Posts Tagged ‘Torches’

Foster The People, Höy!

Abril 9, 2012

05 de Abril, fim de tarde tranquilo, véspera de feriado. Nada demais acontecendo, preguiça, Zzzz…até que, surge um convite de última hora em formato de janela do MSN piscando em laranja, trazendo a seguinte pergunta: “vamos ao show do Foster The People?”

1 hora, foi exatamente esse o tempo que eu tive para me arrumar depois de ter aceito o convite (Thnks C.) e partir para o show de uma das bandas que eu mais estava a fim de ver (das que eu não tinha visto ainda), que iria tocar no Lollapalooza do finde, (festival que ficou sem a minha presença, rs) mas  que antes faria um show extra no Cine Joia, aqui em São Paulo naquela noite.

Cine Joia que eu já queria ter conhecido faz tempo, mas que fiz o meu début naquela noite. Casa pequena, com um passado sensacional, perfeita para shows de bandas fundamento ainda não tão conhecidas do grande público, com projeções sensacionais, quase mágicas, além de uma decoração maravileeeandra, com vários detalhes no formato de diamante, inclusive o palco e a pista. #TEMCOMONAOAMAR? (que casa linda, hein Facundo? Mais uma…Clap Clap Clap!)

Não conseguia pensar em um lugar mais perfeito para o meu encontro com o Foster The People, além de me pegar imaginando uma série de outras bandas que eu adoraria ver tocando naquele diamante, como o The Kills, a Lykke Li, o Civil Wars, o Two Door Cinema Club, o The Vaccines (que confirmou e toca lá no próximo dia 18. Yei!), só para dizer alguns nomes da lista de pelo menos umas 50 bandas que eu poderia facilmente listar nesse momento e que eu adoraria ver em um espaço como aquele. Aliás, vale a pena ficar de olho grudado na agenda do Cine Joia, PARA SEMPRE!

Até que com os primeiros acordes de “Houdini” eles entraram no palco. Banda animada, público animado + emocionado + extremamente feliz, um início que já entregava o quanto aquela noite poderia ser perfeita.

E sabe quando vc vai a um show com poucas expectativas, apesar da ansiedade e da vontade de ver uma banda que vc gosta tocando ao vivo, e acaba se surpreendendo completamente?

Então, assim foi o show do Foster The People naquela noite. Imaginei que como o cd é cheio de synths e mil coisas, que a apresentação ao vivo poderia acabar sendo prejudicada de alguma forma, algo que até já observamos com o MGMT se apresentando ao vivo por aqui no passado, por exemplo (repetindo o feito no finde). Mas totalmente ao contrário disso, o Foster The People para a minha total surpresa, conseguiu soar ainda melhor ao vivo, sem ficar devendo em nada para a proposta do seu fundamento, tocando todas as faixas do seu sensacional “Torches”, álbum que eu mais do que já havia super recomendado para todos vcs, queridos leitores antigos do Guilt.

Além da banda ser super competente ao vivo, entregando um show perfeitinho e super animado, os meninos são todos maravileeeandros, sério. Höy! (em especial o Cubbie, o baixista magia! Höy!) Maravileeeandros! E a energia do Mark Foster nos vocais da banda é bem animadora, onde eu me senti até menos estranho dançando na pista, vendo ele fazendo o mesmo no palco, animadíssimo, rs. Mark que inclusive deu um mosh no meio da platéia, na direção que eu estava, mas que para a minha falta de sorte, só me sobraram alguns empurrões dos seguranças afoitos na intenção de salvá-lo de ser devorado pela multidão que o cercava (muitas meninas super animadas e enlouquecidas à beira do palco). Mark que parece ser mesmo adorável, um foufo e eu só conseguia pensar naquele momento que ele deveria ser um dos meus melhores amigos, rs.

Todas as faixas foram sensacionais ao vivo e super especiais, além de muito bem executadas. Até mesmo o encore com a nova “Ruby”, essa mais calma e bem diferente até do que já cansamos de ouvir do “Torches”.

