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Divou ou não divou em Cannes 2013?

Junho 4, 2013

'The Bling Ring'

OK, estamos atrasados em relação ao final do 66th Annual Cannes Film Festival, , eu sei, mas isso não significa que deixaríamos o festival de cinema passar batido assim tão facilmente. Huh huh, não por aqui queridinhas.

Por isso, viemos por meio desse beijo super foufo da Emma Watson no próprio festival (ela que btw, divou nesse dia), dizer para que todos se preparem, porque separamos uma lista de 10 ‘”divou ou não divou” (que parece chamada de quadro de programa de variedades das tardes em nossas TVs, reconheço, rs), apenas com as melhores (seja no poder ou no tombo) e é claro que contando com aquela nossa leitura especial de sempre sobre tudo o que aconteceu no red carpet do litoral francês (querendo dizer “sobre tudo o que nos interessou, apenas”, rs), que é para quem tem condições e não apenas para quem pode comprar uma pipoca com manteiga antes da sessão das 18h00 no cinema, que é mais em conta que a gente bem sabe (não a pipoca, mas a sessão). Não que a gente se veja preso a esse tipo de detalhe de vez em quando. (rs)

Aliás, Jequiti-bá (sem patrocínio, sem nome certo, porque estamos assim agora, azedos…), se quiser patrocinar um blog, por favor, estamos abertos a negociação e podemos muito bem inserir a palavrar “Jequiti-bá sem o bá” aleatoriamente em nossos posts, assim como GIFS da marca podem começar a surgir no meio da nossa programação quando vocês acharem mais conveniente desde que pagando muito nem (ou só pagando mesmo). Trabalhamos com todas as moedas desde que elas sejam Real, Euro ou Dólar e sim, estamos sempre abertos a possibilidade do lançamento do nosso perfume… (mas sério, pode ligar gente!)

 

10 – Nicole Kidman

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Alguém teria coragem de afirmar que com essa cara de senhora esquilo sendo pressionada contra a parede, Nicole Kidman divou em Cannes 2013?

Não, não divou. Nicole que esse ano até parte do juri fez e talvez por isso não tenha arrumado o tempo necessário para pensar no que vestir, não? Vamos escolher essa linha de raciocínio ou devemos reconhecer que ultimamente Nicole não tem feito boas escolhas na vida, a começar pela quantidade, qualidade & resultados dos seus procedimentos estéticos todos?

O que, não concorda? Então tá. Imagens por favor comandante Adama… (porque as nossas imagens chegam diretamente da Galactica, claro)

Opening Ceremony And 'The Great Gatsby' Premiere - The 66th Annual Cannes Film Festival

Alguém saberia dizer se Nicole tem algum irmão avô/pai/primo/sobrinho/afilhado estilista que estaria se formando esse semestre caso consiga passar na recuperação? (porque alguém que criou isso só pode ter sido mandado para a recuperação…)

Não, não estamos contratando ou recomendando um estágio e sim dizendo que nada na vida australiana de qualquer pessoa australiana ou não justificaria um look bem do meio assim em um red carpet a não ser um parentesco muito do forte, ou dívidas com a máfia do canguru e olhe lá, hein? (não parece que uma criança qualquer não teve tempo de terminar o livro de colorir e só conseguiu pintar algumas flores?)

Não divou de novo. Humpf!

Mas Kidman é incansável e pensa que ela parou por aí? Não, ela tentou outra vez…

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… e mais uma vez errou (Fuén) com esse modelo em PB que foi a aposta certa de várias outras durante o festival desse ano, mas que nesse caso não foi muito feliz, muito provavelmente por conta desse detalhe bem do meio assim na barra da saia (me lembrou um pato vivo que eles tentaram assar nessa Season 4 de Arrested Development. Aliás, estão assistindo?). É, não divou mais uma vez, Nicole. Humpf!

Porém, temos que reconhecer que o corpão estava vitorioso e provocativo para cima das inimigas e o cabelo ela conseguiu até que melhorar bem em relação a suas últimas aparições por aí e não precisa nem ir muito longe, basta lembrar como foi que ela chegou em Cannes esse ano para notar a diferença. Good 4 you!

Mas quem sabe ao lado do boy ela não melhora? Vamos dar essa chance? Vamos, mas só se for pelos tempos de Satine antiga do voulez-vous coucher avec moi, ce soir…

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É, ao lado do mini boy magia que não se enxerga com facilidade, Nicole pelo menos fez a prática e foi logo pegando a cortina do iate onde provavelmente passou a noite anterior, enrolou no corpo e foi para a vida, que não está fácil para ninguém e nem para ela. É a crise mundial é a globalização minha gente! (rs)

Se tivesse sobrado tecido para um turbante, certeza que algum engraçadinho pediria um acarajé quente no capricho. Por isso, nunca se arrisque pela Bahia vestida assim, Nic. NUNCA! Na dúvida do que vestir por lá, vá inteira de renda branca, com uma saia bem bufante, dessa vez com sobra de tecido suficiente para um turbante e circule pela cidade gritando “Olha a cocada! Olha a tapioca fresca!”, que significa “ola, não gruda que eu sou uma australiana de respeito em Hollywood”. Sim, somos bilíngues. De nada. (rs)

Mas o que mais chama a atenção nessa imagem é a força com que Nicole segura a mini mão do seu mini boy magia que não se enxerga com facilidade, a ponto dele não conseguir nem disfarçar a dor de ter encerrado esse date com pelo menos duas fraturas expostas nos dedos e uma provavel perda parcial de movimentos. Veio pesada hoje Nicole? Ou achou que o boy estava fazendo a vesga para as concorrentes locais? #HELLYEAH

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Encerrando sua participação em Cannes e para não dizer que a Nicole Kidman só errou durante todos esses dias, temos também que reconhecer que esse seu modelo do último dia do festival estava maravileeeandro em branco e nos fez lembrar muito daquela Nicole que AMAMOS do passado, para a qual ela deveria olhar com mais frequência & saudade. (tá vendo como ela ainda consegue nos enganar?)

Se Nicole Kidman eu fosse, teria usado apenas esse vestido durante todos os dias do festival, assim teria me tornando uma estrela de Hollywood fake consciente e não teria dado tanto material para as inimigas morrerem de rir no salão, enquanto pedem pelo amor dos Deuses dos 2 dedos de raíz para não acabar com o picumã craquelado da Nicole atual.

Preferimos essa última Nicole, que só por esse dia, divou! #KEEPIT

 

9 – J-Law

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Não. Não divou e ultimamente ninguém está divando de Dior. É triste, a gente sabe, mas é um fato.

E uma coisa que J-Law ainda precisa aprender e isso para ontem, é uma postura melhor para a vida não?

Tudo bem que ela é só uma garota que caiu no Oscar e teve o seu momento de Cinderella naquela escadaria, mas já está ficando meio over essa personalidade toda goofy pastelão demais, não?

Com o tempo cansa, inclusive profissionalmente. A não ser que seja algo verdadeiramente dela (sem a ajuda dos drinks antes ou depois das festas, que sempre nos encorajam a fazer coisas estúpidas) e se esse for o caso, talvez estejamos perdendo uma excelente comediante.

E com esse look, podemos dizer que entre a amarração da cortina da Nicole Kidman na imagem acima e a amarração da toalha de mesa de buffet francês da J-Law, a Austrália saiu como a grande vencedora dessa batalha, não?

#NAOTABOMNAO (e quem precisa desse volume de “tumor” entre a cintura e o quadril, me diga Diores?)

 

8- Marion Cotillard

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Hmm mmm… Marion também não conseguiu divar, não nesse mullet. Se o vestido fosse longo, eu até o acharia mais interessante, mas não dessa forma, que até pode ser bem atual (tendência que eu particularmente acho quase sempre um problema, ainda mais nesse comprimento) mas nem sempre ou quase nunca funciona. (apesar desse não ter sido nem dos piores)

E já repararam como em nossos red carpets por aqui no Guilt, a J-Law e a Marion tem saído sempre uma do lado da outra? Blame os bad Dior tudo.

Mas Marion tem crédito com a gente porque ela pode até estar em uma fase de grandes erros patrocinados, mas continua carregando um dos acessórios franceses mais invejáveis EVER:

Marion

Guillaume Seduzente Com o Olhar Apertadinho Agora Semi Grisalho Canet. Höy!

E agora responda: por meio Guillaume e um Canet, você não sente imediatamente uma vontade incontrolável de aprender a falar francês?

Fon fon fon fon fon fon (traduzindo, esse sou eu respondendo em um francês da professora do Charlie Brown que sim!)

Por isso, Marion pode até não estar divando ultimamente nos red carpets, mas com essa companhia, podemos dizer que ela divou para a vida!

#SENTACHORAECOMEABAGUETE

 

7 – Audrey Tautou

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Divou! Mas é claro que Amélie Chanel divou e já queremos até saber onde vende a Barbie versão deluxe de colecionador de Coco Poulain com exatamente esse look, que tinha tudo para ser careta e ou clássico demais, mas que com esse tecido de ricah e essas cores, ensinou os demais a como se reinventar lindamente. #HELLYEAH

Maravileeeandra!

 

6 – Freida Pinto

Pinto

Freida Pinto é linda, mas escolheu um look um tanto quanto “étnico” demais, apesar dessa talvez nem ter sido a intenção (mas aposto no contrário) e não divou. Humpf!

E o contraste da sua escolha com o da Audrey acima exemplifica muito bem esse modo de se “reinventar” que o look clássico da Audrey acima conseguiu fazer lindamente e o da Freida não.

#NAOTABOMNAO

 

Pausa: mas e os meninos, divaram ou não divaram em Cannes esse ano?

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Ao que tudo indica, SIM! Mas vamos aproveitar o momento para conferir algumas dessas visões que são sempre umas visões!

