Posts Tagged ‘Tom Hardy’

Porque nunca é um Tom Hardy correndo em nossa direção?

Fevereiro 27, 2014

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R: porque se fosse, seria colisão em chamas na certa com direito a faíscas de glitter e meteoritos de diamantes e magia. Höy! (e além da magia, a imagem foi tirada quando ele estava fazendo uma campanha super bacana para o Stand Up To Cancer)

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The Modern Guilt Awards 2013, o quinto ano do melhor prêmio de todos os prêmios

Janeiro 1, 2014

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E para quem achou que  esse ano não teríamos o já tão aguardado The Modern Guilt Awards, eis que surgimos não tão tradicionalmente assim e dessa vez no primeiro dia do ano, com mais uma edição do prêmio mais descaradamente roubado para quem a gente gosta de verdade. É isso mesmo, aqui trabalhamos com máfia, nos aceitem.

Novamente recheado de muito favoritismo favorito, opiniões super pessoais e uma disputa sempre muito acirrada e de vez em quando roubada descaradamente (categorias como Höy do ano são sempre uma pancadaria de magia na minha cabeça. Tenho até sonhos com essas batalhas, os quais, desde já eu agradeço a minha own imaginação, rs) e para essa quinta edição da nossa tradicional e aguardadíssima premiação, contamos novamente com a dupla Poehler Fey como apresentadoras oficiais (imaginárias, claro), elas que a gente gostaria que apresentassem todos os prêmios do universo, inclusive o bingo de fim de ano na casa da avó ou até mesmo as reuniões de condomínio. (mas imagem também o Seth MacFarlane fazendo alguns comentários entre um intervalo e outro em nossa premiação. Inclusive, imaginem 2 Seths, tipo os dois velhinhos que aparecem sempre nos Muppets, Statler e Waldorf)

Portanto, segurem a barra desse vestido branco assinado porém manchado com qualquer coisa que nós preferimos não revelar para evitar o constrangimento, parem de reclamar das barcas de oferenda sempre nada ecológicas e tão pouco biodegradáveis apenas por um instante (mas apenas por um instante, porque neam?), segurem na mão do boy magia mais próximo (nem que seja aquele poster do Dione Depp antigo pendurado dentro do armário) e se preparem, porque já vamos começar e vamos começar com os Muppets, é claro, porque tudo nessa vida deveria  começar com os Muppets. TU-DO!

 

Höy do ano> Justin Timberlake

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Esse ano, o Aaron Taylor-Johnson apareceu gigantão e nós AMAMOS, o Alexander Skarsgard apareceu mais sueco do que nunca, mesmo tendo feito essa aparição timidamente com a desculpa do “frio”, que nós preferimos acreditar do que aceitar qualquer tipo de “miúdos” como desculpa, o Peter Pacey desfilou sua magia por Sã Paula e nem sequer me esbarrou (#MÁGOAETERNADEQUEMNUNCAVAISEPERDOAR), tivemos shirtless aguardadíssimos e de surpresa do Chris Martin e do John Krasinski pelos quais seremos gratos por um bom tempo (até sair o próximo), redescobrimos o Theroux, o boy magia da Jennifer Aniston, tivemos também a redenção da magia do Waldau em GOT, o encontro da magia entre o Armie Hammer (que segurou um terno vermelho como poucos!) e o Dione Depp, o Michael Fassbender andou meio sumido, apesar de ter aparecido diabólico no trailer de “12 Years A Slave” e mesmo sendo o vilão pavoroso da vez, conseguiu nos despertar certos interesses ruivos recorrentes e o Ryan Gosling (que dizem que terminou de vez com a Pure Evil) resolveu se enfiar em um buraco obscuro qualquer (esperamos que não esse que estamos pensando) e até que andou meio que sumido também, não? Ahhh… e m 2013, descobrimos também a magia do Tom Hiddleston, que é ruivo, canta, dança, representa e enfeitiça. Höy!

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Mas a verdade precisa ser dita e quem realmente resolveu reaparecer em 2013 para roubar nossos corações foi uma #CRUSH antiga, dos nossos tempos de adolly que atende no falsete pelo nome de: Justin Timberlake. (#PANTSDOWN)

JT reapareceu e cantando, algo que a gente já estava morrendo de saudades e ainda chegou relaxado (com o picumã mais copiado de 2013), barbudo (barbas foram realmente muito importantes para a magia desse ano. E que continue assim em nome de todos os lenhadores do mundo!), cantando em falsete e requebrando aquele quadril como nenhum outro membro de qualquer boy band desse mundo, incluindo os Beatles, rs.  E ele não veio para brincadeira, porque lançou um dos álbuns mais comentados do ano em duas partes (de uma delas pelo menos nós falamos por aqui, e a outra preferimos evitar o constrangimento, if you know what i mean), foi em tudo quanto é programa de TV e fez algumas participações impagáveis, além de ter voltado no SNL como convidado especial e apresentação da noite no seu próprio programa. Howcooloisthat? (uma dos melhores momentos de 2013 foi ele anunciando ele mesmo no SNL) Até uma premiação da MTV em 2013 ele conseguiu nos fazer assistir até o fim (com interesse, apenas até a sua apresentação, claro), com a promessa (cumprida) de reaparecer ao lado dos seus ex parceiros de NSYNC, onde ficou bem claro o porque continuamos apaixonados apenas por ele de todos os outros em 2013. No dia seguinte, só se falava disso nas rodinhas dos bebedouros de todas as empresas com pelo menos 1/2 funcionário gay e ou 2 mulheres de bom gosto, rs.  Sem contar que ele ainda andou dando uma passadinha pelo Brasil, para um único e injusto show (injusto porque foi só um e eu não fui, claro), para nosso total desespero.

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Por todos esses motivos e pelo conjunto da obra da magia mágica atual e principalmente pela evolução do look jeans com jeans (nunca vamos esquecer aquele look horrorendo Justin. Nem de você, Britney) e cabelo de miojo platinado em 180 volumes, apesar de ter casado com aquela lá que escolheu um vestido rosa de debutante para o momento mais importante da história de inveja dos boys no falsete alheios (outro detalhe que jamais esqueceremos de sua mitologia, JT) é para o Justin Timberlake que gritamos com voz fina de adolly (porque nessa hora, o passado sempre volta e volta com força!) o nosso Höy mais sonoro do ano: HÖY!

Pergunta honesta de 2013: quantas vezes fomos pegos no Metrô cantando “Mirrors” fazendo biquinho e ou firulas de diva com as mãos, sonhando com um dueté ao lado do Mr JT? Eu, nunca. (mentira/todo dia)

 

Hecatombe da magia> David Beckham x 6

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Bem que eu gostaria de dar esse prêmio para o abraço que a gente adoraria dividir entre o Dione Depp e o Marcus Mumford e ou esse encontro entre o Bradley Cooper e o De Niro, mas fica difícil alguém conseguir superar o David Beckham multiplicado por 6 como o nosso Hecatombe da magia do ano de 2013.

