Posts Tagged ‘Tina Fey’

Um post para lembrar tudo o que nós perdemos de realmente importante durante todo esse tempo em que estivemos separados (♥)

Junho 30, 2014

Harry - Cópia

Um mês? Dois? 57 anos? Não sei, mas parece que estamos distantes já tem muito tempo. Uma eternidade na verdade. Obviamente não foi possível parar o tempo (infelizmente não consegui construir minha máquina a tempo) e muitas coisas aconteceram durante esse nosso “semi hiatus” e por isso, decidi fazer uma mega post comentando tudo o que de realmente importante aconteceu durante essa nossa pausa forçada por motivos contratuais de força maior da realeza real e sim, rola em boca de Matilde que até o príncipe da magia mágica ruiva também conhecido como Harry, andou sentindo a minha falta e a prova está na imagem acima que é autoexplicativa. Fazer o quê? (♥) Mas é claro que esse post inclui coisas que só tem coerência em cabeças confusas como as nossas (e é claro que por isso nós nos entendemos tão bem não é mesmo?) portanto, acho que pode ser divertido relembrar alguns fatos daqueles… shall we?

 

R.I.P Coachella

coachella

Lembra quando o Coachella era um festival que a gente queria muito ir, até imaginava os looks para usar com direito a pelo menos 3 trocas por dia e só conseguia pensar no que levar na barraca de Barbie em Indio?

Então, está na cara com um piercing do tamanho de um bambolê que ele já não é mais o mesmo (já havíamos apontado esse drama desde a edição passada) e agora, o festival que já foi alguém no pôr do sol mais laranja do deserto reúne apenas uma meia duzia de celebridades para as quais não desperdiçamos 1/2 shot de atenção. Triste, mas é melhor sair do estado de negação e entrar logo na fase da aceitação. Sim, o Coachella definitivamente morreu. R.I.P

Kate Bosworth

Tanto que até quem já foi uma de nossas muses do festival, hoje em dia aparece assim, preguiçosa e com “acessórios” duvidosos da cabeça aos pés e marido, não é mesmo Kate Bosworth? Me lembro quando ela frequentava a região alta e baixa da Suécia… bons tempos! #LÁGRIMASDOURADASDEINVEJANÓRDICAANTICA

Hudgens

… e um festival de música em que uma das atrações principais é a levitação espontânea da Vanessa Hudgens dançando loucamente ao som de provavelmente um remix qualquer de um dos hits do High School Musical, realmente não merece mais a nossa atenção. Descanse em paz, Cocôachella (†)

 

Enquanto isso, tivemos também o SAG Awards

Tina Fey

Mas dele, a única coisa que ainda temos para falar é: #TEMCOMONAOAMAR a versão em miniatura da Tina Fey?

#BESTDATEEVER

(R: não, não tem)

Recentemente tivemos também o Critic’s Choice Awards, que esse ano até homenageou o uncle Ryan Murphy e incluiu Broad City (melhor comédia nova que nem é tão nova assim e quem acompanha o Guilt sabe disso) em sua lista de comédias do ano, muito provavelmente para tentar ganhar nossos corações, mas não conseguimos levar muito a sério qualquer premiação que tenha a audácia de tirar das mãos do Bryan Cranston um prêmio que é indiscutivelmente dele, e entregar para um Matthew McConaughey qualquer e que se encontra em qualquer esquina californiana. Desculpa, mas eu não consigo… (mesmo que ele tenha tomado regualarmente pilulas de atuação em sua dosagem mais alta)

 

Mas o que realmente contou foi o baile do Met desse ano…

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… não pelos modelos (que estavam bem do meio assim e elas todas continuam errando feio na referência ao tema do baile como sempre), nem pelo que a gente acredita ter sido o maior erro na vida da Lupita, apesar de que com efeito, esse vestido meio assim até parecia semi aceitável, pelo menos para uma dança típica de uma comunidade de pescadores ou para a abertura da nossa Copa, quem sabe? Mas o que importa mesmo é que ela foi recém escalada para o novo Star Wars (ela e a Brienne de GOT acabaram de ser confirmadas no elenco, que já tem o Harrison Ford e o Adam ♥ Driver) e além de tudo, Lupita tem créditos com a gente de bons looks em red carpets ou na vida…

Lupita Paul

… como nesse brunch de um dia desses com o Aaron Paul, onde ela apareceu divônica do campo…

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… mas também não pode se animar muito e ou pensar em fazer a arrogante que venceu no mundo da moda, porque Lupita tem provado que apesar de ser a mais linda de todas as lindas segundo a revista People (título que com essa cara + corpo + talento + atitude, achei super justo), ela ainda consegue cometer alguns deslizes em seus looks, como esse meio horrorendo de um outro outro dia…

#ACREDITALUPITA

Solange

… mas o que realmente importou no Met esse ano foi what da fuck a Solange fez nesse cabelo?

Mentira, o que importou mesmo foi a briga que rolou no elevador que só descobrimos dias depois, com o Jay Z afinando (mentira, ele se comportou como um bom homem nessa hora, diga-se de passagem, apesar da gente ainda não fazer a menor ideia do que ele poderia ter aprontado ou dito para despertar tamanha fúria na cunhada) para Solange Knowles (que se você não sabe de quem ela é irmã, não merece estar lendo esse post e já pode ir parando por aqui mesmo), que estava enlouquecida na fúria da mulher descontrolada de Oliveira e Castro, dando com a clutch na cara do cunhado, na presença sagrada da irmã Honey B e seu segurança Julius (sério, meu sonho de consumo atual é uma “muralha Julius”, vende na Peg & Faça?), que ao que tudo indica, segundo as imagens de segurança, preferiu fazer a diva pêssega e se preocupar com o modelo que estava no meio da briga em família e poderia muito bem sair danificado e todas as bem informadas e preparadas para a vida  sabem que a regra básica da sobrevivência nas ruas é: vale tudo, menos estragar o modelo e ou a cara. #NACARANUNCA

Como somos contra violência e ou barracos em família, principalmente em famílias sagradas como essa porque morremos de medo de acabarmos barrados em qualquer show de Honey B e ou em NY, que dizem que é 3/25 do Jay Z, preferimos não colocar o vídeo aqui, mas nossas apostas vão todas para a tese de que ele teria feito alguma piadinha em relação ao cabelo de Mogli de Solange, que sim, não teve tempo de fazer o buço naquela noite como toda mulher atarefada e que o marido provavelmente tenha dois empregos, como bem podemos observar na imagem acima (podemos observar o buço, não que o marido tenha dois empregos, rs) e abalada por tamanha exposição de sua fragilidade em público e diante da possibilidade de encontrar qualquer inimiga para a vida estando quase bigoduda, acabou fazendo o que quem não nasceu para ser Beyoncé faria naquele momento. POW! (mas te respeitamos também, little Knowles e depois disso, ainda mais até…)

#KO

Mas o melhor de tudo foi como o casal resolveu lidar com essa situação toda, dizendo de leve que família briga mesmo, que estava tudo certo e para calar a boca de Matilde, lançaram uma espécie de video teaser da turnê dos sonhos de muitos, a “On The Run” (que tem pencas de participações especiais), que tem os dois juntos, já começou e é só o que todo mundo sabe falar e ou quer saber desde a última semana. Sério, essa turnê tem que vir para cá. (por enquanto só vai rolar em cidades americanas durante o versão e eles aproveitaram para agendar um único show em Paris)

 

E enquanto tudo isso acontecia no universo, descobrimos também que:

 Joshua Jackson

Peter Pacey é dos nossos e não sabe viajar com pouca bagagem, ou vai me dizer que você consegue fazer a minimalista compacta quando vai passar o finde na casa alugada no Guarujá? Quer enganar quem meu bem?

Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Dan Stevens

Descobrimos também que depois que saiu covardemente de Downton Abbey, partindo os nosso corações em 546585 pedaços de louça inglesa para o chá, o Dan Stevens só sabe dar abraços com essa cara de total creep. #MEDOINDEED

Arrow

E aprendemos também que o Stephen Amell consegue segurar um terno rosa algodão doce como poucos. Höy!

 

Fluorescent Adolescent

 Chloe  + Brooklyn

Da série possíveis casais que nós AMAMOS, sério, nada no mundo é mais importante nesse exato momento do que a confirmação do namoro da Chloe Moretz com o Brooklyn Beckham, que ainda não aconteceu, mas que tudo indica que sim, eles estão juntos. #TEMCOMONAOAMAR?

Já estamos com os Toddynhos no freezer, prontos para a comemoração caso eles realmente estejam juntos. #VAMOPRARUA

#AMOR

 

E finalmente saiu o trailer de “Wish I Was Here” do Zach Braff, vcs viram?

E para quem é fã de “Garden State”, também do queridíssimo do Zach Braff (que nunca me respondeu no Twitter mas talvez porque eu nunca tenha dito nada de muito genial para ele também, admito, rs), dá para sentir que vem coisa boa por aí com esse seu novo projeto no cinema. Projeto esse que tem uma trajetória linda de colaboração (crowdfunding) e um elenco que parece bem bom. Veremos e muito provavelmente, AMAREMOS.

Para colocar na lista dos filmes para ver ainda esse ano naquele cinema que tem pipoca doce cor de caramelo que é deliciosa! (#COLOQUESEUANUNCIOAQUI)’

 

Mas nada se compara com o elenco dos sonhos de “This Is Were I Leave You”

Sério, quem não queria ser irmão ou ter qualquer grau de parentesco com o trio Bateman + Fey + Driver, huh?

Ansioso mil por esse!

 

E saiu também o vídeo do MJ com o Justin Timberlake e foi algo que nos deu um pouco de medo, pelo menos no começo, confesso

Mas foi só no começo, porque aquela capa do álbum novo (#CREDINCRUX) assusta qualquer um mesmo, mas não é que no final das contas, o vídeo de “Love Never Felt So Good” é bem bom? Cheio de referências e homenagens foufas… talvez o JT tenha sido mesmo a escolha perfeita para esse momento. Sem contar que o novo single também é bem bom e bem Michael antigo. Clap Clap Clap!

 

I’m gonna fly like a bird through the night/Feel my tears as they dry

Sorry, mas nada é mais viciante no momento do que “Chandelier” da Sia, que se não bastasse ser tão deliciosamente deliciosa, ainda tem esse vídeo sensacional e performances mais do que especiais, como essa acima, com ninguém menos do que a Lena Dunham no programa do Seth Meyers (♥) e ou a apresentação da própria Sia e sua adorável versão miniatura (a mesma do vídeo) no programa da Ellen DeGeneres.

Para dançar sem medo (e se vc não sabe quem é a Sia e não viu a cena final de Six Feet Under até hoje, por favor, recupere esse tempo perdido na sua vida, imediatamente!)

 

Espero que todo mundo esteja ouvindo o Sam Smith…

Imaginem que o Boy George tenha tido um filho com o Elton John no passado e que ele talvez tenha passado pelos cuidados da Whitney como babá e sua alma hoje seja o de uma contida Beyoncé com a classe de uma Adele. Imaginaram?

Então acrescentem o detalhe de que talvez ele seja afilhado do George Michael (porque esse brinco de cruz só pode vir daí) e pronto, você vai facilmente conseguir imaginar quem é o Sam Smith. (♥)

Meu primeiro encontro com ele foi durante o SNL apresentado pelo Louis C.K. durante essa última temporada e desde então não consigo mais parar de ouvir.

Seu álbum “The Lonely Hour” acabou de sair, tem feito bastante sucesso e sem querer criar muito caso, Sam acabou saindo do armário (se bem que eu acho que ele nunca esteve exatamente lá), através do belíssimo vídeo do single “Leave Your Lover”. Lindo.

Minha faixa preferida é mesmo “Stay With Me” e não se assustem se ele passar a figurar na maioria das minhas próximas mixtapes. AMO, sigo no Instagram e sei o que ele comeu no jantar e ou no café da manhã ontem, no Glastonbury. Sério. #AMOR

 

Seria de bom tom dizer que a Nick Minaj está com seus gêmeos “muito brancos”?

nicki-mina

De bom tom talvez não seja e sim de tom totalmente errado, porque essa peita está ou não está pelo menos 3 tons errados e diferentes de todo o resto? Hu hmm… #OLHARDADESAPROVAÇÃO

E a verdade é que desde que a Nicki deixou de fazer cosplay de Etevaldo do Castelo Ra-Tim-Bum, ela que já não tinha muita graça, acabou perdendo todo o resto em tons de bege lavado…

#NAOTABOMNAO

 

Na dúvida, vá pelada. Sempre!