James Franco. Hoy! (✓)

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Orlando Bloom. Höy! (✓)

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Matt Damon, que voltou aos bons tempos, não? Höy! (✓)

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Tom Hiddelston, que entre os meninos, além do seu nível de ruivismo que é sempre muito bem vindo e sempre uma visão bem especial também, foi quem trouxe cor para o red carpet de Cannes nessa edição, fugindo lindamente do pretinho básico de sempre da maioria. Ficamos com orgulho, Tom. Höy! (✓)

Tanto orgulho que é dele a nossa estrelinha dourada para os meninos que estiveram em Cannes esse ano. Clap Clap Clap!

estrela dourada#PLIM

Camet

Em termos de sotaque e de magia, é preciso reconhecer que o Guillaume Canet vai ter sempre alguma vantagem em relação aos seus concorrentes na vida, principalmente quando lembramos dele em “Last Night”.

E o tênis, apesar de não ser uma escolha orgulhosa como o look inteiro do Hiddelston acima, pelo menos nos demonstra personalidade e sendo ela francesa ou não, esse é sempre um detalhe importante para qualquer boy que pense em se tornar magia algum dia. Anotem aspirantes. Höy! (✓)

E se a gente disser que além do sotaque e da magia, o Guillaume já nos provou ser também um boy magia mágica super bem humorado, hein?

Mas, como somos tendenciosos em relação a nossas #CRUSHES antigas, entre todos os formatos da magia que apareceram no red carpet de Cannes 2013, quem mais nos enfeitiçou foi ele, que não é de hoje que vem nos ganhando no falsete e com todo aquele rebolado incontrolavelmente incrontrolável:

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JT. Höy! (✓)

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Justin que veio escovado, possivelmente profundamente relaxado, assumidamente com orgulho ao lado da Carey Mulligan, que segundo a nossa teoria da conspiração que rolou nos comentários desse post aqui, só pode mesmo ser o centro do universo da magia mágica.

justin-timberlake

Ele que a gente orientaria imediatamente a nunca na vida ter coragem de nos olhar dessa forma nos olhos, ou podemos não nos responsabilizar pelos nossos atos após uma encarada no fundo dos olhos do tipo…

jt

… além de orientarmos também para que tome muito cuidado com a sua linguagem corporal, porque podemos facilmente e convenientemente nos confundir com qualquer coisa…

Melhor avisar antes que ele chegue por aqui em Setembro, não?

E voltando aos trabalhos depois dos suspiros…

 

5 – Irina Shayk

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Quem é a Irina Shayk na fila do silicone de litrão, leve seu próprio vasilhame e ganhe um descontão?

Bom, certamente ela deve ser alguém que representa muito bem qualquer coisa nessa fila, mas por favor, quem escolhe sair de casa de forma tão vulgar assim?

R: Irina Shayk, que não, não divou e estava vulgarmente pavorosa!

#CREDINCRUZ (x3)

 

4 – Rooney Mara

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A Rooney Mara é linda e isso a gente consegue perceber de longe, mas o que conseguimos perceber facilmente também (além do fato dela ter errado feio na escolha dessa sandália com esse look) é que ela é outra daquelas que precisa mudar a sua postura para ontem.

Digamos que toda aquela vibração da vida que a essa altura já está cansando além de estar também sobrando na J-Law, está faltando e muito para o Rooney Mara.

Talvez uma batida entre as duas resolvesse facilmente toda essa questão, hein?

O look PB é lindo e talvez ninguém tenha segurado tão bem quanto ela durante o festival de Cannes 2013 (em alguns outros momentos), mas ao mesmo tempo, olhando assim para ela com essa cara e com esse outfit, não ficamos com a impressão de que estamos de frente com alguém que acabou de voltar de um retiro espiritual com um xamã poder em um país exótico qualquer entre o Tibet e a India?

Por isso não Rooney, você não divou dessa vez. Humpf! (mas toma aqui um Activia sabor carambola preta que é para ver se os ânimos melhoram… rs)

 

3 – Julianne Moore

Moore

Parece que finalmente nós descobrimos o defeito da Julianne Moore e para você que ainda está enfeitiçado por esse tom de ruivo que a gente adoraria ter herdado da nossa genética familiar ou apavorado com essa saia do vestido completamente meio assim, basta descer o olhar aos poucos e com cuidado para não se decepcionar com a queda desse mito ruivo, porque a imagem dos seus dedos do pé praticamente em crise e muito provavelmente brigados entre si, é bem forte.

E enquanto eles não acertarem qualquer coisa que esteja os separando, podemos dizer que Julianne Moore não divou.

Alguém traz um Guillaume Canet para a gente se apoiar enquanto se recupera da queda desse mito ruivo, por favor? Produção de Cannes, mas nem um água previamente bebida pelo Justin vocês não vão oferecer para a gente fazer aquela amarração? Não estou acreditando nesse serviço francês hoje… (rs)

 

2 – Tom+Tilda

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Tomtilda! Nosso casal preferido em Cannes 2013. #HELLYEAH

Não só pelo talento ou pela magia, mas porque ambos são donos de belezas que não são óbvias e nos cativam por algo mais (além de ambos terem se arriscado mais nesse red carpet), algo realmente mágico. Höy!

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E a nossa vontade de puxar uma amizade e quem sabe aparecer de strawberry blonde por um completo acado depois disso, só para não demonstrar qualquer tipo de favoritismo entre os dois, hein?

(♥)

 

1 – Carey Mulligan

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Pouco tempo atrás você me viram dizer aqui no Guilt (no mesmo tal post da conspiração que eu mencionei anteriormente) que quem é a boa dos contatos mágicos mesmo é a Carey Mulligan, que não só no post mas como em seus comentários, nós descobrimos que ela pode realmente ser o centro do universo da magia, o nosso bilhete dourado para o universo mágico da magia à sedução. Para chegar a essa conclusão, basta fazer uma ligação rápida dos nomes associados a moça recentemente: Mumford + Gosling + Fassbender + DiCaprio + Timberlake + Garfield = Höy!

Mas realmente, entre todas as que compareceram durante no red carpet do festival de Cannes 2013,  ninguém conseguiu divar mais do que a Carey Mulligan. Ninguém! (e olha que nesse momento não estamos nem favorecendo o nosso ticket dourado da magia, hein? Tisc tisc… apesar de dizerem por aí que trabalhamos com máfia, rs)

Detalhe que em meio a todas as trocas de roupa de todas, Carey Mulligan divou tanto esse ano em Cannes que se reservou no direito de inclusive repetir esse look da imagem acima, que ela já havia usado semanas antes em um programa de TV, mostrando que o que é bom mesmo vale repetir sim, porque não?

Mulligan

Além disso Carey foi outra das que apostaram certo em looks PB maravileeeandros!

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Também divou em preto, em um versão mais básica porém ainda assim bem da maravileeeandra!

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E conseguiu segurar esse jumpsuit como poucas, apesar da cara dos seus coleguinhas de “The Great Gatsby” semi comportados e organizados em fila, todos com cara de que aprontaram alguma e pela cara de pêssega da Carey ao fundo, ela só pode ter sido o alvo deles ou ela é realmente uma atriz muito melhor do que a gente imaginava, rs.

#DIVOU!

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E com esse abraço invejável por motivos de DiCaprio e Scorsese, encerramos o festival de Cannes 2013, esperando que o ano que vem o festival de cinema seja muito mais do que apenas preto e branco. (apesar dos bons pretos e brancos dessa edição e que mesmo sendo uma combinação certeira, elas ainda conseguirem errar…)

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Da série casais que nós amamos: Tilda Swinton + Sandro Kopp

Abril 26, 2013

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Eu honestamente acho esses dois um dos casais mais bacanas de Hollywood, além de lindos e de uma forma nada óbvia como normalmente encontramos por aí. Höy!

Sem contar que tem como não querer ser amigo da Tilda Bowie Swinton? (reparem na estampa do Bowie na sacola do seu boy magia)

Bom, talvez depois dessa sua proposta em homenagem ao crítico de cinema Roger Ebert (que morreu recentemente) todo mundo entenda o porque e agora também sintam vontade de se tornarem seus melhores amigos, Tilda.

Maravileeeandra! (e dancei junto quando assisti ao vídeo pela primeira vez, claro. Aliás, sempre disse que gostaria que tivesse música no meu funeral + esse mesmo tipo de animação…)

(♥)

 

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They burn you with their radiant smiles/ Trap you with their beautiful eyes/ They’re broke and shamed or drunk or scared/ But I hope they live forever

Fevereiro 27, 2013

“The Stars (Are Out Tonight)” é o novo single David Bowie para o seu aguardado álbum “The Next Day” que deverá sair em 13 de março, single que acaba de ganhar esse vídeo mais do que especial dirigido por Floria Sigismondi e que tem no elenco as modelos Saskia de Brauw, Iselin Steiro e o Andrej Pejic. Como se já não estivesse andrógeno o suficiente, o vídeo ainda conta com o próprio David Bowie e a excelente atriz Tilda Swinton (que sempre foram comparados), interpretando sua mulher e brincando justamente com esse plot bem humorado. (além de tudo, o vídeo é maravileeeandro)

E que delícia encontrar com o Bowie com 66(6) anos maravileeeandro desse jeito e revisitando de forma super bem humorada o seu próprio fundamento, não?

Animados? Para aumentar o volume e sair rodopiando, mesmo que você esteja na rua.

 

ps: alguns sonhos – dar um beijinho foufo no Bowie como a Tilda faz no começo de vídeo, dar um outro beijo no Bowie como o Andrej também faz no vídeo e  me fazer inteiro de ruivo para interpretar o Bowie e ao lado do próprio, de preferência, rs

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E quem não adoraria fugir com a Suzy Bishop e o Sam Shakusky para Moonrise Kingdom?