É, realmente fica muito difícil. Höy!

 

Maravilinda do ano> Beyoncé

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Lembra quando a Beyoncé apareceu com seu real hair curto bem curto? Foi um drama!

Aí ela não passou muito tempo com aquela tragédia capilar e já foi logo tratando de arrumar perucas novas, porque é rica, claro e continuou criando lindamente sua Ivy Azul, passou pelo Brasil e dançou até funk e de quebra, perto de encerrar o ano, lançou um álbum na surdina, com 14 faixas de 17 vídeos (sensacional, do qual precisamos conversar a respeito), sem ninguém sequer achar que ela estava trabalhando em um projeto novo. Ou seja, tem como o prêmio de Maravilinda do ano não ser de uma mulher dourada como a Beyoncé?

Isso e o fato de que como em toda boa premiação que se preze, nós amamos valorizar uma mulher que se entrega ao personagem dessa forma, a ponto de raspar a cabeça e quase acabar com toda sua magia, rs

E no novo álbum, encontramos delícias como essa “Drunk In Love”, que ela canta ao lado do seu boy magia (não julguem…), Jay Z. (e eu AMO essa aqui também ó #AMAMOSESSETIPODECAFONICE)

 

Listen Up do ano: The National  – Trouble Will Find Me

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Durante boa parte desse ano, na minha nova aventura profissional, “Trouble Will Find Me” foi o meu mantra. Tinha até medo quando chegava nessa parte da música, porque vai que neam? (“Sea Of Love”).

Depois me apaixonei e “This Is The Last Time” e “My Girl” viraram as minhas preferidas (e eles ainda cantaram ambas em The Mindy Project, em um plot de casamento gay, ou seja, confirmou! Mindy deveria ser minha nova melhor amiga, só para constar e justificar todos os meus tweets e retweets para ela, rs). É, sou desse tipo de gente que sonhava em encontrar com o outro no elevador no momento exato em que uma dessas duas faixas estivessem tocando no meu iPod, algo que um dia até aconteceu, ainda não como eu esperava e não no elevador, mas tudo bem também. Humpf!

Voltando, antes disso estive viciado em “Don’t Swallow The Cap” e “Sea Of Love”. Mas a verdade é que o álbum é inteiro sensacional e certamente, o melhor de 2013. (pelo menos foi o que eu mais ouvi esse ano inteiro e continuo ouvindo)

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Por favor, alguém traga a banda esse ano para o Brasil e não esperem o Trouble Will Find Me fazer aniversário de 2 anos para isso, como sempre. Humpf!

(♥)

 

Popcorn do ano: Before Midnight

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Esse ano fui bem menos ao cinema por falta de tempo, mas se teve um filme que eu não poderia ter perdido por nada nesse mundo em 2013, esse foi “Before Midnight” e para ele, consegui escapar em um fim de tarde, dos mais importantes desse ano até então. (juro, cheguei de um ponto ao outro da cidade em 5, 4, 3, 2, 1!)

O terceiro encontro de Jesse e Celine, alguns dizem que o último deles, a conclusão dessa que é uma das minhas histórias de amor preferidas no cinema. O filme além de muito especial por tudo que já comentamos por aqui, aconteceu para mim em um momento também muito especial, que eu achei lindo que assim ficasse marcado na minha memória e história. (♥)

Por esse motivo e por todas as senhoras sexagenárias que me acompanharam naquela tarde deliciosa ao lado de Jesse e Celine (precisamos marcar aquele café, hein garotas?) e essa história de amor real e inspiradora (só acredito nesse tipo de amor, não adianta), nada foi mais especial no cinema em 2013 do que “Before Midnight”. NA-DA!

ps: assistam também os outros dois. E assistam também “2 Days In Paris”, da Julie Delpy. Sério, assistam e me digam se ela não sou eu?

 

Coffee and Tv do ano> Breaking Bad

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Sem a menor dúvida, Breaking Bad foi a série do ano. Com um encerramento fora do comum de tão bom, a história de WW encontrou o seu ponto final com um dos melhores e mais satisfatórios episódios finais da história da TV.

Impossível não se emocionar e ou achar que o Bryan Cranston acompanhado do Aaron Paul mereçam todo e qualquer prêmio por suas atuações deliciosas a frente desses dois personagens. O mesmo vale para toda a série, que conseguiu durar 5 temporadas (com a última delas sendo arrastada por mais um ano, um costume covarde do AMC. Repito: COVARDE!) mantendo o mesmo nível de excelência do começo ao fim. Que delícia de série. DELÍCIA!

Clap Clap Clap, de pé!

 

Guilty Pleasure  + Euri do ano:  The Mindy Project

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Sério, de tudo o que eu vi esse ano na TV, além da triste decadência de Parks And Recreation, Rasing Hope se encontrar presa na fórmula “Burtinia”, esquecendo de criar a própria Hope e Modern Family se mantendo como uma comédia corretíssima porém continuando a se repetir, The Mindy Project foi o que mais me divertiu com prazer durante a sua atual Season 2 (que nem acabou ainda, mas já estou apaixonadíssimo). Assumo.

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Além de inúmeras participações, como a do próprio The National, nosso listen up do ano, a série só tem melhorado e conseguido construir os melhores e mais adoráveis personagens masculinos da TV atual. E a própria Mindy continua ótima, representando exatamente o tipo de gente maluca que nós conhecemos bem quando simplesmente olhamos no espelho e ou apontamos o dedo para nós mesmos. (falando por mim e certamente para alguns de vocês que conseguem acompanhar minha mente confusa)

Como se todos os motivos acima já não fossem o suficiente para que The Mindy Project se tornasse o nosso Guilty Pleasure do ano, ela ainda é do tipo de série que nos entrega esse tipo de presente aqui ó:

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

(R: não, não tem. ♥ #PLIM)

 

Especial mais especial do ano: The Day Of The Doctor

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Porque uma série comemorar 50 anos realmente não é para qualquer uma e a experiência de ter dividido uma data tão especial no cinema, em 3D e em real time com a terra da rainha, foi algo realmente muito especial.

E mais especial do que isso só mesmo a interação de todos os whovians presentes no cinema naquele dia, algo que acabou sendo uma grata surpresa. Eu diria até que emocionante, de verdade.

Esperamos ter mais motivos para encontrar com o Doutor no cinema daqui para frente. (e sim, eu já assisti o especial de Natal desse ano, aquele com a despedida do Matt Smith e para isso eu confesso que precisarei de mais tempo para dividir com vocês esse momento particularmente difícil para mim)

 

Maratona do coração do ano> My Mad Fat Diary

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Esse ano eu realmente não consegui encontrar tempo para grandes maratonas. Ainda me devo assistir Merlin, Luther e até as novas Orange Is The New Black, House of Cards (essas primeiras todas disponíveis no Netflix, meu novo melhor amigo) e Masters of Sex, eu ainda não consegui dar conta de assistir. Mas estão todas na fila de resoluções para 2014. Vamos acreditar, que vai dar certo!