 CFDA

Rihanna resolveu nos provar que na dúvida, nada como fazer o velho e bom fundamento dos 20’s, mas em uma releitura doce porém vulgar, com quase tudo de fora, que foi a sua escolha para o CFDA.

Mas no que diz respeito a Riri e suas escolhas sobre o que vestir, talvez seja melhor ir sempre nua mesmo…

#NAOTABOMNAOMASPODIAESTARPIOR

 

We ♥ Conchita

Conchita Wurst

Ela é linda, ela canta lindamente, ganhou a Eurovision e ela é barbada. Aceitem…

Não dou 1/2 primavera para que as divas pop comecem a adotar o look foliculite, rs

#AMORBARBUDO

 

Mas da magia à sedução, e a magia mágica, hein?

prince-harry-

Todo mundo sabe que o Guilt representa a magia (#PLIM) portanto, nada mais justo que a gente faça um remember do que andamos perdendo por esses dias considerando aqueles que são sempre uma visão, começando pelo Prince Harry, que de tanta saudade que estava com a minha ausência, acabou dando uma passadinha por aqui e se tivesse chegado vestido assim, juro que teria acontecido o novo royal wedding porque alguém que escreve esse blog (um espírito hospedeiro) teria aparecido de branco em plena Cracolândia. Duvida? Assovio meia canção e os passarinhos e animais da floresta aparecem todos na minha janela para modelar & costurar o meu vestido em 3, 2, 1. Höy!

#YESIDOINDEED

#MAGIACONFIRMADA

alexander-skarsgard

O Alexander Skarsgard continua olhando para baixo mesmo não tendo do que se envergonhar e a gente continua achando que essa magia sueca merece olhar para cima, sempre. Höy!

E True Blood já voltou neam? Dizem que está assim… uma bosta.

#MAGIACONFIRMADA

REYNOLDS

A versão hipster/nerd/motoqueiro do Ryan Reynolds também despertou o nosso interesse recentemente. Como se ele nunca tivesse sido despertado por esse…

Ryan-Reynolds

…ou qualquer outro motivo da magia à sedução… Höy!

#MAGIACONFIRMADA

#SONHODECATIVEIRO

Bradley Cooper

Agora, quem realmente andou nos surpreendendo foi o Bradley Cooper, que apareceu com sua magia inflada nesse tamanho todo, despertando o desejo de todas de fazer um remake caseiro e talvez S&M de “O Guarda Costas”. Höy!

Huh, não gostou?

BRADLEY

Reveja seus conceitos… (e a partir dessa imagem entenda o porque de “O Guarda Costas”, rs)

#MAGIACONFIRMADAANDINFLADA

ben

Outro que parece estar fazendo a mesma dieta do Cooper é o Ben Afleck, que também apareceu desse tamanho todo e tudo indica que o motivo seja as gravações do novo Batmão…

batmao

… e por falar nisso, saiu a primeira imagem do ator devidamente uniformizado como o novo morcegão e ela está dramática as hell. Höy!

tom-hardy

Falando nisso, provavelmente inspirado no seu vilão Bane, o Tom Hard resolveu aparecer barbudo a lado da mulher só para jogar na nossa cara que ele já tem dona… humpf porém Höy!

#MAGIACONFIRMADA

James McAvoy

E o James McAvoy que acha que só porque é um mutante, tem o direito de nos olhar diretamente nos olhos desse jeito, huh? Höy!

#MAGIACONFIRMADA

Falando em magia mutante, vocês viram essa entrevista do Fassbender ao lado do McAvoy e do Hugh Jackman no The Graham Norton Show (excelente por sinal, sempre!) falando sobre as fanfics de romance entre seus dois personagens? Não sei se gosto mais do desprendimento do Fassbender adorando a história ou se do McAvoy reclamando de ser quase sempre o bottom da relação, ou se gosto mais mesmo é do Hugh Jackman visivelmente desconfortável com a conversa mas ao mesmo tempo louco para participar das fantasias todas da trilogia mutante que eles poderiam formar juntos.  Höy!

#DELICIOUS

#MAGIAMUTANTECONFIRMADA

"Lost River"

Quem também resolveu reaparecer foi o nosso (leia-se nosso como apena meu) Doutor, Matt Smith, agora com cabelo. Höy!

#WEMISSUELEVEN

E por falar em Doctor Who, temos o teaser da Season 8 da histórica série inglesa, a primeira com o Peter Capaldi no papel do doutor, com previsão de estreia para 23 de agosto. Mas como ele não nos diz nada e nem é tão bom assim, ficamos com essa outra versão feita por um fã, que é muito mais bacana. Nele e pra mim, a chuva representa mais do que o clima naturalmente inglês e sim as nossas lágrimas pela partida do 11th Doctor. Mas seja bem vindo, 12th!

#AMAMOSTODOSOSDOUTORES

#MASEUAMOMAISOONZE

Jamie-Dornan

Tivemos também o James Dornan, o novo Christian Grey, que resolveu sair assim na capa da Interview, provando que quando até a sua axila exala magia, isso significa que você é muito mais do apenas que uma #MAGIACONFIRMADA.

Jamie-Dornan

Höy!

Scott Speedman

Outa magia que já estava fazendo falta no mundo e que resolveu aparecer foi o Scott Speedman, que andou desfilando lindamente em Cannes também, mas que brilhou mesmo na sua ida a um parque em Los Angeles um dia desses, sozinho (sempre um bom sinal), ele, um livro e seu chapéu horrorendo que ele insiste em usar porque não tem que provar nada para ninguém e já foi aceito por mim, mesmo com esse defeito. Personalidade meninos, parte importante do combo magia. Anotem.

Scott Speedman

… com direito a parada para o lanche da tarde… Reparem nessa mandíbula, Brasil!

#NINGUÉMNUNCACOMEUUMPÃODUROTÃOLINDAMENTENAVIDA

Scott Speedman

… and soneca da barriga cheia da magia confirmada. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem (♥ #4EVAH)

HÖY!

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Mas quem realmente nos interessa e de quem a gente estava realmente sentindo muita, mas muita falta mesmo, era o Ryan Gosling, que resolveu reaparecer em Cannes e confirmar o que a gente sempre soube a seu respeito. Magia confirmadíssima, HÖY!

Detalhe… ele está SOLTEIRO. Vamos todos dar as mãos e dizer adeus para a Evil Mendes ou não precisamos gastar essa energia com coisa barata tão pouco repetir o seu nome em voz alta já que agora ela não nos importa mais? É, não vale a pena mesmo… (por ela, claro)

Ps: dizem que no momento dessa passada de mão no cabelo, os anjos cantaram um medley da Madonna e o mundo girou ao contrário e de ponta cabeça por 365 segundos em slow motion. É o que dizem…

 

Enquanto isso, no mundo absurdamente covarde por foufo dos Funkos…

Lion King

Os lançamentos continuam em um ritmo frenético e a gente não sabe mais para quem pedir para importar essas maravilhas por um preço mais justo, porque por aqui está tudo custando preço de ouro.

Para continuar com a covardia, eles lançaram a versão Funko dos personagens do Rei Leão (♥)

Bambi

Bambi (♥)

Frozen

Frozen (♥)

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Who Framed Roger Rabbit (♥)

Dragon Ball

DragonBall Z (♥)

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E Breaking Bad (♥). Sério, #TEMCOMONAOAMAR e já considerar entrar 2015 mergulhado em dívidas?

Euquerotudoetodos!

 

E o que a gente tem visto na TV, hein?

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Na Tv, a vida continua difícil para todo mundo pela questão da falta de tempo, mas nos próximos dias (sempre promessas, mas já prometendo algum a coisa) vamos discutir algumas temporadas bem boas e outras não tão boas assim que andaram se encerrando por esses tempos (algumas já tem bastante tempo na verdade, shame on me), mas enquanto isso, posso adiantar que:

Descobri recentemente About a Boy e tenho achado a comédia umas das coisas novas mais foufas da temporada. Não é nada genial, mas é bem bacana tipo Moone Boy, que também fez uma Season 2 bem fofinha da qual precisamos falar sobre…

Ainda preciso ver Fargo, que todo mundo disse que está ótima, mas como trata-se de uma minissérie, não estou com muita pressa e resolvo o problema em uma semaninha qualquer em 3, 2, 1!

Game of Thrones continua boa, apenas, mas ainda está bastante lenta, não? Tanto que nem consigo me importar mais com spoilers, de tanto que eu espero que realmente aconteça alguma coisa na série. Também não perco 1 recap de “Gay Of Thrones”, que eu acho que todo mundo deveria assistir… tisc tisc

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Girls fez uma temporada deliciosamente deliciosa, a mais madura delas até agora e é claro que vamos precisar falar sobre ela em breve. #HELLYEAH

Glee enfraqueceu a ponto de quase perder toda a sua força coreografada e afinada. Tão triste que nem dá para se importar que vai acabar na próxima temporada…

Hannibal eu não vi mais, mas pretendo, assim como The Americans, Orphan Black (só vi a premiere) e In the Flesh, que estão todas na minha lista para os próximos dias. Mad Men também está aguardando, mas como temos mais um ano pela frente até a segunda metade da sua temporada final, também resolvi deixar para depois, sem a menor pressa.

Looking começou fraca mas logo engrenou. Precisamos falar mais sobre ela também, mas precisamos falar primeiro de Please Like Me, uma delicia australiana que também tem a temática gay, só que com um tratamento bem diferente e totalmente adorável.

LOOKING

Modern Family continua levando todos os prêmios, a gente continua torcendo o nariz por esse motivo, mas sua Season 5 conseguiu justificar todo e qualquer assunto em relação a série ultimamente. Sem contar que eles fizeram o casamento gay com a resolução mais simples e mais foufa de todos os tempos e nós realmente precisamos aceitar mais a série.

My Mad Fat Diary encerrou lindamente sua Season 2, nos entregando um novo olhar para a história de Rae. Provavelmente não terá continuidade, mas continua sendo uma das melhores séries adolescentes dos últimos tempos, tipo uma prima queridíssima de Skins. Se você ainda não viu, vale a pena.

Parenthood fez mais uma temporada daquelas, que levou nossas lágrimas mas deixou aquele cheirinho de sempre de confort food no ar. Volta para sua última temporada (uma pena, porque eu poderia acompanhar os Bravermans por gerações e mais gerações), mas ainda vamos falar mais sobre esse assunto também.

Community acabou de vez (existia a possibilidade de ser salva por outro canal, mesmo não tendo feito muito por merecer, mas essa possibilidade também já acabou de ser descartada e acho que todo mundo saiu ganhando com isso) e não deixou muita saudade e Parks And Recreation encerrou sua pior temporada até agora, a mais sem graça de todas e talvez “felizmente”, volte para a sua última temporada ever. Outra que se perdeu completamente e não terminou muito bem foi Raising Hope. Uma pena…

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Enquanto isso, The Mindy Project assumiu de vez o posto da minha comédia preferida do momento. E comédia romântica, que atualmente tem a melhor personagem feminina da TV atual representada por uma mulher que não se parece exatamente com todas as outras mulheres que estamos acostumados a ver nesse posto, mas que poderia facilmente ser várias dessas mesmas mulheres e talvez não seja o menor exagero dizer que ela pode ser a mais legal de todas elas. (outra que nunca me respondeu no Twitter, mas esse dia há de chegar!)

O The Voice, que ultimamente era o único reality que eu conseguia acompanhar acabou de encerrar uma sexta temporada bem da capenga and preguiçosa, mas que pelo menos premiou o mais talentoso dos candidatos e não o mais popular, embora com isso a gente tenha que amargar o Uósher se despedindo do programa com um vitória. Para a próxima temporada teremos a Gwen Stefani e o Pharrell, o que nos obriga a assistir só pela #CRUSH antiga na Gwen e sua rabiga maravilhosa since the 90’s. Será que ela vai finalmente nos revelar esse segredo?

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Tardiamente andei descobrindo Ru Paul’s Drag Race (graças ao Netflix – com quem eu tenho mantido uma relação fiel nos últimos meses – que tirando a temporada atual e o all stars, tem todas as demais. Yei!) e tenho que dizer que sem precisar se esforçar muito, esse já se transformou no meu novo reality preferido ever. Sério, nada supera e atualmente já estando com todas as temporadas devidamente assistidas e em dia, obviamente vou ter que tentar convencer alguns de vocês a assistir essa delícia comigo. Sério, essa é minha nova obsessão.