Novembro 16, 2012

Fugimos. Mas não se preocupem, estamos em ótima companhia e em um dos cenários mais lindos do cinema! Voltamos logo. Ou não.

Eu definitivamente poderia viver em um filme do diretor Wes Anderson. Facilmente. No meio daquelas cores todas de outono (esse com um pouco mais de cara de verão antigo, eu sei), cercado daqueles personagens que são as melhores caricaturas deles mesmos e que ainda assim conseguem nos transmitir a profundidade necessária para deixar suas histórias ainda mais especiais. Sem contar toda aquela organização dos vários objetos em cena da sua linda fotografia alinhadíssima (assinada por Robert D. Yeoman), metódica, nada minimalista, onde é possível perceber que nada que faz parte daquele cenário está ali por acaso. Para quem tem TOC assim como eu, essa chega a ser uma visão muito próxima de um mundo perfeito. (rs)

E o novo longa do diretor reúne exatamente tudo isso que nós sempre observamos e adoramos em seu repertório, onde é possível reconhecer o universo do mesmo já pelos primeiros quadros do filme, quando observamos uma casa cheia de cômodos espaçosos, com diversos objetos em todos os cantos, personagens circulando com naturalidade em cena, mesmo quando não são o foco dela, tudo ao mesmo tempo, enquanto vamos observando traços claros da identidade do cineasta, que a essa altura já estão mais do que reforçados na nossa memória, no meu caso, totalmente afetiva. Eu arriscaria dizer que talvez com seu novo filme, Wes Anderson tenha conseguido reunir o seu melhor, dentro de um universo extremamente criativo e cheio de estilo próprio, que ele consegue criar como ninguém e nós agradecemos pela visão artística deliciosa, sempre.

“Moonrise Kingdom” nos traz uma linda história de amor pré-adolescente, das mais bonitinhas possíveis. E bonitinha no sentido mais carinhoso da palavra, que isso fique bem claro. Nele temos Sam Shakusky (Jared Gilman), um jovem escoteiro órfão que vive em abrigos sofrendo bullying em meio as demais crianças, provavelmente devido a toda a  sua “excentricidade”, digamos assim. No acampamento de verão ele não é considerado como um dos mais dedicados e também encontra certa dificuldade em se enturmar com os outros meninos, que por sua vez, também não fazem muita questão de facilitar a sua vida por identificarem o garoto como o estranho da turma. Com seus óculos largos de armação preta, o botão da mãe que ele fez questão de costurar no próprio uniforme de escoteiro, sem se importar com o fato dele não ser muito masculino para fazer parte do seu uniforme, que a propósito, ele carrega como ninguém, Sam parece forçado a viver em um universo bastante particular e solitário, até que um dia ele acaba cruzando com ela, uma menina vestida de corvo na peça da igreja local pela qual ele se apaixona completamente e totalmente a primeira vista.

Ela é Suzy Bishop (Kara Hayward, que me lembrou muito a Emma Watson em alguns momentos, assim como a Lana Del Rey -mais uma Bishop…#Fringe), filha de pais advogados que não vivem um relação muito feliz (nem fiel por parte da mãe) em uma casa gigantesca e linda, aquela que observamos no começo do filme e que ela ainda divide com seu gato e seus três irmãos menores, em um cenário onde ela acha que não se encaixa muito bem. Suzy tem uma alma mais sombria, triste até, algo que ela descobre  ser um problema até mesmo para os seus pais, ao encontrar um livro sobre como lidar com crianças problemáticas ou algo do tipo escondido em sua própria casa. Apaixonada pelos seus livros, que ela pega na biblioteca da escola mas nunca devolve de propósito, mesmo sem precisar, a personagem ainda é dona de um temperamento explosivo, principalmente quando se sente ameaçada (ou confrontada) e vive carregando seu binóculo por onde vai, para observar tudo bem de perto, algo que Sam considera como o seu poder especial.

Impossível não encontrar algumas semelhanças entre a personagem e a nossa querida Margot, de “The Royal Tenenbaums”, ainda mais com aquela caracterização toda, com olhos super delineados (nesse caso mais claros, porque ela é bem mais jovem) e um look super 60’s, além de uma personalidade que lembra um pouco a da antiga personagem do diretor em alguns momentos. Mas essa semelhanças ficam apenas para uma primeira impressão, onde apesar de conseguir observar que muito provavelmente o Wes Anderson tenha um tipo certo para esse tipo de personagem em seus trabalhos, ambas conseguem ser bem distintas uma da outra também.

Do primeiro encontro dessas duas figuras adoráveis durante a tal peça da igreja com o tema da “Arca de Noé”, que aconteceu um ano antes do ponto onde a história começa a nos ser contada (onde todas as crianças estão com fantasias lindas e super foufas de animais), surge a relação de amor que eles começam a desenvolver um pelo outro, já que a identificação foi mútua e imediata. A princípio eles vão se correspondendo a distância apenas por cartas (sim, cartas, porque estamos no anos de 1964/1965), até que finalmente planejam uma grande fuga para viver essa história de amor sozinhos enquanto exploram o mundo ao seu redor. E o bacana é ver a certeza que ambos tem de que realmente foram feitos um para o outro, algo que em pouco tempo, nós mesmos passamos a acreditar que seja de fato verdade.

Claro que o sumiço de duas crianças acaba movimentando toda a ilha, que é um lugar super pequeno e nem sequer tem nenhuma rua pavimentada, por exemplo (muito especial também a forma como eles escolheram para apresentar suas locações, outro detalhe adorável!).  Os pais de Suzy vão a loucura ao perceber que a filha que eles já consideravam problemática sumiu, ainda mais depois de descobrir que ela se correspondia com Sam, achando inclusive desenhos de aquarela feitos pelo garoto (lindos por sinal e que aparecem em detalhe nos créditos finais), revelando assim um de seus hobbies e o que acaba realmente preocupando a família é que além das árvores e postes telefônicos que parecem ser o seu forte na aquarela, ele também arrisca alguns nus artísticos bem ousados, ainda mais para a época (rs). Sério, #TEMCOMONAOAMAR a alma velha desse garoto?

Sam, que estava em um acampamento de verão antes de sumir, acaba sendo procurado pela turma de escoteiros liderada por um único adulto, Scout Master Ward, interpretado pelo ator Edward Norton (♥), que muitas vezes é muito menos responsável e bem mais infantil do que os próprios personagens principais do filme, que tem apenas 12 anos de idade, algo que acaba emprestando uma graça a mais para a história. Ele que se sente meio que fracassado ao ter que reportar para a policia local (Capitão Sharp, interpretado pelo ator Bruce Willis) que  ele perdeu um de seus escoteiros e para tentar resolver a situação, ele mesmo acaba liderando uma equipe de busca com os demais meninos do acampamento, para tentar localizar o paradeiro do seu khaki desaparecido. Uma busca que ele espera que seja pacífica, mas pelas armas carregadas pelos meninos (um deles carrega um porrete gigante de madeira,cheio de pregos… #DramaDramático), parece que a coisa não vai ser bem assim… (rs)

Tudo acaba ganhando um peso ainda maior quando em uma conversa com os pais de Sam por telefone, Master W. e o capitão Sharp acabam descobrindo que o garoto na verdade era órfão e seus verdadeiros pais haviam morrido em um acidente no passado, algo que não constava na sua ficha de inscrição dos escoteiros e a atual família que o havia adotado recentemente, não estava mais disposta a cuidar do garoto depois de tudo o que ele já havia aprontado e dizem isso assim, desse jeito, com uma simplicidade escrota. Além disso, com essa nova rejeição, eles acabam descobrindo também através da gélida assistente social interpretada pela atriz Tilda Swinton, que Sam vai acabar indo parar em uma espécie de reformatório, devido as suas várias tentativas de adoção que não deram muito certo ao longo do tempo.

Embora esse elenco com nomes de peso pesadíssimo, ainda mais contando com os pais da própria Suzy, interpretados pelo sempre excelente e figura recorrente nos filmes do Wes Anderson, Bill Murray (♥) e a atriz Frances McDormand, todos eles tem papéis menores, porém fundamentais para o desenrolar da trama, enquanto buscam incansavelmente pela dupla de fugitivos. E os adultos nos filmes são todos infelizes, solitários, algo que fica bem claro que é exatamente do que Sam e Suzy tentam fugir enquanto ainda é tempo.

E enquanto todos eles se empenham a seu modo para procurar pelos meninos desaparecidos, o que nos rende momentos ótimos, como quando os escoteiros acabam achando o casal antes de todo mundo e a Suzy acaba colocando todo mundo para correr com sua tesoura (ela que para a aventura, carrega algumas coisas que ela acha essencial, como seus livros preferidos, o toca discos do irmão, seu gato e a tesoura, por exemplo. Espera só até você ver a minha bolsa, Suzy! rs) , algo que acaba inclusive ocasionando a morte de Snoopy (R.I.P… sim, eles tem coragem de matar o Snoopy. Mas atenção para esse “eles”…), o mascote do acampamento, o ponto alto do longa fica mesmo por conta da história de amor entre os dois personagens principais, que não poderia ser mais foufa, em todos os sentidos.

Primeiro que ambos tem uma maturidade absurda em alguns momentos, ainda mais se você pensar que eles tem apenas 12 anos, mas além disso, a doçura da relação dos dois e a inocência que conseguimos sentir através dela também é algo bastante especial para o longa, ainda mais porque em meio aos diálogos e situações todas em que eles se encontram enquanto estão fugindo, ganhamos um misto excelente de comédia e drama que é outro dos pontos fortes do filme. Em meio a aquela brincadeira que está sendo para os dois acampar nas redondezas (embora nessa hora o Sam leve tudo bem a sério e tenha se mostrado um escoteiro muito melhor do que todo mundo pensava que ele era, inclusive sendo finalmente reconhecido por isso mais adiante na história), encontramos também uma parte bem séria escondida nas conversas dos dois, principalmente quando os personagens dividem um pouco mais de suas bagagens, apesar da pouca idade. Momentos realmente bem especiais e que ganham um toque ainda mais especial com o enquadramento intimista do diretor para os personagens durante essas cenas. (o roteiro também é do Wes, em parceria com Roman Coppola)

A minha conversa preferida entre os dois por exemplo, foi quando Suzy disse que todos os seus personagens preferidos em seus livros eram órfãos (e ela é meio que fã de Sci-Fi) e que ela achava que esse detalhe os deixava ainda mais interessantes enquanto pessoas e que para a sua surpresa, ela acabou recebendo do Sam a resposta de que embora ele estivesse amando a personagem naquele exato momento, ela não sabia o que estava falando. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Na verdade, tudo na relação dos dois acaba sendo bem especial, além de lindo, como as cenas de transição, enquanto os dois procuram o lugar ideal para acampar, antes de encontrar aquela paisagem maravileeeandra da qual ambos se apropriam para viver o amor que eles sentem um pelo outro. E também quando tomamos conhecimento de um pouco do histórico do casal, da época em que ambos apenas se correspondiam a distância, com uma narrativa super foufa e cenas divertidíssimas. Tudo isso preenchido com cenários lindos de serem vistos, diálogos super sinceros e deliciosos e atuações também bastante especiais por parte desses dois jovens atores novatos em meio a tantos figurões (se bem que eles permanecem por um bom tempo sozinhos ou apenas acompanhados das demais crianças). AMEI a cena da dancinha deles no meio da ilha, antes de trocar o primeiro beijo, em uma espécie de ritual para se soltar um pouco mais e criar alguma intimidade um com outro. (♥)

A única tristeza em “Moonrise Kingdom” é que esses momentos que os dois dividem suas experiências sozinhos não chega a durar muito, ou pelo menos não chega a durar o quanto a gente gostaria, porque eu poderia ficar assistindo aqueles dois no meio da floresta por horas, rs. Logo eles são descobertos e a partir disso, a situação fica ainda mais incontrolável quando os pais da Suzy resolvem proibí-la de encontrar o garoto novamente e Sam possivelmente acabaria sendo mandado para um reformatório.

A partir disso, os demais escoteiros acabam comprando a história corajosa de amor dos dois, que acabam se tornando seus novos ídolos e planejam um plano mirabolante para que ambos possam sim viver juntos como desejam. O problema é que uma tempestade devastadora se aproxima da ilha e eles não fazem a menor ideia do perigo que estão correndo vagando naquele naquele lugar durante esse período (praticamente um diluvio). Nessa hora, ganhamos a participação do queridíssimo Jason Schwartzman (♥) na pele do primo Ben,  personagem que é da família de um dos outros khakis e é ele quem acaba colaborando para que o plano de todos eles tenha mais chances de dar certo, além de desempenhar um papel fundamental na união do casal.

E não tem como falar de um filme do Wes Anderson sem mencionar a qualidade estética tão característica do seu repertório, que é realmente algo que chama a atenção de todo mundo em cada um de seus trabalhos, que são sempre carregados de um estilo quase inconfundível nesse aspecto, como obras de arte com uma assinatura difícil de se confundir. Muitas cores, especialmente o amarelo, texturas das mais variadas possíveis. AMO a colcha dos pais da Suzy, cada uma delas com uma estampa diferente, ou quando o personagem do Edward Norton se encontra em sua cabana, com dois tipos diferentes de estampa em xadrez, além de outras padronagens compondo o cenário ao fundo, assim como os vários objetos vintages em cena, um mais lindo do que o outro e todos absurdamente desejáveis. As capas dos livros da Suzy também foram especialmente desenvolvidas para o projeto e aparecem em destaque durante os créditos finais, dando importância para cada um de seus criadores. (adoraria ter feito uma delas. Humpf!)

Outro ponto forte do filme é a trilha sonora, que tem seus momentos, mais o melhor deles, além da cena da dança de frente para o mar ao som da francesa Françoise Hardy (que está na nossa mixtape do finde, claro), temos aqueles discos de vinil que começamos o longa com os irmãos da Suzy escutando na sala de casa, ao som de “The Young Person’s Guide To The Orchestra” (de Leonard Bernstein), que tem uma narrativa explicando e identificando cada instrumento da música que compõe a orquestra ao fundo, algo bem sensacional, além de extremamente educativo, inclusive para um jovem adulto como eu.  Ao final, temos uma outra versão seguindo o mesmo fundamento tocando durante os créditos, essa de Alexandre Desplat (responsável pela trilha sonora do longa) e com a voz do Sam identificando a entrada de cada um dos instrumentos, o que também é bem bacana e revela mais um cuidado dentro desse universo todo tão particular, que acaba deixando o filme com cara de projeto perfeito e dos sonhos. (alias, o filme é todo construído a base de detalhes)

O desfecho da história apesar de não reservar muitas surpresas (e nessa hora ganhamos uma cena até que bem “Fantastic Mr Fox”, não?), acaba nos revelando algo bem especial que só descobrimos ao final do filme, em mais uma aquarela do Sam para a Suzy, que foi um detalhe que preencheu totalmente o meu coração para a despedida dessa história sensacional, que eu não vejo a hora de revisitar em DVD, que certamente fará companhia ao lado dos mus outros filmes do diretor. (estou completamente apaixonado pelo piano vermelho presente na sequência final. Estou numa fase incontrolável de móveis vermelhos…)

Eu diria que “Moonrise Kingdom” é um filme extremamente carinhoso sobre o amor, doce, do tipo para assistir comendo coisas gostosas ao lado de quem a gente gosta sinceramente. Amigos, família, namorados, filhos. Done (✓)

Clap Clap Clap Wes Anderson. Digamos que esse é o seu trabalho onde eu adoraria ter passado a minha infância. (por culpa do cinema, eu sempre quis ter uma casa em um farol em uma ilha qualquer, então…). Passaria a juventude como mochileiro em “The Darjeeling Limited” (e o Schwartzman pode ser meu irmão), a vida adulta ao lado da minha família em “The Royal Tenenbaums” e se algum dia o meu sonho de virar um cartoon finalmente se realizar (apesar de nesse caso não se tratar exatamente de um cartoon, eu sei), eu gostaria de viver em “Fantastic Mr. Fox”. (nesse caso, o George Clooney poderia ser meu pai e assim, finalmente eu teria feito alguma coisa para deixar a  minha mãe feliz, rs)

ps: bem foufo esse kit promocional do filme com todos esses mimos, não? Adoraria ter ganhado um. Humpf! Assim como adoraria ter ido a uma festa de Halloween desse ano vestido de Sam, como o Darren Criss que nós bem mostramos aqui no Guilt e que segundo uma de nossas leitoras fundamento (Tnhks D.!), foi a fantasia preferidas dos hipsters e casais apaixonados para esse ano. Foufos mil!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Nós realmente deveriámos ter falado mais sobre o Kevin

Fevereiro 6, 2012

Mas será que teria adiantado? Ou melhor, teria mudado alguma coisa?

E essas são algumas perguntas que ficaram na minha cabeça após assistir “We Need To Talk About Kevin”, um filme forte, tenso, vermelho, porém de emoções frias, da diretora Lynne Ramsay.

Primeiro, vamos começar falando sobre dois mitos que somos praticamente forçados a acreditar e que o filme faz questão de derrubar.

O primeiro deles é o que “toda mulher nasceu para ser mãe”, o que a essa altura da vida, depois de conhecer várias histórias diferentes e sermos pessoas que conseguem enxergar o mundo em que vivemos e realmente ver alguma coisa, nós já sabemos que isso não é verdade. O segundo mito é o de que “crianças são anjos”. Longe disso, crianças são seres humanos comuns, descobrindo a sua personalidade, formando o seu caráter, experimentando sentimentos dos mais variados possíveis, sejam eles bons ou ruins. Embora seja politicamente correto acreditar no contrário e até socialmente aceito com mais facilidade, basta olhar com cuidado para meia dúzia de crianças brincando na praça, ou observá-las na escola para entender que eles não são tão angelicais assim e quanto antes vc perceber isso pode ser melhor, ainda mais se vc já for pai.

E o filme fala exatamente desses dois aspectos. De uma lado temos Eva (Tilda Swinton, gélida, tentando ser simpática, profundamente magoada e ótima por sinal!) uma mulher que se encontra encarando a maternidade da forma mais real possível. Nada de grávidas confortáveis com aquela barriga pesada e gigante de fora, no meio de uma aula de lamaze qualquer. Ao contrário disso, do perfil da “mulher grávida com uma luz especial”, Eva se encontra incomodada com a sua atual situação, como se talvez ela não estivesse exatamente pronta naquele momento para encarar ter que se transformar em mãe, um pouco além do desconforto natural que já se é esperado.

Um momento que querendo ou não, acaba mudando a sua vida. As prioridades acabam mudando e os sonhos em alguns casos acabam ficando para depois ou vão virando apenas parte da decoração da sua casa, para te lembrar de vez em quando do que vc costumava desejar antes dessa transformação.

Com o nascimento do bebê, podemos observar que o seu desconforto continua, mesmo com ela tentando ao máximo agradar a criança e tratá-la bem, tentando também ignorar a exaustão, onde em um determinado momento do filme, ela chega ao ponto de preferir o barulho de uma britadeira em uma obra local, ao invés do choro constante do seu próprio filho. Uma momento tão honesto, de sinceridade tão difícil de ser visto, principalmente retratado no cinema ou relatado em uma roda qualquer de mães de primeira viagem, que certamente não vão ser tão sinceras assim, porque no mínimo parece errado diante dos olhos da sociedade.

Cansada, incomodada, suada, tentando descansar em casa nos poucos momentos livres que acabam sobrando quando se é mãe, ela ainda tem que lidar com o marido conformista, Franklin (John C. Reilly, que tem conseguido entregar bons papéis recentemente não?) que não parece entender exatamente pelo que ela está passando naquele momento da sua vida ou sequer consegue enxergar o estado de exaustão em que ela se encontra, considerando tudo aquilo muito natural para todo mundo. Talvez porque ele seja do tipo de pessoa que acredita no modelo contrário ao que eu começo descrevendo no início desse post, quando falamos dos mitos que o filme faz questão de derrubar.

Assim, ambos vão construindo uma relação familiar, pai, mãe e filho (e mais tarde uma nova filha), mas não parece que as coisas vão indo muito bem. Kevin (Rock Duer, Jasper Newell e Ezra Miller) é uma criança apática, indiferente e parece completamente distante, como se não tivesse o menor interesse em nada ao seu redor dentro daquele cenário familiar. A mãe, assustada com esse tipo de comportamento, começa a encarar os problemas do filho de forma diferente, como se fosse algo pessoal, diretamente ligado a ela.

O bacana também é que aparentemente, não existe uma coisa concreta que possa ser ligada a esse tipo de comportamento. Sem grandes traumas, sinais de maus tratos dos mais violentos ou qualquer coisa do tipo que pudesse justificar o comportamento do garoto em relação a mãe. Ele apenas se sente assim em relação a ela, simples assim. (talvez aqui caiba aquele teoria de que os bebês sentem o que a mãe está passando durante a gravidez. Mas esse é só um palpite)

Como quando ela o leva ao médico para verificar se está tudo certo com o atraso do filho em desenvolver a fala e acaba ficando visivelmente decepcionada quando ouve do próprio médico que o seu filho é uma criança normal, talvez apenas preguiçoso. E esse tipo de comportamento vai sendo repetido ao longo do filme, em diversos momentos, com o garoto se recusando a comer, ou aprender a ler, contar, como se fizesse questão de colocar a mãe de lado e não deixá-la participar do seu desenvolvimento de propósito.

Ambos na verdade parecem muito distantes um do outro, como se não tivessem vínculo algum além do grau de parentesco. Ela até tenta disfarçar no começo, mas depois chega até a ser pega pelo marido falando para o filho que ela costumava ser mais feliz antes de tê-lo fazendo parte da sua vida. Coisas que a gente ouve quando criança, dentro ou fora de um contexto e que acabam marcando a nossa vida.

Mas tudo muda com a chegada do pai em casa, onde o menino se demonstra animado, disposto, exatamente o contrário do que  quando ele está apenas com a sua mãe, o que dificulta ainda mais para que aquele pai consiga enxergar o ponto de vista da sua mulher em relação ao filho. Uma mudança de humor repentina, exagerada, pouco real, que ela começa a perceber que não se trata de uma simples preferência pelo pai e sim algo que vai muito além disso, mesmo com o garoto sendo ainda apenas uma criança. (“Mas ele é só uma criança” – detesto quando pessoas preguiça dizem isso como argumento)

E crianças podem sim ser malvadas, mentirosas, ou vc nunca perguntou para uma criança algo que ela negou de pés juntos ter feito, mesmo vc tendo certeza de que foi ela quem fez? Por isso vamos deixar a hipocrisia de lado, porque talvez isso te deixe ainda mais distante da mensagem que “We Need To Talk Abou Kevin” gostaria de passar.

Ao meu ver, o marco desse código entre os dois (mãe e filho), onde ambos passaram a se enxergar exatamente como são, foi quando em um momento de descontrole por mais uma de suas inúmeras malcriações (nem sei se essa é bem a palavra, porque no filme parece mais como uma afronta ou desaforo), ela acabou quebrando o braço do garoto, o que o levou a ganhar uma cicatriz para o resto da vida, uma espécie de simbologia para aquele momento que mais tarde,  marcaria a história dos dois.

Quando eles chegaram em casa e o garoto assumiu a total culpa do acidente e a mãe, diante do marido acabou concordando com a mentira (porque o marido já achava que ela não gostava muito do garoto, logo seria um drama), eu senti que foi o momento em que eles mais se aproximaram de se entender na vida, a ponto de se tornarem quase que a mesma pessoa, ou pelo menos ficarem muito parecidos naquele momento. E como sinal de gratidão por ela ter tido o “único momento de sinceridade” aos olhos do garoto mais tarde, ele simplesmente largou as suas fraldas, utilizando pela primeira vez o banheiro sozinho.

A partir desse dia, eles estabeleceram esse código entre os dois, onde ambos sabiam e entendiam exatamente o que haviam feito de errado, apenas com um olhar dessa culpa que ambos dividiram de alguma forma nesse exato momento de suas vidas.

Um dos poucos momentos maternais entre os dois personagens se dá com o nascimento da  sua irmã e ele como qualquer outra criança, acaba disputando pelo espaço no colo da mãe. Um raro momento de afeto e proximidade entre eles que praticamente não se repete ao longo do filme.

E essa relação só vai piorando a medida em que o garoto vai crescendo e se tornando um adolescente ainda mais frio e distante do que de costume, com hábitos fora do comum para qualquer um da sua idade. Como colecionar vírus de computador, ou continuar se masturbando quando a própria mãe o pega no flagra. Certamente, um momento extremamente constrangedor para qualquer pessoa comum. Um comportamento que ela consegue enxergar, mas que acaba de certa forma não fazendo nada a respeito.

O mais interessante no filme também é a forma como ele é contado, misturando o presente da personagem da Tilda Swinton tentando refazer a sua vida em uma pequena casa, sofrendo bullying da vizinhança e até sendo agredida gratuitamente nas ruas (um momento que até assusta), cenas misturadas com as do passado da personagem, um passado cheio de imagens confusas, que parecem ser de um acidente, até que as duas histórias se encontram no tempo para chegar a conclusão do filme e tudo se encaixar perfeitamente. Uma construção muito bem feita eu diria. De certa forma, até me lembrou a edição de “Tree Of Life” em alguns momentos e não de u,a forma óbvia, que fique bem claro. Clap Clap Clap!

Engraçado que, a mesma frieza que o Kevin apresenta no longa em todas as fases da sua vida,  é possível de ser reconhecida na mãe pós o acontecido (no presente pelo menos). Um olhar confuso, distante, que não parece estar concentrado em nada ou em ninguém, apenas esperando os dias passarem. Alguém que simplesmente não se importa mais. Mas será que algum dia realmente se importou ou apenas estava acostumada com a situação? Como o próprio garoto chega a questionar em um determinado ponto da história.

Agora, sinceramente, eu acho que esse título não poderia ter sido melhor (pensando em um contexto geral). Como faltou conversa para aquela família, não?

Ainda mais tendo uma mãe escritora, uma comunicadora, que  até que tentou chamar a atenção do marido por algumas vezes, ele que considerava o comportamento do garoto normal e que de certa forma até acabou colaborando para o resultado final dessa história, não enxergando a verdadeira identidade do filho. Mas ela tentou pouco, falou pouco, não insistiu e talvez por isso a história tenha caminhado para esse triste final.

E esse silêncio da personagem a aproxima muito do perfil do seu filho, que não era muito de falar, pelo menos não com ela. Ambos na verdade, dividiam uma personalidade muito próxima ao me ver e apenar externaram isso para o mundo de formas diferentes. Talvez Eva tenha sido mais contida e controlada a vida inteira, enquanto o seu filho tenha encontrado na necessidade de demonstrar a sua “coragem”, uma muleta para externar tudo que ele guardava de pior dentro de si.

E quantos pais que vc conhece ou ouvir falar, que fazem exatamente isso com seus filhos e fingem que não estão vendo no que aquelas criaturas estão se transformando, hein? Depois eu nunca consigo entender a surpresa, quando o problema aparece. Sempre acho uma reação no mínimo  cínica.

Novamente, de uma forma bem pessoal, o ponto X dessa história no meu olhar, foi quando ele sumiu com o hamster da irmã (não entendo de animais e não sei bem se era um hamster mesmo, rs, mas enfim…). Naquele momento, aquela mulher tinha que ter saido feito uma maluca no quintal, falando alto, mostrado para aquele menino que alguém estava vendo o que ele fazia por ali (que seria o que eu teria feito, por exemplo). Como ignorar tamanho ato de crueldade? Mas não, ela preferiu permanecer em silêncio, mais uma vez.

Atitude essa que se tivesse sido tomada,  talvez tivesse evitado o desfecho da história da pequena irmã do garoto, de quem eu fiquei com uma pena que quase que não cabia dentro de mim mesmo.

A reta final do filme é absurda, com as peças do quebra-cabeças das cenas todas que nós passamos o filme inteiro vendo em flashs, finalmente se encaixando, levando o personagem do Kevin  munido do seu arco e flecha e travas de segurança que ele comprou a preço de banana na internet, a caminho da escola para a conclusão da sua vida.

E nessa hora, quando aquela mãe chega até o colégio, talvez rezando para não encontrar o seu filho no meio das vítimas e acaba se deparando com as travas amarelas que ela mesmo viu o seu próprio filho recebendo em casa como encomenda, essa foi certamente uma das cenas mais primorosas do filme, com aquela mulher completamente sem voz, quase que não acreditando no que aquele garoto foi capaz de planejar e realizar.

Eu que já estava me preparando para esse momento ao decorrer do longa, fiquei ainda mais de boca aberta, quando a personagem volta para casa e dá de cara com a cena final do crime do seu próprio filho, onde naquele momento talvez ela tenha entendido que ele seria capaz de tudo para machucá-la das piores formas possíveis. Mas porque? E essa é a pergunta que ela faz para o filho, que se encontra preso pelos crimes que acabou cometendo e que mesmo apesar dele ter sido o responsável por toda aquela desgraça envolvendo a sua família, ela não teve coragem de abandonar, talvez por sentir o peso da culpa de não ter discutido muito mais o comportamento do filho quando ainda havia tempo.