Mas consegui tempo para uma maratona rapidinha de My Mad Fat Diary, uma comédia inglesa sobre uma garota bem acima do peso vivendo nos anos 90, daquelas do tipo que você não pode deixar de assistir (ainda mais sendo tão curtinha como todas as inglesas. Espero que essa constante não se repita quando o assunto for “os ingleses”, rs. Sorry, não consegui resistir…), tendo você sido ou não alguém no grunge dos 90’s (até hoje tenho o Kurt Cobain como referência de magia adolly, não adianta). Da trilha antiga que vai te trazer lembranças à mitologia de uma história dura, porém extremamente foufa e muito bem humorada, tudo é muito especial na série inglesa, mas talvez o seu forte mesmo seja sua personagem principal, que é absolutamente deliciosa!

 

Larguei e não volto mais do ano> Várias

Por falta de tempo, coragem e ou por me amar demais para continuar me torturando com torturas torturantes, em 2013 eu abandonei:

JESSICA CAPSHAW, SARA RAMIREZ

Greysa, porque eu não consigo me importar com mais nenhuma daquelas pessoas (e os plots todos também não estavam ajudando em nada) e tenho quase certeza de que quem eu ainda gosto, provavelmente vai continuar bem e ou acabará morto em um acidente idiota qualquer, então… nem ligo mais.

E sério que alguém consegue suportar esse casal?

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Once Upon A Time, que ficou infantil demais, bobinha demais, chatinha demais. É, já deu, por isso nem vi nada da Season 3. Sem culpa, apesar de sentir falta da magia do Charming e ou do Gancho de vez em quando, que eu mato saudade olhando para os meus adesivos do GetGlue, que foi outra coisa que eu abandonei esse ano, uma vez que agora eles disseram que não vão mais enviar os stickers para as nossas casas. Sacanagem!

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Awkward talvez eu ainda retome um dia que eu não queira pensar muito e ou estiver passando na TV, mas fato é que a Jenna andou ficando insuportável do tipo que você passa a torcer para perder todos os boys, a família e o emprego na TV também.

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Outra que andou em perigo em minha watchlist foi The Walking Dead, que beirou o insuportável ao longo dessa primeira metade da Season 4. Se não melhorar e muito durante a sua segunda parte, eu não volto mais e está decidido! Mas tem que melhorar muito mesmo.

Pausa para mais um musical, dessa vez com o HAIM, as irmãs que a gente gostaria que fossem as nossas irmãs nem que fosse apenas para herdar a cabeleira (e as roupas), com “Falling”.

 

Foufurice do ano> Flynn Bloom

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Apesar do Tom Hardy ter se esforçado bastante ao lado desse cachorrinho super foufo para tirar aquela imagem de vilão do seu Bane…

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… e até mesmo tenha pedido o reforço de um little Bane para tal tentativa desesperada…

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… novamente, nada foi mais foufo e adorável esse ano do que continuar acompanhando o Flynn Bloom e seus passeios ao lado da família, que foram muitos e um mais foufo do que o outro…

Orlando Bloom

… e pra mim, a imagem acima resume tudo o que poderia ter acontecido de mais foufo no mundo durante o ano de 2013. Isso e o BatKid, claro.

 

Da série casais que nós mais amamos em 2013> Peter Pacey + Diane Kruger

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Sorry, mas sou super tendencioso quando o assunto são esses dois por aqui.

(♥)

 

Aproveitando o momento, acho que podemos fazer uma pausa para ouvir o The National cantando “My Girl”, não?

 

A ruiva mais ruiva que deitou com toda e qualquer ruiva do ano> A filha da Julianne Moore

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Sério, quem é que depois dessa imagem não correu para um santo qualquer e pediu uma filha com exatamente esse tom de ruivo? QUEM?

Porque se nossas chances com o Fassbender, o Hiddleston e ou o Prince Harry não fizerem efeito, o negócio é mesmo apelar para um santo qualquer.

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano: Funko + Lego

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Porque a minha vontade é de trabalhar a troco das duas coisas. Sério, vou incluir essa opção no meu próximo contrato…

 

Vício do ano> Dumb Ways To Die

Eu sei que o jogo não é nenhuma novidade, mas é super foufo, tem esse vídeo delicioso e é altamente viciante. ALTAMENTE!

Acreditem ou não, ainda nem tenho todas as criaturas, mas já estou bem perto de.

 

Eu sou ricah do ano> Gwen Stefani vs Katy Perry

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Porque é sempre bom ver alguém com quase nada de esforço deixando alguém que visivelmente tem se esforçado muito tanto para tentar se manter tanto quando do lado errado da coisa com a cara no chão, como aconteceu no dia desse encontro entre a Gwen Stefani e a Katy Perry, que quase sumiu diante de tanta magia entre a década de 90/2000 e até hoje.

VRÁAA!

#OFUSCADA

 

Capa do ano: Alexander Skarsgard para a sueca Man Of The World Issue 3

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Porque se suas partes ao sul não ficaram em chamas após bater o olho nessa imagem, você certamente se encontra com sérios problemas (ou talvez apenas pertença a um outro target, porque nem todo mundo é perfeito, não é memo? rs)

Höy!

 

Catwalk do ano> Romeo Beckham para a Burberry

Esse ano, o mundo da moda andou meio assim, a ponto da gente não conseguir lembrar de muita coisa bacana além da dança das cadeiras de sempre. Humpf!

Mas o que rolou mesmo de bacana esse ano (e que nos fez sentirmos mais velhos, fato) foi o Romeo Beckham estreando lindamente na Burberry ao som de Tom Odell.

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E mais tarde, ainda tivemos a Harper conseguindo o fato de roubar um sorriso do Diabo herself. #TEMCOMONAOAMAR?

ps: tivemos também esse documentário aqui, que é bem bacana e pode te fazer pensar sobre o assunto…

 

Post do ♥> A minha culpa moderna

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Esse ano, conversamos menos por aqui, principalmente nesse segundo semestre, eu reconheço.

Em um momento de dúvida e completamente dividido entre a falta de tempo e a falta que eu sei que tudo isso aqui iria me fazer, incluindo conversar com vocês nos comentários, resolvi ser honesto e fazer esse post fazendo uma mea culpa moderna.

O resultado? Um monte de carinho que eu recebi de alguns de vocês e por isso, novamente: THNKS (♥)

 

Trucão do ano> o namoro não namoro mas namoro da Smiley Cyrus e o Liam Hemsworth

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Juntos, separados, juntos novamente. Antes de usar biquini cavado e se esfregar em ursos de pelúcia e bonecas pavorosas, Smiley bem que insistiu em tentar salvar o seu NOIVADO, circulando uma vez a cada 3 meses ao lado do seu até então NOIVO para a sociedade, ele que sempre fez questão de aparecer sorridente e ou muito feliz de estar cumprindo esse possível contrato ao seu lado.

E nesse caso, a leitura corporal (dele) sempre nos deixou fortes indícios de que essa relação estava muito bem… perto de acabar.

Sério que alguém acreditou?

 

Toda cagada do ano: Smiley Cyrus

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Acho que não precisamos nem falar muita coisa porque só essas poucas imagens acima reunidas são todas auto explicativas a ponto do nosso silêncio e preguiça se tornarem nossa maior arma nesse momento. ZzZZZ

Mas enfim, Miley conseguiu aparecer, feia, mas conseguiu.

#NAOTABOMNAO

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E essa foi mais uma edição do melhor prêmio de todos os tempos, o The Modern Guilt Awards. E para você que não dormiu até aqui, voltamos oficialmente a partir de 06/01. Smacks!

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Dá para acreditar que esse 1/2 sorriso super foufo foi capaz de destruir Gotham daquele jeito?

Junho 14, 2013

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Não, não dá, rs. Höy!

E o Tom Hardy é o tipo de boy magia que a gente consegue ignorar qualquer colar de bicheiro meio assim + o combo motoboy dos óculos escuros por cima do boné. Basta concentrar no sotaque e na magia rústica. (seja forte!)

Quer dizer, relevamos porque consideramos o custo benefício das nossas fantasias, claro.

E quem é capaz de dizer um “#NAOTABOMNAO”, mesmo não estando bom não, quando nos deparamos com essas tattoos todas semi aparecendo no combo com direito a 1/2 sorriso e tudo mais?

(silêncio…)

 

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Bane vs Little Bane

Abril 9, 2013

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Como se não bastasse o Tom Hardy estar encantando todos nós diariamente no set do seu novo filme, aparecendo sempre acompanhado de um cachorrinho super foufo, um dia desses, durante os intervalos de gravação do longa, o ator foi surpreendido por esse garotinho que apareceu vestido de Bane. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E #TEMCOMONAOAMAR mais ainda que na hora da foto, ambos escolheram fazer a pose oficial de Ryan Gosling?

Não, não tem, para ambas as perguntas. (♥)

 

ps: would you marry me , Hardy? (que traduzindo pode significar algo que talvez seja considerado impróprio para a classificação do blog, rs)

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OK, vamos parar de postar imagens do Tom Hardy sendo adorável com filhotes

Abril 4, 2013

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Mentira. Isso só vai acontecer caso ele deixe de ser completamente adorável com filhotes (e além de tudo ele tem um histórico adorkable com cachorros, só para constar). Gratô.

#TEMCOMONAOAMAR?

 

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A prova viva em formato de foufurice de que os brutos também amam

Março 28, 2013

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Sério, não estou conseguindo me controlar com o Bane e todo esse #CACHORRISMO no set do seu novo filme.

E a cara de piedade piedosa dele e do cachorro que é praticamente a mesma?

Ahhh, essa nossa queda por vilões… Höy!

#TEMCOMONAOAMAR

Norman Reedus

E o Norman Reedus, que depois do último episódio de The Walking Dead, bem que estava precisando de um alívio na foufurice foufa. (aliás, estou gostando de ver o seu Daryl aparecendo cada vez mais na série)

Viram? A prova viva no formato de foufurice de que até mesmo os brutos também amam.

#TEMCOMONAOAMAR?²

#CACHORRISMO

 

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Eu sabia que bem lá no fundo, Bane era apenas um grandalhão sensível e adorkable…

Março 12, 2013

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… ele que em “The Dark Knight Rises”  escolheu o caminho das sombras (apesar de que…), mas que na vida real é essa pessoa foufa e adorkable que beija animais no meio do dia com essa cara de quem vive em um comercial de Kleenex. (só eu me imagino fazendo aquele cafuné, #TODAVEZ?) Höy!

Tudo bem que o Tom Hardy estava no set do seu novo filme, a trabalho, mas vocês entenderam o que eu quis dizer e ou fantasiar…

#TEMCOMONAOAMAR?

Não, não tem. (♥)

 

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The Dark Knight Rises – O dia em que nos tornamos muito mais exigentes a respeito de qualquer próximo filme do gênero

Agosto 3, 2012

O dia em que o Christopher Nolan destruiu todo e qualquer filme de super-herói que já existiu e nos tornou um público muito mais exigente dentro desse universo.

2h45 minutos de filme que se passaram sem o menor sofrimento. Pior, 2h45 minutos de um filme que a gente suportava assistir o dobro, na sequência, sem reclamar.

Saí do cinema cambaleando das pernas (provavelmente pq elas estavam dormentes por sua longa duração, rs), com a cabeça cheia de ideias sobre tudo o que eu queria dizer por aqui sobre o melhor filme do gênero que eu já havia visto na minha vida. Não, eu não sou um dos mais entusiasmados a respeito do Batman enquanto herói dos quadrinhos, embora reconheça que os seus filmes são sempre bem bacanas (até quando não são). Mas mesmo com essa vontade imensa de comentar, de falar a respeito de tudo que eu tinha acabado de assistir, fiquei lá, sentado na minha poltrona até os créditos finais, sendo a última pessoa a sair da sala. Talvez por ainda estar em estado de êxtase de como aquela história encontrou brilhantemente o final perfeito para o seu encerramento, ou talvez porque naquele momento, essa era a forma que eu tinha de agradecer a quem trabalhou naquela produção primorosa do começo ao fim. (sim, eu sou desses que muitos acham ridículos, podem me julgar que hoje eu nem ligo…)

Mas cá estou eu, ainda incrédulo sobre tudo o que eu acabei de ver na última segunda (já fui do tipo que tinha que ver tudo ainda na pré-estréia, que é sempre muito cheia, meio tumultuada e por isso, hoje já não tenho mais tanta pressa assim), meio eufórico tentando lembrar de tudo que eu achei importante nessa obra e me encontrando assim, quase que sem palavras para começar esse post.

Por isso resolvi começar agradecendo ao próprio Christopher Nolan pelo final dessa trilogia, que realmente com o tempo só melhorou, mas que agora chegava ao momento do seu aguardado encerramento, em um dos finais mais sensacionais de todos os tempos. Corajoso (talvez esse seja o maior adjetivo de TDKR), sombrio, difícil, emocionante, tudo ao mesmo tempo e no mesmo combo. Que trabalho sensacional conseguiu realizar esse diretor a frente desses três grandes filmes, sendo esse terceiro muito maior do que o que ele já havia feito antes também muito bem. “The Dark Knight Rises” não é só mais um grande filme, ele é imenso! Clap Clap Clap! (de pé, por favor)

Um filme corajoso o suficiente para enterrar o grande herói de Gotham City. Em uma discussão calorosa entre amigos no passado, cheguei a comentar que esse seria o caminho perfeito para encerrar essa história, do qual eu suspeitava que fosse a intenção do diretor, mas é óbvio que fui desacreditado logo de cara por fãs mais animados, do tipo que se enfiam de cara no meio dos quadrinhos mas que não conseguem enxergar além do que está escrito naquelas páginas de uma história já tão conhecida por todos nós. Diziam eles “Imagina, o Batman não pode morrer! Até parece…Nunca, jamais!”. Fazer o que se nem todo mundo consegue entender o que não é literal?(suck it!) E foi delicioso poder dizer que “Confirmou” de boca cheia, que a minha intuição estava certa a respeito do destino do Cavaleiro das Trevas.