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E foi basicamente isso que de realmente importante aconteceu durante esse longo (muito) período que passamos distantes, além da minha depressão por estar sem o menor tempo para passar por aqui nem que tivesse sido apenas para um “Olá querida!” e ou garantir que eu estava bem e que ninguém precisava se preocupar em pagar o meu resgate. Prometo aos que ficaram (foufos, sempre deixando algum comentário e ou apenas dizendo que estavam com saudades = ♥) que vou tentar não demorar nunca mais tanto tempo assim para voltar por aqui. Juro! (#CRUZANDOOSDEDOS) E para quem estiver com saudades e ainda não estiver cansado das minhas promessas e ou da minha own persona, agora (aparentemente por aqui, em alguns assuntos trabalhamos com um delay de 5 anos, rs) também estou no Instagram  e essa também é a minha mais nova nova obsessão na vida. Na verdade, ando muito obsessivo. Acho que preciso de ajuda… talvez use isso como desculpa para o meu próximo sumiço, rs.

Smacks de saudade saudosa!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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O red carpet do Golden Globes 2014, festa também conhecida como Tina Poehler e Amy Fey recebem…

Janeiro 16, 2014

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Porque festa boa mesmo tem que ter um red carpet daqueles e o 2014 Golden Globe Awards até que rendeu alguma coisa no quesito “não vista isso nunca mais em qualquer uma de suas vidas”. Vamos ver?

Começando pela dupla que da próxima vez a gente espera que seja um trio (com a inclusão de uma vez por todas da Julia Louis-Dreyfus nesse clã, porque durante a premiação, ela bem fez por merecer, não? Estou rindo até agora com ela sentada na parte dos convidados do cinema e depois voltando as raízes com um hot dog na parte da TV, rs), que cá entre nós e que elas não nos ouçam, não são assim nada geniais quanto são para a comédia na hora de suas escolhas para red carpets. É, AMAMOS vocês meninas, mas não são…

Ainda assim, com acreditamos nessa amizade (a delas e a nossa imaginária com elas) e pela piada sobre “Gravity” envolvendo o George Clooney e a sua dificuldade em permanecer muito tempo ao lado de uma mulher da sua idade (sério, nessa hora senti as duas do meu lado, porque bem já falamos sobre esse mesmo plot por aqui por diversas vezes, acabando de vez com a esperança de nossas mães), só por isso perdoamos qualquer deslize em estampa floral meio assim, volumes desnecessários em tecidos de rica e ou decotes geométricos exóticos que podem te deixar com o peito no formato de hexágono. E evocando os espíritos de Friends antigos, não vamos falar mais nada sobre o assunto, até a próxima premiação, claro.

SandrinhazZZZ

Sandra Bullock, o que deu em você?

Recortou os 3 vestidos que usou em 3 quinceañeras diferentes que comemorou ao longo da vida, fez um origami de qualquer coisa e foi achando que estava preparada para passar batido e ou tombar com todas?

#NAOTABOMNAO e todo o resto, make + picumã, foi aquela preguiça preguiçosa

Assim, não tem Miss Simpatia certa…

Reese Whiterspoon

Gostaria de lembrar a Reese Whiterspoon que ainda há esperança na vida e não tem porque desistir tão cedo…

E uma mulher só deve se vestir assim quando estiver indo para a feira e não para uma premiação. E que nessa feira você não tenha grandes esperanças em relação aos cafuçus das barracas todas na hora da xepa, porque desse jeito, não dá.

#NAOTABOMNAO

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Bem fez a Zoe Saldana, que colocou um vestido de quituteira e há quem diga que ela montou uma barraquinha de doces na porta da premiação, porque apesar dos pratos cheios durante a festa, todo mundo sabe que a comida do Golden Globes é pavorosa! (já a bebida… #TODASCOLOCADASDURANTEOSINTERVALOS)

Sério, combo alcinha “Gabriela” + um bordado totalmente meio assim e que de longe imprime flores velhas de cemitério + essa transparência exótica na barra, é claro que #NAOTABOMNAO e jamais, eu digo JAMAIS, ficaria bom estando desse jeito.

Olivia Wilde

Olivia Wilde está linda gravidíssima (do Jason, e estamos precisando ver a cara de um filho do Sudeikis faz tempo, só para comparar algumas coisinhas com “o mês de janeiro”… #ENIGMA), mas poderia ter se esforçado mais e não ter repetido um modelo com o mesmo fundamento da Angelina Jolie anos atrás, não é mesmo?

Preguiça…

Amy Adams

Amy Adams passou pelo pesadelo de todas: tombar com a Meryl Streep (esse primeiro ponto já seria uma parte bem pesada do próprio pesadelo) e ter que subir no palco para receber o seu prêmio vestida assim, super simplesinha.

Não que o modelo seja de todo ruim, mas ainda assim, é pelo menos preguiçoso e não diz nada a ninguém a não ser um gripo bem alto “por um mundo com mais Meryls e menos Amys, por favor!)

allison-williams-

Das nossas Girls, a única que conseguiu nos representar adequadamente foi a Marnie, com esse PB e essa cara linda de garota equilibrada e muito bem realizado no alto dos seus 20 e poucos que quem assiste a série sabe que é mentira neam? E estou amando a Marnie Perde Tudo na nova temporada de Girls, só para constar.

Lena Dunham

Já a Lena Dunham… essa tentou ir de Bela nesse amarelo de rica, mas com todo esse volume na saia, acabou imprimindo um octopus com elefantíase.

Kaley Cuoco

Kaley Cuoco foi com um vestido que ela deve ter pedido para alguém pintar a mão só para combinar com o tapete, não é mesmo?

E Kaley Cuoco tem ou não tem cara de quem combina tudo? #TEM!

#NAOTABOMNAO, se confundiu com o cenário e se camuflou.

Julia Roberts

Sorry Julia Roberts, mas não consigo respeitar uma secretária padrão que não se dá o trabalho de tirar pelo menos a camisa quando chega o final do expediente e é hora de encarar a festa da firma.

Sorry, mas não consigo.

Tatiana Maslany

Das preguiçosas da noite, tivemos a Tatiana Maslany, que parece não ter se esforçado nada para ir ao Golden Globes desse ano e me apareceu com essa cara de qualquer uma de suas clones de Orphan Black ainda desconhecidas, só faltando bocejar…

Emilia Clarke

… e o mesmo vale para a motther of dragons, Khaleesi, que apesar dessa cara de linda que não precisa de nada a não ser 3 apertadinhas na bochecha para ficar mais corada como diriam nossas avós antigas, poderia ter se esforçado um pouco mais e ou levado um de seus dragões para tombar e talvez até chamuscar algumas…

#EUNAOPERDERIAACHANCENUNCA

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Antes de qualquer tipo de indelicadeza: alguém saberia dizer se Uma está grávida?

Porque se estiver, tudo bem. Agora, se não estiver, acho que o seu modelo Atelier Versace não foi a sua melhor escolha no jogo da vida para a noite da premiação, não é mesmo?

#CREDINCRUX

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Falando em grávidas, descobrimos um dia desses que a nossa Drew Barrymore estava grávida e ela já está nesse estado todo avançado? Tá para quando essa criança, minha gente? (plantão Charlie’s Angels até o final desse post, talvez?)

O vestido não é dos melhores, mas sabe como é neam? Mãe sempre carrega os trabalhos das aulas de arte dos filhos com orgulho, rs

E Will Kopelman, sempre uma visão. Höy!

Kerry Washington

Ainda dentro do mesmo plot das de barriga, alguém que se importe também poderia dizer para a Kerry Washington que não é porque ela está grávida que já está na hora de se entregar e desistir de tudo, não é mesmo?

Jessica Chastain

Jessica Chastain é linda, talentosa, ruiva, mas alguém que se importe também precisa dizer para ela que esse picumã todo puxado para trás a envelheceu pelo menos 20 anos nos últimos 20 minutos…

#NAOTABOMNAO

amber-heard-

O mesmo vale para a petulância dessa Amber Heard, que só porque está pegando o Dionne Depp, acha que pode fazer esse topete de velha guarda de Higienópolis. Tá pensando que é quem no casting do Tim Burton?

#NAOTABOMNAO

Agora, vamos parar de falar só delas, porque esse blog já foi mais comprometido com a magia mágica e precisamos continuar  fazendo jus as nossas tradições da magia à sedução. (beijo Sandrinha!)

Aaron Eckhart

Aaron Eckhart, qualquer dia, qualquer hora, em qualquer lugar, com ou sem a sua caracterização em “Erin Brockovich”. (de preferência com, porque esse é o seu melhor Aron)

Höy!

Aaron Paul

Só pelo carisma, alguém deveria escalar o Aaron Paul para o novo Star Wars. Eu acho. (juro que não tiro essa ideia da cabeça)

Sem contar que pouca coisa é tão legal nesse mundo quanto o Aaron falando o seu famoso “Yeah Bitch”, do qual eu já adianto que sentiremos falta daqui para frente em toda e qualquer premiação de TV.

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O Bradley Cooper tem ou não tem cara de moço que a mãe aprovaria facilmente para trazer em casa no almoço em família, huh?

E comprovando essa teoria, olha só quem ele (e aparentemente o Leo também) levou no after da premiação…

Moms

#MOMS

Imagino as prima tudo caindo da mesa em 3, 2, 1. Höy!

ps: não vou nem dizer o que eu costumo levar nos afters, meninos… 

Liev Schrieber

E o Liev Schreiber, tem ou não tem cara de que… cara de que… cara de que faz o mesmo que o seu atual personagem em Ray Donovan, huh?

Höy! Em pensar que ele já foi o ambíguo apatralhado em “Pânico”…

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Essa imagem permanecerá aqui apenas para que Dione Depp se arrependa amargamente desse look e aprenda de uma vez por toda que não vale tudo pela arte. Mas não vale mesmo!

Mas ainda assim, #RESPECT

Agora muito cuidado, porque as imagens a seguir são altamente mágicas e podem causar os sentimentos mais variados possíveis e todos relacionados com a magia…

michael-fassbender-

Todas as outras barbas ruivas que me desculpem, mas essa barba, essa barba deveria ser declarada como patrimônio histórico da magia mágica ruiva para sempre. Höy!

Ainda mais vindo assim no combo Fassbender, que a gente sabe que entre muitas coisas, é também diversão garantida em diversas outras áreas. #MEMORIES (imaginem Barbra cantando essa hashtag)

michael-fassbender

E apesar do Bradley Cooper ter cara de moço que a mãe só de bater o olho aprovaria no almoço em família, quem é que não iria preferir chegar com todo esse fundamento da magia à sedução ruiva em casa?

Hein? Me digam?

michael-fassbender-

Mas a vida é injusta como bem sabemos e sempre outra biscate menos preparada é quem ganha a chance de receber um olhar dissolve roupa intíma como esses do Fassbender, coisa que nunca acontece com a gente, que somos biscates de um outro tipo. Humpf!

#TEODEIOJONAHHILL

#NUNCAMEOLHEASSIMSENÃOESTIVERPREPARADOFASSY

Bacon

OK, confesso. O Guilt só aceita uma imagem da Kyra Sedgwick se ela vier acompanhada do Kevin Bacon. Só assim.

E uma pessoa que tem Bacon no nome, há de ter o seu valor para sempre, não é mesmo?

Julie Delpy

E o nosso orgulho de encontrar a Julie Delpy em uma red carpet, concorrendo ao prêmio e ainda divando nesse nível francês da simplicidade em vermelho?

#ESTRELINHADOURADACOMSOTAQUEFRANCES

heidi-klum-

Heidi Klum precisa parar de esforçar tanto e precisa também aprender a dizer não para alguns convites de festa, não é mesmo?

Será que ela vai pelos brindes? Porque  é o que algumas de nós fariam (dedos apontados para a minha cara nesse instante)

E ela precisa também devolver o vestido e o penteado da Goldie Hawn antiga. Gratô!

Emma

Emma, sabemos que você mexe com bruxaria, portanto, preferimos não comentar muito esse modelo pavoroso e ou a postura toda errada no momento da foto.

#PEACE

#CORPOFECHADO

#SEUEXPELIARMUSBATEEVOLTA

Já essa outra Emma… bem que poderia ter se esforçado mais e usado algo mais “Oscar” do que “premiação da MTV”, não é mesmo?

Rashida Jones

As meninas de Parks And Recreation também não estiveram muito bem no Golden Globes desse ano…

A Rashida Jones por exemplo (que só de mencionar o seu nome já nos traz um misto de raiva e sono), escolheu esse modelo com bordados  de conqueiros entre Malibu e Miami que não se justificam por nada nesse mundo, nem se eles tivessem sido feitos em ouro e diamantes. Nem se fossem coqueiros de verdade.

#NAOTABOMNAO

Aubrey Plaza

E a Aubrey Plaza também nos surpreendeu investindo no combo Barbie que a propósito, não combina nada com ela, mas nem por isso foi o grande fracasso da sua escolha da noite, que ficou mesmo por conta do modelo (além da cor) em si, todo horrorendo em #CREDINCRUX (3x).

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As vezes, olho para a Hayden Panettiere e chego até a desejar secretamente uma nova temporada de Heroes, só para termos a chance de vê-la morrendo das formas mais variadas e cruéis possíveis. Desculpa, mas é verdade.

#NAOTABOMNUNCA

Paula Patton

Para quem não sabe, essa é a Miss Robin Thicke, a senhora Paula Patton, aquela que teve que fazer cara de que não se importava quando viu a Smiley dançando graciosamente direcionada a região central e sul do seu marido no ano passado, como se eles todos não tivessem combinado tudo antes. Sei…

Digamos que se o seu vestido tivesse sido feito em uma confeitaria, esse confeiteiro seria no mínimo epilético, porque neam?

#NAOTABOMNAO

Jennifer Lawrence

POR FAVOR, PAREM DE PRODUZIR QUALQUER COISA NOVA ENQUANTO NÃO RECUPERAREM O FUNDAMENTO ANTIGO, DIOR!

Obrigatô!

ps: esse cabelo é o cabelo da vida para 10 entre 10 atrizes que tiverem o rosto certo. Anotem + adotem, se tiverem o rosto certo, claro. 

ps2: agora já tenho uma opinião super formada a respeito da J-Law, acho que ela deve ser toda boba mesmo e desejo ser seu melhor amigo de infância em 3, 2, 1.

Taylor Swif

Agora vamos lá… faz tempo que insistimos por aqui dizendo que dentro da Taylor Swift, apesar do pouco espaço, deve morar alguém bem diferente do que ela “tenta parecer ser”, como bem andamos percebendo desde muito tempo…

E mais uma prova disso é que para a festa, diante das câmeras e tudo mais, Taylor escolheu o modelo comportado acima, que não nos diz nada, para o bem e para o mal. Mas quando chegou a hora da festa…

Taylor

… Taylor Swift também conhecida como Cara de Alface e ou Zagueirão da Seleção da Alemanha, colocou sua prisioneira para fora nesse modelo que de longe parece crochê e que de perto, acreditamos que deve ser de qualquer coisa tão feia quanto…

#NAOTABOMNAO

ps: reparem que do olhar a sobrancelha, até a atitude é outra…

Cara de Alface

E na hora de se jogar na pixxxta ela fez o que? A biscate, claro. Todas fazemos.

#GENTEDAGENTE

Lupita Nyong'o

Lupita Nyong’o em cores e fundamento certamente, a mais maravilinda da noite.

Tombou com todas na simplicidade, pelo sorriso e no carisma também.

#QUEROSERLUPITANESSEVERÃO

Cate Blanchett

Cate Blanchett também foi uma das mais maravilindas da festa, embora tenha optado por um look de renda, do qual já estamos um tanto quanto cansados a essa altura, é verdade.

Mas olhem esse rosto perfeito e me digam antes de qualquer tipo de grito histérico e ou cara feia de inveja: é maravilinda ou não é?

(e sim, eu havia me esquecido de Cate Blanchett e só percebi depois dos comments, rs)

Laura Carmichael

Mas a grande surpresa da noite entre as mais bem vestidas do 2014 Golden Globe Awards foi mesmo a ex irmã apenas feia e amarga de Downton Abbey, a atualmente (sim, vamos falar da Season 4 da série em breve) adorável Lady Edith (Laura Carmichael) que tombou com todas na simplicidade e em todo o fundamento do seu bicolor maravilindo.

E para encerrar esse post lá no alto, ficamos com a melhor imagem do Golden Globes desse ano, ela que não aconteceu na premiação, mas foi praticamente o dia em que a Terra parou por conta da magia mágica on a dance floor…

Confessions On A Dance Floor

Duvido que qualquer outra pista no mundo consiga bater o hecatombe que certamente deve ter rolado do encontro do Benedict Cumberbatch com o Michael Fassbender on a dance floor. Sério, #TEMCOMONAOAMAR duplamente e ou não se sentir representado na inveja e vontade de puxar uma amizade, por aquele cara a esquerda de quem vê?

E o pior é que temos tantas perguntas para esse momento, do tipo:

O que estava tocando?

Quem tocou a bunda no chão primeiro? (sabemos que se a dúvida fosse sobre outra coisa, Fassy teria certas vantagens)

Tinha um olho no drink do Sherlock? (essa só entendeu quem tem assistido o sensacional atual retorno de Sherlock)

Qual dos dois você pegaria primeiro?

Cumberbatch viria de Khan ou Sherlock?

Gravata ou borboleta?

ps: nunca estive em uma pista com tanta testosterona e magia resumida entre apenas duas pessoas. Sério, NUNCA!

Golden Globe Awards

E dessa forma, terminamos esse longo post sobre o Golden Globes , com o nível lá nas alturas da magia mágica, claro (bons sonhos). Höy!

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Golden Globes 2014, a lista até que previsível dos vencedores (dos prêmios de TV)

Janeiro 13, 2014

bb

Melhor Série Dramática

Breaking Bad

Downton Abbey

The Good Wife

House Of Cards

Masters Of Sex

 

Alguém tinha alguma dúvida? Breaking Bad não é só a melhor série do ano e sim a melhor série da década. Fácil. Clap Clap Clap!

 

Melhor Atriz em Série Dramática

Julianna Margulies – The Good Wife

Tatiana Maslany – Orphan Black

Taylor Schilling – Orange Is The New Black

Kerry Washington – Scandal

Robin Wright – House Of Cards

 

Dizem que ela está ótima na série (e que a série também é ótima). Está na lista. Veremos… 

 

Melhor Ator em Série Dramática

Bryan Cranston – Breaking Bad

Liev Schreiber – Ray Donovan

Michael Sheen – Masters Of Sex

Kevin Spacey – House Of Cards

James Spader – The Blacklist

 

Todos de pé: CLAP CLAP CLAP! Se esse prêmio acabasse em outras mãos, teríamos que evocar Heisenberg, certamente. 

 

Melhor Série de Comédia

The Big Bang Theory

Brooklyn Nine-Nine

Girls

Modern Family

Parks & Recreation

 

Em um ano fraco para comédia, uma série dessas ter ganhado não chega nem a ser tão surpresa assim… 

 

parks

Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical

Zooey Deschanel – New Girl

Lena Dunham – Girls

Edie Falco – Nurse Jackie

Julia Louis-Dreyfus – Veep

Amy Poehler – Parks & Recreation

 

Vamos combinar que esse prêmio chegou tarde para a Amy Poehler e atualmente, nada em Parks & Rec justificaria o mesmo, mas ainda assim, tem como não ficar feliz com esse tardio reconhecimento? E ela dizendo em seu discurso que não sabia o que dizer porque nunca ganhava nada? #TÃOAGENTE

 

Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical

Jason Bateman – Arrested Development

Don Cheadle – House of Lies

Michael J. Fox – The Michael J. Fox Show

Jim Parsons – The Big Bang Theory

Andy Samberg – Brooklyn Nine-Nine

 

O Andy é bem engraçadão, vai? E valia qualquer um, menos o Jim Parsons e então tudo bem… 

 

Melhor Minissérie ou Telefilme

American Horror Story: Coven

Behind The Candelabra

Dancing on the Edge

Top of the Lake

White Queen

 

É ótimo. É exagerado. É Liberace! Mereceu. 

 

Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme

Matt Damon – Behind the Candelabra

Michael Douglas – Behind the Candelabra

Chiwetel Ejiofor – Dancing on the Edge

Idris Elba – Luther

Al Pacino – Phil Spector

 

Douglas estava inspiradíssimo, não tem como negar, apesar da nossa leve implicância antiga com o mesmo…

 

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Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme

Helena Bonham Carter – Burton & Taylor

Rebecca Ferguson – The White Queen

Jessica Lange – American Horror Story: Coven

Helen Mirren – Phil Spector

Elisabeth Moss – Top of the Lake

 

Até que enfim a Elisabeth Moss conseguiu levar algum prêmio, não? Pode não ter sido com Mad Men e embora a gente não assista TOTL, ficamos orgulhosos do mesmo jeito. Mas o seu grande momento na noite de ontem foi mesmo resumido nesse GIF acima. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme

Jacqueline Bisset – Dancing on the Edge

Janet McTeer – The White Queen

Hayden Panettiere – Nashville

Monica Potter – Parenthood

Sofia Vergara – Modern Family

 

Dizem que ela está agradecendo até agora, rs. Secretamente, estava torcendo para a Monica Potter ganhar, alguém roubar o seu prêmio e entregar para a Lorelai Gilmore em Parenthood

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E o red carpet do Emmy 2013 conseguiu ser tão preguiçoso quanto a própria premiação…

Setembro 29, 2013

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Sim já faz uma semana que aconteceu o Emmy 2013 e sim, ficamos morrendo de preguiça (não vou mais usar a desculpa da falta de tempo, prometo… #CRUZANDOOSDEDOS) de comentar a premiação que foi um excelente sonífero para o último domingo (sério gente, o que foi aquilo?), mas como não somos do tipo que deixa qualquer red carpet passar tão batido assim, resolvemos comentar as escorregadas e os acertos delas todas mesmo assim. Então levanta a barra dessa saia, segura a respiração toda presa nessa cinta emagrecedora sem furo para facilitar qualquer emergência no banheiro (como podem vender esse tipo de cinta, me respondam?) e reza para o guache vermelho do Louboutin do truque não resolver ficar perdido por aí e entregar sua atual condição no cheque nada especial.

E já começamos colocando o NPH no nosso cantinho do #ThinkAgain, porque por mais que até eles tenham feito piada sobre o fato do ator apresentar 24 a cada 24 premiações, suas piadas já estão ficando tão recorrentes como qualquer plot sem gracinha de HIMYM, assim como seus números musicas, todos muito bem feitos, temos que reconhecer pelo menos isso, que mesmo assim já estão com cara do mesmo do mesmo, imprimindo como se estivéssemos assistindo a uma reprise de quando tudo aquilo ainda era novidade. Saudades no NPH provocando o Hugh Jackman no palco do Tonny? Sim, talvez, porque sempre aceitamos ver duas amigas ameaçando uma a outra com grampos de cabelo afiados, mas confessamos que já estamos cansados e não é possível que em toda Hollywood não exista um outro ator, gay, que saiba cantar, dançar, representar e sapatear. (se eu descer e fizer uma audição agora na esquina da minha casa, certeza que aparecem pelo menos uns 358 em 5, 4, 3, 2, 1, jazz hands!

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himym

Mas Neil não foi o único do seu elenco que errou e suas companheiras de série, também não estavam tão inspiradas assim.

Alyson Hanigan insistiu no look sereia, que ficou pesado demais e mesmo com o tom certo de cabelo para tal, acabou imprimindo mais halloween do que qualquer outra coisa. Ela até tentou fazer piada postando um vídeo com toda a sua dificuldade para sentar no carro com esse modelo, mas a verdade é que tudo isso poderia ter sido evitado com algo simples chamado bom gosto. Apenas…

Já a Cobie Smulders, essa fez a linha lençol de rica com 387 mil fios egípcios que a gente sabe que apesar da qualidade do “ticido”, quase nunca funciona. Sinto que alguém que ainda se importe com HIMYM (não me importo, mas vou ver o series finale, claro) deveria falar para a Cobie todos os dias que ela é uma das mulheres mais lindas da TV atual e que nem por isso ela precisa se esforçar quase nada ou tentar ficar horrorenda toda vez que decidir sair em público. Obrigatô!

Girls

Das Girls que nós AMAMOS (estou revendo a Season 1 agora em DVD, e tenho me emocionado tudo de novo e continuo achando Girls uma das melhores séries de dramédia da atualidade, categoria que deveria passar a fazer parte das premiações para que elas fiquem mais justas), quem se deu melhor foi a Zosia Mamet, que apostou no fundamento da estampona bacana, sem ser muito óbvia e com um modelo todo bem pensado e renovado, apesar de ter uma certa cara de “clássico”.

Já a Lena Dunham….

Lena

Tenho sempre a impressão que ela vai de pernas de pau em toda e qualquer premiação (lembra quando ela ganhou aquele outro prêmio e caminhou até o palco parecendo estar com mais dificuldades do que uma senhora da terceira idade em seu andador?) e ela realmente deveria evitar modelos que além de aumentar a sua silhueta, ainda podem servir como motivo de piada do tipo que ela provavelmente deve ter escondido todo o buffet de salgadinho + a fonte de chocolates debaixo dessa saia.

#NAOTABOMNAO (mas a estampa e as cores estavam lindas, vai?)

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Além da própria premiação em si, nada foi mais preguiçoso nesse Emmy 2013 do que a escolha da Zoey Deschanel, que até que fugiu do fundamento 50’s/60’s de sempre, mas ainda assim ficou naquela cartela de cores batida dela.

É, nada foi mais preguiçoso que isso exceto sua atuação em New Girl, que continua lamentavelmente sofrível.

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OK, apesar da excelente companhia (Höy!), algo de muito ruim deve estar acontecendo com a Amanda Peet. não? Porque apenas alguém com sérios problemas emocionais e ou espirituais escolheria algo desse tipo, não é verdade? (R: SIM!)

Hey Netflix, já pensou em trazer de volta Jack & Jill e quem sabe salvar uma atriz da depressão? (pelo menos as reprises, vai? Já estou cansado daquele catálogo capenga, exceto pelas sérias originais e a 6 dúzia de coisas que eu não vi ainda…)

Claire Danes

Claire Danes provou que além de vencedora, é uma mulher de peito (pequenos, mas é) e apesar de não ter muito do que se orgulhar de seus gêmeos, ela conseguiu segurar um decotão como esse com cara de vencedora e deitou com todas. Sem contar que só pelo Hugh Dancy que a acompanha, ela já pode dizer que venceu na vida. #RESPECT

Julianna

Já a Julianna Margulies pode até continuar nos irritando, pode até ser a boa esposa demais, pode até ter ido vestida também de lençol com detalhes de origami (sim, o vestido tinha alguns detalhes do outro lado de quem vê), mas vai sempre merecer o nosso respeito se continuar aparecendo em premiações com o acessório certo. Höy!

gunn

Quem resolveu aparecer de bonita foi a Anna Gunn (que eu nunca achei uma mulher lindíssima em Breaking Bad, mas nos últimos tempos vem aparecendo sempre linda nos red carpets todos) com um vestido que não nos diz nada de novo, mas mesmo assim não deixou de ser uma boa escolha para ela. #NICE

bb

E os meninos de Breaking Bad podem até não ter levado nada para casa (nos prêmios individuais, claro), mas ano que vem, a gente já sabe onde as estatuetas de melhor ator coadjuvante em série dramática e melhor ator em série dramática, devem parar, não?

Se deus for mesmo uma mulher justa, ninguém tira essa deles. (e toda e qualquer outra futura indicação de Breaking Bad também!)

Brody

Venho a público dizer que mesmo com uma cabeça do tamanho do lado maior de um Kinder Ovo de Páscoa, o Brody continua com a magia confirmada, sendo o meu terrorista arrependido e ruivo preferido EVA.

Höy!

Downton

De todas as lindas mais lindas da noite, vou ter que dizer que a minha preferida foi a Michelle Dockery e isso porque apesar do seu vestido ter cara de clássico e quase nenhuma inovação, ele tinha cor, mais do que uma, um laço gigantesco nas cotas (imaginem isso sentada e apoiada naquela poltrona?) e isso a diferenciou das demais.

Isso e o fato dela ser inglesa, claro. Höy!

A propósito, sinto que ela vai sofrer da síndrome do Jon Hamm em toda e qualquer premiação, ele que é sempre (ou quase sempre) lembrado, mas nunca leva. Humpf!

E por falar em Jon Hamm…

hamm

Nada nem ninguém…

Wolk

(nem o James Wolk, o novo boy magia do momento que a gente já está de olho faz tempo e isso mesmo antes dele namorar o Max de Happy Endings, que fique bem claro)

… esteve mais magia mágica do que ele e sua barba (e a companhia na imagem acima acima, sem contar que eu ofereceria meu dedo mindinho para ter ido na festa dos perdedores, organizada por ele e a Amy Poehler)). Höy!

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E não adianta tentar esconder aquilo que todos nós desejamos, Hamm… (e seria esse tom de loiro o equivalente a barba do Jon Hamm para a Elizabeth Moss quando de férias de Mad Men?)

HÖY!

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E como prêmio do pior look do Emmy 2013, e por pior querendo dizer extreamente cafona, gostariamos de agraciar a Connie Britton com nossas honras nesse veludo com dourado pesadíssimo. Isso sem contar o make e ou o cabelo também nada acertados. #CREDINCRUZ

#NAOTABOMNAO

poehler fey

E para finalizar, Emmy, por favor, no ano que vem considere essas duas como a salvação para a premiação de vocês. (dupla que a gente encararia até na TV Senado, não? #PoehlerFey #FeyPoehler)

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No regabofe dos Obamas desse ano, podemos dizer que quem se deu melhor veio diretamente de outras vizinhanças

Maio 2, 2013

Primeiro de tudo, uma pergunta importante e honestamente honesta: será que eles servem coxinha, bolinho de queijo e ou risoles misto na casa do presidente? (esses dias passei em frente a uma escola e senti um cheiro de risoles tão delicioso e que me lembrou tanto a minha infância, que quase subornei uma das crianças para comprar um para mim, mesmo correndo risco de acabar preso injustamente, rs. Sério)

No finde passado aconteceu o já famoso White House Correspondents’ Association Dinner (2013), que na verdade nada mais é do que um regabofe na casa do presidente, onde obviamente todos fazem questão de aparecer e que para a nossa sorte, a maioria deles parece não fazer tanta questão assim de aparecer muito bem, se é que vocês conseguem me entender. (enxergar já ajuda, rs)

Em meio a figurinhas repetidas de sempre e gente que veio de longe para ser recebida pela America antiga pelo atual dono daquilo tudo, percebemos que durante essa edição, os Obamas acabaram sendo envergonhados pelas pratas da casa e quem se deu bem mesmo veio de outras vizinhanças com sotaques diferentes.

Ficaram curiosos? Então vamos logo servindo os salgadinhos enquanto está tudo quente (detesto comida fria) que o jantar já vai começar…

 

Não basta ser linda, tem que ser inglesa, recém viúva e herdeira de Downton, não é mesmo Michelle Dockery?

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Sim Michelle Dockery, sabemos que você é tudo isso mesmo e ainda por cima vem com essa pele de dar inveja a qualquer pessoa que viva em um país que tem uma relação mais próxima com o sol.

Dockery que foi quem mais acertou durante o jantar com o presidente, mesmo estando com um vestido até que simples, apesar da cor (linda por sinal). Certeza que a Rainha e todos de Downton, principalmente a criadagem, se sentiram orgulhosos nesse momento. Só não vale se apaixonar demais por um hot dog e meia dúzia de bagels e logo considerar pedir a cabeça da sua personagem na série inglesa como muitos de seus coleguinhas, que isso a gente jamais vai perdoar, como não perdoamos o que aconteceu com o seu finado marido. O capeta e todos nós estamos de olho…

Agora, o melhor da imagem é a cara da Elaine ao fundo, apavorada por alguém ter acertado muito mais investindo na mesma cor que ela. Quem manda pegar seus conselhos sobre moda com o Seinfeld

#GHOLGEOUS

 

Ainda com sotaque inglês, outra que divou durante o jantar também veio da mesma vizinhança…

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… e essa foi a Emily Mortimer (com um modelo bem simples também), que apesar de ter escolhido esse vermelho mais aberto que não é dos meus preferidos (prefiro os fechados e ou queimados), também conseguiu se destacar em relação à suas amigas americanas, evitando inclusive de ser confundida com o tapete, algo que é sempre o pesadelo de todas que resolvem investir na cor.

ps: saudades de The Newsroom, que volta dia 14 de julho na America antiga. Anotem na agenda da Hello Kitty…

 

OK, nem só de inglesas divando sobreviveu o jantar do presidente desse ano

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E como boa representante da America antiga, eu diria que até surpreendentemente (sorry Amy, eu tem AMO, mas nem sempre você acerta e isso talvez aconteça porque nós ainda não somos amigos. Me liga, pede para alguém te apresentar, rs) foi a Amy Poehler, que acertou bem com o seu longo branco, rico em bordados e que ainda por cima conseguiu dar mais altura para ela, algo que é sempre bem vindo no seu caso, rs. (e quando é que e a Tina Fey serão as apresentadoras dessa festa também, hein produção?)

 

Por favor, voltem para Nashville IMEDIATAMENTE

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Lembra quando a gente gostava da Hayden Panetone em Heroes?

E lembra quando a gente gostava de Heroes? (que vergonha ter que admitir isso minha gente. E qualquer dia eu sorteio por aqui o meu box da Season 1 que eu não sei o que fazer com ele. Só para ninguém dizer que esse é um blog que nunca sorteia nada, rs)

Agora, alguém conhece alguém que tenha uma máquina do tempo (um segundo… Alôr? Doutor?) capaz de voltar no passado e nos dizer para não perder tempo com essas duas grandes bobagens da nossa história televisiva recente?

Obrigatô.

Sério, que vestido pavoroso em amarelo (e poderia ser em qualquer outra cor) é esse?

#CREDINCRUZ

Sem contar que esse tipo de saia, mesmo no tom de amarelo errado, continua imprimindo a saia da Bela de “Beauty And The Beast”. Fato.

Não que Hayden mereça usar algo do tipo, nem de brincadeira (bate na madeira x3), mas talvez ela tenha achando que a festa era a fantasia e vulgar do jeito que parece ser, talvez tenha alugado uma fantasia de “Bela Sexy” que é o que todas elas sempre fazem.

Pode reparar que todas com disposição para um biscatismo tem “Sexy” na descrição de suas fantasias.

#NAOTABOMNAO

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O mesmo vai para Connie Britton, que descobrimos recentemente ser o sonho de MILF de muitos marmanjos (vai entender a cabeça desses homens) e mesmo que não esteja vulgar como sua colega de elenco daquela série que preferimos não ver, errou feio por ter escolhido algo fácil de ser visto em um álbum de casamento qualquer.

#NAOTABOMNAO

 

Alguém sabe onde foi a promoção dos vestidos com tecidos meio assim?

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Hein, Elizabeth Banks?

Uma mulher da Capitol me aparecer assim em público, não pode ser certo, não é mesmo?

#NAOTABOMNAO

E se alguém te oferece um vestido desses, nessa cor e tecido, você faz o que?

( ) Faz a pessega para não criar confusão

(X) Assume que confusão é o seu nome do meio e parte logo para o atraque e já vai arrancando os brincos e as extensões no cabelo, por precaução…

 

Digamos que ela é tão engraçada quanto o seu vestido é bacana e ou bonito…

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ou seja, quase nada. E é só isso.

Siga

Sempre

Sorrindo, Julie Bowen. Um velório que aceitaríamos numa boa em Modern Family. Pensem nisso roteiristas…

 

Não faz essa cara de azeda não, porque quem escolheu ir de verde guacamole passada foi você mesmo, Kathya…

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Ainda bem que para compensar o pavor do vestido, Káthya espertamente foi com esse “cinto” que mais parece um arranjo exótico de Ferrero Rocher e se a gente estivesse por lá, já passaria a mão em pelo menos uns 5 deles para colocar na bolsa e comer no carro, depois de passar no Siri Cascudo, porque comida desse tipo de jantar é sempre meio assim e ninguém tem coragem de repetir porque não quer fazer a sem limites no por quilo e ou porque o gosto não é dos melhores. (e dizem que as vezes vem de morna para fria e isso a gente não aceita nunca jamais!)

 

Responda rápido: o que acabou de chegar para a Sharon Stone?

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Um Fedex carimbado como urgente, com pelo menos 20 anos a mais para ela carregar daqui para frente.

Sério, quantos anos Sharon ganhou desde a última vez que qualquer um de vocês viu uma imagem dela?

#CREDINCRUZ

(R: todos aqueles que suas inimigas conseguiram desejar que ela ganhasse. WOO)

 

Glenn Close tomou uma dose extra de xuvenil em gotas ou o que?

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Não, foi a Patricia Arquette que parece estar fazendo a dieta dos vinte anos (a mais) em vinte minutos.

Dieta super bem sucedida, não? Indique para a sua inimiga mais próxima.

#CREDINCRUZ

 

Se o casal Dancy Danes não fosse tão talentoso…

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… a gente até poderia falar qualquer coisa de ruim em relação ao modelo dela da noite, que para ser feio precisava ser menos horrorendo e ou pavoroso, mas vamos tentar ignorar devido ao crédito que ambos tem com a gente por ser o melhor casal da TV atualmente, ela na sua sempre excelente Homeland e ele na recente Hannibal, que é sensacional.

Ainda bem que as duas nem passam no mesmo período, ou seria muita crueldade com os demais casais atore atualmente trabalhando na TV. Sorry, but I’m not sorry…

 

Ô gentê, ninguém fez amizade com a menina ainda?

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Mas Hollywood é mesmo uma terra de malditas não?

Não acredito que até agora ninguém fez amizade com a Sophia Bush para dizer que ela ficou pavorosa com essa franja que ela continua insistindo em manter…

Será que é por causa do sobrenome? Vale dar a carteirada de One Tree Hill, para despistar e lembrar que ela é bacana?

Tadinha, mas #NAOTABOMNAO

 

1 sonho:

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Construir uma relação de intimidade com a Amy Poehler que me permita esse tipo de reação.

O mesmo vale para a Tina Fey, a Lena Dunham, a Mindy Kaling e as meninas do Broad City. #HELLYEAH

 

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A temporada final de 30 Rock – Blerg!

Fevereiro 15, 2013

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Primeiro de tudo, foi lindo poder ver uma série como 30 Rock chegando a sua sétima temporada. E chegando bem, com apenas um deslise aqui ou ali (significando uma temporada ou outra mais fraca do que as demais, mas ainda assim bem boa), mas encontrando rapidamente a boa forma de seus primórdios e chegando a sua reta final da melhor forma possível, embora obrigada a amargar uma última temporada reduzida (me recuso a dizer que foi melhor que nada, mas foi). Tina Fey afiadíssima como sempre, Alec Baldwin em seu melhor papel na vida. Até o elenco mais canastrão ou caricata da série esteve muito bem durante todos esses anos até o final da série e até mesmo os coadjuvantes mais coadjuvantes tiveram a sua vez no series finale, nem que seja apenas por um simples detalhe, como o boné do Frank onde dessa vez estava escrito “Period”, nada mais apropriado para uma conclusão encerrando o plot dos seus easter eggs escondidos nesse tipo de detalhe simples, mas que muitas vezes acabou funcionando como uma das melhores piadas do episódio para quem é mais atento a esse tipo de detalhe, por exemplo.

Apesar de não ser nada fácil aceitar que algo que gostamos tanto finalmente tenha encontrado o seu fim, acho que nesse caso não podemos nem lamentar, porque 30 Rock foi uma experiência totalmente atípica na TV, uma verdadeira exceção a regra. Em pensar que a NBC continuou apostando na série até então, mesmo com a sua baixa audiência desde sempre, podemos perceber que realmente ela foi uma exceção. Baixa para alguns, seletiva para outros, mas fato é que a série conseguiu um feito que poucas outras que seguem uma linha semelhante (Community, Parks & Rec…) terão a chance de conseguir um dia a chegar pelo menos perto do que a série alcançou. Ainda mais agora, em tempos de mudanças, quando encontramos um canal como a NBC, que sempre foi o dono das ótimas e memoráveis comédias da TV, algumas bem inovadoras e que acabaram fazendo escola (como a avalanche de single-camera como fundamento que andou se multiplicando nos últimos anos), canal que agora se encontra visivelmente enfrentando uma crise de identidade preocupante, tentando popularizar o humor, entregando novos projetos cada vez mais mastigados ou fáceis de serem digeridos e tudo isso em busca de uma maior audiência, grandes números, coisa que 30 Rock e algumas de suas colegas nunca ou nem sempre tiveram. Mas, mesmo com 30 Rock quase nunca figurando entre as séries mais vistas, eles sempre foram lembrados em quase todas as premiações de TV, o que de certa forma, sempre acabou trazendo um certo prestígio para a série e além disso ajudou muito a colocar o nome da Tina Fey entre os maiores comediantes do momento. E nesse caso, não estamos nem separando por gênero, que fique bem claro. Te amo, Tina Fey. Quer ser minha mentora na vida?

E não pensem que essa crise passaria batido na série, porque Tina Fey estava lá, pronta para criticar a própria emissora que sempre lhe deu a maior liberdade para tratar sobre qualquer assunto, inclusive apontar o dedo e mostrar os atuais defeitos da própria empresa onde ela trabalhava. E tudo isso com muito bom humor, mesmo quando optando pelo escracho, sem precisar atacar com armas pesadas demais para mostrar o seu ponto de vista, mesmo quando ela fazia críticas duras a todas essas mudanças do seu canal ou sobre um outro assunto qualquer. E não é nem uma questão de humor com classe não e está mais para um humor inteligente mesmo, do tipo que sabe rir da própria desgraça como ninguém e por isso talvez saiba fazer piada com os demais como ninguém também.

Começamos inclusive essa temporada de despedida falando sobre o atual problema do canal e toda a sua crise de identidade e talvez esse tenha sido um dos assuntos mais recorrentes dessa temporada final, propositalmente é claro. A minha crítica preferida nisso tudo foi entregue no episódio com o macaco como centro das atenções, uma crítica explicita a nova série já cancelada pelo canal e que até então era uma aposta certa (a total lame Animal Practice) do mesmo. Ainda nesse episódio, eles aproveitaram para se defender da ideia preconceituosa e sexista que ainda ecoa por aí de vez em quando, uma ideia estúpida que diz que  “mulheres não podem ser engraçadas”, algo que nesse caso, temos sete temporadas que nos provam totalmente o contrário e um recente Golden Globes comandado pela dupla Fey + Poehler que foi a melhor premiação dos últimos tempos. Inclusive, tenho certeza que ao final desse episódio, a Amy Poehler herself ligou para a Tina Fey só para dizer um “You Go Girl/Girl Power”, enquanto ambas planejavam o brunch do próximo sábado (apesar de não estarmos mais nos 90’s, rs) na companhia da Mindy Kaling e da Lena Dunham, é claro. (sério, esse seria o meu novo Sex And The City preferido ever e ou sonho de date perfeito para qualquer sábado entre a manhã e a tarde com as amigas. E se quiserem um quinto elemento daqueles, me liguem, ghols! Eu e NY estamos super disponíveis para abraçar esse projeto… rs)

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Como estávamos assistindo uma temporada de despedida, nada mais justo que alguns personagens e plots recorrentes de todas essas temporadas acabassem aparecendo para se despedir (até o Jonathan voltou! Ele que eles mesmo fizeram questão de fazer piada quando o ator saiu da série para fazer Whitney, outra grande bobagem da TV que continua rendendo mas que logo ele foi descartado do elenco), assim como algumas resoluções que ainda precisavam acontecer para os personagens principais da série, que ainda tinham alguns assuntos importantes para encerrar. Deles todos, foi excelente rever o Will Arnett fugindo daquele pesadelo que é a sua série atual (Up All Night, mais uma aposta super furada desde a sua estreia pela NBC, que acaba de perder a Christina Applegate do elenco principal e dizem que para manter a série com um novo formato de sitcom, que a propósito, é a nova aposta do canal, eles estão considerando até contratar a Lisa Kudrow de Friends antigo como sua substituta. Sério. DaFuck NBC? ), ele que acabou voltando como o grande nemesis do Jack (ele e sempre ótima Chloë Moretz), também vivendo um dos seus melhores papéis na TV, ainda mais quando comparado ao seu atual emprego (um deles, porque em Arrested Development, nós estamos esperando confiantes e ansiosamente que ele volte unfirah!). Mas nada foi mais especial do que a despedida da Colleen, mãe do Jack, que acabou fazendo a passagem em um dos melhores episódios da série, com um funeral recheado de acontecimentos dos mais absurdos possíveis.

Entre todas as resoluções da temporada, encontramos o Jack atingindo o sonho do cargo máximo dentro da emissora, depois achando que nada daquilo fazia sentido na sua vida depois de preencher o gráfico em formato de pizza de tudo aquilo que ele ainda precisava realizar para ser um homem completo e feliz (e os itens do mesmo eram todos sensacionais. O que foi ele cantando super enturmado e naturalmente no coral da igreja?), não se sentindo digno de comandar um canal de TV, ele que também parece ter sofrido um pouco daquela crise de identidade que já mencionamos anteriormente. Mas isso não a ponto de prejudicar o personagem, pelo contrário até. E quem não desconfiava que no final das contas, ele acabaria passando o seu posto para o Kenneth que desde sempre, entre eles todos, foi quem mais soube sobre o assunto? Claro que o papel caberia perfeitamente para o personagem, que foi do zelador a presidência durante essa temporada, mas não sem antes cometer alguns errinhos típicos de principiantes no poder, além de no final, a gente ter ganhado a confirmação de que sua idade realmente tratava-se de algo desconhecido e que merecia ter sido estudado. (do passado ao futuro, Kenneth esteve everywhere. EVERYWHERE!)

Jack Donaghy que esteve sensacional durante essas sete temporadas da série (olhando no relógio para ver se já não passou das seis para que eu vista o meu tux, porque afinal, eu também não sou nenhum fazendeiro, rs) e que com certeza foi o responsável pela retomada na carreira do Alec Baldwin, que estava mais do que decadente devido a suas escolhas, mas que dessa vez, conseguiu sair do limbo e nós esperamos que para nunca mais voltar. (Eu, aproveitando para fazer referência ao meu vício do momento, o game Limbo. Joguem, se viciem e depois venham dividir suas impressões comigo no GDA, gamers descaradamente anônimos). Jack descobrindo que a mãe era lésbica e as justificativas para tal foram alguns dos melhores momentos dessa reta final. O que foram todos aqueles objetos não identificados totalmente identificáveis (rs) na prateleira do quarto da mãe e sua outra metade? Ri por três gerações naquele momento. Sério.

Até que chegamos as resoluções dela, a nossa queridíssima Liz Lemon (♥) e todas elas foram mais do que especiais. Do seu casamento no melhor estilo “Star Wars”, até a chegada do seu casal de filhos adotivos, que eram exatamente como miniaturas foufas da Jenna + Tracy (claramente o seu karma e que com essa experiência de sete temporadas todos nós sabemos muito bem que ela conseguiria dar conta e que faria um excelente trabalho com aquelas crianças em sua vida e não temos a menor dúvida disso. You girl mom!), não teve como não amar cada uma delas, por um motivo ou por outro e todos eles ligados a mitologia da série e da personagem. Verdade é que durante todos esses anos, nós torcemos por aquela mulher, que poderia não ser exatamente como muita gente imagina como o perfil ideal para se alcançar o sucesso (nos colocando automaticamente fora desse grupo, porque se não somos como ela, queremos alguém parecido, logo estamos fora dessa categoria tola) mas que nem por isso não esteve no caminho certo em busca de deixar a sua vida como ela gostaria, sem romantizar demais as coisas ou estabelecer um ideal difícil demais de se alcançar.

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E Liz Lemon conseguiu, com uma lista até que invejável de ex namorados para alguém considerada como uma loser (Sudeikis, Hamm, Damon, um dos ex prisioneiros de OZ – esse menos invejável – e por último, o prince Charming em pessoa, mas não o de OUAT, rs) e que já estava até se acostumando com a ideia de ficar sozinha para o resto da sua vida (batendo três vezes de medo e pavor, não que eu tenha medo, que sei que poderia muito bem me virar sozinho, mas também não quero isso pra mim. Knoc Knoc Knoc), com uma boa parcela de ajuda de crédito para o seu mentor durante toda essa jornada (Donaghy), encontramos a personagem no final da temporada exatamente onde ela gostaria de estar, em um cenário feliz só que bem pé no chão, apesar de extremamente bem sucedido e com uma trajetória invejável em termos de programas de TV. Mesmo para os fictícios, rs.

Liz é exatamente um modelo da personagem possível, aquela que poderia muito bem ser eu ou você. Sem contar que é importante ter de vez em quando, só para variar um pouquinho, alguém como modelo de sucesso fugindo totalmente de qualquer um dos padrões pré estabelecidos e mesmo assim, conseguindo chegar lá sem se perder no caminho (e quando eu digo me perder, eu não estou querendo dizer errar e sim ir perdendo a identidade e ou fundamento durante o percurso). E como eu disse, sem romantizar o caminho difícil que é alcançar qualquer coisa que você queira muito na vida (que raramente vai acontecer facilmente), mostrando os obstáculos e as dificuldades encontradas nele e tudo isso com bom humor, aprendendo a rir da própria desgraça, mas ao mesmo tempo se levando a sério, só não a sério demais para não perder a graça. Confesso que em todas essas resoluções para a personagem, acabei derramando pelo menos uma lágrima, que saía junto com aquele 1/2 sorriso, por vê-la conseguindo atingir todos os seus objetivos. Querendo ou não, nos sentimos um pouquinho projetados e realizados pela própria personagem, achando que pelo menos estamos no caminho certo.

E o series finale da série, apesar de extremamente simples (mas dá para entender o overrated devido a tudo que ele representou para os fãs da série), foi também um grande presente para todos os fãs que acompanharam a série ao longo desses anos todos, recheado de referências a sua mitologia e revisitas deliciosas, quase como se ele fosse montando a base de piadas internas que apenas quem assistiu tudo de 30 Rock seria capaz de entender. Tracy, Jenna, Pete, Kenneth, Jack, Liz e até o Lutz, todos encontraram o seu destino, alguns inclusive no futuro e ao som de “The Rural Juror”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Ai a gente lembra que 30 Rock chegou a TV na mesma época de Studio 60, que trazia uma história com assuntos semelhantes, embora tratados de uma outra forma pelo Aaron Sorkin (que inclusive já participou de 30 Rock), série que não conseguiu durar mais do que uma temporada, mesmo sendo excelente (aliás, recomendo que todos vejam Studio 60, que tem o Matthew Perry no seu único bom papel depois de Friends). Mas 30 Rock conseguiu seguir em frente, mesmo não sendo das séries de comédia mais fáceis se assistir para alguns, com o humor mas óbvio para uma maioria, que conseguiu manter suas referências sem exagerar na dose ou se tornar pedante demais, recheada de auto crítica e dedos apontados para a própria cara, além de alguns sempre apontando para a cara dos outros também, é claro. Uma série que teve excelentes participações ao longo dos anos (só nessa última temporada, tivemos o Bryan Cranston completamente maluco e o Steve Buscemi de crossdresser, só para vocês terem uma ideia)  e todo mundo que é legal esteve por lá (menos a Mindy, a Amy Poehler, Lena Dunham ou eu, rs) e quem não é muito legal também (Kim Kardashian, Kellan Lutz interpretando de forma vergonhosa o sobrinho do próprio Lutz) e fez os melhores episódios ao vivo da TV de todos os tempos, duas vezes para cada um deles, com piadas diferentes para a costa leste e oeste, para que todos tivessem a mesma experiência e a gente pudesse comprovar o quanto eles são bons, mesmo duas vezes seguidas.

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Assim nos despedimos de uma das melhores séries de comédia de todos os tempos, algo que talvez seja apenas o pontapé inicial para o fim de uma era na TV. Mas já estamos preparados para ver a Tina Fey em qualquer lugar, ler todos os seus livros e esperar o seu “Mean Moms” (para quem não sabe, o roteiro de “Mean Girls” é da Tina Fey), que eu aposto que ela planeja fazer depois daquele plot com as mães megabitches online criticando absurdos da postura uma da outra. Quem sabe?

De qualquer forma, foi ótimo poder comprovar que existem outros ótimos exemplos de sucesso dentro da TV e a Liz Lemon certamente está entre eles, que são poucos, mas que quando aparecem, acabam nos representando e muito bem. Série para fazer questão de se ter, rever e guardar em uma prateleira especial para sempre.

Obrigado Tina Fey. NERDS!

 

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A nossa lista “diferenciada” para o SAG Awards 2013

Janeiro 29, 2013

Resolvemos dar uma revolucionada na lista das premiações e por isso, resolvemos criar a nossa própria lista dos premiados no SAG Awards 2013, já que é tudo sempre a mesma coisa de sempre e estamos um tanto quanto cansados desse mesmismo.

ps: detestamos a palavra “diferenciada”. Sério. 

 

Melhor olhar para o horizonte da magia mágica

Cooper

Bradley Me Ame Me Adora Cooper. Sempre uma visão e nesse caso, observando uma visão divina qualquer.

Höy!

 

Melhor look da Tina Fey em red carpets desde sempre

Tina Fey

Tina Fey, que está numa ótima fase com a moda, não? (e essa semana termina 30 Rock. Tears)

Ela que sempre escolhe aquele volumão em uma área que ninguém jamais deveria escolher… (AKA retaguarda ou montanhas traseiras do sul)

Tá magronaa, tá gatona, tá gostosa, Tina!

 

Melhor apresentadora para se fazer dupla em noite de premiação

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Amy Poehler. Sério, não precisa nem dizer nada, basta observá-la ao lado de qualquer um, mesmo que esse qualquer um seja uma placa de madeira com uma carinha desenhada com giz de cera. (o que não é o caso do NPH, que fique bem claro)

(♥)

Melhor look dramático horrorendo que a Claire Danes deveria ter deixado trancado na CIA para todo o sempre

Claire Danes

Claire Danes, com esse Givenchy que ela deveria ter deixado preso na CIA e ter aparecido no SAG 2013 vestindo um de seus terninhos de Homeland, mesmo que fosse aquele meio cáqui… (tem um cáqui, não tem?)

Talvez a cara pálida demais, com o cabelo claro e o make escuro tenha contribuído ainda mais para esse desaste. Talvez…

 

Melhor dupla da revolução mágica da magia ruiva

Brody

Desse tipo de encontros, eu acho que merecia acontecer magicamente algum tipo de reprodução em massa caso alguém passasse com uma Fanta Laranja ao lado, só pela proximidade das magias raras. Sem mais.

Höy!²

ps: Julianne Moore, continua linda, com tudo em cima, mas não a ponto de investir nesse tipo de decote. Evite…

ps2: Brody com a mão na barriga e eu não vejo um laser vermelho refletindo no seu tux. E a America antiga se achando um país agora super seguro, sei…

 

Melhor pior chapinha quadrada da história cafona moderna

Nicole Kidman

Aí Nicole, tá ficando cada dia mais difícil lembrar que você já foi Satine na noite…

#CREDINCRUZ

 

Melhor pior cabelo, pior ainda do que o da própria Nicole Kidman, que nunca mais foi o mesmo

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Kaley Cuoco. Sério, eu gostaria de saber com o que a Kaley Cuoco estava na cabeça, literalmente, nessa noite, hein? #CREDINCRUZ

Estaria Penny perdendo seus cabelos assim como declarou recentemente a January Jones?

E essa camada generosíssima de make? Estaria Penny tão necessitada assim?

Será que ela também tem TOC e tem que bater com uma camada generosa de make três vezes na cara, assim como o Sheldon na sua porta?

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

 

Melhor acessório que não havíamos reparado ainda na fila da magia dos até então desconhecidos em noite de premiação

Good Wife

Julianna Margulies e o seu marido, Keith Lieberthal. Höy!

E quando a gente achava que não tinha muito o que aprender com a boa esposa (boazinha demais para o meu gosto, por isso não consegui gostar da série), vem ela e nos dá aquele tapa na cara no formato de um novo (bem novo) feitiço. PÁ!

 

Melhor prêmio odeio admitir mas a Amanda Seyfried estava sim maravileeeandra

Amanda Seyfried

Amanda Seyfried, que realmente estava maravileeeandra nesse marinho, apesar de reconhecer um certo nível de preguiça nesse cabelo ondulado todo de lado (que já estamos fartos!), que apesar de tudo, funcionou muito bem nesse caso.

Maravileeeandra, mas que em 2013 ela não esteja no elenco de 697 dos 597 filmes lançados ao longo do ano e ou nunca mais faça a filha da Meryl, porque achamos que ela não merece. AMÉM!

 

Melhor Dior para se evitar em noite que você tem alguma chance de sair como uma das vitoriosas da noite

J-Law

J-Law, que além de não ter feito a sua melhor escolha para a noite do SAG 2013 (porque esse Dior era bem do meio assim), ainda teve que amargar essa vergonha ao subir no palco, onde ela quase acabou pagando uma Katniss involuntariamente… (não consegui entender até agora o que aconteceu com o forro desse vestido. Teria ele partido, ou só subiu mesmo? A Dior disse que era assim mesmo, em duas partes, apesar do visível incidente… – pena que retiraram o vídeo do Youtube)

Ficamos morrendo de pena porque entendemos o drama dramático desse tipo de situação e temos pesadelos constantes com algo parecido, sempre! Que o espírito de Chanel nunca nos deixe passar por esse tipo de situação. #AMEM  (o meu mais constante é que eu saio de casa descalço ou com sapatos diferente em casa pé. Sério)

 

Melhor decote fundamento indeed da noite

Michelle Dockery

Michelle Dockery, provando que na terra da Rainha, elas também aprenderam algumas coisinhas, rs

Maravileeeandra, quase toda coberta e revelando apenas alguns detalhes. Coisa de mulher phina e que poucas entendem em noite de premiação.

 

Melhor date com quem a gente adoraria ter caminhando lindamente nesse red carpet e deitado com todas

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Justin Timberlake, que para tornar o momento mais especial, só mesmo se ele tivesse cantando e dançando ao som do seu novo single, “Suit & Tied”.

Rebolativo, no falsete e todo no plaid, seria algo imbatível por pelo menos duas gerações da magia. Höy!

(♥)

E esse foi o nosso SAG Awards 2013. Mas a verdadeira lista com os vencedores você também pode conferir a seguir:

 

Male actor in a supporting role

Tommy Lee Jones, Lincoln

Female actor in a supporting role

Anne Hathaway, Les Misérables

Cast in a motion picture

Argo

Male actor in a leading role

Daniel Day-Lewis, Lincoln

 Female actor in a leading role

Jennifer Lawrence, Silver Linings Playbook

Ensemble in a drama series

Downton Abbey

Ensemble in a comedy series

Modern Family

Male actor in a drama series

Bryan Cranston, Breaking Bad

Female actor in a drama series

Claire Danes, Homeland

Male actor in a comedy series

Alec Baldwin, 30 Rock

 Female actor in a comedy series

Tina Fey, 30 Rock

Male actor in a television movie or miniseries

Kevin Costner, Hatfields & McCoys

Female actor in a television movie or miniseries

Julianne Moore, Game Change

Stunt ensemble

Boardwalk Empire

 

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Confirmou! A lista dos vencedores da nossa premiação dos sonhos, o Golden Globes Awards 2013

Janeiro 14, 2013

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Premiação agora também conhecida como o dia em que a Tina Fey e a Amy Poehler dominaram a TV com o melhor do humor atualmente. Sério, não teve para mais ninguém, Liz Lemon e Leslie Knope estiveram naquele palco e não deixaram por menos. Elas dominaram tudo. TU-DO!  Portanto, todos ajeitando os decotes e ou as gravatas borboletas (segunda opção destinada especialmente para a Diane Keaton e a Ellen DeGeneres, dando aquela checada para ver se a fenda está no poder e direcionada para o ponto focal certo e de pé: CLAP CLAP CLAP! (em caixa alta, que é para fazer mais barulho)

Sério, fui dormir tão feliz, extremamente orgulhoso e por motivos dos mais variados e diferentes possíveis na noite de ontem, depois do Golden Globes, que consegui esquecer até toda e qualquer injustiça que tenha acontecido durante a premiação e é possível que eu tenha desenvolvido o meu próprio ovário + útero durante o meu sono da realização dessa noite. Sério, eu não estou brincando.

Piadas afiadíssimas que funcionaram perfeitamente dentro da intimidade de anos que uma tem com a outra e elas nunca estiveram tão naturais e ao mesmo tempo tão dentro dos seus próprios personagens em toda a história de suas vidas. Foi como um grande SNL antigo, sem a parte chata onde todo mundo tem que aparecer um pouquinho, rs. Só aquele discurso de abertura, merece ser visto 137 vezes em looping, onde é possível continuar rindo e muito, mesmo depois da 137 vez.

Sério, tem como se segurar na piadinha envolvendo a Kathryn Bigelow e o seu ex derrotado em um Oscar anterior por ela mesma, o James Camarão Azul? Não, não tem e se eu estivesse presente, teria rolado da mesa de Homeland até a do Tarantino, três vezes. (by the way Tina, dividimos o mesmo sentimento a respeito do assunto pesadelos sexuais + Tarantino)

Aliás, vale a pena usar esse momento para fazer uma pausa e avaliar a diferença entre tipos de humor que podem dizer muito a respeito de muita coisa. Reparem no discurso de abertura, na audiência, quem realmente estava se divertindo entre os convidados presentes naquelas mesas todas enquanto Tina e Amy entregavam o seu melhor em um verdadeiro bombardeio de bom humor inteligente sem ser pedante e ou exagerado e tão pouco apelativo. Basta um pouquinho de atenção para perceber que esses eram os mais inteligentes, bem humorados ou que nós gostamos mais desde sempre, fato. Robert Pattinson por exemplo, por quem nós nunca nos importamos muito, nesse momento, apareceu ao fundo, apático, se colocando de free drinks, naquela preguiça de sempre, sem prestar muita atenção em coisa alguma. Agora, reparem no vídeo abaixo, nesse outro momento que muita gente gostou durante a premiação (tisc tisc), com a dupla Wiig + Ferrell tentando, mas ficando para trás no quesito “nosso tipo de humor”. (AMO a Wiig, mas acho que ela merecia uma dupla melhor e talvez daqui uns anos, ela possa fazer um trio com certas duas aí. Eu diria que até que Fey e Poehler são as formandos do ano, enquanto Wiig ainda está na 7ª série, avançada, mas ainda na 7ª, da mesma escola pelo menos). E a cara do Tommy Lee Jones para esse momento pode provar essa teoria, rs.

