar nos nossos olhos naquela noite. E foi lindo vê-la dominando o palco com a sua cadeira e ao final agradecendo o Ryan Murphy pela oportunidade, que para ela foi um grande desafio ter que se adaptar em vários sentidos para ter permanecido na competição até o final. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

O segundo a se apresentar foi Blake e eu poderia repetir tudo o que eu já disse a seu respeito sobre qualquer uma de suas apresentações, inclusive essa. Corretinha, bem cantada (na verdade, achei a voz dele linda nessa música), bem representada (a letra de “I’ll Be”  de Edwin McCain super ajudou também), mas novamente foi só o que eu consegui enxergar. Isso, até que em seu discurso após a sua performance, Blake tirou da manga a sua cartada final em forma de um poema, onde em palavras simples porém cheias de emoção e com um certo humor delicioso, ele acabou mostrando para todos que ali estavam presentes naquela noite, o que é que ele tinha a mais e que muita gente poderia não ter visto (apontando o dedo para a minha própria cara e dizendo #INYOURFACE). Um texto lindo, preciso, quase inocente, mas que finalmente acabou nos mostrando quem o Blake era de verdade e que estava escondido atrás daquela aparência de boy magia, que era o que mais chamava a atenção nele desde o começo e a gente até achava que era tudo o que ele tinha para entregar. E é claro que como bom fã passional da série e do programa, eu acabei me rendendo as lágrimas, junto com alguns deles que estavam lá naquela hora, porque foi realmente um momento lindo, sem a menor dúvida.

Eu sei, eu sei que fiz um discurso recentemente dizendo o porque de dentre os três, Blake era o único que não deveria vencer essa temporada. Disse tudo isso mostrando o meu ponto de vista e ressaltando exatamente o que até o próprio Ryan Murphy ainda estava carente de ver do Blake e que ele mesmo chegou a pedir que o candidato mostrasse nessa final (uncle Ryan fez até uma piadinha antes do momento do poema, perguntando se o que ele tinha para mostrar que ainda não havia mostrado era o truque que o garoto fez com o microfone no começo da sua apresentação, rs) , que era um algo mais que realmente me convencesse que ele era de fato uma estrela. E foi nesse exato momento que o Blake me convenceu de que ele poderia sim ser o vencedor dessa edição de The Glee Project, mesmo sendo a escolha mais óbvia e o cara que parecia perfeito demais, porque ele tinha sim aquele algo mais que eu não consegui enxergar muito bem nos demais dez episódios mas que agora já estava mais do que claro, mesmo sendo ele um garoto normal, sem ser o personagem mais interessante de todos os remanescentes.

Na hora em que ele tirou o tal poema do bolso, eu fui logo pensando “perdeu” (fiz a mesma cara que o Michael nessa hora), claro e vai se juntar ao time dos que não precisavam ter saído desse jeito, junto com a Shanna e o Abraham. Mas pelo contrário, não sei se foi a Nikki que soprou que ele deveria fazer alguma coisa na hora do tudo ou nada e contratou um roteirista qualquer daqueles como freela para escrever o discurso (sim, sempre desconfio dessas coisas que surgem do nada) , ou se ele acabou recebendo uma luz divina naquele momento, mas fato é que Blake acabou falando a coisa certa na hora certa e com aquele seu poema ele deu três tapas na minha cara, com força e sem dó. PÁ! (embora eu ainda defenda o que disse, aceito os tapas Blake…)

Até que chegamos a Aylin, a minha grande favorita da noite e de todo o programa. Aylin já tinha uma grande vantagem na sua escolha de “Rolling In The Deep” da Adele, que é uma música conhecidíssima e que já traz uma emoção meio que naturalmente para todo mundo. E ela a executou lindamente, com aquela voz que a gente já havia gostado desde o começo do programa, que não parecia muito com a das demais candidatas. Mas uma coisa que eu esperei para falar sobre a Aylin para não prejudicá-la (sim, eu sou tendencioso e tenho os meus preferidos, me julguem!), é que ela precisa aprender urgentemente a respirar direito enquanto canta. E Aylin estava mesmo cansada como a gente já havia observado durante suas últimas apresentações, além de concentradíssima para não errar a letra da música (que ela saiu comemorando em mais um daqueles momentos de microfone aberto que eu mencionei antes) e talvez tenha se perdido ao não entregar a emoção que a música pedia. E dessa vez ela acabou também apenas entregando uma apresentação tão corretinha quanto a do Blake, só que no seu caso, sem poema.

Com as três apresentações já realizadas, chegava a hora dos comentários. Era notável que uma grande maioria ali presente estava a favor da Ali, isso contando entre a maioria dos roteiristas e os próprios atores, que votaram em grande número a favor da candidata, para desespero do Charlie, que parecia não estar acreditando no que estava vendo acontecer diante dos seus olhos. Blake não parecia ser o mais querido pelo atores e nem pelos ex participantes da competição, mas entre aqueles que realmente mandam e escrevem tudo aquilo (jurados e roteiristas), ele também era o preferido, com uma torcida menor do que a da Ali, mas com bem mais peso. E por último tivemos a manifestação do team Aylinda, esse bem menor até, que disseram que ela era o grande personagem que estava faltando em Glee (o que a gente sempre achou também), além de ter um voz sensacional!

Nessa hora, talvez Aylin tenha sido prejudicada pela ansiedade do Charlie, que não se conteve e precisou se manifestar naquele momento a favor da sua amada (o melhor era a cara do Abraham ao fundo não acreditando no que o Charlê estava tendo coragem de fazer sem sequer ter sido solicitado). E ok, nós amamos gente espontânea, heroica, que não tem medo de dizer o que pensa e tudo mais, mas digamos que Charlie não soube escolher as palavras certas para aquele momento, ainda mais começando o seu discurso de defesa da Aylin dizendo “tudo bem, ela não é a melhor atriz entre eles”, rs. Não precisava ter evidenciado esse detalhe, neam Charlie?

Mas quando chegou a hora de dar a palavra final, ficou mais do que claro que tudo aquilo já estava meio que planejado para aquele momento desde o começo, com uma declaração que o próprio Robert (se eu não me engano) deu durante o episódio 2×00 (se não foi ele, foi o próprio uncle Ryan), onde observamos um pouco da seleção dos 14 participantes dessa edição. Até aqui o placar era mais ou menos o seguinte: Ali era a melhor atriz, Blake era o novo Finn e Aylin era a melhor personagem pronta dentre todos os 14 deles. E nesse momento ganhamos o terceiro “confirmou” da noite, com o anúncio de que o Blake era o vencedor da segunda edição de The Glee Project. CONFIRMOU. (sem exclamação, porque embora merecido, foi visivelmente um momento meio assim)

Um final um tanto quanto óbvio, ainda mais depois que nós já havíamos ouvido que eles estavam mesmo a procura do novo Finn (e o Zach fez um comentário totalmente desnecessário sobre o Blake ser o novo Finn, só que com talento, rs) e por isso o Blake que já havia começado essa temporada com postura ideal para o rei do baile de formatura, só passou para pegar a sua coroa no final e saiu lindamente com o seu arco de sete episódios para a Season 4 de Glee, que estreia em Setembro. Tudo bem que eu teria ficado muito mais magoado se nesse momento final ele não tivesse me desarmado completamente com o seu poema de pouco minutos antes da decisão, mas é preciso reconhecer que além de uma ótima pessoa (não me esqueço dele aconselhando a Ali no ep do “Eye Of The Tiger” por exemplo) Blake estava mesmo preparado para ser o que Glee precisava naquele momento, segundo o próprio Ryan Murphy no seu discurso final. (que era o tal plot que eu mencionei no começo da review)

Mas talvez tivesse sido bem mais honesto ter feito um casting para um tipo específico já que essa era a necessidade desde o começo, do que nos enrolar com tantos personagens interessantíssimos e acabar escolhendo aquele que desde o começo já tinha cara de rei do baile. Por outro lado, o mundo não é feito apenas de minorias e como eles utilizaram bem menos a palavra “underdog” durante essa temporada, já era de se esperar no que eles estavam de olho dessa vez.