Naquele abraço final entre os dois então, é possível sentir a presença de ambos em cena, uma forte presença até, que nota-se pelo impacto dos dois corpos ao se abraçarem, mas que não vai além disso e amor mesmo não existe mais por parte daquela mãe, já ele (um excelente ator por sinal!), acaba revelando que já não tem mais a clareza do porque de ter feito aquilo tudo, talvez até por ainda ter a mãe ao seu lado, mesmo depois de tudo o que aconteceu e acaba expressando por uma única vez, alguma sinceridade que ele mesmo sempre cobrou da própria mãe.

Certamente um filme que vai te deixar incomodado, com um nó na garganta no final e que além de destruir alguns mitos que nos são vendidos diariamente por todos os lados, ainda nos deixa uma sábia sugestão de que de repente, uma boa conversa pode ser a solução para tudo. Falar, conversar, discutir, ainda pode ser a saída mais simples, mas pode ser também a salvação para diversos problemas.

Respondendo as duas perguntas que eu começo fazendo nesse texto, ter conversado mais sobre o Kevin talvez não tivesse adiantado muito, porque ele até poderia continuar sendo a mesma pessoa, mas com certeza poderia ter mudado os rumos do final dessa história, ou pelo menos parte dele.

SAG Awards 2012 – Prontos para mais um red carpet preguiça?

Janeiro 30, 2012

Que temporada é essa minha gente? Um prêmio atrás do outro.

É tanto red carpet, que a gente acaba ficando até meio assim de comentar. Mas vamos lá, força amigués, porque esse está de doer os olhos.

Que a Santa Chanel do bom gosto nos ilumine nessa hora e nos dê paciência. Amém!

Olha, não sabia que já estava a venda o bobble head da Angelina Jolie. Euquero! (rs)

Eu já disse que a Angelina Jolie tem que viver uma bruxa da Disney, porque a cara pronta para isso ela já tem, não?

Agora, o que essa imagem acabou nos revelando mesmo é que além do talento natural para ser um bruxa evil da Disney, ela também tem vocação para encarar um Sci-Fi, fazendo papel de alienígena. WOO!

Vai me dizer que vc nunca assistiu nenhum filme com um alien cabeçudo e com os bracinhos fininhos assim?

Falando no universo Disney, o que acontece com essas meninas que tem complexo de princesa de contos de fadas hein Kaley Cuoco?

Penny, Penny, Penny (sorry, mas eu também tenho toque, rs)

E as gêmeas Glenn Close e Meryl Streep, hein? Tipo Ruth e Raquel, rs

Nesse caso, Meryl levou a pior, porque eu sempre acho que ela usa tecido demais e quase sempre imprime que esta usando a mesma roupa em cores diferentes. Sabe aquela canga de seda que vc pode amarrar de 1001 formas e que toda hora no verão, tem um cara fazendo a demonstração em programas preguiça da Tv? Então…

Já a Gleen Cruella Patty Hewes Close levou a melhor com o seu look de sogra pure evil que não aprova a união do seu filho único e faz questão de ficar de cara amarrada durante toda a cerimônia.

Agora eu sinto muito em dizer, mas a Emma Stone e a Michelle Williams me decepcionaram na noite de ontém, hein? Fom forom fom fom.

Emma foi de Alexander  McQueen, o que sempre é um ponto a favor para qualquer um, só que eu repensaria o vestido, mas manteria a clutch com orgulho.

E a Michelle não segurou esse Valentino neam?

Talvez porque ele não seja dos melhores e eu detesto esse tipo de barra na saia.

Vamos falar de fendas?

Então, eu não gosto de fendas e quem acompanha o Guilt já sabe disso.

Acho sempre meio preguiça e quase sempre acaba imprimindo uma vulgaridade desnecessária, ainda mais se for assim super profunda, como essa fenda da  Lea Michele, que se fosse ainda mais profundo, cruzaria os países baixos e chegaria facilmente até a testa, onde acabaria sendo confundida com a cicatriz do Harry Potter.

O mesmo vale para a Emily Blunt, que foi com uma fenda um pouco mais comportada, mas que não precisava disso. Ainda mais ela, que já foi secretária/assistente do Diabo, já foi rainha e de quebra, ainda carrega um tipo de acessório dos mais invejáveis ever.

Acessório esse que é o John Krasinski, é claro. E vcs viram?

Nessa imagem que a fenda do vestido nem aparece, ele parece ser bem mais bonito do que ele realmente é.

John Krasinski = Jim = Perfect Match = HÖY! (fórmula do boy magia, que é bom decorar para o vestibular da vida, rs. Ps: mas existem variações dessa fórmula, rs)

Já que falamos do Jim, temos um recado para a sua mulher, a Pam: Abre o olho, que aquela sua substituta anda bem de olho no seu boy magia em The Office,  hein? Estamos de olho…

Na verdade, alguém poderia dizer para a Jenna Fisher que essa cabelinho cacheado de época não dá, hein?

E a Jessica Chastain, hein?

Tão linda, tão ruiva, tão talentosa e tão preguiçosa, não?

Custava se esforçar mais?

Tudo bem que esse azul do vestido dela é delicioso neam? Mas só isso não é o suficiente.

Zzzz

Se a Kristen Wiig tivesse amigos sinceros, certamente um deles teria avisado que não se deve usar frente única com colar do tipo coleira neam?

Querida Dianna Agron, eu ainda não consegui me decidir se eu tenho mais preguiça do seu vestido ou da sua personagem em Glee.

Zzzz

Agora vamos falar de volumes?

Dessa vez, diferente do que sempre acontece,  o volume saiu dos quadris ou das saias do tipo sereia e subiu para o peito.

Não sei porque, mas eu acho que a Natalie Portman não esta mais na sua melhor fase.

Acho a cor triste, acho que não combinou com ela e não acho poder. Eu evitaria.

Mas pode ficar pior, como no caso desse volumão do vestido da Sofia Vergara. Ai minha família! (quote, rs)

Porque neam?

Já pensou se um passarinho pousar ali, achando que é uma daquelas fontes em formato de concha?

Ou pior, já pensou se alguém confunde com depósito de bateria ou de pilha velha?

Eu vejo uma humilhação desnecessária, por isso também evitaria.

Agora, por incrível que pareça, eu achei que de todos esses volumes no peito, o que funcionou melhor, surpreendentemente foi o da Amber Riley, que eu achei bem bom, sem preguiça nenhuma.

Gosto de quem se arrisca bem e achei que ficou um volume interessante no conjunto todo.

Só eu acho que a  Rose Byrne ficou careca?

Desde que ela decidiu se tornar uma fashionista, eu tenho uma preguiça dobrada dela, apesar de continuar amando Damages e sonhar com o dia em que Patty Hewes vai dançar o Futterwacken no túmulo da Ellen, embora elas não sejam inimigas na série (não exatamente…)

Anna Wintour já pensa em processar e a Edna Moda diz que não aceita a cópia barata e irá tomar as devidas providências.

E foi só a gente elogiar a Tilda, para ela se render a preguiça do nude que não é muito bem um nude preguiça.

Achei que faltou vida, faltou poder. Humpf!

Agora, uma que se redimiu direitinho depois do seu look desastre no Golden Globes, essa foi a Kelly Osbourne, hein?

Apareceu linda, mesmo combinando a cor do vestido com a cor do cabelo.

Ouvi vários fashionistas dizendo que amaram a cor do cabelo pavoroso dela, mas desculpa, pra mim, continua imprimindo cabelo de Barbie velha. Fato.

E eu disse velha e não antiga, o que é uma grande diferença.

Aproveitando a leva de looks mais claros, achei que a Viola Davis estava sensacional com esse branco e dourado hein?

Look de ricah premiada da noite. Clap Clap Clap!

E a Kyra Sedgwick que me apareceu bonita na premiação?

Conta pra gente onde vende esse suco gummy da juventude que vc andou tomando hein Kyra?

Porque todas sabem que essa não é a sua verdadeira cara. (rs)

Agora chegou a hora da cor da noite: o preto.

Quem esteve maravileeeandra no red carpet do SAG Awards 2012, escolheu um pretinho nada básico para chamar de seu.

Como a Jayma Mays, a Ashlee Simpson e a lindíssima Amber Heard, que escolheram três modelos bem diferentes e bem dos sensacionais.

E agora que estamos chegando ao final, vamos ver os três (na verdade 4) melhores looks da noite.

 

3 – Shailene Woodley

Maravileeeandra com essa estampa floral e esse vermelho que salta desse fundo azul do vestido.

By L’Wren Scott

 

2 – Emilia Clarke

Tá pensando que ser mulher de Karl Drogo é coisa pouca?

Não é não viu? E a Emilia Clarke, o peitinho mais bem pago do momento em  Game Of Thrones foi com esses Chanel bicolor sensacional!

Maravileeeandra!

 

1- Tina Fey (+ Jane Krakowski)

E quem diria que a Tina Fey seria o nosso primeiro lugar, hein? Aposto que ela está aos prantos lá no Rockefeller Center.

Na verdade, esse primeiro lugar vale mais como um incentivo, para dizer que ela anda no caminho certo com esse seu Versace vintage e poder.

E também  amamos a dobradinha de 30 Rock! (embora o Antonio Berardi da Jane Krakowski, seja melgor do que o da Tina)

E esse foi o SAG Awards 2012. Mas eu não poderia encerrar esse post sem dedicar todo o amor do Guilt para:

Betty White, que ainda levou o prêmio de melhor atriz em comédia. MUSE! Clap Clap Clap!

E também para a dobradinha Bryan Cranston e Aaron Paul , que é sempre sensacional, não?

Estou achando que o Aaron está mais gordinho e mais bonitinho do que nunca e que o Bryan Cranston é tipo outra pessoa com cabelo e sem a caracterização do Mr White, hein?