E dizem que ambos da segunda dupla podem ser os apresentadores do Golden Globes no próximo ano. Começamos a rezar ou já deixamos o DVR programado na opção “corta o Will Ferrell”?

Enfim, fora isso tudo que não foi pouco, tivemos momentos excelentes, como o discurso inspiradíssimo da Jodie Foster, a homenageada da noite, que nunca esteve tão confortável e ou tão maravileeeandra, do alto dos seus 50 anos. Sério, that’s a woman! E a família ruiva dela toda presente? AMO/me passa esse contato Jodie, porque daqui uns anos, terei essa necessidade necessária. (se bem que, com meu novo ovário+útero em desenvolvimento, talvez u só precise mesmo é do contato do Fassbender… rs)

E como se tudo isso já não tivesse sido o suficiente, tivemos boas surpresas na lista de vencedores do Golden Globes 2013, que resolveu fugir bastante do óbvio e talvez nunca tenha provocado tanto o Oscar como fez dessa vez? Duvida? (para lembrar a lista completa de indicados com nossos comentários de sempre, veja aqui)

 

Filme – Drama: “Argo”

A surpresa da noite. Com grandes nomes na disputa, ficava difícil apostar em “Argo” do Ben Affleck, mesmo que ele tivesse feito por merecer. Mas não podemos nem dizer que esse foi o seu tapa na cara da sociedade das premiações americanas, porque esse não foi o seu único prêmio da noite e só faltou ganhar um para levar para o Samuel, porque temos certeza que seus dois prêmios terão donas ou protetoras mais do que especiais: Violet e Seraphina. (♥)

 

Atriz – Drama: Jessica Chastain – “A Hora Mais Escura”

Essa não foi uma grande surpresa e surpresos mesmo nós ficamos com a sua escolha para encarar essa noite de glória. Mas sobre isso falaremos depois… 

 

Ator – Drama: Daniel Day-Lewis – “Lincoln”

Só faltou os indicados levantarem a placa “Eu já sabia”. É, todo mundo já sabia e mesmo sem ter assistido ao filme é impossível não arriscar que deve ter sido muito merecido. (avaliando o que vimos com nossos próprios olhos dos teasers, trailes, imagens e comentários sobre, claro)

 

Filme – Comédia ou musical: “Os Miseráveis”

Feito exatamente para isso, Les Mis é o tipo de filme figurinha fácil nesse tipo de premiação. O que não tira o seu mérito, apesar de nos deixar com preguiça, um pouco, confesso… (mas super quero ver/chorar/cantar junto com todos eles, especialmente o Anne Hathaway)

 

Atriz – Comédia ou musical: Jennifer Lawrence – “O Lado Bom da Vida”

Yei! J-LAW! Super merecido. Ela que encara qualquer tipo de desafio com bastante dignidade e unfirah. Só acho um saco todo mundo ter que ficar esclarecendo que ela ganhou por esse filme e não pode “Hunger Games”, que segundo a Tina Fey, foi a dieta mágica que a fez entrar dentro daquele vestido, rs 

 

Ator – Comédia ou musical: Hugh Jackman – “Os Miseráveis”

Entendam, gosto de filmes épicos, feito para premiações, apesar de ter um pouco de preguiça. Mas ver o Hugh Jackman de outra forma, como não estamos acostumados a ver, também é muito bacana e por isso, merecido também. 

 

Animação: “Valente”

Apesar da represente da vez da magia ruiva não ter sido o meu preferido (mesmo pq, os dois que eu vi dentro da categoria não eram), é inegável que “Brave” com seus avanços, levou a animação para um outro nível. 

 

Filme estrangeiro: “Amor”

Todo mundo falando de “Amor”. Quero ver. Todo mundo quer ver. Onde será que vamos conseguir ver? Tem em VHS? Paolo?

 

Atriz coadjuvante: Anne Hathaway – “Os Miseráveis”

Oh Anne, como nós torcemos por você. Seu vestido não era dos melhores, nem o seu discurso foi, mas mesmo assim, a sua cara na platéia morrendo de rir de tudo e ou totalmente sem graça com a piadinha da Tina Fey sobre sua parceria como apresentadora do Oscar, foi algo sensacional. Valeu só por isso e pela Amy Poehler cantando “I Dreamed A Dream Da Da Ri Da”, rs

 

Ator Coadjuvante: Christoph Walts – “Django Livre”

Walts rouba a cena. Walts amedronta. Walts diverte. Walts é reconhecido a cada novo trabalho. Talvez Walts seja a nova Meryl Streep. Anotem…

 

Direção: Ben Affleck – “Argo”

POW! Esse sim, foi o tapa na cara de mão fechada e com anel caro de formatura na vida ou gangue na cara da sociedade dos votantes do Oscar. Não ganhou a sua indicação lá, mas por aqui, não só foi indicado como levou os dois prêmios do cinema mais importantes da noite. Suck it! Ps: talvez esteja passando da hora do Ben começar a acreditar que ele faz muito melhor uma coisa do que a outra, embora a sua carinha linda ficando escondida seja quase que um crime contra a sociedade da magia. Mas pense nisso, Ben, nos contentamos em vê-lo indo levar as meninas no colégio. Mas não se entregue aos donuts e comidas dos sets. 

 

Roteiro: Quentin Tarantino – “Django Livre”

AMO/queria conhecer o Tarantino para convencê-lo a dirigir o capítulo mais dramático e aterrorizante da história da minha vida. Aceitaria também ser o moço do cafezinho em qualquer um de seus filmes, de hoje e de ontem  caso a gente consiga aquele DeLorean ou aquela TARDIS emprestado. Não cobro cachê, mas não reclame caso objetos cênicos sumam misteriosamente do seu acervo, mas nada muito grande, no máximo uma “Pussy Wagon” e certa mala preta onde eu pretendo carregar certa peruca preta, um uniforme amarelo completo e um bastão. E sim, eu vivo de referências…

 

Trilha sonora: Mychael Danna – “As Aventuras de Pi”

Dizem que o filme é mais bonito do que qualquer outra coisa. Sabe diretor que se empolga com uma nova linguagem ou uma nova possibilidade de tecnologia? Essa é a minha sensação…

 

Canção original: “Skyfall” – “007 – Operação Skyfall

Impagável o ‘high five” da Adele para o 007 himself quando anunciado o seu prêmio. Foi quase melhor do que o 1/2 sorriso e o olho de cobra da cara de alface da Taylor Swift fazendo um giro completo de 360º de trás para frente, que segurou as lágrimas, mas talvez toda aquele líquido contido dentro dela tenha encontrado uma outra saída ao sul da mesma, de tanto ódio concentrado em um corpinho tão pequenininho e ao que tudo indica, sambado. Se solta Taylor, deixa o mundo conhecer quem você realmente é! Sua lista nós já bem conhecemos…

 

Série – drama: “Homeland”

OK, Homeland é tudo isso mesmo quando não é tudo isso, mas ela não foi a melhor série do ano. Teve seus momentos, mas nem de longe foi como foi no passado. Não, não foi. Sorry, mas aqui eu enxerguei uma injustiça. 

 

Atriz – série de drama: Claire Danes – “Homeland”

Se a série não mereceu ganhar como melhor drama, o mesmo nós não podemos dizer da Claire Danes, nunca, porque ela sempre faz por merecer. Sempre!

 

Ator – série de drama: Damian Lewis – “Homeland”

O mesmo vale para o Brody. E suas subidas no palco sempre valem um plus a mais para a divulgação do culto & adoração da magia ruiva. Höy!

 

Série – comédia ou musical: “Girls”

Há quem não ache Girls uma série engraçada, mas a assistindo pela segunda vez antes da premiere da nova temporada (que também foi ontem), eu posso garantir que quase nada na TV atualmente tem um humor tão bacana como Girls, por isso o prêmio foi mais do que merecido. Mas é outro tipo de humor, em um outro tipo de série, que nós ficamos mais do que felizes que tenha sido reconhecida. Clap Clap Clap!

 

Atriz – série de comédia ou musical: Lena Dunham – “Girls”

Meu grito mais alto da noite. AHHHHH! Lena Dunham com a sua estranheza (para alguns) e estando completamente fora de qualquer padrão (também para alguns, porque pra gente, ela é uma das mulheres mais interessantes a quem fomos apresentados recentemente. Höy!), ela representa um pouco de cada um de nós nessa fase da vida que não é nada do que nos foi prometido. Além disso, ela é ótima, inteligente, divertida, debochada e me faria um nerd feliz caso fosse a primeira celebridade a me responde no twitter. Sério, eu ficaria insuportável! Mais do que nunca. Tina, Amy, vocês já ganharam o melhor prêmio da noite como as donas da brincadeira toda, então, está declarado um empate de três das mulheres mais engraçadas ever. Me liguem, vamos fazer uma festa do pijama e depois sair para um brunch e falar bem e mal dos meninos. 

 

Ator – série de comédia ou musical: Don Cheadle – “House of Lies”

Barulho de grilos. Série que ninguém vê e  que achamos que já estava cancelada. A minha recomendação é que as próximas premiações incluam os prêmios de “dramédias”, “pedantes” e “séries que ninguém vê ou ouve falar” em suas próximas edições. Acho que seria mais justo. Gratô. 

 

Minissérie ou filme para a TV: “Game Change”

Todos amam. Ainda não vi pela temática. Mas vou ver, um dia… Quando é o próximo feriado prolongado mesmo?

 

Atriz – Minissérie ou filme para a TV: Juliane Moore – “Game Change”

E lá estava ela novamente, linda e ruiva. Höy!

 

Ator – Minissérie ou filme para a TV: Kevin Costner – “Hatfields & McCoys”

Kevin deveria ter cantado, porque, ô discursinho chato, hein? Mas ele é o Ben Affleck da sua geração, portanto, mais um tapa na cara. PÁ!

 

Atriz coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Maggie Smith – “Downton Abbey”

Maggie Smith merece todo e qualquer prêmio em forma de um feitiço. Até hoje, sonho com o dia em que ela chegará de surpresa em uma apresentação qualquer, aparatando herself live para todo o mundo #MUSERECLUSE

 

Ator coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Ed Harris – “Game Change”

Sempre digno.

 

E esses foram os resultados da nossa premiação dos sonhos. Será que algum canal de TV poderia comprar a ideia de deixar um estúdio live, 24 horas por dia, com um microfone aberto para a Tina Fey e a Amy Poehler falarem o que elas quiserem, como quiserem, quando quiserem? Seria a glória da TV. A volta dos anos dourados! Imaginem? Aliás, desde já, deixo o convite do meu casamento futuro e por enquanto imaginário, para as duas. Quero ambas fazendo discursos sensacionais de como nos conhecemos através da TV. Lena Dunham, você e todas as ghols estão convidadas também. E quem quiser ir, pode tentar uma carona no caminhão da Jodie Foster, que também já disse que vai.

ps: imaginem a fila de candidatos a novos BFFs na porta da casa da Amy Poehler e da Tina Fey, nesse exato momento. Se a gente ao menos soubesse onde será realizado esse casting… rs

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I do declare: a partir de hoje, essa é a minha cara de esnobada para a sociedade

Janeiro 11, 2013

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Sim, a partir desse momento com a Lena Dunham na premiere da aguardadíssima Season 2 de Girls (que estreia domingo, não percam!), eu declaro que essa é a minha cara oficial de esnobada para a sociedade.

Se alguém me cutucar na vida real, a partir de hoje eu só viro assim…

 

ps: acabei de achar uma forte semelhança entre a Lena, a Winona Ryder  e a Tina Fey e agora estou em uma crise feliz achando que eu tenho um tipo e que parte das mulheres que eu acho interessante atualmente, se parecem com elas, rs. Confirmou! (e eu tbm me pareço com elas. Pelo menos já fui chamado de Winona na noite e não porque eu tivesse pego algo que não era meu. Juro! – aquele que entrega uma vício, rs)

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The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

Fassy Gosling

Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

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Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

flynn

Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

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Disney-Funko-Pop

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Funko-Movie-Pop-Figuras-01

Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


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