Tirando tudo isso, o fato de apenas um deles ter sido escolhido também foi um fator que acabou deixando essa finale bem menos emocionada (assistindo pela segunda vez foi melhor…). Eu pelo menos fiquei esperando por esse elemento surpresa, nem que fosse a eliminação/demissão da Nikki, mesmo sabendo que grávida daria processo trabalhista, rs. E mesmo amargando a derrota de todos os meus preferidos durante toda essa temporada em The Glee Ptoject, confesso que no final, nem acabei ficando tão decepcionado assim com a escolha que embora óbvia, me pareceu merecida sim. Ok Blake, faça um bom trabalho garoto. E corte esse cabelo, pelo amor de Edward Scissorhands. (e morda menos o lábio para parecer menos canastrão, pq com essa magia, vc nem precisa disso. Höy!)

E é isso, conversamos pencas sobre o nosso reality preferido durante toda essa temporada (o que é sempre uma delícia, por isso obrigado por não me deixarem aqui falando sozinho – ♥) e agora pela última vez, já podemos dizer que foi isso o que vcs perderam nessa semana final de T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Escolhability: Quem deve ganhar a segunda temporada de The Glee Project?

Agosto 13, 2012

Porque Ali deve ganhar a Season 2 de The Glee Project?

Ali não nos conquistou logo de cara não e vamos ter que ser sinceros em dizer que a sua voz lá no começo não era das melhores, mas desde sempre ela foi se posicionando como uma das participantes com mais carisma dentro da competição. O que também sempre me chamou atenção nela foi toda a habilidade que Ali demonstrava ter enquanto cadeirante, algo que sempre foi notável e admirável na sua personagem desde que ela apareceu pela primeira vez no vídeo, sempre competindo no mesmo nível dos demais participantes, inclusive quando o assunto era coreô. Mas Ali tinha algo que ainda me incomodava, que era uma “felicidade” exagerada”, que a princípio me parecia meio que forçada demais…

E o tempo transformou Ali dentro dessa segunda edição de TGP e a medida em que ele foi passando, fomos vendo a transformação da garota em uma forte candidata ao prêmio. E foi quando eu comecei a entender que Ali era sim dona de toda aquela felicidade, que durante todos esses episódios até agora, ela conseguiu manter firme e forte e com um certa naturalidade, provando que aquele positivismo todo é mesmo dela. Talvez o start dessa “nova Ali” tenha começado durante aquela sua apresentação ao lado do Abraham, onde ela não só salvou o candidato daquele fiasco (acho até que ele deveria ter sido eliminado naquela ocasião, embora tenha ficado bastante feliz com o eliminado daquela vez também) como acabou roubando a cena, dando os primeiros indícios de que ela tinha sim um grande personagem para nos entregar dentro da série, mesmo com o seu plot não sendo mais nenhuma novidade.

Daí por diante, Ali se transformou para melhor. Começou a garantir cada vez mais o seu espaço vencendo as tarefas da semana e foi se destacando cada vez mais, onde até a sua voz que no começo não era das minhas preferidas (pelo contrário), acabou melhorando e muito, a ponto de começarmos a enxergar a cantora dentro dela, que pode não ser o mais importante para vencer a competição (e há quem ainda não tenha entendido isso. Beijo Shanna!), mas também tem o seu peso. Além disso, Ali foi transbordando carisma do meio para o final dessa temporada, ganhando o carinho de todos os jurados (e de nós todos também) e mostrando que além de tudo isso, ela ainda guardava um excelente talento para a comédia, que talvez seja o seu ponto forte enquanto atriz. Se bem que, adoro ela revoltada, nervosa & demônia em momentos como a sua parte em “You Oughta Know”.

Mas nada disso que eu já disse até aqui foi o que mais me chamou a atenção para a personagem de Ali a ponto de me fazer passar a torcer também por ela nessa reta final da competição. Diferente de outros personagens que disputaram um vaga para entrar em TGP e que conseguiram de fato o seu lugar entre os 14 escolhidos da vez, Ali foi a única que nós não vimos se “apoiar” na sua condição para tentar garantir a sua vaga até o final, que é o que eu considero como o seu maior mérito. Muito pelo contrário, dentro de todas as suas limitações, a participante acabou demonstrando uma vontade de não ser tratada diferente desde o começo, sem criar caso ou chamar demais a atenção para esse “detalhe” da sua vida, mesmo que isso nunca tenha sido muito evidenciado na edição, com um discurso qualquer de superação que no final das contas poderia até parecer meio que apelativo demais.

Nada disso. Ali mergulhou na piscina quando necessário, pediu para levar as slushies na cara como todo mundo e quase morreu congelada, dançou, pulou e o fato dela ser uma cadeirante acabou praticamente desaparecendo dentro da competição, se tornando apenas uma mero detalhe de tudo que ela representava. E por essa postura que ela veio se apresentando dentro da competição até aqui, exigindo competir de igual para igual e não fazendo questão de um tratamento diferencial por conta da sua condição e nunca usando isso como desculpa para quando ela acabou não se saindo tão bem assim (Beija Tyler, Abraham, Mario, Nellie e Lily), por esse motivo, hoje nos encontramos assim, dispostos a torcer por ela e até ficarmos felizes caso ela saia como a grande vencedora dessa edição de TGP. (apesar dela não ser a #1 no meu coração e todo mundo que acompanha o Guilt já estar mais careca do que a Naomi de saber disso).

 

Porque o Blake deve ganhar a Season 2 de The Glee Project?

Sinceramente? Eu não vejo porque. Sorry.

Me desculpe quem for da torcida do Blake, mas desde o começo da competição eu não consigo enxergar a grande estrela que muitas pessoas enxergam nele. Simplesmente não consigo.

Sim, eu vejo um garoto lindo, forte, grande & atlético (Höy), do tipo que as garotas vão se apaixonar e alguns garotos também. Até a Nikki se apaixonou (e o Darren também, rs). Sim eu vejo uma boa voz que canta direitinho e tudo mais, mas que se vc fechar os olhos poderia ser de qualquer outro cantorzinho desses que surgem por aí todo dia. Sim, eu vejo um ator que consegue entregar o que está sendo pedido sem precisar fazer muito sacrifício, mas nada demais também, nada que emocione ou que me faça torcer por ele. Mas o que eu mais vejo dentro de tudo isso é um candidato apenas OK dentro da sua própria zona de conforto, o que eu considero fácil demais e por isso não vejo ele como um merecedor da vaga em Glee. E entendam, acho ele um bom rapaz, do tipo foufo e tudo mais, mas isso eu também sou e talvez vcs também sejam (quem lê sempre o blog eu sei que é… quem estiver chegando agora ainda precisamos nos conhecer para eu poder dizer alguma coisa…) e nem por isso vamos todos ser os novos personagens de Glee. (se bem que eu poderia, hein? rs)

Blake tem tudo para ser uma estrela conforme eu disse acima, preenchendo tudo o que é preciso para isso, mas falta aquele algo mais que poderia diferenciá-lo de tantos outros garotos bonitões fortões e que sabem cantar e atuar e que existem em toda e qualquer esquina de Ohio e muito provavelmente do mundo todo. E esse algo mais eu não consigo enxergar nele, não tem jeito. Dentro da competição, até acho que ele merecia menos estar nessa final do que o Michael e o Charlie por exemplo, mas isso alguém poderia considerar tendencioso, desde que a minha torcida entre os meninos sempre foi declarada para esses dois. Mas tudo bem, deixando esse meu lado fã passional de lado, eu preciso dizer que o que tanto o Michael quanto o Charlie conseguiram fazer durante o tempo que cada um deles permaneceu dentro do programa em termos de surpresa, Blake ficou nos devendo até hoje. Me conte uma cena em que vc ficou emocionado com a atuação do boy magia (de alguns…) dessa edição, ou que tenha pelo menos te surpreendido?

Não existe. Blake foi corretinho do começo ao fim, mas é só isso.

Desde o começo ele foi o mesmo, sem nenhuma surpresa ou um grande momento. Pra mim, Blake é a versão masculina da Shanna por exemplo, que foi o fantasma dessa edição, com a diferença de que pelo menos ele tinha um certo nível de magia que não o fazia passar tão despercebido assim. Esteve ali, confortável na sua posição de galã, esperando ver quem iria sair por último para competir com ele na final e só. Até acho que ultimamente ele não foi tão bem assim e o seu nervosismo nas duas últimas apresentações diante do uncle Ryan talvez denunciem que ele não esta muito preparado para ser uma estrela. Não agora. Não em Glee. Mas desde o começo eles disseram que estavam a procura do novo Finn, o que para essa exata posição, Blake realmente parece perfeito.