“Call It What You Want”,  ” Pumped Up Kicks”,  “Helena Beat” obviamente que foram sensacionais e animaram todos naquela noite, que provavelmente já estavam até aguardando por esses momentos (eu aguardava muito “Call It What You Want”) mas até as mais calmas também funcionaram muito bem, como a adorável “Miss You” por exemplo, que foi bem emocionante até, com vocais super foufos do próprio Mark Foster. Lindo também estava o coro do público que parecia estar super feliz com a apresentação da banda e que foi até elogiado pelo próprio vocalista por várias vezes, visivelmente impressionado com a energia especial do público de SP naquela noite. Até uma das minhas faixas preferidas do álbum “Torches”, a também calminha “I Would Do Anything For You”, que eu imaginava que só eu amasse (rs), foi acompanhada pela voz daquelas pessoas que certamente ficaram tão impressionadas quanto eu com a qualidade da banda ao vivo, além de toda a animação que eles conseguiram trasmitir no palco.

Sinceramente falando, eu que já tenho alguma experiência em shows das minha bandas preferidas desde algum tempo, sejam eles em festivais, estádios ou casas fechadas, presenciei naquela noite um dos melhores deles e digo isso sem ter a menor dúvida. Além do que, acabou sendo uma experiência nova para mim, com um show em uma casa bem menor, sei lá, com umas 1500 pessoas, vai? Palco baixinho, uma proximidade absurda entre o público e a banda. Cool Cool Cool!

Senti também que naquele momento durante o show do Foster The People, o meu complexo de Seth Cohen acabou sendo até que preenchido muito bem naquela noite, com um show bem parecido com aqueles que aconteciam em The O.C, para quem conseguir se lembrar da série antiga.

Realmente um show sensacional, do começo ao fim, daqueles que vc recomenda para todo mundo sem medo de errar. Não senti calor (apesar do look em camadas, rs), não reclamei do som, apenas dancei, cantei e pulei o tempo todo, animado e super feliz com aquele fim de noite que eu nem estava esperando (…). Dizem que eles repetiram o feito no Lollapalooza, mas dizem também que nós ganhamos uma faixa a mais no Cine Joia naquela quinta-feira mais do que especial, então…Suck it!

Enfim, agora só nos resta torcer para que a gente tenha a chance de ver mais shows sensacionais como esse em uma casa tão bacana como o Cine Joia e que o Foster The People tenha um futuro tão sensacional quanto foi esse seu show excelente naquela noite, que realmente confirmou e foi mesmo uma noite perfeita!

Live Long And Prosper, Foster The Peolple! (♥)

ps: as imagens acima não são minhas, porque eu não tenho muita coordenação para isso no meio da multidão, além de preferir assistir aos shows com os meus próprios olhos e não pelas lentes do meu telefone (bronca para quem fica o tempo todo com os braços levantados no meio da platéia. E olha que eu sou alto, hein?). Mas espero que os seus autores não fiquem bravos ou fiquem ofendidos porque eu apliquei um pouco mais de magia em todas elas. (mesmo assim, sorry!)

5 bandas, álbuns ou artistas que vc deveria ter ouvido em 2011

Dezembro 28, 2011

Então aproveita que o ano não acabou ainda e coloque a sua playlist em dia…

 

Torches – Foster The People

Foster The People talvez tenha sido a minha descoberta do ano, ou pelo menos, foi o meu caso de amor em 2011.

A banda é ótima, o som é sensacional, lembra um pouco do fundamento do MGMT em alguns momentos, só que diferente.

Já postei alguns vídeos da banda aqui no Guilt e também já incluí nas minhas mixtapes várias faixas do “Torches”, álbum mais recente da banda que eu amo e tem essa arte na capa que eu acho sensacional!

Vale a pensa decorar todas as letras, porque eles passam por aqui em 2011, para quem se animar e não quiser fazer feio no show, rs.

 

I’m From Barcelona

Outra descoberta desse ano foi a banda I’m From Barcelona.

Embora o nome da banda indique que eles são da Espanha, na verdade, eles são mesmo um coral sueco delicioso, composto de 29 integrantes suecos e que tem como ideia principal ser uma banda coletiva. Howcoolisthat?

O som deles é super otimista e dá vontade de dançar com os amigos. E eu bem que adoraria ter 29 amigos suecos, Höy! (se algum deles vier com o sobrenome Skarsgärd então, melhor ainda!)

O álbum mais recente da banda é o “Forever Today”, super elogiado por sinal e eu AMO quase todas as faixas. Sério.

Detalhe que eu já morro de inveja de qualquer banda que participe do Yo Gabba Gabba, neam?

 

How Do You Do – Mayer Hawthorne

Eu tenho um caso sério de amor com o Mayer Hawthorne desde que fomos apresentados. Fato.

Isso porque a partir desse nosso primeiro encontro, eu passei a achar que todos nós meninos deveríamos nos vestir como ele. E se fosse possível ter a sua voz também não seria nada mau, não? rs

Mas falando sério, acho o som dele uma delícia, desde o álbum anterior “A Strange Arrangement”, que é simplesmente sensacional e tem formato de coração. #TEMCOMONAOAMAR?

E em seu novo álbum, o “How Do You Do”, Mayer vem ainda mais cheio de estilo com a sua sonoridade recheada de identidade, dele e do fundamento antigo. Dessa vez investindo em uma sonoridade um pouco menos retrô e mais voltada para o soul e até memso para o hip hop em alguns momentos, com a participação do Snoop Dogg na faixa “Can’t Stop” (uma das minhas preferidas!), se arriscando mais em vocais deliciosos e cheios de camadas em faixas que também vão te dar vontade de dançar, vai por mim.

E eu acho bem difícil alguém ouvir o Mayer Hawthorne sem se apaixonar e por isso eu pergunto: Mayer Hawthorne, quer casar comigo? (rs…mas aguardando a resposta…)

Acho bem difícil também alguém conseguir assistir o vídeo abaixo e resistir a fazer uma dancinha bem animada e antiga…

 

Lana Del Rey

Sério, esse nome não é sensacional? (SIM!)

Muito se fala sobre o funamento da Lana Del Rey, se ela é ou não é um produto da indústria da música, mas a pergunta que fica no ar é: quem se importa?

Contanto que ela continue ruiva e fazendo músicas deliciosas como essas que a gente não cansa de ouvir ultimamente, está tudo mais do que certo, não é mesmo?

You go girl!

 

Wounded Rhymes – Lykke Li

Ou Lykke Linda, como eu gosto de chamá-la.

“Wounded Rhymes” é o álbum mais recente dela, que certamente foi um dos melhores lançamentos do ano. Com o seu som super peculiar e sombrio, Lykke Li emociona e anima com todo o seu fundamento moderno com cara de antigo.

E quem não fez a stalker perseguindo “rios magia” ao lado da Lykke Linda em 2011, não pode dizer que viveu bem esse ano, hein? É, não pode.

Sendo assim, essa (e as minhas mixtapes todas desse ano de 2011) é a minha pequena colaboração para o meu grandioso projeto por um mundo com músicas melhores (rs).

ps: é claro que eu poderia ter falado de outros álbuns aqui, delicias como o 21 da Adele ou Ceremonials da Florence and The Machine, ou também falar do novo dos Strokes ou sobre o otimismo foufo do novo álbum do Coldplay, mas esses nomes todos já ganharam toda a sua merecida atenção em 2011 e eu senti que alguém tinha que falar dos underdogs, rs.

Call it what you want

Novembro 3, 2011

Foster the People, a minha banda querida e descoberta desse ano e o seu vídeo maravileeeandro e cheio de fundamento para a minha faixa preferida ever de “Torches”.

Vale a pena ouvir, já coloquei nas minhas mixtapes de finde (só que outra faixa) dando uma força para esse hype que merece. E eu duvido que vc (mesmo que não conheça ainda a banda) consiga ficar parado ao som de “Call it what you want”. DU-VI-DO!

Essy se despede fazendo dancinhas animadas e cantando: Call it what you want, baby (sempre acrescento esse “baby” na letra, não sei porque, rs)


%d bloggers like this: