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Os zombies em fase de readaptação de In The Flesh

Maio 3, 2013

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In The Flesh é aquela série que causa uma estranheza complicada como primeira impressão, afinal, encontrar com zombies tentando se reintegrar a sociedade não parece nada natural, pelo menos não a princípio. Vampiros, lobisomens, alienígenas, mutantes, super heróis com poderes exóticos e roupa intima por cima do spandex tudo bem, mas zombies? Não, não parece de Deus. (como somos hipócritas, não?)

Tirando toda a estranheza da novidade no piloto, que gasta boa parte do seu tempo tratando exatamente dessa nova proposta de zombie, In The Flesh conseguiu se tornar algo que foi muito além da temática do momento, apesar de contar apenas com o mísero número de três episódios para a sua Season 1. Mesmo assim, passando do piloto até o preview da temporada que veio logo a seguir, já dava para perceber que a série tinha tudo para se tornar bem mais interessante, uma vez que toda essa estranheza fosse colocada um pouco mais de lado para dar mais espaço aos dramas comuns do cotidiano de todo mundo, nesse caso aplicados a uma espécie de “segunda vida” ou “segunda chance”. De qualquer forma, agradecemos pela chance de ter visto um dos Skins como zombie. (sim, aquele era  o “Rich”)

Aceitação, preconceito, intolerância, tudo isso eles conseguiram discutir de forma bem bacana durante essa primeira temporada, amparados a essa nova temática que apesar de soar bem estranha a princípio, com o tempo vai se tornando algo mais normal e até mesmo aceitável a medida que vamos nos informando sobre o assunto, além de ser bem interessante e uma novidade. Diferente de outras séries do gênero, aqui não temos o massacre dos sobreviventes vs zombies devorando uns aos outros e ficamos mais com a carga dramática da situação inusitada de mortos vivos maquiados tentando viver como pessoas comuns. Apesar de algumas situações de confronto bem extremas entre os dois lados da história, a série optou por não dar muito esse foco para os seus personagens, onde foram poucas as cenas mais sanguinárias que tivemos durante essa primeira temporada.

Apesar de poucas, elas não deixaram de aparecer e também foram aterrorizantes, como os pesadelos do Kieren (Luke Newberry) lembrando da vítima que ela acabou instintivamente fazendo dentro do supermercado logo após a sua “transformação” e mais tarde, com tudo ficando ainda mais sombrio com a cena dele acordando debaixo da terra (que apareceu por meio de um ataque de pânico do personagem ao se ver preso em um lugar apertado novamente) e surgindo em meio a outros corpos que foram despertados no momento da ascensão. Um momento que inclusive eu gostaria de ter visto mais na série e acho que seria bem bacana se ele tivesse sido mostrado, já que o foco de In The Flesh no presente está mais no conflito das relações interpessoais do que o combate em si e toda a questão da sobrevivência de outros cenários mais “apocalípticos”  do mesmo tema, se é que assim podemos dizer.

E a história ficou bem mais interessante quando descobrimos que Kieren na verdade se suicidou por conta de um amigo morto na guerra, que descobrimos mais tarde que não foi morto (quer dizer, foi, mas também havia sido reintegrado à sociedade da mesma forma que ele) e estava prestes a voltar para a pequena vila de Lancashire. Detalhe que o tal soldado da guerra era ninguém menos do que Rick (David Walmsley), o filho do mais intolerante e chefe da oposição que era absolutamente contra a ideia de conviver em meio a essa nova realidade. Mas fora isso, um outro detalhe ainda não havia nos sido revelado sobre essa questão toda até então, que se você prestou bem atenção no quarto do personagem principal durante o episódio piloto (tisc tisc… nos quadros… tisc tisc), talvez tenha percebido alguma coisa e ou “inclinação”, rs.

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Engraçado é que Rick ganha um outro tipo de recepção em meio àquela comunidade e tudo isso graças a fama do seu pai, que faz questão de tratá-lo como um herói de guerra, exigindo que todos façam o mesmo, ignorando completamente o fato de que apesar da cara cheia de pontos grotescos (apesar dele ser lindo. Höy!) super visíveis, Rick também é um morto vivo, assim como os demais que ele e seu grupo (que percebem que ele é um zombie, mas não tocam no assunto) não aceitam por perto da vizinhança (lembra da mulher que eles mataram sem a menor piedade durante o primeiro episódio?). Apesar do pai intolerante, Rick tem um outro perfil e mesmo tentando contornar a situação, forçando que o Kieren seja tratado da mesma forma quando ao seu lado, o mesmo acaba fazendo de tudo para tentar agradar o pai, se forçando a fazer coisas que talvez ele não fizesse se pensasse apenas por ele mesmo, o que demonstra um certo nível de covardia em relação a todo momento ele estar evitando o confronto com o pai, algo que não combina em nada com o perfil de herói da história. (se bem que nós sabemos que muitos dos chamados “heróis de guerra” não passam de covardes. Fato)

Com a sua chegada, de uma hora para a outra o clima muda na cidade, que passa a ter uma maior tolerância em relação aos zombies readaptados, provavelmente por terem ganhado a chance de enxergar o problema mais de perto (além de ser uma exigência do governo) e perceber que talvez o problema não fosse tão grande assim e na verdade tratava-se apenas do medo do desconhecido falando mais alto do que qualquer outra coisa. Algo que permitiu que o Kieren saísse de casa para circular pelas ruas com certa frequência (escondido a princípio), mesmo com todo o make e lentes que ele precisava usar diariamente para ser visto com outros olhos, quase como se para ser aceito ele não pudesse ser quem ele realmente era. Algo bem triste, até mesmo dentro desse cenário.

Além do seu trauma passado de suicida e a chegada do antigo amigo que foi o motivo do seu atentado contra a própria vida, a história de Kieren também ganhou um plus com a chegada da sua amiga também morta viva, Amy Dyer (Emily Bevan) que estava muito mais acostumada com tudo aquilo do que ele. Do encontro dos dois no cemitério, aos passeios pelo parque ou jantares em família, acabou surgindo essa relação de amizade e a dupla acabou funcionando muito bem dessa forma, embora a sua família tivesse alguma esperança de que Amy representasse algo mais para ele.

Amy que funcionou muito bem como alívio cômico da série, trazendo um pouco mais de humor para o lado sombrio da força zombie, com seu jeito mais desbocado e a coragem de enfrentar a sociedade de cara limpa, mostrando exatamente aquilo que ela era. Até se dar bem a personagem conseguiu (EW! Mas de novo… wait, ver o Eric pegar geral em True Blood tudo bem, neam? Tudo bem que ele é um morto magia, mas é um morto – conservado de outra forma, rs) e além do lado cômico, sua personagem também teve bons momentos dramáticos, como a conversa entre ela e o Kieren sobre como ambos morreram ou quando Amy foi pega por um dos membros do grupo intolerante dentro da sua própria casa de forma cruel e totalmente meio assim, o que acabou despertando a vontade da personagem de tentar a sorte em uma cidade grande e mais preparada para a diversidade.

Mas o grande destaque da série foi mesmo a relação Kieren e Rick, que ainda que ambos não tenham assumido (e nem precisava) durante esses três episódios da Season 1, ficou mais do que evidente que algo mais existia entre eles do que apenas uma grande amizade. Da discussão sobre a separação de ambos, Kieren por conta da faculdade e o Rick por conta do exército (com o detalhe de uma falha de comunicação muito provavelmente provocada pela família ao perceber qualquer coisa), até a revelação do esconderijo dos dois mais próximo do final da temporada (que inclusive foi onde o próprio Kieren foi achado morto por seu pai), começamos a entender um pouco mais sobre a proximidade da relação daqueles dois e toda a carga dramática que isso havia acarretado para ambos, que já eram vítimas do preconceito mesmo antes de se encontrarem daquela forma, o que tornava tudo ainda pior. E a abordagem para esse plot foi bem bacana, sem que nada precisasse ser dito de forma óbvia, onde o sentimento que percebemos que existia entre os dois acabou funcionando muito mais do que qualquer explicação detalhada sobre o que realmente se tratava toda aquela história.

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Dessa relação, pré e pós morte, acabamos encontrando a resolução final da temporada, com todas as pontas soltas dessa curta história se encontrando e deixando tudo muito bem amarrado, apesar do curto espaço de tempo, onde descobrimos o trauma da irmã (chatinha…), que havia encontrado o Kieren já transformado dentro do mercado, onde a vítima que o atormentava em seus pesadelos era ninguém menos do que sua melhor amiga, passamos também pelo trauma de seus pais em relação ao suicídio do filho, com a mãe se colocando a disposição para entender qualquer coisa que ele quisesse compartilhar com ela para evitar que a sua história se repetisse (um momento lindo também), até o merecido acerto de contas do vizinho que teve a mulher morta em frente a porta de casa de forma cruel pelas mãos do grupo intolerante da história.

Na verdade, In The Flesh usou muito bem a temática zombie para abordar a intolerância com o diferente e ou desconhecido, como se as pessoas preferissem (ou fossem convencidas a) maquiar quem elas realmente eram para que fossem aceitas de forma melhor pela sociedade. Algo do tipo “Não mostre a sua cara, mostre o que eles querem ver”. Nesse caso, toda a estranheza de zombies se adaptando a viver como pessoas comuns, recuperando suas memórias e tudo mais, acabou funcionando como uma alusão a um mergulho dentro de si mesmo, a sua verdade e aquilo que você gostaria de ser, mesmo que para isso não fosse necessário uma segunda chance, como nesse cenário. Algo que eles conseguiram realizar muito bem, tanto em termos de história, quanto pela abordagem mais delicada e sensível em relação ao tema, que embora pareça bem absurdo, tirando o fato de encontrarmos na série mortos vivos circulando como pessoas comuns, inclusive fingindo comer como qualquer um (sério, AMO esse plot!), todo o resto seria algo bem possível de acontecer na vida de todo mundo. (e quem não conhece alguém que mais parece um zombie do que qualquer outra coisa? E não estamos falando da aparência, hein?)

Como resolução para o plot principal da temporada, tivemos o pai do Rick exigindo que ele tirasse de uma vez por todas a vida do Kieren, algo que ele não conseguiu recusar a princípio pela falta de coragem de enfrentar o pai autoritário (e até tentou avisar o amigo), mas que nos final das contas nos levou àquela cena linda com ele aparecendo sem maquiagem pela primeira vez diante do pai, que apegado a alguns motivos religiosos e entendendo que o filho não iria mudar por ele (mudar quem ele já era mesmo antes de morto), não conseguiu entender e acabou o matando de forma cruel, roubando a chance que todos os envolvidos ainda tinham de se acertar de alguma forma. Ainda bem que o seu troco não demorou muito para chegar.

Funcionando como uma espécie de “Romeo + Romeo” dos tempos modernos dos zombies (uma novidade surpreendente eu diria) e nos entregando um final nada feliz, In The Flesh conseguiu fazer uma boa primeira temporada em todos os sentidos, funcionando muito bem inclusive como uma obra fechada, caso não aconteça uma renovação (embora mereça ser renovada), uma vez que além da vontade de ver essa história seguindo adiante, pouca coisa foi deixada no ar sobre o que ainda esperar da série.

De qualquer forma, a série é uma boa pedida tanto pela novidade da abordagem do tema,  quanto pelas boas surpresas no caminho e também por ser inglesa, curtinha, fácil de acrescentar na watchlist. E vai que o apocalipse zombie realmente acaba acontecendo algum dia e a realidade seja algo mais próxima de In The Flesh do que de The Walking Dead, huh? Precisamos estar preparados para tudo crianças. Para TU-DO!

 

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Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

Abril 23, 2013

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Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office – que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

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Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

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O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

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Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

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Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

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Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

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E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

Hannibal - Season 1

Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

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Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy – Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

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Confirmou! Michonne continua azeda, até quando não está de vestida de Michonne

Abril 11, 2013

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Será que a culpa é da companhia? (porque qualquer pessoa no universo, cedo ou tarde acabaria azeda ao lado de Andrea Megabitch. Fato)

Agora imagina ter que aguentar a personagem fazendo a viúva na próxima temporada de The Walking Dead? Quem aguenta?

ps: gostaria de deixar registrado que eu sempre me assusto quando encontro com Michonne fazendo a feminina e se a tela do meu PC fosse de madeira, estaria jogando dardos na cara de Andrea nesse exato momento, para oficializar a nossa despedida. Sério. 

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Já desistiu, Katy Perry?

Abril 11, 2013

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Lembra quando a Katy Perry insistia desesperadamente em tentar imprimir um look natural da montação que quase sempre não parecia nada natural e era visivelmente inspirado no fundamento da Lady Gaga?

Então, parece que ela já cansou de tentar emplacar a mentira (e a gente até entende que deve ser mesmo exaustivo tentar ser aquilo que você não é) e agora circula por aí vestida com o uniforme oficial do pé na bunda, que é quando todos nós nos enfiamos naquele moletom cozy e vamos para debaixo das cobertas, acompanhados do velho e bom pote de sorvete de chocolate, com calda e pedaços de chocolate.

Com a diferença de que nós que somos bem mais espertos, claro, dentro dessas mesmas circunstâncias, nos escondemos dentro de casa e não damos a menor chance do ex ou qualquer outra pessoa nos encontrar assim em público…

#NAOTABOMNAO, não foi muito esperta, imprimiu a Michonne chegando em The Walking Dead com esse seu moletom e se estiver precisando de uma abraço, pode comprar um daqueles travesseiros que o Kurt usou recentemente em Glee.

 

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A temporada do aguardado acerto de contas em The Walking Dead

Abril 4, 2013

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Sim, The Walking Dead estava em dívida com a gente já tem algum tempo. Uma dívida que até deixamos passar depois da Season 1, levando muito em consideração o fato da série ser uma grata novidade, diferente de tudo o que havia na TV naquele momento (além da temática, será que é mesmo tão diferente assim? Pensem nisso…), fingindo ignorar alguns detalhes meio assim que não gostamos muito e deixando passar uma série de dúvidas que pairavam no ar em relação a sua mitologia. E se essa dívida já existia desde então, durante a Season 2 podemos dizer que ela pelo menos triplicou, porque tudo o que já não estava bom na série continuou aparecendo e ficando cada vez mais evidente, além do ritmo da sua caminhada não ser dos mais animadores. Mas tudo bem, decidimos que mesmo assim permaneceríamos enquanto sua audiência, certamente por pelo menos mais uma temporada, só para ter certeza de que realmente não estávamos caminhando para lugar nenhum e se apenas isso seria o suficiente daqui por diante.

E foi exatamente quando decidimos ser mais leves com The Walking Dead, que a série realmente ganhou um ritmo muito mais interessante e intenso e apesar de qualquer controvérsia, é notável que isso só aconteceu a partir dessa Season 3. Apesar de boa parte do seu fundamento ter permanecido o mesmo, inclusive as falhas que sempre nos incomodaram profundamente, ganhamos uma agilidade em sua história que antes praticamente nunca existiu, ainda mais se considerarmos toda a Season 2, que foi notoriamente sofrível. Ganhamos novos personagens, alguns muito mais interessantes do que pelo menos 75% dos sobreviventes na série até agora, que aos poucos foram tomando o espaço e em pouco tempo se tornaram grandes personagens ou pelo menos suas histórias nos pareciam ser bem mais interessantes.

Nesse novo grupo encontramos Michonne (Danai Gurira), sempre um tom acima no mau humor, amarga, desconfiando de tudo e de todos sempre, na maioria das vezes com razão, mas ainda assim de forma bem exagerada, totalmente over e fazendo bico. Apesar disso, perdoamos porque a personagem tinha dois mascotes sensacionais (que foram descartados cedo demais até) e matava zombies com uma classe assustadora, quase que como um verdadeiro samurai. Do Lado Negro da Força encontramos ele, o odioso Governador (David Morrissey), um tirano disfarçado de bom moço, quase como um neo político pós apocalipse, prometendo cuidar de todos, mas escondendo muito bem todo o custo dessa proteção. Ele que além de tudo chegou com o plus de ser magia, algo que sentimos falta em TWD, confessamos, embora qualquer espécie de clima mais animado dentro da série acabe sempre soando como algo meio nojento, devido a todas as circunstâncias e questões de higiene pessoal para quem for mais exigente. Mas no caso dele não, porque o personagem tinha aquele ar de mistério que nós sempre compramos, além de ter casa, cama com lençóis limpos, um pouco de conforto e alguns drinks para oferecer a troco de cabeças colecionáveis dentro do seu aquário gigantesco de zombies. E já disse que além disso tudo isso, ele ainda tinha uma filha zombie, em quem se não fosse tão descontrolada e ou faminta, a gente tem certeza que ele até arriscaria fazer tranças? Pois bem, ele tinha. (R.I.P²)

Além dos novos personagens, ganhamos também um novo cenário para essa nova fase de The Walking Dead, com a descoberta da prisão pelos sobreviventes, que encontraram naquele cenário de pesadelos para muitos, o abrigo ideal para a atual situação em que se encontravam. E a primeira parte dessa nova temporada (da qual nós já falamos anteriormente por aqui) foi exatamente uma introdução a todas essas novidades que encontramos na série. Com o detalhe de que os personagens antigos agora estavam amadurecidos, visivelmente mais preparados para a realidade que enfrentavam, nada dispostos a arriscar o pouco que conseguiram acumular nesse até que curto período de tempo, como se tivessem aprendido a lição da cartilha da sobrevivência que foram forçados a devorar caso quisessem ter alguma chance de continuarem vivos.

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Todas essas novidades acabaram dividindo a Season 3 em dois grandes blocos, o primeiro com a introdução de tudo o que havia de novo nos cenários da série e seus personagens, até que chegou o momento do confronto entre o novo e o que já existia dentro desse universo de corpos andantes em decomposição, que foi quando ganhamos o segundo bloco da temporada, com a guerra declarada entre os dois lados dessa história. Uma guerra motivada pela vingança (sempre ela), de um Governador totalmente sem limites e agora querendo justiça em nome da morte da filha, que havia morrido pela segunda vez, uma vez que já como zombie, ela acabou não conseguindo passar ilesa pela espada afiada da Michonne, a qual ele exigiu a cabeça por conta disso tudo (ela que de quebra ainda lhe arrancou um olho #CREDINCRUZ) e chegou até a ser o plot de resolução da temporada, colocando Rick (Andrew Lincoln) e os demais sobreviventes novamente diante daquele dilema de sempre, entre continuar tentando ser o Xerife da cidade, ou esquecer tudo o que aprenderam anteriormente enquanto pessoas e abraçar a ideia de que nesse mundo novo, princípios e outros detalhes importantes no caráter de qualquer um agora pouco importavam.

Estivemos presos nessa batalha entre os dois lados da história durante toda essa segunda metade da temporada, algo que não tem como não reconhecer que foi muito mais interessante do que toda a primeira metade da Season 2 por exemplo, onde ficamos girando em torno do próprio rabo a procura de Sophia e ela esteve o tempo todo bem mais perto do que todo mundo imaginava, algo que apesar de ter sido um dos grandes momentos para a história da série, acabou sendo também bastante custoso e exaustivo. Mas é preciso reconhecer também que a série do AMC continua presa naquele ciclo da “constante inconstante” que acaba sempre dando aquela desanimada (agora mais de leve), onde temos sempre um episódio excelente seguido de um completamente meio assim, onde quase nada acontece ou o que realmente importa só aparece no final. Durante essa Season 3 então, essa “constante inconstante” foi cada vez mais nítida e a cada semana em que recebíamos um episódio bem bom, recebíamos junto a certeza de que a sequência não seria tão animadora.

E mesmo tendo falado do lado positivo da nova temporada até aqui, não podemos esquecer do que não foi tão bacana assim, afinal, estamos tratando da dívida que a série ainda tinha pendente com a gente e precisamos lembrar de tudo. Incoerências, conveniências, dúvidas honestas que sempre tivemos a respeito desse universo (como por exemplo, se os zombies são atraídos pelo barulho, como apenas os que estão distantes do carro em movimento parecem notar a aproximação do mesmo e os que estão mais perto do tal carro não correm em direção ao veículo em movimento?), tudo isso nós até conseguimos deixar passar quando optamos por passar a assistir The Walking Dead de forma mais leve e cínica até, mas o que nós nunca perdoamos foi a presença de personagens odiosos por quem nunca ou pouco nos importamos e que desejamos a morte desde muito tempo dentro da série. Isso nós não perdoamos nunca e boa parte dessa dívida estava acumulada nesse detalhe de algumas cabeças.

Nesse time dos insuportáveis infelizmente ainda vivos, encontramos pelo menos 4 nomes sobrevivendo a troco da nossa paciência: Lori, T-Dog, Merle e Andrea. Todos odiáveis por motivos distintos, mas igualmente odiáveis. Dessa lista nos despedimos sem nenhuma saudade do T-Dog (IronE Singleton), que nada fez na série desde sempre a não ser figuração, além das suas quatro falas até a sua morte, isso contando com o seu suspiro final e a Lori (Sarah Wayne Callies), de quem nos despedimos com gosto, até compramos coroa de flores e mandamos entregar na casa da atriz (adoraria ter feito isso na verdade), de tão odiosa e detestável que sempre foi, algo que beirou o insuportável principalmente em sua fase gravidíssima. Tudo bem que a sua despedida nos trouxe outro grande momento para série, com o Carl (Chandler Riggs) se despedindo de vez da sua infância e fazendo o que ele precisava fazer naquele momento, em um ritual de passagem absolutamente cruel para qualquer um, mas de extrema importância e profundidade para a trama e para tudo que o personagem ainda irá se tornar. Mas de qualquer forma vibramos e só não ficamos mais felizes porque Lori continuou aparecendo em espírito, em um plot que o Rick que já não é dos mais amados (fato), também não precisava acumular para a sua história já tão pouco interessante e a essa altura também já bastante custosa. É, não precisava. (mas vou confessar que Rick me irritou muito menos durante essa temporada. Fato)

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Mas ainda restava o acerto de contas para o Merle e a Andrea, que precisava acontecer. Turn! Turn! Turn! (gritavam os mais animados de suas casas seguindo o coro que eu mesmo comecei da minha). Merle (Michael Rooker) talvez tenha sido o maior arrependimento daqueles sobreviventes até hoje, não pelo acontecido no passado, mas sim por não ter sido preso pela língua naquele terraço ainda durante a Season 1. Sério, se não fosse a sua língua incontrolável, talvez ele nem irritasse tanto. Sem contar que o Daryl (Norman Reedus), que sempre foi um dos personagens mais amados da série e que passou a ganhar um destaque merecidíssimo durante essa temporada, não precisava carregar um irmão como aquele nas costas. É, não precisava e essa tortura do insulto até que durou demais, com o Merle encontrando o seu fim bem perto do encerramento da temporada, mas não sem antes ter encontrado também a sua remissão, tomando a decisão certa no final das contas e colaborando para o sucesso do grupo do qual ele nunca conseguiu pertencer. Acho até que ele durou mais do que merecia apenas para agradar os fãs xiitas da série, que por algum motivo desconhecido de quem tem coração (rs) sempre adoraram o personagem, mas ainda assim essa sua sobrevida acabou valendo a pena por conta do momento em que o Daryl desmoronou feito uma criança, exatamente como o irmão caçula que sempre foi, diante do irmão mais velho agora em sua versão zombie. (fiquei morrendo de pena dele e com vontade de colocá-lo no colo naquele momento, embora não tenha conseguido não rir com o seu choro, Norman Reedus. Desde já ofereço as minhas sinceras desculpas e condolências. Sorry!)

A propósito, já que estamos falando nele, eu gostaria de propor aqui no Guilt nesse momento uma campanha para arrumar alguém para fazer o Daryl, pelo amor de Cher ainda não transformada em Transformers zombie. Só não aceitamos que a sua parceira nessa questão seja a Carol, algo que seria um verdadeiro castigo para o personagem e não a recompensa que a gente gostaria de dar para o mesmo apenas por ter sido desde sempre um dos personagens por quem nós mais torcemos dentro da série. E se até o Glenn (Steven Yeun) conseguiu se dar bem já tem duas temporadas, porque não o Daryl? (e alguém mais acha que a nova personagem, sobrevivente do lado de lá, encontrada dentro do caminhão, poderia ser a sua nova parceira no crime do arco e flecha, dessa vez usando mais a flecha do que o arco?)Aliás, preciso dizer que eu quase morri de nojo de todas as cenas envolvendo o Glenn e a irmã que deveria fazer dupla caipira com a outra irmã cantora dos olhos arregalados e sair em turnê por toda Nashville por tempo indeterminado. Não sei se pela circunstância, ou por não conseguir comprar a história de amor dos dois (que realmente pouco me interessa), achei um total desperdício toda e qualquer cena envolvendo ambos em uma meia luz e zombies voyers ao fundo. Sério, EW!