Mas a pergunta que fica no ar é a seguinte: será que queremos mesmo ver o novo Finn sendo praticamente a mesma caricatura do Finn antigo? (NOT)

O bonitão da escola, esportista, que poderia ficar com qualquer garota do colégio, que namora a menina mais linda do pedaço e que um dia se vê apaixonado pela talentosa e menos popular da turma. Sério. Até quando?

Esse é um estereotipo que já foi muito usado na TV americana, com bons e péssimos exemplos do gênero, mas em uma série como Glee, já está mais do que claro que quem acaba fazendo mais sucesso dentro daquele coral são os underdogs e Blake não é um e nem nunca foi um deles (nem quando disse que foi um garoto magrelo no passado…) e talvez por isso não mereça ganhar essa edição de TGP, por representar uma maioria que sempre vimos aos montes na TV. Desculpa qualquer coisa Blake, mas preferimos o que não é tão óbvio assim.

 

Porque Aylin deve ganhar a Season 2 de The Glee Project?

Aylinda apareceu como mais uma daquelas meninas que nós conhecemos muito bem, do tipo que parece mais interessada nos meninos do que qualquer outra coisa. Mas isso de um jeito até que legal e super assumido desde sempre, o que a gente até aceita de coração aberto de vez em quando. Até já tivemos uma representante bem parecida na edição passada, que acabou indo para a casa bem mais cedo. Com a diferença de que Aylin tinha algumas camadas ainda para serem reveladas com o tempo. E em um curtíssimo espaço de tempo, digamos assim…

A participante tinha algo mais na sua personalidade que foi nos conquistando aos poucos, uma garota com um nível de carisma absurdamente absurdo. Primeiro pela sua voz, totalmente diferente das demais competidoras dessa edição e a que mais me agradou logo de cara. E segundo que qualquer pessoa que tenha coragem de falar para sabe-se lá quantos milhões de pessoas  no mundo e para o dono de tudo aquilo que vinha de uma família muçulmana, que não fazia a menor ideia do seu “sucesso” com os meninos e que a sua mãe não deixava nem ela usar absorvente interno com medo de qualquer coisa (rs), já merece todo o nosso respeito, não? Se naquele momento o próprio uncle Ryan reconheceu que ela o ganhou por essa declaração tão sem vergonha, para todos nós também não foi diferente. E isso lá no começo de tudo, hein?

Depois disso, a nossa história de amor só foi crescendo pela alma livre que  Aylin demonstrava ter a cada novo episódio e que ia totalmente contra ao estereotipo de uma garota muçulmana que todos nós já temos construído “preconceituosamente” na nossa imaginação. E isso não só por ela ser atirada, decidida, por se jogar para cima do boy magia que ela escolheu dentro da competição (Charlie) e sim pela forma como ela sempre tratou tudo aquilo, sempre com uma naturalidade muito rara de ser vista em participantes de  qualquer reality, que tendem a ser sempre tão apelativos e pouco honestos ou até mesmo sinceros.

Seu momento decisivo durante essa Season 2 foi quando ela teve que enfrentar o seu Charlie nos três piores da semana ainda no meio da competição. Drama. Naquele momento, percebi que Aylin fez a decisão certa, optando pelo seu grande sonho e fazendo o Zach até se levantar para aplaudi-la de pé durante a sua melhor apresentação dessa temporada, que eu não me canso de ouvir em looping até hoje e antes não ligava a mínima para a música da Riwanna. Sério. Após essa apresentação, que começou com as risadas dos jurados em coro ao ver aquela menina entrar toda saltitante no seu vestido vermelho curtíssimo e cheio de babados, com uma doçura absurda no olhar e que acabou com lágrimas nos olhos de todos eles (fora o orgulho que transbordava naquele momento) com o potencial daquela voz, que naquela hora perceberam a força que Aylin tinha dentro da competição. Nesse mesmo episódio, ela acabou recebendo o feedback mais sincero do Ryan Murphy durante essa temporada, que a fez despertar para a sua grande chance de sair como a vencedora dessa edição.

E sinceramente? Gosto de tudo na Aylin. TU-DO. Deixando um pouco de lado a sua personalidade, que é difícil de não se apaixonar ou ignorar, ela consegue reunir tudo o que a gente espera de um personagem em Glee: tem uma voz linda, atua bem, parece ser uma ótima pessoa fora do personagem, o que é sempre muito importante e é o que nos faz ter vontade de torcer por um participante, daquele tipo que a gente sente vontade de ser amiga e tudo mais e somado a tudo isso, é dela o melhor personagem pronto dessa temporada, sem a menor dúvida.

A força desse personagem que ainda não vimos em Glee (ou em qualquer outro lugar) talvez tenha ficado mais do que evidente na imagem daquela garota que parece ter lutado tanto pela sua liberdade, se vendo completamente presa dentro de um estereotipo que deve trazer uma série de memórias fortes e importantes para ela (e tantas outras meninas dentro dessa mesma situação), isso no penúltimo episódio dessa temporada. Agora, deixando de lado também o meu lado de grande fã declarado da Aylin durante toda essa temporada, preciso dizer que de uma perspectiva de alguém que gosta muito de séries de TV e que AMA Glee desde sempre (mesmo quando não é tão boa assim), nada foi mais impactante do que essa imagem do conflito da participante com parte de suas raízes que ela como boa representante de uma garota moderna e dona do seu próprio nariz, se recusa sabiamente a aceitar. NADA!

Talvez esse momento só empate com o discurso dela mesmo sobre estar pronta para aceitar esse fardo de ser a primeira representante de uma nova geração de garotas que assim como ela, tem que enfrentar uma dura batalha apenas pela chance de ser livre ou poder demonstrar quem elas são de verdade e quais são suas verdadeiras vontades. Um discurso que não foi nada pedante, nada apelativo e que mesmo assim me faz escrever esse parágrafo com lágrimas nos olhos, só de lembrar desse momento.

De todos os 14 participantes dessa segunda temporada de The Glee Project, Aylin é sim quem tem o personagem pronto mais interessante de todos eles e seria verdadeiramente uma delícia ver na TV mais um estereotipo ser quebrado, como Glee vem conseguindo fazer tão bem ao longo de suas três temporadas até agora e de uma forma sempre tão bacana, como poucas vezes vimos na TV.

Mas não só por isso ela merece ser a grande vencedora da Season 2 de TGP e sim porque além de ser uma personagem inédita e interessantíssima, ela sempre se mostrou com uma pessoa adorável, do tipo que te faz torcer por ela sem precisar de muito esforço, sem contar que levando tudo isso em consideração, Aylin é a participante mais completa em todos os sentidos para vencer essa edicção de The Glee Project e por isso a nossa torcida vai com mais força para ela na próxima terça-feira, que é o dia da grande final e que a gente espera ouvir o seu nome sendo escolhindo pelo uncle Ryan na hora da decisão final. (♥²)

E agora só nos resta torcer, tentar fugir dos spoilers (por favor hein?) e voltar aqui para escrever sobre a season finale, que a gente espera que tenha um final bem feliz (Aylin) ou pelo menos feliz (Ali) neam e que não seja nada injusto (Blake).

 

ps: querido Ryan Murphy, já que vc manda nisso tudo e mesmo tendo declarado desde o começo que dessa vez apenas um deles iria ganhar, seria lindo ver uma final totalmente feminina, com Aylin e Ali saindo como as grandes vencedoras dessa edição hein? Pense nisso… (e quem sabe reconsiderar o Charlie? Too far? OK, considere apenas a dupla vitória feminina então que todos nós já vamos ficar mais do que felizes! (só não escolha o Blake, pleeease! Desculpa qualquer coisa de novo, Blake. Juro que não é nada pessoal)

ps2: sim, as imagens estão meio assim porque é tudo GIF e eu não sei se esse é um problema meu aqui, mas o WordPress aqui no Guilt não abre a imagem em movimento, a não ser que ela  é clicada. Humpf!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Actability

Agosto 10, 2012

Semana boa essa em TGP, hein? Boa no sentido de que tivemos um bom episódio, ainda mais depois daquela preguiça que foi o da semana passada. Mas digamos que até agora eu não sei exatamente dizer qual foi o meu sentimento em relação a eliminação dessa vez, que em partes parecia um sonho, mas que chegava também com o incomodo de um  pesadelo, daqueles que vc acorda no meio da noite e não consegue voltar a sonhar com outra coisa…

Semana para colocar toda a dramaticidade para fora, onde ganhamos como convidada a Dianna Agron, que é ou não é uma atrizona, hein? (NOT) Sem mencionar os seus talentos vocais de uma voz que custa sair… mas deixaremos Quinn Fabray de lado, pq nós nos importamos zero com ela. (rs)

Homework foufo, com um certo grau de dificuldade e uma surpresa como vencedor: Michael (♥). Ele que vinha sendo constantemente criticado, o que eu nunca senti que acontecia por ele ser o pior do grupo (porque sempre houveram piores, bem piores) e sim por ele sempre entregar menos do que eles esperavam de Michael, que finalmente ganhou a sua chance de ser o destaque do episódio. Uma recompensa que também chegava com um certo ar de disfarce, como uma espécie de “prêmio de consolação”, pelo seu esforço no programa até agora. (e digamos que TGP não é muito bom em conseguir esconder o que eles não conseguem que aconteça “naturalmente” dentro do reality, vide a rivalidade criada recentemente entre Michael vs Blake por exemplo, que só eles conseguiram enxergar)

Vou confessar nesse momento para vcs que até esse ep, que foi o penúltimo dessa segunda temporada, eu bem já sabia que o Michael chegaria. Na verdade, não exatamente isso, mas ainda no primeiro episódio, ao final, quando foi exibido o preview completo dessa Season 2, eles meio que editaram de uma forma bem óbvia e acabaram entregando bastando do que ainda estaria por vir (sorry, eu presto atenção nesse tipo de coisa, tenho DDA e me prendo a detalhes). Nessa preview, uma cena me chamou a atenção, que era o momento em que o Michael corria em close como se não houvesse amanhã, perto do fim da tal preview. Com essa pista, tinha certeza que até que essa cena fosse exibida no programa (e isso só aconteceu nesse episódio), Michael, que era um dos meus preferidos declaradamente desde sempre, estaria salvo. E foi exatamente o que aconteceu. PÁ! Mas será que Michael sobreviveria a mais um episódio nas mãos da Nikki Megabitch, sempre pronta para sabotá-lo? …

E em semana onde o foco foi a atuação de cada um deles, não tivemos coreôs (#FUÉM), o que já indicava que sobraria algum espaço a mais para ser gasto no decorrer do episódio, uma pista de que algo mais precisava acontecer (hmm mmm). E para o vídeo da semana, os participantes tiveram que gravar um trailer fictício para um filme imaginário, onde cada um deles acabou tendo a chance de interpretar um papel específico e com lines improvisadas pelos próprios, em uma história onde todos eles se encontravam e estavam ligados de alguma forma. Papéis que poderiam facilmente até ser o que ele um dia chegariam a interpretar em Glee e pra mim esse foi o teste decisivo para todos eles antes da final. 

E posso dizer? Esse foi ou não foi o melhor vídeo da temporada?! Eu que vinha criticando semana pós semana todos os videos dirigidos pelo diretor Erik White, tenho que reconhecer que dessa vez ele estava em um ótimo dia, o melhor de todos eles. A edição estava super bacana, dinâmica e em poucos minutos eles conseguiram demonstrar exatamente o que seria aquele filme caso fosse algo real. Achei bem bom mesmo e achei super importante o cuidado que o próprio diretor demonstrou ter com cada um deles nessa reta final, onde não seria justo que um ou outro acabasse sendo eliminado por conta de um deslize qualquer ou pela correria das gravações, que a gente sabe que deve atrapalhar.

No vídeo, o grande destaque acabou sendo Aylin, que interpretava uma garota muçulmana do tipo bem estereotipada e que se encontrava grávida do quarterback da escola, que era totalmente escroto com ela (Blake) e que na verdade, estava era mesmo apaixonada pelo melhor amigo do namorado, papel que ficou por conta do Michael. E foi muito forte ver o sofrimento dela enquanto pessoa, antes mesmo de assumir sua nova identidade, tendo que se caracterizar como o personagem e encarar no espelho o reflexo de uma imagem que nada tem a ver com a Aylin que conhecemos e aprendemos a AMAR durante essa temporada e que era algo que ela lutou contra por toda sua vida, segunda a própria. Uma cena realmente forte e de grande impacto, mais do que o drama planejado para o tal trailer e eu espero que o uncle Ryan tenha percebido a força que o personagem dessa menina tem, com uma imensa vantagem em relação aos demais, que podem até ser bons, mas que ou são meio óbvios demais ou que nós já vimos sendo representados em Glee. Aylin é Unique! (acho que eu já disse isso, mas de qualquer forma, anota ae Ryan…)

Outro bom papel para esse vídeo foi o da Lily, que acabou ganhando a vaga de “vilã” (porque será, hein?), sendo dentro daquela história a culpada pelo acidente que acabou deixando a Ali naquela situação. Pesado neam? Ali que tinha o sonho de ser um ginasta, mas teve que abandoná-lo por conta do suposto acidente e que por sua vez no vídeo ainda interpretava a irmã do Michael. Nesse caso, Lily acabou sendo favorecida por um carga dramática bem fácil de se atingir, o que por outro lado acabou deixando Ali meio que diminuída no papel daquela que aceitava de bom coração o que a vida tinha lhe reservado após o acidente causado pela amiga. O que se vc parar para pensar, é muito mais difícil de se interpretar e encontrar o tom certo, do que alguém que tinha uma parcela de culpa daquele tamanho para carregar como o personagem da Lily Megabitch, onde a emoção necessária acabaria vindo naturalmente, de um jeito ou de outro.

A outra batalha do vídeo ficou por conta da dupla Blake vs Michael, que foram sensacionais nas cenas onde entraram em conflito pelo amor da Aylin. Nessa hora, novamente eu acabei sentindo que o Blake acabou sendo favorecido por uma preferência que os jurados nunca esconderam que tiveram desde o começo (a Nikki então, deve ter escrito um Blake de batom na rabiga até hoje), porque eu realmente não achei nada de demais naquela sua atuação bem da normal. Já o Michael… não sei se pela minha torcida declarada pelo garoto desde muito tempo (#CRUSH), acabei achando que ele foi até melhor do que o Blake em sua atuação, ou pelo menos mais surpreendente, ainda mais porque como vencedor do homework da semana, ele acabou tendo mais destaque no próprio vídeo, embora as cenas de maior impacto tenham sobrado para o Blake (sinto cheiro de favoritismo…). Mas digamos que realmente ambos foram muito bem e seria justo até declarar um empate nesse caso.

Ainda falando do Michael, quão foufo foi ele anotando todas as sugestões da Dianna Agron durante o seu momento de aula particular ao lado da atriz hein? Não me lembro de ter visto nenhum outro participante tomando a mesma iniciativa, o que eu achei bem foufo. (e seria o que eu faria no meu Moleskine, claro!)

Até que chegamos ao momento do anúncio dos três piores da noite, que devido as suas performances nesse episódio, estava bem difícil de escolher. Nesse momento, tivemos uma despedida super foufa dos três jurados que acompanharam mais de perto a evolução de cada um deles, com um Robert + Zach sendo os foufos de sempre, super emocionados e parecendo bem honestos  quanto ao que diziam naquela hora para todos eles e a Nikki sendo aquela megabitch de sempre que não engana mais ninguém, fingindo gostar de todo mundo e mentindo descaradamente dizendo que gostaria que seus filhos tivessem alguma coisa de cada um deles, quando a gente sabe que o que ela queria mesmo é que o filho que ela espera fosse a cara do Blake, rs. Ainda aposto que essa criança vai se chamar Blake se for menino e Bleka se for menina. E que ele ou ela tenha um choro bem fora da harmonia, rs.

E foi quando recebemos a notícia de que todos eles iriam se apresentar para o uncle Ryan naquela noite porque já não haviam  mais “piores” dentro da competição e Ryan dessa vez viria acompanhado dos roteiristas de Glee, para que eles pudessem avaliar de perto a força de cada um dos concorrentes enquanto possíveis personagens. E foi quando eu fiquei bem tenso, porque como todos estariam naquele palco para a apresentação, senti que tudo poderia acontecer e é claro que eu não estava preparado para perder nenhum dos meus preferidos tão perto da final, neam? (Aylin + Michael + Ali = ♥)

Michael recebeu “Girls Just Wanna Have Fun”, provavelmente como sabotagem da própria Nikki, porque ele ganhou aquela versão mais lenta e sonolenta, que o próprio Cory já interpretou na série (mas Michael fez melhor) e que ele conseguiu até que entregar direitinho, mas sem muita emoção, talvez nem muito por sua culpa e sim pela versão música em si, que não ajuda muito. Aliás, nesse momento eu não conseguia não pensar que essa seria uma música perfeita para o Charlie cantar e garantir sua vaga na final, por exemplo. Humpf! (saudade de Charlie, que volta para nos despedirmos no episódio final, claro!) Ali e Lily foram ótimas. Ali melhor ainda e é impossível não notar como a voz dessa menina acabou melhorando com o tempo, hein? Fora o seu carisma e o talento para o humor, que também são inegáveis. Lily a gente sabe que canta bem e tem carisma, mas digamos que ela se atrapalhou um pouco se aventurando entre dois personagens diferentes durante sua apresentação, que ela até que começou muito bem, com uma interpretação mais sútil e bem vulnerável, mas que logo acabou apelando para a gordinha sexy que acha que pode tudo e com todos de sempre, que já não interessava mais a ninguém.

E eu cheguei a uma conclusão a respeito da Lily. Acho que ela assistiu “Hairspray” demais na sua vida. (isso dito por alguém que praticamente acorda cantando “Good Morning Baltimore” hein? AMO  “Hairspray”, AMO!) E diga-se de passagem que para o personagem principal do musical ela seria perfeita, mas quanto a suas outras camadas… todas elas deixavam a desejar, inclusive o seu lado megabitch, que mesmo depois do aval do próprio uncle Ryan, que queria ver ela e a Aylin lutando de burca em uma piscina com gel, acabou ficando bem adormecido nessa reta final de TGP. Poor Lily, perdeu até a única coisa que sempre nos chamou a atenção para a sua personagem, que era a sua megabitchness. #FUÉN

Blake novamente foi favorecido (porque será, hein?) ganhando “Im Still Standing” de presente para a sua última chance de ir para a final, música que ele também cantou direitinho, mas é claro que não conseguiu superar a versão deliciosa do nosso Artie, neam? (♥). E Blake estava visivelmente nervoso e bem do sem graça durante toda a sua apresentação, fato. E o meu problema com o Blake é exatamente esse, acho ele extremamente óbvio, do tipo que não assume riscos e anda muito bem, só que apenas dentro da sua zona de conforto de galã e talvez só por isso tenha ficado na competição até essa altura. Juro que não é pessoal, mas acho o Blake a escolha mais óbvia para um high school americano, diferente do Michael, que poderia ser o boy magia do colégio, só que extremamente tímido e nerd, o que seria algo que nós ainda não tivemos na série, apesar de também não ser dele  o personagem pronto mais interessante. Sinceramente, com tanto personagem bacana dentro e fora da série, quem é que está interessado no novo esportista de coração mole que vai se apaixonar pela garota pouco popular do colégio, mesmo comprometido com a cheerleader megabitch da vez, hein? (R: ninguém…)

Mas e a Aylin, hein? Recebeu de presente “Fighter” da XL-Tina Aguilera e começou a sua apresentação meio capenga, com pouca força e quase dormindo. E justo na reta final, quérida? E justo com um hit com uma força enorme como esse, que todos nós cantaríamos pensando em todos os nossoas arqui-inimigos e ou boys magia negra da vida? Juro que cheguei a ficar morrendo de medo que ela fosse a eliminada da vez, porque por aquela apresentação preguiçosa ela até que merecia (só por isso, mas leiam essa parte bem baixinho, pq eu não quero que o universo ouça) ainda mais depois de alguns comentários favoráveis  por parte dos roteiristas presentes naquela noite para os demais participantes e não para ela. #TENSO (a segunda parte da música foi boa, mas talvez fosse tarde demais…)

E mais imprevisível do que nunca, uncle Ryan deu sua cartada final e disse que já que estava quase no final mesmo, ele  agora estava até disposto a mandar 2 ou 3 para casa naquela noite, sem a menor dó, o que só deixou o clima da despedia ainda mais nervoso. E foi nessa hora que recebemos a notícia de que chegava a hora do Michael se despedir de TGP, para o meu particular e total desespero. Juro que o meu coração se despedaçou em 121244574452454558658454 pedacinhos nessa hora (dava até para ouvir o barulho dos cacos caindo no chão, juro) e eu quase não acreditei que a Nikki finalmente conseguiu fazer o que ela queria durante toda essa temporada. Humpf! (gente, quero um dos roteiristas no lugar dela na próxima temporada – o bear de preferência, Höy! – e podem deixar a bee do mute lá dentro do estúdio no lugar da Nikki que não vai fazer a menor falta… WOO) Whatabi-a-tch?

Mas esse sentimento nem teve tempo para ser digerido de verdade e como merecia, porque logo na sequência, ainda focados na lista dos eliminados, a câmera desceu e vimos que não só o Michael sairia naquela noite, como Lily Mae Megabitch finalmente deixaria a competição (ÊEEEEEEEE!), o que automaticamnte reconstruiu o meu coração imediatamente com muito remendo de cola quente e me fez ficar feliz de novo (quase acordei minha roommate com o meu aplauso e gritinho fino de “Yei” naquela noite) até eu perceber novamente que o meu maior desejo durante essa temporada de TGP finalmente tinha chegado, mas que junto com ele viria uma parte bem triste, que era a despedida do meu candidato preferido desde sempre. E o coração se despedaçava novamente ao som de “KHO”, que todos nós cantamos dessa vez sorrindo quando aparecia a Lily em foco e mandando um “Suck it” bem alto e deixamos escorrer aquela single tear especial do drama dramático quando o foco estava no Michael, claro. Triste mil.

Fiquei triste e feliz ao mesmo tempo e senti que o Ryan Murphy pensou em mim ao eliminar o Michael daquela forma, me acalmando logo na sequência com o tão aguardado momento #FORALILY. Thnks Ryan!(mas o Michael  era melhor do que o Blake e bem mais interessante, SIM! – ♥)

Com isso, confesso que não tive tempo para ficar #CHATIADO ou feliz, como se um sentimento acabasse sendo anulado pelo outro nessa última eliminação de The Glee Project. E na semana que vem tem a final, que eu quase não estou me aguentando de tanta ansiedade e medo de acabar encontrando algum spoiler sem querer logo agora, restando apenas Ali (que está vestida de rainha do baile no promo da finale) + Blake (ZzZZZ) + Aylin (que está maravileeeandra de turquesa também no promo da finale), que eu espero que dessa lista, só o Blake não saia como vencedor. Sério. Desculpa qualquer coisa Blake.