Apesar disso, em nada essa intuição conseguiu prejudicar as surpresas escondidas em “The Dark Knight Rises” (não, eu não leio spoilers e os evito ao máximo), que quando não estavam na história absurdamente muito bem contada, estavam nas imagens sensacionais que o diretor nos emprestou do seu olhar para a forma como ele gostaria de enterrar essa história de uma vez por todas (para ele). A beleza do longa é inegável e vai além dos efeitos ultra modernos de filmes do gênero que temos visto por aí nos últimos anos e o que diferencia o Batman (a trilogia) dos demais heróis sem a menor dúvida é exatamente esse estilo que vem junto com o homem ao seu comando dessa vez, com a identidade do próprio Christopher Nolan, que ele empresta com gentileza para o universo do personagem e que é muito mais do que bem vinda.

Um diretor alinhadíssimo como parece ser Nolan, só poderia nos entregar um presente para os olhos como TDKR. Tudo parece perfeito (mesmo quando não tão perfeito assim, como a bomba sendo carregada pela cidade, por exemplo…) e até nas cenas grandiosas de destruição é possível encontar alguma beleza escondida em meio ao caos. Depois de “Inception”, tinha certeza de que algo por aí viria dessa vez e não deu outra. Planos do alto da cidade capazes de deixar qualquer um com vertigens, paisagens lindissimas de uma Gotham City passando por diferentes estações do ano, mas tudo com um ar “sombrio” que combina perfeitamente com o mood do herói da vez.

Mas não esqueçamos que esse é um filme de menino, feito por um menino e é claro que em algum momento isso teria que ficar mais do que evidente. E isso acontece quando ganhamos a reunião dos brinquedinhos do homem morcego, com seu batmóvel com cara de tanque de guerra voltando para a cena, ou sua moto pesadíssima, com rodas largas e habilidades que até o maior dos morcegos duvida. E para coroar a reunião desses brinquedinhos de meninos, temos a novidade que vem direto dos céus, o “The Bat”, que é a nave de batalha que Bruce Wayne ganhou de presente de despedida da sua parte herói. Tão pesado quanto a soma dos outros dois veículos que conhecemos dessa nova fase do personagem, mas sua presença é justificada porque além de ser sempre um plot certo nas rodinhas dos meninos quando o assunto é o Batman, eles que são os mais entusiasmados nesse departamento (eu sou sempre exceção), o “The Bat” ainda acabou sendo parte fundamental para a resolução dessa história e por isso até mesmo essa “grosseria” em meio a todo aquele alinhamento da direção do Nolan, a gente acaba perdoando.

E agora chegou a hora de falar dele: Bruce Wayne, também conhecido como Batman e vivido lindamente nessa trilogia pelo ator Christian Bale. Primeiro que eu achei ótima a trajetória do personagem durante o longa, que foi do bilionário depressivo depois dos acontecimentos em “The Dark Knight” (detalhe que eu achei mais do que importante e que me pareceu ter a intenção de ser mais “respeitoso” do que qualquer outra coisa, o que eu achei bem sensível por parte deles) trancado em sua mansão sem ter a menor vontade de manter contato com o mundo exterior por um bom tempo, até o seu despertar, que acaba acontecendo após o seu primeiro encontro com a talentosa e criminosa Selina (sim, ela não é chamada por seu nickname no longa), para a alegria do seu fiel amigo Alfred (Michael Caine), que não aguentava mais ver o amigo naquela situação. Alfred que ao lado de Bruce sempre manteve uma relação de pai e filho que ambos nutriram por tanto tempo, mas que acabou sendo quebrada pelo fato do empregado achar que Wayne já havia cumprido o seu papel em Gotham e que agora estava na hora dele se focar nele mesmo e para isso, quase que em um ato de desespero, descrente de que Bruce sobreviveria por muito tempo dentro daquele uniforme novamente, acabou usando a sua cartada final para tentar convencê-lo a desistir do seu ato heroico, o que talvez ele tenha feito cedo demais.

Perdendo Alfred, Bruce teve que se preocupar pela primeira vez em sua vida a atender a porta de casa, ou sair e lembrar de levar a chave de casa, coisa que antes não fazia parte da sua realidade burguesa. E logo no momento em que ele estava pronto para recomeçar, perdia aquele que sempre esteve por perto e talvez fosse o único a sua volta que ainda torcesse para o seu final feliz como um homem comum e realizado em todas as áreas. O mundo precisa de um herói, sempre vai precisar, mas será que um homem comum, sem poderes extraordinários e apenas um cofre cheio de dinheiro está preparado para ser o Batman para sempre? Chega a ser poético pensar que sim, mas talvez a ideia aqui seja a de nos colocar com os pés mais no chão, no lugar de um homem comum como eu ou vc.

Nesse meio tempo, Wayne acaba encantado e divido por duas garotas, claro. Uma delas tem traços visíveis de mocinha na trama,  Miranda, que divide uma história muito parecida com a do personagem principal e é interpretada contidamente pela atriz Marion Cottilard. Uma personagem meio “distante”, até mesmo de uma primeira impressão de menor importância e que ao longo do filme não diz muito a que veio, a não ser quando solicitada. A outra é a bandida, aquela que não segue regras e não pretende se apegar a nada, nem a ninguém. Quer dizer, não sem antes se apaixonar perdidamente por alguém ou resolver suas questões com a justiça, que segundo sua vida de ladra profissional, não devem ser poucas. Essa é a Selina (Catwoman) da Anne Hathaway, que no longa ironicamente não chega nem a receber o nome pelo qual ela se tornou mais conhecida. Uma personagem que quase rouba a cena nessa disputa de tantos grandes nomes. Uma mulher que vai da fragilidade feminina a uma loucura totalmente descontrolada em questão de segundos, que não transmite a menor confiança na sua fala doce, mas que certamente lhe faria perder as calças num piscar de olhos. Ou melhor, com um único miado. (meow!)

Uma personagem que estava merecendo essa volta por cima depois do fiasco da outra Catwoman, daquela que nós sabemos bem quem (não gosto nem de lembrar…) e ninguém melhor do que a própria Anne em parceria com Nolan para trazer de volta uma dignidade que havia se perdido em um passado recente. Ela que já disso que até encararia um spin-off para a sua personagem, mas só se ele a dirigisse novamente, o que não parece ser de seu interesse, pelo menos por enquanto. E essa é a sensação maior de TDKR, que parece mesmo ser uma grande despedida do diretor para todo esse universo, embora ele bem que tenha deixado no ar algumas possibilidades para reviver essa história e quem sabe assim matar a saudade quando ela apertar.

E o que o Batman fez de errado nessa primeira parte do filme foi exatamente depositar a sua confiança naquela mulher que o fascinava, mais que ao mesmo tempo ele pouco conhecia ou sabia das suas reais intenções. Tudo bem que nessa hora ele foi bem inocente, porque todo mundo sabe que não devemos confiar em uma mulher que já trabalhou para o diabo. Mas tudo bem, talvez o nosso herói seja mesmo um homem ocupado, sem tempo para o entretenimento (sorry, não resisti a piada). E foi assim que o herói ganhou a sua segunda queda no filme (segunda porque ele já começa no chão), sendo entregue de bandeja por sua “parceira” como presente para o seu grande inimigo da vez que enquanto tudo isso acontecia, já aterrorizava a cidade de Gotham. Bane.

Grande inimigo nada, gigantesco! É quase inacreditável o que conseguiram fazer com o Tom Hardy em TDKR, onde o cara esta quase irreconhecível. E depois de um vilão como o inesquecível The Joker do Heath Ledger (de quem a gente vai sentir saudade para sempre e talvez nunca seja possível esquecer o que ele conseguiu fazer com aquele personagem), seria impossível que a gente aceitasse qualquer coisa dessa vez e tinha que ser um novo vilão pelo menos a altura do anterior. Tudo bem que já conhecendo o trabalho do ator eu até desconfiava que viria coisa boa pela frente também nesse sentido, mas não consegui imaginar o quão bom isso acabaria sendo na prática. Bane é um vilão atípico, apesar do seu grande nível de maldade comum a quase todo vilão. Sai o maluco vestido de palhaço, aquele que escolheu o caos para viver e chega o momento da entrada do gigante mascarado, aquele que cresceu na escuridão da prisão e se tornou um idealista do tipo bem fácil de ser encontrado no mundo real de todos nós, ultrapassando as barreiras dos limites das páginas dos quadrinhos.

Sua proposta era a de causar uma revolução em Gotham e escondido na sua intenção de levar a igualdade e o seu próprio senso de justiça para os 99% da população, estava a sua intenção de aterrorizar o mundo de forma cruel e sem vergonha, exibindo corpos enforcados na TV, declarando sentenças de mortes ou o exílio para quem não se adequasse ao seu novo sistema, o que no seu mandato, era tudo praticamente a mesma coisa. E mesmo sendo um tanto quanto prejudicado por sua máscara, Tom Hardy esteve tão sensacional quanto o vilão anterior, mas isso muito mais pelo seu plano genialmente arquitetado para colocar sua revolução em prática, do que por qualquer outra coisa, isso é verdade. Uma plano perfeito e pronto para destruir aquela cidade, colocando toda a polícia presa no esgoto e impossibilitada de agir, se apoderando dos brinquedos do próprio Batman para colocar o seu plano em andamento e ainda convocando um exército de injustiçados no meio das pessoas comuns e entre os presos durante o mandado de Harvey Dent, que ele libertou da cadeia para se juntarem ao seu exército, que embora menor, era totalmente sem escrúpulos e disposto a tudo em nome de uma ideologia. Qualquer semelhança com a vida real nesse caso não deve ser mera coincidência.

Bane é o vilão possível, que saiu dos quadrinhos e chegou ao mundo real, que todos nós já vimos um dia e de forma bem semelhante, seja de perto ou de longe e morremos de medo de pensar que ele não é o único dentro dessa ou daquela ideologia disposto a tudo. Suas habilidades dependem do seu físico, seus planos dependem única e exclusivamente da sua inteligência, que foi capaz de deixar até mesmo um homem como Bruce Wayne a beira da falência, tudo com um golpe muito bem planejado e escondido em diversos outros interesses.

E era visível a diferença dele ao lado do Batman, que ficou pequeno naquela disputa de homem a homem, sem armas, gadgets ou qualquer coisa do tipo, onde observamos o herói apanhando como nunca e já não estando lá essas coisas depois de inúmeras lesões que acumulou ao longo de todo esse tempo. Por isso não foi difícil para o vilão superá-lo e bastou um primeiro encontro entre eles para que Bane praticamente quebrasse o herói ao meio, literalmente, jogando o que restou dele na pior prisão do mundo, que além de tudo, guardava uma certa semelhança com o seu trauma antigo e de onde ele ainda teria que penar para conseguir sair, enquanto assistia as barbaridades que o seu adversário da vez estava disposto a colocar em prática usando aquilo que um dia já foi seu recurso.

Nessa hora, quando vimos a queda de um dos mitos da nossa geração, foi importante ver que aquele era uma homem real, que apesar da pose e status de herói, não passava de um endinheirado cheio de gadgets de última geração e muito dinheiro no seu cofre. Mas a segurança de todo mundo está além disso e uma hora seria provável que o Batman acabasse enfrentando um inimigo mais forte do que ele, que pensasse adiante, um cara que frequentou a mesma escola que ele no passado (ligando muito bem as histórias entre os três filmes nessa hora, diga-se de passagem) e que com os aliados certos, conseguiu declarar a sentença de morte do cavaleiro das trevas sem precisar fazer muito esforço.

E foi muito bacana poder ver a Selina Kyle visivelmente arrependida assim que entregou a cabeça do Batman para o Bane, ainda sem saber que ele e o Bruce Wayne por quem ela já havia tido uma queda, eram a mesma pessoa. E foi mais bacana ainda ver o herói totalmente sem forças, precisando de tempo para se recuperar, como uma pessoa “comum”, longe dos seus recursos, sem o Alfred para cuidar dos seus ferimentos e de tudo ao seu redor, preso a uma prisão em formato de poço que rezava a lenda que apenas uma pessoa teria sido capaz de sair em toda a sua história. Naquele momento, Bruce Wayne voltou a ser um homem comum, que precisava encontrar o herói dentro dele de verdade, algo que ele havia perdido com o tempo e isso usando apenas a sua própria força, enquanto observava de longe sua cidade sendo derrubada pelo terrorismo e com o uso dos seus próprios brinquedinhos.

Naquele momento, tivemos a reconstrução de um herói realizada com maestria, onde foi preciso esquecer tudo o que aprendemos sobre um herói nunca ter medo de nada e ser um homem destemido por exemplo, que era exatamente o contrário do que ele precisava sentir naquele momento para que o fizesse ser capaz de sair daquele buraco infernal, onde era tratado com o mínimo, mas pelas pessoas certas, para a sua sorte. Ainda vivendo o seu pior pesadelo, Wayne acabou tomando conhecimento da história do Bane, conhecendo um pouco do que ele acreditava ser a sua mitologia, onde ele chegou a conclusão de que o seu adversário seria o tal único que foi capaz de sair daquele lugar como rezava a lenda, além de encontrar o que ele achou ser verdade sobre as origens do vilão, vindo diretamente de alguém que já lhe foi bem próximo lá no começo de tudo.

Amarrações perfeitas que completam essa história e que só fizeram deixá-la ainda mais interessante e muito bem explicada (sem ser muito didática e chata, sabe?), fazendo aquela conexão entre os outros dois pontos dessa nova trilogia. Nessa hora, vale até a pena reviver um pouco dessa história, que pode ser algo importante para colaborar com a nossa memória que costuma ser fraca nessas horas. Mas nada que precise de um estudo profundo sobre os dois filmes anteriores que a essa altura, nós que somos fãs do gênero já assistimos inúmeras vezes. (só o “The Dark Knight” eu devo ter assistido pelo menos umas 6 vezes. Sério.)

Entre as diversas figuras conhecidas desse universo, tivemos o comissário Gordon (Gary Oldman) completamente magoado por ter sustentado uma mentira que colaborou para a criação do mito Harvey Dent, que todos nós sabemos que de herói não teve nada no final das contas, mas que acabou ganhando fama por isso pura e simplesmente pelo fato do mundo sempre precisar de um herói para carregar essa honra. Fato que no decorrer do filme foi muito bem usado pelo Bane contra o próprio personagem, derrubando outro mito a quem aquela cidade acreditava e respeitava até então. Brilhante a forma como os mitos foram todos destruídos nesse filme. Simplesmente brilhante!

Ainda no lado da polícia, ganhamos o reforço de Blake, um jovem policial vivido pelo ator Joseph Gordom-Lewitt e que para a nossa surpresa, tinha algo mais a nos revelar perto do final do longa (juro que eu cheguei a desconfiar, embora a história contada dessa vez tenha sido meio que “outra”). Ele que era o policial que não seguia a lógica (e não as regras, como estamos acostumados a ver por ai) e que além de tudo dividia um passado bastante parecido com o do Bruce Wayne e até mesmo o do Batman, o qual ele só ainda não havia se tornando apenas por falta de recursos, porque motivação não lhe faltava. E o detalhe mais importante é que ele conhecia o Batmam e sabia da sua real identidade. Algo que pode ter passado despercebido durante o filme e talvez tenha sido pouco detalhado sobre “como e porque”, mas que já nos entregava pistas da sua verdadeira identidade, revelada próximo ao final.

Mas é claro que um verdadeiro herói não se veria rendido por muito tempo e foi sensacional a forma nada fácil como Bruce conseguiu sair daquela prisão, embora seja quase inexplicável a sequência dos seus atos, com ele aparecendo inteirão logo em seguida de todo aquele trauma, propondo um acordo com a Selina em pessoa e tudo mais. Mas tudo bem, também perdoamos esse detalhe que não é quase nada se comparada a grandiosidade desse filme. E lembrando dessa sequência, é impossível esquecer daquela trilha sonora marcante, não só nesse momento em que o herói ressurge, mas em todo o filme, onde de tão presente, ela é praticamente mais um personagem e do tipo essencial para completar a história. (vale a pena procurar depois porque ela é realmente bem especial)

E convocando todos os homens de bem que ainda restavam em Gotham City, buscando aliados na polícia, que tanto já o havia perseguido,  lá estava o nosso herói de volta, pronto para encarar o seu grande inimigo. Mas dessa vez precisando mais do que nunca de reforços contra aquele plano grandioso de destruição em massa. Nesse momento, chega a ser quase que inacreditável a forma como eles conseguiram encontrar resoluções boas o suficiente para encerrar todos aqueles plots em aberto, faltando pouco mais de 10 minutos para o seu final e chegava a hora do tudo ou nada, onde o próprio Batman chegou a anunciar que era tempo de guerra em Gotham.

Nesse curto prazo de tempo e ao lado de seus aliados, Batman conseguiu salvar inocentes por todos os lados da cidade, graça ao seu “The Bat” que nessa hora, como eles mesmo meio que disseram ironicamente, “tamanho virou documento”, rs. Ainda em meio a essa batalha final, sobrou tempo para que o Batman se revelasse para o comissário Gordon, que naquela hora reconheceu o homem que salvou a vida do seu filho e que por tanto tempo foi o seu parceiro na luta contra os piores vilões que Gotham já conheceu. E seria praticamente impossível não ficar emocionado com a polícia da cidade em peso saindo as ruas para ajudar a enfrentar o inimigo, enquanto avistavam o símbolo máximo de seu herói queimando no alto daquela ponte. Um detalhe tão forte, que é de fazer chorar de tão lindo!

Aliás, um sentimento que não é muito comum em filmes do gênero é exatamente essa emoção capaz de fazer com que a gente seja conduzido as lágrimas e isso TDKR consegue em diversos momentos, desde o seu começo e até o final. Impossível não ficar tomado com a tristeza instaurada nesse clima de despedida, que pode se manifestar em um momento simples, como a quebra da relação Bruce e Alfred lá no começo, ou quando vimos pessoas inconformadas com o terrorismo, lutando contra o medo de serem feitos de reféns por toda uma vida. Mas eu ainda credito essa emoção maior do filme a toda a sua grandiosidade que chega a ser imensurável, além de assustadora em diversos outros momentos, onde parece que estamos sendo engolidos por aquilo tudo. Uma emoção quase que de “sonho realizado”, como se a gente estivesse vivenciando o que sempre sonhamos ver de um herói de verdade. Eu sei que tudo isso pode parecer até meio cafona, mas eu me rendi e chorei em diversos momentos, que eu confesso sem vergonha nenhuma. (e vi vários marmanjos saindo com os olhos vermelhos do cinema e desviando os olhares,  hein?)

Caminhando para a conclusão épica dessa trilogia, tivemos o homem morcego travando novamente uma batalha corporal com o seu inimigo, finalmente conseguindo alguma vantagem em relação a força e a grandiosidade do seu adversário, encontrando dessa vez o ponto fraco capaz de colocar aquele gigante para dormir com maior facilidade (porque seria pouco crível que do nada, ele conseguisse ter ficado mais forte do que o Bane, mesmo tendo se passado mais de 80 dias preso). E assim ele conseguiu vencê-lo, mas não sem antes ganharmos uma última revelação, que nos trouxe a verdadeira identidade do vilão, além de uma grande surpresa que eu acho importante que seja mantida em segredo, para quem ainda não assistiu ao filme e por isso eu não vou comentar aqui.