Sabe talento? Então…2 ótimos exemplos.

2012 Golden Globes Awards – Um red carpet preguiça, com pouco fundamento, porém até que surpreendentemente bom

Janeiro 16, 2012

Fiquei bem surpreso com os looks do 2012 Golden Globe Awards, viu?

Não que tenha chovido fundamento no red carpet, nada disso, mas digamos que quem quase sempre aparece meio assim, até que surpreendeu esse ano, hein?

Vamos conferir começando sempre por quem a gente achou meio assim…

 

Ninguém aguenta mais:

Ninguém aguenta mais o look “sai correndo do motel e me enrolei no primeiro lençol com mais de 180 fios que eu achei pela frente, só porque eu sou ricah!”, nem quando esse look chega em rosa e foi a escolha da Natalie Portman.

#NAOTABOMNAO

Ninguém aguenta mais esses tecidos pesadões demais e que de quebra ainda fazem aquele volume que ninguém precisa.

O que vale tanto para o Zac Posen da Reese Witherspoon, tanto quanto para esse pretão Monique Lhullier (que com esse volume todo, não dá para chamar de pretinho neam?) da Debra Messing.

Ainda falando em volumão, o nosso próximo exemplo, apesar de também se encaixar no quesito “volumão”, o seu pecado maior ficou mesmo por conta do peso no make

Que é o caso do look da Ariel Winter (Modern Family) que tem 13 anos, mas que com esse combo make + cabelo poder, acabou ficando pesado demais para ela, além de imprimir mais idade.

E nesse caso, como o vestido tem fundamento, o volumão desse Dolce & Gabbana nem me incomoda tanto.

Ou seja, ninguém aguenta mais criança com a mão pesada no make e querendo imprimir adulta antes da hora.

Aproveitando que estamos falando do elenco de Modern Family, também ninguém aguenta mais essa escolha de sempre da Sofia Vergara, que funciona, sempre também, como no caso desse modelão da Vera Wang que ela escolheu, mas que deixa a gente morrendo de preguiça.

Vamos evoluir do look sereia? Bámos?

Outra coisa que ninguém aguenta mais e nem precisa, é look nude sem gracinha, como esse aqui by Donna Karan da Katharine Mcphee, neam?

E ninguém aguenta mais também tanta simplicidade neam? Pelo menos não nesse caso.

Não que a Kate Winslet não estivesse maravileeeandra, porque ela estava. Höy!

Mas esse bicolor by Jenny Packham dela, ficou simples demais perto das outras e imprimiu duas peças, deixando o look ainda mais simples.

Linda, só que simples demais

 

Sereia exótica

E o look sereia foi o queridinho de todas nessa edição do Golden Gobes. Só que algumas optaram por uma versão do vestido um pouco mais exótico, como esse Oscar de la Renta com um super volume completamente desnecessário do vestido da Tina Fey, que cá entre nós e que ela não nos ouça, quase nunca acerta em red carpet, fato.

Agora, falando em exótico, o que era o shape do vestido Chanel da Julianne Moore?

Não cheguei a achar pavoroso, apenas achei difícil. Bem difícil.

Agora, esse modelo da Evan Rachel Wood precisa decidir se é sereia, ou pavão neam?

Confuso e exótico demais para o meu gosto.

E a cor? EW!

NEXT!

 

Ursula, é vc?

Ainda não decidi se a Kelly Osbourne foi de Ursula da Disney, ou se ela foi mais a fundo na referência e foi mesmo é de Lula Lelé (euri), só sei que esse vestido era tão pavoroso quanto a cor atual do seu cabelo. (e esse modelo também entraria na categoria “sereia exótica” fácilmente)

By Zac Posen

E eu já disse: cadê o Fashion Police trabalhando nessa intervenção, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Jodie Foster toda feminina

A primeira surpresa da noite:  Jodie Foster foi toda feminina e de Armani. Euri (tá, não resisti e tive que fazer essa piada)

Mas não dava para exigir muito neam?

Feminina e com bom gosto, seria exigir demais. (mas teve quem conseguiu, mas vou deixar vcs curiosos por enquanto…)

 

Pílulas de Nanicolina

Gente, a Salma Hayek tomou ou não tomou pílulas de nanicolina antes de ir para o Golden Globes?

Não sei, mas o resultado final da sua escolha nesse Gucci, acabou diminuindo ela, pelo menos uns 37 cm no meu conceito, rs.

Vale mandar a sua versão em miniatura para representar em noite de premiação, hein produçán?

 

Agora, vamos falar de peitos?

Primeiro, o clássico do peito espremido no vestido Reem Acra que a  Madonna escolheu, que apesar de ter esse top bem fundamento, ele esta visivelmente apertado.

Aposto que ela passou boa parte da noite sentindo um aperto no coração, rs.

E o modelo se acabou mesmo foi  nessa saia com recortes quadrados neam? Imprimiu Projeto Fashion.

E ela combinou ou não combinou com a colega, as formas geométricas da saia, hein? (pelo menos o da Andrea Riseborough era um Vivienne Westwood)

Ainda falando sobre o assunto peitos, o segundo clássico da noite é o peito espalhado, que foi o que imprimiu esse vestido Versace  escolhido pela Nicole Kidman, que ultimamente esta ficando cada vez mais difícil para ela, tadinha.

Primeiro que eu sempre acho que esse tipo de alça e decote, sempre deixam o peito meio caído, até mesmo para quem não tem o peito nada caído.

E nesse caso, como o busto do vestido tem esse fundamento de “folha” que vai até possívelmente as costas, acabou  imprimindo como se o seu peito acompanhasse a silhueta do vestido.

Ou seja, #NAOTABOMNAO.

E encerrando o assunto peitos, vamos para o drama de todas: o peito caído!

E o que foi que faltou para o look by Naeem Khan da boa esposa?

Um bom sutiã!

E sustentação também seria uma boa palavra nesse caso.

 

Um frozen Yogurt natural com calda de blueberry, por favor!

E esse vestido da Sarah Michelle Gellar simboliza em imagem, esse vestido by Monique Lhuillier é exatamente como fica o meu frozen yogurt, quando eu falo mais com as amigas do que me divirto com o meu próprio pedido delícia. (rs)

E pra que tanto tecido hein? Dava para fazer pelo menos mais uns 5 modelos com tanto excesso, aff…

#BOLOLÔ

 

Não foi o melhor domingo das irmãs Deschanel

É, não foi…Humpf!

 

Look  gira gira Pombagira

E a Dianna Agron passou o não passou em uma encruzilhada com o seu vestido by Giles antes de seguir seu rumo na noite de ontém hein?

WOO!

 

Chega uma hora, que a gente começa a esconder o que já não esta mais tão bom assim

E essa hora chegou para vc Heidi Klum, infelizmente.

Vamos cobrir essas costas?

Obrigatô!

 

A mais desavisada da noite

Connie Britton que se confundiu quando ouviu noite de Golden Globes e achou que tinha sido convidado para a noite do clube do livro para discutir sobre “O Segredo”, rs.

E sempre tem uma desavisada para matar a gente de vergonha, não?

Diz que é italiano e vintage by The Way We Wore, mas acho que eu já vi alguém batendo uma roupa na beira do rio lá na Itália antiga, vestida assim hein?

 

Agora vamos fazer uma pausa, antes de falar de quem estava maravileeeandra na noite de ontém, isso porque nós não sobrevivemos sem um pouco de magia em nossas vidas, não é meso?

Höy!

Tudo bem que o elenco de Glee e o boy magia psicótico de American Horror Story não contam muito neam?

Isso porque eles ainda são tipo café com leite no quesito magia (alguns sem açucar) mas a pergunta que não quer calar é: o que aconteceu com o Puck, hein? EW!

Continuando com quem interessa mais…

Tá difícil encontrar magia em Hollywood hein? E a gente pensando que é só por aqui que está cada vez mais puxado…

E como lidar com o bronzeamento terracota light do Bradley Cooper, hein?

Enfim, mas eu acho que esse Jean Dujardin de “The Artist” tem bem uma cara de galã antigo, hein? Höy!

E como levar a sério uma premiação entediante como todas as outras, quando a gente não tem nem a possibilidade da aparição de pelo menos a sombra do Ryan Gosling?

Humpf…

Mas essa pausa serviu mesmo para duas coisas e a primeira é:

Que o Gerard Butler saiu da sua fase magia negra e voltou a ser boy magia!

Ok Gerard, pode comemorar. Höy!

E conta pra gente o que tinha nessas gift bags da premiação tsá? (Euquero! rs)

E em segundo lugar, essa pausa também serviu para a gente chegar até ele, o mais bem vestido dos meninos no Golden Globes 2012:

Joseph Gordon Lewitt, que vem conquistando o meu coração depois de ter soltado a voz no ano novo (e vcs viram aqui) e é claro que depois de “500 Days Of Summer”, neam?

Mas o prêmio vai para ele, por conta da melhor gravata borboleta da noite. Höy!

 

E agora já podemos voltar a falar delas, as mais bem sucedidas no red carpet de ontém a noite. Separei 10, pq o post já estava ficando interminável. Então lá vai:

 

10 – Nicole Richie

Linda de metalizado, com um cabelo poder e a tattoo naquele lugar que todas elas fizeram  no final dos anos 90 e c0meço dos anos 2000 e que hoje em dia significa neam? rs

Maravileeeandra by Julien Macdonald 

 

9 – Amber Riley

Amber Riley é uma gordinha esperta e que geralmente acerta nas suas escolhas.

E eu AMEI esse cabelo, acho que ela deveria adotar para a vida!

By  Badgley Mischka 

 

8 – Sarah Hyland 

Sarah assim como a sua irmã em Modern Family, também foi de Dolce & Gabbana. Mas ela se deu melhor e escolheu um vestido que a deixou maravileeeandra!

 

7 – Lea Michele

Lea Michele anda acertando por esses dias, não?

Apesar do seu vestido Marchesa ter um fundamento de apresentação de patinação no gelo ou ginástica artística (rs), eu achei fundamento esse metalizado e além disso, ele tinha um decote maravileeeandro nas costas.

 

6 –  Claire Danes

E a nossa torcida valeu a pena, pq não só ela levou o prêmio de melhor atriz em série dramática por seu papél sensacional em Homeland, como ela ainda subiu no palco com esse vestido maravileeeandro by J. Mendel.

Bicolor assim como o da Kate Winslet, só que com muito mais fundamento, indo e vindo.

 

5 – Emma Stone

Maravileeeandra como sempre! Höy!

By Lanvin

 

4 – Michelle Williams

Outra que tem uma lista de acertos invejáveis, não?

E o que foi o seu discurso de agradecimento? Foufo mil!

By Jason Wu 

 

3 – Angelina Jolie

Não sei se foi a força dos meus últimos posts sobre os looks sempre tão preguiça da Angelia Jolie nos red carpets da vida, mas a verdade é que ela se animou e chegou com essa cara de bruxa da Disney que Deus deu só para ela e para as bruxas da Disney, é claro!

Maravileeeandra by Atelier Versace

 

2 – Tilda Swinton

Tilda manteve o seu fundamento exótico, mas foi mais feminina (e essa era a outra que eu falei lá no começo, a que deu certo, rs) e maravileeeandra do que nunca?

E essa cor de nova Alice do outfit dela hein?

Uma delícia deliciosa. Höy!

 

1 – Charlize Theron

Eu não sei o que aconteceu com a Charlize Theron nos últimos dias, mas ela esta ficando cada dia mais linda e com cara de mais nova, fato.

Conta o segredo pra gente Charlize? Me passa esse contato do seu dermatologista, antes que fique puxado por aqui hein? rs

E o prêmio de look com mais fundamento e maravileeeandro da noite vai para ela com o seu Dior fundamento,  não só porque ela realmente foi o melhor de todas no red carpet do 2012 Golden Globes Awards, mas também porque ela esteve maravileeeandra como nunca durante toda essa semana, em todas as festas que antecederam a premiação.

Maravileeeandra! Höy!

Ok, e assim terminamos mais uma noite de premiação. E agora já pode dormir? rs

Pelo menos no 2012 Critics’ Choice Awards, as escolhas foram bem melhores

Janeiro 13, 2012

Diferente do People’s Choice Awards 2012, dessa vez, agora no 2012 Critics’ Choice Awards, tivemos escolhas bem melhores, tanto no red carpet, quando na lista dos vencedores da noite, o que é sempre bom lembrar que costuma ser uma espécie de “preparativo” para as apostas do Oscar hein?

ps: e como o Leonardo DiCaprio esta maravileeeandro e sempre muito bem acompanhado, não?

Mas agora vamos ao que realmente importa, que são os erros e acertos em noite de premiação:

Emma Stone, novamente apostando no combo Ariel.

Maravileeeandra!

By Jason Wu

Então, eu gostei do vestido da Charlize Theron.

Achei uma escolha arriscada, para um shape que não ficaria bem em qualquer uma, que fique bem claro

Mas gostei mesmo pq eu não achei preguiça e gostei do risco

By Alaia

Apesar da imagem não favorecer, achei uma delícia esse vestido da Kirsten Dunst, hein?

Um Chanel difícil esse da Michelle Williams hein?

Eu quase gostei, mas pensando bem, tenho certeza que na coleção nova teria algo melhor hein?

Chloe Moretz  dessa vez ficou devendo, porque apesar do seu vestido Chanel ser bem bacana, imprimiu ser um pouco maior do que ela, talvez por conta do volume das mangas…

Kelly Kapoor (Mindy Kaling), quer ser minha amiga?

Call me!

Erin (Ellie Kemper) também estava com um vestido poder, mas precisava pesar tanto assim no make?

Menos é mais.

Viola Davis estava maravileeeandra e básica com o seu vermelho simples, porém muito bem escolhido

Jessica Chastain  também acertou na cor e na simplicidade, mesmo com esse Balenciaga que tem esse volume exótico e que poderia ser um número melhor talvez?

Mesmo assim, esta maravileeeandra, o que não é muito difícil no caso dela…

Já a Tilda é sempre tão exótica, que com ela acaba combinando sempre esses looks mais “arriscados”, mesmo quando a gente acha a escolha meio assim…

Agora no quesito preguiça da noite, eu fico com a Evan Rachel Wood, que apostou nesse pretinho com uma renda básica, que quase não aparece. Normal demais, básico demais.

E com esse cabelo, quase nada fica bem.

ps: e que pescoção é esse Brasil?

Algumas delas resolveram apostar no amarelo para iluminar um pouco a noite de premiação (o que eu acho sempre uma cor arriscada para a noite), como é o caso da Diane Kruger, que acreditem vcs ou não, ela conseguiu acertar usando um pantone que me lembra o meu pior look ever, que eu usei no passado e morro de vergonha só de lembrar. Sério.

E depois, quando eu digo que está me parecendo uma caso de perseguição, há quem ache que é exagero…rs

Outra que apostou no amarelo foi a Elizabeth Olsen. Hmm mmm

Mas não sei, esse look meio artesanal demais e com cor, acabou não imprimindo muito o luxo e riqueza que a noite pedia.

Achei que valeria a pena ter repensado…

OK. A Elle Fanning não é perfeita e ela ainda é teen, ou seja, ainda vamor ver muitos erros dela por ai.

Esta perdoada querida, agora vá brincar com as suas bonecas, vá. (rs)

Finalizando o post antes que todo mundo cochile, eu tenho duas perguntas:

O Brad Pitt está machucado ou ele realmente acha que essa bengala é fundamento?

Hein?

E eu nem sei como falar isso delicadamente, mas quando é que o r George Clooney vai arrumar uma namorada com idade próxima a dele, hein?

Não que eu tenha nada contra, acho ótimo que cada um escolha o que quiser e que isso fique bem claro.

Mas pensando nesse caso em específico, já que ele vem tentando faz tempo com mulheres bem mais novas, que tal mudar de horizontes e tentar uma mulher mais experiente, hein?

Além do que, essa tentativa dele com uma mulher mais velha poderia deixar as nossas mães mais esperançosas e nesse momento eu falo em nome de todas elas, hein?

 

Agora ficamos com a lista dos indicados e vencedores da premiação (com os vencedores em bold):

 

Best Picture

The Artist

The Descendants

Drive

Extremely Loud and Incredibly Close

The Help

Hugo

Midnight in Paris

Moneyball

The Tree of Life

War Horse

 

Best Actor

George Clooney – The Descendants

Leonardo DiCaprio – J. Edgar

Jean Dujardin – The Artist

Michael Fassbender – Shame

Ryan Gosling – Drive

Brad Pitt – Moneyball

 

Best Actress

Viola Davis – The Help

Elizabeth Olsen – Martha Marcy May Marlene

Meryl Streep – The Iron Lady

Tilda Swinton – We Need to Talk about Kevin

Charlize Theron – Young Adult

Michelle Williams – My Week with Marilyn

 

Best Supporting Actor

Christopher Plummer – Beginners 

Kenneth Branagh – My Week with Marilyn

Albert Brooks – Drive

Nick Nolte – Warrior

Patton Oswalt – Young Adult

Andy Serkis – Rise of the Planet of the Apes

 

Best Supporting Actress

Octavia Spencer – The Help

Berenice Bejo – The Artist

Jessica Chastain – The Help

Melissa McCarthy – Bridesmaids

Carey Mulligan – Shame

Shailene Woodley – The Descendants

 

Best Young Actor/Actress

Thomas Horn

Asa Butterfield

Elle Fanning

Ezra Miller

Saoirse Ronan

Shailene Woodley

 

Best Acting Ensemble

The Help

The Artist

Bridesmaids

The Descendants

The Ides of March

 

Best Director

Michel Hazanavicius – The Artist

Stephen Daldry – Extremely Loud and Incredibly Close

Alexander Payne – The Descendants

Nicolas Winding Refn – Drive

Martin Scorsese – Hugo

Steven Spielberg – War Horse

 

Best Original Screenplay

Woody Allen – Midnight in Paris 

Michel Hazanavicius – The Artist

Will Reiser – 50/50

Tom McCarthy and Joe Tiboni – Win Win

Diablo Cody – Young Adult

 

Best Adapted Screenplay

Steven Zaillian and Aaron Sorkin – Moneyball

Alexander Payne and Nat Faxon & Jim Rash – The Descendants

Eric Roth – Extremely Loud & Incredibly Close

Tate Taylor – The Help

John Logan – Hugo

 

Best Cinematography

Janusz Kaminski – War Horse

Newton Thomas Sigel – Drive

Robert Richardson – Hugo

Guillaume Schiffman – The Artist

Emmanuel Lubezki – The Tree of Life

Get Along Gang versão hardcore

Janeiro 18, 2011

Quentin Tarantino, Tilda Swinton and Marilyn Manson, #TEMOCOMONAOAMAR?

Deixa eu entrar para a turma tmbm? Hein?

Dizem que a Marilyn vai até regravar o sucesso da nossa infância>

Sempre amei o Montgomery (pqserá…) e já falava pronunciava o seu nome com  muita desenvoltura desde cedo, rs

Amava também o esquilo, que era o tolo da turma. Sempre odiei a ovelha e o gatinho nervoseeeenho pé no saco

E aquele jacaré escondido atrás da moita nunca me engamou…

Euri

ps: só eu reparei nas pontas dos dedos escuras da Marilyn? Será que ele mesmo tingiu o picumã antes de sair de casa? Fikadúvida…


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