E isso foi o que vcs perderam essa semana em T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T

ps: e antes do post final onde finalmente iremos conhecer o grande vencedor da Season 2 de TGP, prometo (talvez…) um post sobre o porque que a Ailyn e a Ali merecem muito mais vencer o reality nessa edição do que o Blake. Aguardem…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Romanticality

Agosto 2, 2012

Semana do #SÓAMOR em The Glee Project, com corações saltando por todos os lados, inclusive pelo convidado da semana, Darren Criss, que é sempre um foufo e nós todos AMAMOS! (mas bem que poderia ter aparecido de casal, hein? Ok, não vou dizer mais nada para não entregar nenhum spoiler…) Isso até depois dos pouco mais de 7 min iniciais do episódio ao som de “More Than Words”. Tenho que dizer que essa foi uma semana fraca em TGP, em todos os sentidos. Não sei exatamente dizer o porque, mas esse foi um dos episódios mais sem graça da temporada, o que de certa forma nos dá uma pista forte sobre quem acabou sendo o eliminado da vez…

E era a hora de testar a dinâmica dos possíveis futuros casais da série, o que também fomenta ainda mais a possível ideia de novamente haver mais de um vencedor ao final da competição, mesmo tendo eles declarado que dessa vez apenas um venceria. E quem acredita aposta na bipolaridade do Ryan Murphy, levante a mão? (todas levantadas)

Ali + Blake foram perfeitos, tanto no homework (que ele acabou ganhando até que merecidamente) e ela que realmente só vem crescendo na competição. Gosto de uma coisa na Ali que é o fato dela tentar mostrar que pode fazer de tudo (parece até que mais para ela do que para qualquer outra pessoa) e conseguir resultados excelentes com esse seu esforço a mais, que é claro que ela precisa fazer devido a sua condição. Juro que as vezes eu consigo esquecer que ela é uma cadeirante, porque aquela menina se mexe com uma habilidade que não é muito comum de ser vista dentro de suas limitações e vem se tornando uma das minhas favoritas nesses últimos eps. Sim, eu estou quase AMANDO a Ali. Me julguem, que eu nem ligo.

Lily + Michael também estiveram ótimos e Lily parece ter despertado do pesadelo da gordinha revoltada que quebra tudo e acordou para a realidade de que aquele único personagem que ela parecia saber fazer até então, não estava agradando os jurados e talvez nunca tenha agradado. Mas isso não significa que  passamos a torcer por ela, nada disso, porque ainda continuamos querendo-a fora da competição a pontapés (ops, o que significa que ela não foi a eliminada da vez). Michael continuou sendo aquele foufo de sempre (o que foi aquele date entre ele e a Lily? = ♥), com um rostinho que a câmera (e todo mundo) adora! Sério, tirando a minha crush por ele (que está ficando cada vez mais forte e evidente, rs), sinto que ele é um dos poucos dentro daquele grupo que sempre me pareceu super a vontade e natural em frente as câmeras, embora sua voz não seja das melhores (nessa hora vale lembrar que um dos protagonistas em Glee é o Cory Monteith, ou seja…) e talvez se a Nikki Megabitch não tivesse agido como agiu com ele no estúdio por diversas vezes, sua confiança poderia estar em um nível melhor e consequentemente sua história seria outra a essa altura do campeonato.

No estúdio ele conseguiu entregar exatamente o que era necessário naquele momento, calando a boca da própria Nikki, que a essa altura nem faz mais questão de esconder que é Team Blake desde o começo (AMO o Ryan se importando zero com a opinião dela, rs). E posso falar? Quando vejo outros competidores fazendo  críticas ao desempenho do garoto, fico profundamente irritado. Tudo bem que ele vem recebendo recomendações a cada episódio, mas a gente não via ninguém fazendo comentários do tipo quando o Tyler se apresentava por exemplo e olha que nesse caso, tudo era muito, mas muito pior e vergonhoso do que qualquer comentário negativo que o Michael tenha recebido durante qualquer um dos episódios dessa temporada. Sinto que o Michael está sofrendo de boymagiafobia e isso não é legal.

Aylin + Shanna formaram  a terceira dupla, essa bem mais fraca do que a demais e talvez nem muito por culpa só delas. Nessa hora, nem achei que elas estavam tão ruins assim e talvez a coreografia da dupla tenha as prejudicado a ponto de colocar as duas entre os três piores da semana, ao lado da terceira vaga que dessa vez ficou com o Blake, que ao lado da Shanna (o que é sempre engraçado de dizer sem o sotaque deles, rs) eram os dois virgens de última chance com o uncle Ryan.

E vcs não acham muita coincidência dois participantes que nunca se apresentaram para Ryan Murphy (Shanna + Blake) estarem estre os três piores da semana justo nesse momento tão perto do final? Senti um cheiro de mutreta no ar, algo como se o Ryan tivesse feito questão de ter o seu primeiro encontro com aqueles que ele ainda não tinha visto mais de perto, para ter certeza se realmente valia a pena mantê-los na competição. E pelo menos isso acabou com a ideia do Robert que era a de mandar os dois meninos entre os piores direto nessa semana para resolver essa questão, já que só restaram os dois dentro da competição e isso mesmo sem o Michael ter feito nada para merecer (achei até o comentário do Darren a respeito dele meio “plantado”, mas talvez esse seja o meu lado fã falando mais alto agora). Coisa feia hein Robert? Só porque vc “perdeu a virgindade” ao som de Extreme, não significa que vc precisa ser tão malvado assim com as pessoas, só para descontar (rs). E a gente aqui achando que ele era uma alma boa… estamos de olho! (continuamos achando na verdade, mas digamos que esse não foi o seu melhor momento)

E vamos lá, sejamos sinceros nessa hora. Cheguei a ficar apavorado novamente com a possibilidade da Aylin sair essa semana depois daquela sua performance quase boa, mas que na verdade foi bem mais ou menos e de pouquíssimas palavras. AMO aquela música (“The First Time Ever I Saw Your Face”), gostei da apresentação dela, mas não achei que foi uma apresentação forte o suficiente caso ela realmente tivesse alguma chance de sair naquele momento. (quase morri com a cara de desespero dela na hora de ter que encarar a lista, ainda mais com aquele “OMG!” cheio de lágrimas – glupt!)

Ao mesmo tempo, tudo que Aylin não conseguiu fazer com as palavras da letra da sua música, ela acabou entregando no seu discurso do que uma garota muçulmana como ela, totalmente fora do estereotipo, representaria para cada uma das outras garotas como ela por aí. Fiquei realmente emocionado com o seu discurso honesto e cheio de coragem naquele momento, que dessa fez, conseguiu entregar exatamente a letra completa, com todas as palavras que ela precisava para convencer o Ryan Murphy (e quem ainda não estivesse convencido a essa altura) a respeito da sua estadia dentro da competição.

Blake fez o mesmo, embora não tenha esquecido a letra. Mas visivelmente nervoso, ele entregou uma apresentação das mais preguiçosas possíveis, mesmo com a Nikki animando a sua torcida, praticamente ensaiando uma coreô enquanto ele quase nos fazia dormir ao som de “Lose My Religion”. Sério, só eu esperei que ela levantasse a blusa e estivesse escrito “BLAKE” de batom naquela barriga enorme de grávida dela?

Por outro lado, Shanna foi quem entregou a melhor apresentação entre os piores dessa semana, sem a menor dúvida. Mas vcs lembram que eu disse que o episódio dessa semana foi bem do sem gracinha? Então, ele estregava exatamente o mood da Shanna, que foi a eliminada da vez por ser quase impossível torcer por ela, de tão sem graça que a participante conseguiu ser durante toda essa Season 2 de TGP. E não um sem graça tipo a Nellie por exemplo. Um sem graça pior, do tipo que as vezes vc até esquece que ela estava na competição e quando surge a dúvida de quem eliminar naquele momento tão difícil, cheio de gente mais bacana e personagens super prontos, lá estava aquela que se saísse não faria muita falta, mesmo sendo bem esforçada e cantando super bem sempre, como ela mesmo fez questão de reforçar antes saber que iria sair. Sabe fantasma de reality show, do tipo que fica rondando quietinho até o final mas não consegue chegar a lugar nenhum? Então…

Só achei que ela poderia ter saído sem ter se sentido injustiçada pelo fato do Michael ter sido salvo e ela não. Michael teve um comentário ruim exatamente enquanto esteve fazendo par com ela, mas ao lado da Lily, ele conseguiu entregar um bom desempenho (vejam, eu disse bom e esse é um claro sinal de que esse não é o Essy fã do garoto falando mais alto agora), ao contrário da Shanna, que em dupla com a Aylin quase sumiu, aparecendo sem destaque na câmera e visivelmente fora de sintonia para aquele momento e por esse motivo, acabou deixando a competição e talvez a gente tenha a maior dificuldade de lembrar que ela sequer participou de TGP um dia. Sorry, mas é verdade. (sem contar que a câmera não era a sua melhor amiga…)

E isso foi o que vc perdeu nessa semana bem da sem gracinha em T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T, que ao contrário do que eu declarei no meu post anterior, não irá terminar no próximo episódio (blame IMDB) e sim no 2×11. Yei! Ansiosos?

ps: atualmente minha torcida é Aylin + Michael + Ali. (Beija Blake. #FORALILY!)

ps2: desista dessa franja, Shanna! E diga nunca mais para esse toldo pavoroso! Porque Shanna com franja não dá! (depois me liga para dizer se a sua vida não melhorou em todos os sentidos after esse toque… rs)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Tenacity

Julho 30, 2012

No oitavo episódio de The Glee Project, (2×08 Tenacity) eu só consegui sentir pena dos participantes remanescentes dentro da competição que tiveram que suar a camisa (e suaram pencas) essa semana dentro do programa. Ok, digamos que foi um misto de pena e vergonha…

Como convidada da semana tivemos a Amber Riley (que estava lindíssima, diga-se de passagem) e novamente os candidatos mandaram muito bem no homework da semana, dessa vez ao som de “Survivor” antigo, que nem precisa de muito para a gente gostar, não é mesmo?

E esse episódio foi excelente não só porque botou preguiçoso para correr e suar a camisa literalmente, mas sim porque ele provou a minha teoria de que adianta sim reclamar!

Digo isso porque no meu post anterior, onde eu comentei os dois últimos episódios de TGP, cheguei a pedir para que a edição do programa tivesse mais foco na rivalidade entre Aylin e Lily, que muito se fala dentro do programa, mas que até então a gente não tinha vista quase nada de muito concreto a respeito. E não é que isso se confirmou essa semana?

Foi exatamente o que eles fizeram nesse episódio, ainda timidamente, mas colocando em evidência a disputa que a gente que ver em TGP: Aylinda (♥) vs Lily Megabitch (BOO-HOO)

Claro que como toda boa vilã, Lily Megabitch saiu na frente fazendo a ativa agressiva (que eu já disse anteriormente que sim, essa é uma categoria que existe!), se fazendo de vítima quando era visível que ela estava exagerando no seu grande talento vocal dentro do estúdio quase que deixando todo mundo surdo e recebendo um comentário dos mais inofensivos da nossa Aylinda (quase como se ela tivesse chamado a participante de boba feia),  que ela acabou aproveitando para transformar em um grande plot de rivalidade. Já repararam que Lily nunca aceita que esta perdendo por ela mesmo? Sempre tem uma desculpinha: “não fui bem dirigida”, “não fui coreografada direito”, “meu misto quente não veio cortado em diagonal e com os dois lados precisamente do mesmo tamanho”. Juro que eu não tenho paciência para essa vilã…

Com isso, Lily que mais uma vez foi parar entre os três piores (suck it!), acabou aproveitando a oportunidade para garantir a sua estadia dentro do programa por mais um tempo (isso e o seu talento, que por essa apresentação eu vou ter que concordar que ela não merecia ir para casa, não dessa vez… e pensando apenas nesse ponto do programa, que isso fique bem claro), despertando no próprio uncle Ryan o seu desejo de ver um duelo de divas dentro do programa, para o qual ele mesmo deu todo o seu aval. Já podemos comemorar? Mas melhor do que o Ryan Murphy também querendo ver sangue cenográfico nos olhos das duas participantes amigas & rivais, foi o seu comentário dizendo que com aquela apresentação, Lily “comeu o palco”, literalmente. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Antes de comentar a eliminação da semana, eu preciso revelar que o Michael é o meu preferido entre os meninos desde o começo (ainda mais agora que não temos mais o Charlie, que é com quem ele dividia a posição no meu coração), mas já estou cansando das suas desculpas quando ele não consegue se sair muito bem no estúdio, ou na apresentação, apesar de mais uma vez ele ter sofrido nas mãos da Nikki Megabicth², que eu não consigo odiar mais. Sério, que mulher pavorosa! (Arghhh!).  Sinceramente, eu concordo com o uncle Ryan quando ele disse que o garoto parece não ter a menor ideia de que ele poderia vencer aquela competição, mas custava alguém avisá-lo? Sinto que toda vez que ele passa pelas mãos da Nikki, ela faz questão de travá-lo ainda mais com comentários do tipo “Nossa, vc não conseguiu. Maiquél? O Blake conseguiu…”. #WHATABITCH

Mas ao mesmo tempo que o Michael parece contido no estúdio ou nas apresentações, ele consegue dominar a câmera como ninguém e o vídeo da semana está aí para comprovar que vale sim continuar apostando no seu talento. Go Michael! Go Michael! (odiei o par dele na performance da próxima semana…)

Falando no vídeo, o que foi aquilo, minha gente? Tortura? Mas nem o Rocky Balboa em pessoa levando 375 direitos seguidos sofreu tanto daquele jeito. Tadinhos!

Fiquei morrendo de pena de cada um deles, menos da Lily, que nada tinha que fazer a não ser jogar uma bola e bater corda (bater, nem pular ela precisava), lembrando que a Aylinda também é meio gordinha (sorry Aylin, mas a gente tá vendo) e não foi nada poupada de ter que pular aquelas barras repetidamente e sem derrubar nenhuma durante os 34 takes de vídeo em plano sequência com direito a muita atividade física. Será que essa foi uma tentativa disfarçada de colocar todos os participantes em um SPA? Hmm mmm. E mais uma vez a Ali se mostrou como uma forte competidora durante o episódio e eu gostaria de saber se só eu fico morrendo de medo da cara de louca que ela faz de vez em quando em suas performances? (fez de novo a mesma cara de demônia de ” You Oughta Know” que eu bem vi ao final da sua parte no homework)

Como os três piores da semana tivemos o lindo do Michael, que conseguiu surpreender todo mundo com a sua música, mesmo não sendo ele o melhor cantor do grupo (embora eu goste mais da voz dele do que a do Blake, que eu acho super comum…), inclusive calando a boca da própria Nikki Megabitch², que ao que tudo indica, não é sua maior fã. Da Lily nós já falamos que ela “comeu o palco”, então… (sorte dos competidores que ela foi a última a se apresentar). E ainda dentro do grupo dos três piores da semana tivemos o Abraham, que antes de se apresentar para o Ryan foi pedido pelo próprio por meio do Robert que não puxasse o seu saco durante a apresentação e todos nós ficamos mais do que constrangidos por ele com aquele pedido, ainda mais com o começo do ep, onde eles fizeram questão de mostrar uma parte da edição do episódio anterior onde o participante elogiava até o perfume do Ryan Murphy. #CONSTRANGIMENTODEFINE

Com a excelente  apresentação da Lily (dói reconhecer, eu sei…) e o plot da sua rivalidade com a Aylinda, a gente já meio que sabia que ela não seria a eliminada da semana portanto, só sobraram os outros dois. Como o vídeo do preview da temporada acabou nos revelando várias coisas em cenas inéditas (basta prestar atenção ao final do 2×01), tinha certeza que o eliminado da semana seria o Abraham.

E assim foi, mas não foi tão simples assim. Antes de tomar a decisão que poderia até ser outra naquela hora, tivemos o momento mais constrangedor da temporada, mais ainda do que o Tyler cantando Celine Dion com com a sua voz de chipmunk (rs), mais do que o próprio tombo do Abraham durante a gravação do vídeo da semana (jurava que ele tinha ficado banguelo com aquela cara na porta que ele deu, rs) que foi quando Abraham voltou para o palco para bancar a diva descontrolada, colocando a mão na cinturinha e tudo e ainda dizendo categoricamente que ele não iria sair dali por nada nesse mundo, porque ele sabia que o Ryan o amava (tá, exagerei um pouco). Sério Abraham? Vc não sabe que naquilo tudo quem manda é o uncle Ryan e ninguém mais?

Naquele exato momento, com a resposta do Ryan ao discurso do desespero do Abraham, ficou mais do que na cara que ele iria voltar para casa naquele episódio e eu diria até que foi uma decisão bem justa e isso não só pelo acontecimento da noite. Primeiro que ele era uma incógnita, o que até então poderia não ter o menor problema porque segundo o próprio uncle Ryan, ele não se importava com esse tipo de detalhe. Segundo que Abraham não conseguiu fazer um bom solo sequer e quem não ficou constrangido com a sua apresentação de “LasT Friday Night” no passado, que jogue o primeiro cd da Barbra pela janela seguido de uma single tear por tamanho sacrilégio, NOW! E terceiro que depois de mais uma apresentação bem meia boca daquelas (e olha que ele ganhou um MJ, hein?) seguida de um discurso da misericórdia capaz de fazer o Oriente inteiro dormir de tamanha preguiça em formato de desespero & descontrole hormonal, Abraham acabou se auto eliminando naquela noite, dando ele mesmo um pé na sua própria bunda (euri quando o Michael meio que fez isso com ele) com aquelas botas pavorosas e super datadas em vermelho. WOO!