E em nome do bem de Gotham, como ato heróico final, após ter derrotado Bane contando com uma importante ajuda nessa hora e ter conseguido salvar a cidade de sua total destruição (porque a parcial bem que aconteceu), Batman acabou entregando a sua própria vida, encerrando da melhor forma possível a sua história de amor por aquela cidade, que ele lutou por tantas vezes para manter em pé, mas que naquele momento chegava a hora de passar seu legado adiante e para isso ele sabiamente já havia despertado um certo interesse em alguém capaz de seguir com o seu trabalho adiante. (alguém que a gente também adoraria ver em um filme todo seu, inclusive com ele mesmo vivendo o personagem…)

Uma morte poética, sem o funeral que se espera para a morte de um mito, o herói que conseguiu manter a sua identidade até o fim, identidade que vai além do seu rosto ser divulgado para o mundo e está em cada detalhe do seu legado. Claro que tudo isso foi um escape que caiu como a alternativa perfeita para que Bruce Wayne tivesse alguma chance de viver a sua vida como um homem comum, realizando não só o seu, mas também o sonho do Alfred ao concretizar o desejo da projeção do seu amigo de longa data para o seu próprio futuro. E junto as flores vermelhas na lápide de Bruce Wayne, nos foi entregue o final mais corajoso possível para essa que foi um trilogia das melhores que conhecemos até hoje. E tem final mais corajoso?

Sinceramente, a cada cena que se passava de TDKR, eu conseguia enxergar um caminho que eu gostaria de ter visto para aquela história, sem tirar e nem colocar nada, sendo entregue exatamente da forma como a gente lá no fundo, mesmo que em nosso inconsciente,  torcia para que fosse feito daquele jeito. Cheguei a ficar com falta de ar, me sentindo quase engolido por aquela história tão bacana, trazendo o herói que nós conhecemos de tanto tempo das HQs que lemos ainda quando crianças, para o um lado muito mais real, que convenhamos, combina muito mais para um homem que não é dotado de super poderes. Ao mesmo tempo, essa desconstrução do personagem foi feita de forma tão extraordinária e porque não dizer espetacular (agora sim usando a palavra com propriedade e coerência, diferente de um certo contemporâneo seu…), fazendo com que o herói tivesse que buscar o seu lado humano, encontrando no seu medo mais profundo a grandeza da sua coragem, que foi o que o fez ressurgir mais forte do que nunca para continuar a sua batalha e encerrar essa história desse jeito, sem que a gente quisesse sair da sala do cinema quando o filme chegou ao seu fim.

Preciso ser sincero e reconhecer que desde sempre eu mantive uma relação meio assim com o Batman (o personagem, pq sempre AMEI os filmes e o seu universo) justamente por achar muito fácil essa saída recorrente dentro do seu universo, escondida em fontes inesgotáveis de dinheiro e muita condição. Sempre achei muito fácil mesmo a forma com que Bruce Wayne conseguia se safar de tudo tendo como base a sua grande fortuna e/ou influência, apesar de diferente de muitos, ele ter escolhido tentar fazer a diferença a seu modo. Um sentimento que sumiu completamente e foi enterrado ao final de TDKR, onde pela primeira vez vimos o herói lutando sem recursos (ou bem menos), tendo que descobrir a sua força por ele mesmo e sem o apoio do seu cofre forte como segurança para qualquer aperto. Algo que talvez jamais acontecesse se esse não fosse o final escolhido para essa história, que eu não canso de repetir que foi inacreditavelmente sensacional e perfeito.

E com esse ponto final, Christopher Nolan acabou criando um problema enorme em nossas vidas. Como aceitar um filme de super-herói não tão bom quanto TDKR daqui para frente? Como nos contentar com apenas um mix de cenas de ação as vezes muito bem realizadas (outras nem tanto), mas sem um história consistente o suficiente para ser contada em muito menos tempo de duração? Como não ficar morrendo de vergonha de todos os outros lançamentos dentro do mesmo gênero que ocorreram ao longo dos últimos tempos? Fica muito difícil. Tudo bem que não é assim também e os demais todos tem o seu mérito por esse ou por aquele motivo. Mas uma coisa é certa, ao assistir qualquer outro filme de super-herói após ter visto “The Dark Knight Rises”, vai ser difícil nos contentarmos a ponto de conseguirmos ignorar um pensamento que vai ficar ecoando na nossa mente por pelo menos um bom tempo: “Mas o Batman foi melhor”. Isso até aparecer um novo Batman, que a gente até torce para que apareça, porque sempre queremos ver coisa boa. Caso contrário, vamos ficar morrendo de saudade de uma mente brilhante como a do Christopher Nolan a frente de uma franquia tão bem realizada como essa.

Esse não foi apenas o funeral de um herói, foi o dia da morte de um gênero, que para continuar sobrevivendo vai precisar se virar para superar “The Dark Knight Rises”, que acabou nos deixando muito mais exigentes enquanto audiência. Agora se virem, porque nós não aceitamos menos.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Parando tudo em Cannes 2012 (parte 2)

Maio 28, 2012

E qualquer festival que termine com a  Diane Kruger vestida de Princesa Fundamento nesse xadrez para deitar qualquer uma sem dó e nem piedade com o seu funamento xadrez nesse red carpet (by Christian Dior), já pode ser considerado um bom festival, não é mesmo?

Gosto muito de quem guarda o melhor para o final. Höy!

Exigimos uma princesa Disney assim, NOW! (rs)

Aliás, vale dizer que esse ano o Festival de  Cannes foi da Diane, não?

Transparente, phina, com cara de rica e com o boy magia que cruza universos. #TEMCOMONAOAMAR?

By Jason Wu

E o Peter Pacey até com o cabelo meio assim a gente perdoa, ainda mais com a Diane toda de branco da Chanel desse jeito e ao seu lado. PÁ!

ps: diz que nesse dia, o Joshua arrematou um colar no leilão beneficente por $45.000, que ele deu de presente para ela. Dizem que foi presente de noivado, mas ambos negaram. Rhicos! $$$

E nada como um red carpet com chuva para colocar todo o cavalheirismo do nosso Peter Pacey em prova…

Aprovado. Höy ✓

Outra que esteve maravileeeandra durante esses dias no Festival de Cannes foi a Naomi Watts, nesse seu Marchesa recheado de detalhes. Höy!

ps: que para ela, eu não achei que foi a cor ideal…

E a Jessica Chastain com cara de diva antiga do cinema nesse Giorgio Armani até que bem simples?

MUSE!

ps: Jessica Rabbit ligou e disse que está se sentindo um bagulho ultimamente… por isso te passa o manto da ruiva magia, Chastain! (rs)

E para terminar o assunto Cannes 2012, ficamos com essa cara linda da Jessica Chastain (que nessa pose me lembrou a Julia Pestiscos, que é outra ruiva magia que eu AMO!) muito da bem acompanhada da magia do Tom Hardy, porque MUSE que é MUSE, atraí o feitiço por onde passa. Höy!

ps: para quem não viu a primeira parte e quiser se inspirar/cortar os pulsos

The Dark Knight Rises, o TV Spoot #1

Maio 25, 2012

Como se trata da conclusão de uma trilogia, vou confessar que eu estou bem mais ansioso com “The Dark Knight Rises” do que com a minha própria biografia em “The Amazing Spider-Man”. (talvez porque eu seja o próprio e ai a história já me seja bem familiar… #SIGILO!)

E o quão demoníaco está o Tom Hardy de Bane?

Trêmulo e a base de ansiolíticos…


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