Isso sem contar aquele mimimi interminável do Glenn revoltado pelo que aconteceu com a sua amada, que nada mais teve que suportar a não ser mostrar um peitinho (de forma cruel, sim, entendemos, mas ainda assim… precisava tanto? Um discurso sexista demais até…) e ouvir os gritos do namorado na sala ao lado, enquanto ele, o namorado na sala ao lado, estava com o olho parecendo um pogobol de tanto apanhar e de quebra ainda teve que encarar um zombie faminto, mesmo estando desarmado e amarrado a uma cadeira, todo quebrado e sozinho em um quarto semi escuro. Sério, eu teria terminado essa discussão em 2 segundos, reconhecendo que ele sofreu muito mais do que ela e ponto. #MOVEON. Agora, mais constrangedora do que qualquer cena do casal se pegando em guaritas, só mesmo aquela irmã (que ninguém sabe dizer como se chama a não ser se olhar no IMDB e até isso temos preguiça de fazer quando o assunto é ela, mesmo estando com a página aberta na janela ao lado e tudo mais, rs) que não consegue se decidir se lança seus olhares languidos para o Carl (que ela bem fez no começo, vai?) ou para o Rick (só eu notei o climão em um dos primeiros surtos do Rick depois do nascimento da bebê?) e enquanto isso tem sempre tempo para uma canção a beira da fogueira. Sério, rezo para que um dragão de Game Of  Thrones resolva fazer uma cameo na série do canal vizinho toda vez que isso acontece e que ele esteja com tosse nesse dia, que é para chamuscar geral. (rs)

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Até que chegamos a ela, aquela a quem preferimos nos referir como “megabitch sortuda que pegou os dois boys magia da série oferecendo trabalhos manuais para um e um bafo morno pela manhã para o outro”, a detestável desde sempre, Andrea (Laurie Holden). #CREDINCRUZ (x3). Sério, de todos os personagens de The Walking Dead até hoje, sempre a odiei. Sempre. Por mim, Andrea tinha morrido ainda durante a Season 1, quando nos foi apresentada. Teria caído em um buraco ACME ou recebido uma bigorna na cabeça, não importa (desde que fosse algo dentro dessas duas opções, rs), mas pelo menos teria morrido. Mas ela resistiu e chegou a Season 2, ainda mais detestável, aprendeu a usar armas na velocidade da luz (todos eles na verdade aprenderam), aprendeu também a usar as mãos para outras coisas, pegou o Shane e sobreviveu mais uma vez, apesar de ter sido esquecida pela turma durante a viagem de férias de todos para qualquer lugar Far Far Away From Hell, o que nos faz ter certeza de que se fosse realmente querida pelo grupo, jamais teria sido deixada para trás. Andrea penou e nós sorrimos com o seu sofrimento pós abandono, mas logo a personagem encontrou Michonne e nada consegue nos convencer de que ela não experimentou como aprendemos em Glee recentemente (e todo filme americano) que sempre fazem as garotas da faculdade com as coleguinhas mais próximas, apesar de ambas terem cara de que teriam idade o suficiente para já ter frequentado a faculdade da vida por pelo menos cinco vezes, rs.

Depois disso Andrea traiu a nova amiga (e olhando para aquela cara de quem nunca prestou desde a Season 1 eu pergunto: quem não diria que isso aconteceria?), preferindo ficar com o novo macho alpha da vila a troco de míseros 14 meses de aluguel (sorry, mas não resisti), ao invés de seguir ao lado da amiga com potencial para amante, talvez formando uma dupla de banquinho e violão especializada em MPB ou R&B, porque nada também me tira da cabeça que Michonne não é a Lauryn Hill disfarçada, tentando não precisar declarar falência novamente. W H A T A B I T C H. Trocando de lugar de abandonada por abandonadora, Andrea fez a rehab da terapia do amor e passou a servir o seu homem como ninguém, oferecendo aquele cafuné gostoso pós coito, isso tudo a troco de casa, comida e roupa mal lavada por ela mesmo (como sempre estão encardidos todos eles e até mesmo os que moravam bem, não?), além de um drink ou outro de vez em quando. Isso até o seu homem ficar caolho, porque nada também nos tira da cabeça de que ela só se arrependeu de ficar com o novo boy magia surtado da cidade, somente depois desse pequeno probleminha e se não fosse por isso, talvez Andrea já estivesse até sendo nomeada como a prefeita da vila. Depois disso ficou arrependida, percebendo que trocou dreads corajosos e reconfortantes por um peito cabeludo totalmente sem limites, pronto para acabar com qualquer pessoa que cruzasse o seu caminho ou tentasse pular o muro sem autorização prévia.

Nesse momento, apesar de todo o tom de humor utilizado nos parágrafos acima para descrever a trajetória da odiosa personagem e que como parte de uma realização pessoal eu estava esperando ansiosamente para usar todas as minhas piadas reservadas ao longo da minha história com TWD desde então, Andrea acabou ganhando também uma espécie de redenção, com a personagem tendo a chance de avisar os antigos amigos em relação as verdadeiras intenções do Governador com o grupo, além de ter tido também a chance de acabar com a vida daquele homem por quem apesar de tudo, ela nunca conseguiu convencer que estava tão arrependida assim. (e ela sempre teve uma queda pelo Lado Negro da Força. Fato)

Isso até ganhar seu tratamento VIP com requintes de crueldade em uma caçada impiedosa e deliciosa para quem sempre torceu contra a personagem (digitando com o queixo e com todos os dedos dos pés e das mãos apontados para a minha cara nesse momento), com o Governador himself na sua cola, brincando de esconde esconde da morte, sendo aterrorizada aos poucos, fazendo delirar quem sempre usou a hashtag #MORRAANDREAMORRA (e sim, esse encerramento na verdade se tornou um acerto de contas bem pessoal da minha parte com a personagem, confesso). Algo que ela até tentou com todas as suas forças escapar, mas que não foi o suficiente para combater o temido Governador que de quebra, ganhou a chance de estrear sua salinha da tortura com a ex, antes da chegada da sua convidada especial, Michonne, a qual ele já havia negociado anteriormente com o Rick e acreditava estar a caminho. (quase o convencendo, diga-se de passagem e nada foi mais cruel do que ele falando na cara do Rick que além de ser um bundão – o que a gente também sempre achou- ele ainda criava um filho que provavelmente nem era dele #INYOURFACE)

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Até esse ponto, apesar de reconhecer que a forma com que a Andrea vinha sendo tratada dentro da série, se pararmos para pensar bem no assunto, até agora havia até que sido bastante animadora e porque não dizer recompensadora para quem nunca gostou da personagem, confesso que fiquei com medo de que no momento final, ela acabasse sendo pintada como a nova heroína da série, algo que inclusive eles já haviam tentado emplacar durante essa temporada. Mas para a minha grata surpresa, o destino reservado para Andrea havia sido ainda mais cruel, com a personagem presa a uma cadeira da tortura, ensanguentada, tendo poucos minutos para tentar escapar antes que uma recente vitima do governador (personagem ótimo por sinal) e que havia se recusado a matá-la e por isso acabou encontrando o seu trágico destino, se transformasse e acabasse a matando de qualquer forma. Howcruelisthat? E como se não fosse o suficiente, esse ainda não foi o destino final da personagem, que acabou acontecendo logo em seguida, após ter sido mordida e que para se despedir sem que se transformasse  ainda precisou se suicidar. Sério, poderia haver um final mais perfeito para uma personagem tão insuportável? AMEI e aplaudi lentamente, de pé, como repito nesse exato momento. (aplausos de 15 minutos em pé, volte depois para terminar de ler a review)

Notaram que pouco falamos do personagem principal da série até agora, não? E apesar de continuar sendo o grande herói de TWD, estando naturalmente presente em boa parte da recém encerrada temporada, foi importante deixar um pouco mais de lado a história do Rick no atual momento da série, para que outras e novas histórias ganhassem a chance de se desenvolver. Com todo o drama da Lori, sua relação com a filha recém nascida, as mudanças no comportamento do Carl que o assustam e ao mesmo tempo o deixam orgulhoso do filho, para o  Rick sobrou um respiro ao longo dessa temporada, muito embora em The Walking Dead, parar simplesmente para dar uma respirada possa ser uma ação de alto risco para qualquer um.

Tirando a metáfora dele tendo visões com a mulher morta, todo o trauma que levou a sua morte e suas consequências, um dos grandes momentos do personagem acabou acontecendo em um episódio com cara de filler, onde em uma missão aleatória, pai e filho acompanhados da Michonne, voltaram a antiga vizinhança da família Grimes, em uma visita que nos trouxe de volta um personagem praticamente esquecido durante a Season 1, a primeira pessoa que na verdade ajudou o Rick a sobreviver depois de ter despertado do coma. Tudo bem que esse momento trouxe algumas questões, como qual a verdadeira distância do ponto onde eles se encontravam naquele atual momento até o ponto de partida do Rick no começo da série por exemplo, porque já observamos aquelas pessoas caminhando demais em várias direções diferentes e mesmo assim, Rick conseguiu voltar a antiga vizinhança com certa facilidade e rapidamente até, mas talvez essa seja mais uma licença poética utilizada como recurso para contar sua história, o que também não significa que nós e ou o capeta, não estamos todos de olho…

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Uma revisita ao passado bastante importante para o personagem, para que ele se desse conta do homem que é hoje e do que ele escapou de ter se tornado quando encontrou as pessoas que seguiram adiante na sua companhia, algo que não foi possível para o antigo amigo. Sem contar que esse momento ainda acabou sendo também de grande importância para a aceitação de uma vez por todas da Michonne pelo grupo (que eles rejeitaram muito sem motivos também), principalmente por parte dos membros da família Grimes.

Ao final da temporada encontramos aquele grupo de pessoas pela primeira vez se encontrando como os grandes vitoriosos em meio a um universo onde já não há mais muito espaço para esperança. Pela primeira vez tivemos um final de temporada em The Walking Dead onde encontramos aquele grupo de pessoas seguindo adiante como os grandes sobreviventes da vez, ganhando de quebra alguns novos membros para a turma. Mas o governador continua a solta, completamente fora de si e certamente essa vitória não vai deve sair barato e essa conta deverá aparecer mais tarde na série.

Ou seja, com um avanço importante na história da série, um novo ritmo, novos personagens e principalmente com a morte de alguns pesos mortos dentro da série que ninguém aguentava mais, é possível que The Walking Dead tenha entregue a sua melhor temporada como um todo. Apesar das falhas continuarem existindo e a season finale não ter sido perfeita (aquela cena com o Governador matando aquelas 20 pessoas, uma a uma e ninguém enfiando um tiro na cabeça dele por exemplo, foi quase surreal, além de ter sido uma saída fácil demais para o personagem), The Walking Dead conseguiu sim com essa Season 3 quitar uma dívida antiga que a série matinha com a gente.

Podemos dizer que agora estamos quites e o que vier daqui para frente pode vir a ser lucro ou começar a contar como uma nova dívida. Veremos…

 

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Michonne versão Funko Pop e Glow In The Dark. #TEMCOMONAOAMAR?

Abril 4, 2013

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E ela não vem sozinha e acompanha seus zombies de estimação que brilham no escuro. #TEMCOMONAOAMAR?

Euquero!

 

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A prova viva em formato de foufurice de que os brutos também amam

Março 28, 2013

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Sério, não estou conseguindo me controlar com o Bane e todo esse #CACHORRISMO no set do seu novo filme.

E a cara de piedade piedosa dele e do cachorro que é praticamente a mesma?

Ahhh, essa nossa queda por vilões… Höy!

#TEMCOMONAOAMAR

Norman Reedus

E o Norman Reedus, que depois do último episódio de The Walking Dead, bem que estava precisando de um alívio na foufurice foufa. (aliás, estou gostando de ver o seu Daryl aparecendo cada vez mais na série)

Viram? A prova viva no formato de foufurice de que até mesmo os brutos também amam.

#TEMCOMONAOAMAR?²

#CACHORRISMO

 

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2 palavras e 1/2 para a Isabel Lucas:

Março 25, 2013

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Controle de brilho. WOO! (o “de” não conta, não façam a analfabeta da matemática, rs)

Existam várias marcas no mercado para resolver esse pequeno problema e nós só não vamos falar pelo menos uma meia dúzia delas por aqui porque ainda não recebemos a permuta. (lembrando que estamos sempre abertos para negociações. Tratar com o proprietário).

E como já diriam as meninas de Girls (e sim, falaremos da Season 2 da série em breve. É que eu também tive que escrever um livro inteiro em um dia e resolvi cortar eu mesmo o meu próprio cabelo nesse mesmo dia, então… rs) se ela se esforçou até aqui, porque então relaxar na reta final e me aparecer com a testa mais brilhosa do que a da Hannah na série, hein?

E um conselho de graça para o bem da sua vida & segurança: nunca, JAMAIS pense em passar nem perto dos estúdios de gravações de The Walking Dead, caso contrário você poderá ser facilmente confundida com um dos membros da família dos Walkers… sério. Mas sério mesmo. NUNCA.

#NAOTABOMNAO

 

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Porque o Norman Reedus e o seu Daryl são a melhor coisa de The Walking Dead?

Março 14, 2013

Porque quando ele se vê de cara com uma mulher como a dona Deborah Fucking Harry, ele não se faz de rogado e vai logo fazendo a tiete. Claro. E quem não faria exatamente o mesmo mas talvez não conseguisse conter a emoção no olhar e ou o corpo inteiro tremendo ao som de “Dreaming” no último volume right now? (todos os dedos apontados exatamente na minha direção)

#TEMCOMONAOAMAR, ou invejar e ou amar mesmo assim? Höy!

(♥)

ps: como nos meus sonhos, na minha imaginação, quando encontro com alguém que eu realmente gosto, automaticamente nos reconhecemos e nos cumprimentamos pelo primeiro nome.  – “Debbie”! ” – Essy”!

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Isso Andrea, vai treinando porque é exatamente assim que queremos ver você em The Walking Dead

Fevereiro 21, 2013

TWD

Apesar de agora ela aparentemente ter uma função (a de nos irritar, sendo a única mulher a dar sorte e por duas vezes na série, rs), continuamos achando que a Andrea já esta fazendo hora extra há duas temporadas em The Walking Dead. (Andrea que investindo pesado no make consegue ficar pior do que sujinha e podrinha na série. Fato)

Aliás, pode levar suas amiguinha junto. Aliás, aliás, momento Guilt Quiz:

Qual é o nome da personagem da atriz ao lado da Andrea na imagem acima em TWD?

(mas tem que responder rapidamente, em menos de 5 minutos e sem apelar para o IMDB)

 

ps: apesar do retorno da segunda metade da Season 3 ter sido meio assim e ninguém ter o menor interesse no Rick agora vendo o fantasma da Lori, os últimos minutos do episódio dessa semana foram excelentes. Mas por enquanto, ainda é só isso e continuamos sentindo a necessidade de episódios inteiros excelentes, como eles conseguiram fazer pelo menos 2 vezes durante essa temporada…

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