Dessa forma, chegamos ao fim de mais um episódio do sensacional The Glee Project, que está chegando bem perto de sua reta final (o anterior terminou no 10º episódio e segundo o IMDB, isso deverá se repetir durante essa temporada) restando apenas Lily (ainda torço para o dia em que ela vai sair humilhada daquele palco, tipo quando a XL-Tina sicagô no maiô cantando naquele funeral, sabe?), Aylinda (Só amor 4 ever and EVA!), Ali (que eu estou amando, não me julguem), Shanna (acho esforçada, canta bem, mas nem lembro de torcer por ela)  e os boys magia Blake (passo, mas aposto que vai ser o nome do bebê da Nikki caso seja um menino, rs) e Michael ( amor verdadeiro, amor eterno – ♥). Ou seja, ou essa semana saem pelo menos dois competidores (lembrando que no penúltimo episódio da temporada anterior nós não tivemos nenhum eliminado e o preview do próxima episódio nos dá “pistas” do que poderá acontecer dessa vez…), ou teremos uma final com muita gente naquele palco, não?

Bom, e foi isso o que vc perdeu essa semana em T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T! (#TSÁ – de joelho e fazendo as clássicas jazz hands)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Danceability + Vulnerability

Junho 25, 2012

SIM, The Glee Project continua sendo o nosso reality de verão (deles de lá) e por isso, mesmo com algum atraso (bastante na verdade), resolvi comentar os dois últimos episódio do The Uncle Ryan Show.

Começando pelo segundo episódio da temporada (2×02 Danceability) que testou o talento na pista dos nossos competidores. Nele, podemos reafirmar até o que eu havia percebido anteriormente e já havia mencionado: Lily é mesmo  a megabitch da vez, não tem jeito.

Dessa vez ela colocou as suas manguinhas de fora batendo boca com o Zach, dizendo que não foi dirigida como deveria (só faltou dizer como uma estrela) e por isso estava ente os 3 concorrentes com o pé mais perto do lado de fora da competição. Zach que estava demônio naquele episódio e visivelmente desapontando com o desempenho do grupo dentro da sua disciplina, que cá entre nós, foi bem ruim mesmo, e foi o que o fez colocar para fora toda a sua mágoa de professora de balé de tipo bem má. Mas até que ele foi bem leve e ficou mais magoado do que demônia, pelo menos com eles…

Como convidado da semana tivemos Samuel, ele que sabia exatamente a sensação de estar do outro lado do jogo e foi um foufo com os participantes, deu conselhos e de quebra ainda soltou a line que ele roubou da Hannah durante a temporada anterior. Que vilãozinho, não? (rs – precisava andar descalço?)

E mais uma vez meu coração acabou partido em 2545554 mil pedaços com a eliminação da semana, quando Dani não foi convocada para voltar. (glupt)! Mas como assim? Logo ela? E é em horas como essa que a gente fica bem irritado com um reality show, que prefere candidatos que movimentam a turma, mesmo que eles sejam descartados mais para frente (Lily e até mesmo o Tyler), do que quem realmente tem algum talento para a coisa. E me fala, que voz foi aquela do Tyler cantando “Daniel” do Elton John? PA-VO-RO-SA!

Até cheguei a achar que ninguém seria eliminado naquela semana por conta da desistência da participante que saiu porque estava com saudades da mãe. Sério, não tenho paciencia para os fracos e por isso nem lembro o nome dela, ZzzZZ. Mas não teve jeito e uncle Ryan não conseguiu enxergar o que todos nós vimos na Dani, que para mim já era uma das favoritas ao prêmio… (não sei porque, mas sinto que eles querem um menino como vencedor – na verdade, sei bem porque… rs)

No episódio seguinte (2×03 Vulnerability), chegou a hora dos participantes colocarem suas vulnerabilidades para fora e como ferramenta para isso, eles tiveram que usar o bullying  para entregar suas verdadeiras fraquezas e traumas do passado. Só não concordo quando o diretor do vídeo disse que hoje em dia “o bullying é uma epidemia”, porque na verdade ele sempre existiu, muito provavelmente na mesma proporção e só não tinha uma nomenclatura ainda.

Não sei quanto a vcs, mas eu sempre acabo gostando muito mais das apresentações deles todos no começo do episódio do que do video da semana, que eu sempre acabo achando meio assim, ainda mais para o volume de participantes que ainda temos nesse começo de temporada e nesse caso não foi diferente, achei o vídeo uma grande porcaria. Sorry!

E nesse episódio encontramos as famosas cenas de briga que eles já haviam nos mostrado no preview da temporada durante o primeiro episódio, que como eu disse para vcs anteriormente, não passava de cena para o video da semana. Nele tivemos alguns momentos imporantes, como quando Charlie perdeu a linha e tirou a bengala do Mario, considerando o ato apropriado para a cena naquele momento. O que de certa forma até foi, mas ele poderia ter combinado com ele antes de realmente fazer o que acabou fazendo, o que lhe custou uma indicação entre os três que deveriam se apresentar para o Ryan naquela noite. (mas eles mantiveram a tal cena no vídeo, ou seja, vai entender…

Mais uma vez, umas das vagas entre os três piores foi ocupada pela Lily, que eu sinto que está sendo colocada nessa posição propositalmente, sendo provocada para que ela acabe estourando, o que eu até acho que esteja bem perto de acontecer. Tudo bem que ela é talentosa e sabe disso, é uma gordinha que tenta parecer ser segura em relação ao seu corpo, o que nem sempre me convence, mas como mecanismo de defesa ela acaba se escondendo atrás de uma armadura de megabitch que não tem tamanho, botando medo nos demais e tentando ganhar no grito e essa sua postura meio assim sempre acaba chamando muito mais atenção do que qualquer outra coisa que ela tenha para mostrar e talvez por isso, suas lágrimas após ao final da sua apresentação não tenham sido muito convincentes. (não foram nada convincentes na verdade…)

Agora, outro que andou ganhando ares de megabitch foi o Mario, participante que eu até já havia alertado vcs para esse detalhe da sua personalidade. Ele que parece seguro demais do seu talento vocal e muitas vezes soa como arrogante ou maldoso e isso ninguém pode negar. Mas nessa hora, a sensibilidade do uncle Ryan Murphy acabou falando mais alto e ele conseguiu enxergar uma pessoa que ainda está descobrindo como se expressar dentro da sua deficiência, o que olhando por esse lado, até justifica um pouco de como vimos o participante se comportar ao ser criticado pela Nikki, que grávida e com os hormônios explodindo, também ficou ofendida demais naquele momento, não?

Mas realmente seria muito difícil eliminar qualquer um daqueles três depois de suas apresentações ao final do episódio, todas muito bem realizadas (a versão de “Fix You” do Coldplay cantada pelo Charlie então foi maravileeeandra e bem diferente da original). Por isso Ryan já gastou o bônus de poder não eliminar ninguém nesse momento, gastando a vaga que acabou sobrando com a participante que acabou abandonando a competição no episódio anterior.

Ahhh e ainda nesse episódio, a Lily revelou que foi a Queen B do seu colégio, o que obviamente não surpreendeu ninguém e de quebra ainda deu um cala boca na hora certa para o Mario, que Mario?. Mas a grande surpresa do ficou por conta da Abraham, que revelou que não é gay, mas ficou completamente  enlouquecida quando achou que o convidado da semana seria o Kurt. Sei… se entrasse o Blane, eu queria ver quem é que iria conseguir segurar toda essa alma in rainbows HT. (rs)

E isso foi o que vc perdeu em T-h-e-U-n-c-l-e-R-y-a-n-S-h-o-w (rs)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


<span>%d</span> bloggers like this: