Posts Tagged ‘True Blood’

O Alexander Skarsgard sair na rua já é uma covardia, mas sair na rua inspirado no fundamento Eric Northman…

Fevereiro 12, 2014

alexander-skarsgard

… e com direito a sobrancelha de vilão arqueada e tudo mais, chega a ser uma covardia covarde covardíssima!

Höy!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

E quem diria que essa fase todo vestido do Joe Manganiello renderia tanto assim, hein?

Julho 29, 2013

 Joe Manganiello

E o melhor de tudo é que nós já temos uma boa noção de como toda essa magia morena funciona sem essas camadas todas de outfit, que para a nossa total surpresa, também funcionaram muito bem para ele.

Será que é o cabelo mais curto é o que anda fazendo a gente uivar com mais vontade novamente? (“mais vontade”, não que a gente tenha perdido ela em qualquer momento, rs)

E a bota/sapato podrinho? (tendência do Speedman)

Höy!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

#TEMCOMONAOAMAR a versão lobo domesticado do Joe Manganiello?

Julho 12, 2013

joe-manganiello

Não, não tem. (♥)

E está bem melhor do que com aquele moitão do seu Alcide em True Blood, não está? Mantenha, Joe. (me lembrei imediatamente dele com o cabelo curtinho assim participando de How I Met Your Mother, quando a gente ainda gostava da série. Bons tempos!)

Höy!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

The Goodwin Games, um jogo que ninguém precisava jogar…

Julho 10, 2013

THE GOODWIN GAMES

#CRUSHES antigas de vez em quando me colocam em algumas enrascadas. E 2013 então, parece mesmo que resolveu me testar com a volta do meu conflito pessoal (entendam o “pessoal” como loucura se preferirem… rs) e antigo preferido, colocando a disputa Ben vs Noel de Felicity novamente na minha vida (com ambos atores de volta a TV, Yei!), trazendo novamente toda aquela antiga indecisão indecisa do passado, a qual acabei enfrentando junto com a própria Felicity (por isso o “pessoal” e também a “loucura”, claro, rs), ela que a propósito, também esteve de volta esse ano em uma nova série.

Mas digamos que nesse conflito interno envolvendo sentimentos adolescentes do passado, inexplicavelmente, quem acabou se dando melhor foi mesmo a Felicity herself, onde pela primeira vez em anos, acabei preferindo ela do que qualquer um dos seus dois pretendentes do passado. Ou seja, alguma coisa de muito errado estava acontecendo. (pensando pelo lado teórico e pessoal da questão porque na prática, a The Americans da Keri Russell foi mais do que muito bem recomendada por aqui). Mas calma, porque até aqui estamos falando apenas do trabalho de todos os envolvidos, rs. Ufa!

Ben ou melhor, o Scott Speedman voltou para a TV com Last Resort, uma série que até que começou muito bem, mas foi logo afundando por completo e acabou submersa, literalmente. Não por sua culpa, porque ele esteve ótimo de uniforme da marinha e plots heroicos (e não é de hoje que eu venho insistindo em como o Scott se tornou um bom ator ao longo dos anos, sempre envolvido em projetos bacanas no cinema, mas de pouco reconhecimento, o que é uma pena…), mas sim pela história do seu novo trabalho, que acabou se perdendo completamente a ponto de não dar nem vontade da gente comentar o falecimento da série que era uma das apostas da ABC para essa Fall Season. Mas agora o Speedman já se recuperou desse naufrágio e foi acolhido novamente pela TV e volta em uma série agora da HBO (ou seja, esperamos que ele seja bem explorado por lá, literalmente. Höy!), em um projeto do uncle Ryan (AKA Ryan Murphy) chamado Open, uma série que promete explorar a sexualidade e os relacionamentos humanos. E nós sabemos que isso o Ryan Murphy sempre soube fazer muito bem e em um canal como a HBO, podemos imaginar até onde ele vai poder chegar com seu novo projeto dentro dessa temática. Veremos…

Já o Noel Crane (Scott Foley)… esse resolveu se arriscar na comédia The Goodwin Games, a qual chegamos até a mostrar com certa empolgação por aqui (sorry, de vez em quando eu sou traído pelo meu próprio coração, eu sei…). Uma história que girava em torno da morte de um pai de família que na intenção de reunir novamente os filhos, resolveu deixar gravado em fitas com sua advogada uma espécie de “caça ao tesouro” da herança da família, disputada a tapa por seus três filhos. Uma ideia que até poderia ter sido bacana, se não fosse pela sua execução totalmente meio assim na série, que diga-se de passagem, é dos mesmos criadores de How I Met Your Mother, os quais e a gente aconselharia que parassem um tempinho para repensar a vida nesse momento. (quer dizer, comecem após o final do post)

E cada um dos tais três filhos carregava uma personalidade bem caricata: o médico noivo e certinho, interpretado logicamente que pelo Scott Foley (Höy!), a aspirante a atriz completamente fútil e desprovida de muito talento (Becki Newton, a Amanda de Uggly Betty, que a gente ainda AMA, mas que ultimamente não vem dando muita sorte em suas escolhas, não?) e o mais insuportável dos irmãos, o exageradamente abobalhado e apatralhado ex presidiário, Jimmy. (T.J Miller, que eu não sei quem foi que o convenceu de que ele é engraçado porque, não neam?)

Em meio a plots completamente meio assim envolvendo as charadas e jogos que o patriarca da família deixou além das pendências da vida pessoal de cada um deles, a série vendida como uma comédia não conseguiu render nem 1/2 risada sequer. Sério, nem de cantinho de boca sabe, que é o que a gente faz quando entende aquela referência? (embora o humor de referência também não seja  o caso da série, que está mais para um pastelão bobo mesmo)

Todos eles são extremamente caricatas, semi infantis e parecem apatralhados demais para o meu gosto. E olha que nem cheguei a assistir a Season única inteira, porque esse nível de paciência ou desamor comigo mesmo eu ainda não possuo. Mas de todos eles, além do próprio pai que aparece em vídeo com piadinhas de humor antigo que não funcionam mais hoje em dia (embora em um dos episódios ele tenha aparecido em carne e osso e eu nem tenha me interessado em saber porque) nada chega a ser mais irritante do que próprio Jimmy, que é do tipo de personagem que poderia ser considerado com o gêmeo perdido da Jess da Zoey Deschanel em New Girl, de tão insuportável, sem graça e completamente fora do tom que ele consegue ser.

E chega a ser triste ver dois atores como o Scott e a Becki sendo desperdiçados em uma série desse tipo (leia-se desse tipo como o tipo que não chega a ofender apenas porque não é capaz de nos causar qualquer tipo de reação), que já nasceu morta, tanto que durou apenas 7 episódios, apenas para preencher os buracos da programação da FOX.  Embora tenha visto um ou outro episódio apenas em consideração a minha #CRUSH antiga com o Scott (tisc tisc… Last Resort eu vi inteira, o que mais uma vez deixa bem claro a minha opção nessa eterna disputa… tisc tisc), acabei assistindo também ao series finale, que além de um shirtless depilado do Scott Foley, não nos trouxe nenhuma resolução final para a série, que mesmo que tenha sido abandonada na maior cara de pau no meio do caminho, merecia pelo menos ter ganhando uma intenção de conclusão, nem que fosse apenas uma ideia além do que um simples “eu sinto sua falta, papi…humpf!” que foi o que aconteceu, algo que eu considero totalmente desrespeitoso com quem se dispôs a assistir a série até o seu curto final.

Como consolo, vale a pena lembrar que pelo menos não ficaremos sem o Scott Foley na TV por muito tempo também (ele que andou fazendo pontas em Cougar Town, Greysa – onde queria ser médico e talvez tenha realizado esse desejo em The Godowin Games – e True Blood, onde não dá para acreditar até hoje no porque dele não ter sido explorado como todos os demais atores magia da série. Sacanagem! PS: será que foi a cara de bom moço?), ele que acabou de ser promovido como personagem regular em Scandal da Shonda Rhimes (que deve adorá-lo, não? e #TEMCOMONAOAMAR Noel Crane? rs), série que a propósito, eu gostaria muito que alguém conseguisse me convencer a assistir. E quem quiser se arriscar nesse plot do convencimento, agora é a hora, já que não tem quase nada na minha watchlist no momento, além de algumas maratonas que por enquanto eu ainda não vou dizer quais são…

Alguém?

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Não seria bacana se True Blood fosse tão legal como parece ser o seu elenco?

Junho 20, 2013

alexander-skarsgard-stephen-moyer

Seria, porque a premiere da Season 6 só me fez lembrar imediatamente o porque de ter desistido da série ao final da temporada anterior.

Só não foi pior porque como sempre eles tentaram nos distrair com corpos e nós não estamos falando de qualquer corpo e sim o da covardia covarde do infladão Joe Manganiello (Höy!), que ganhou até uma cena rasgando a regatinha no meio da alcateia. Sério, tivemos esse cena durante a premiere…

Não que a gente não assista se estiver passando e ou quando bater aquela saudade da visão da magia sueca, mas não dá mais neam?

#TrueBobo

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

True Blood Season 6, o (outro) trailer

Junho 14, 2013

A gente diz que não vai mais assistir a série, mas quando chegar domingo dia 16, que é quando a Season 6 de True Blood estreia na HBO, quem é que vai ter coragem de bater a porta na cara de tamanha magia (e por tamanha leia-se 3 metros) sueca? Huh? (Höy!)

Animados enganadamente again? (rs)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

True Blood Season 6, o trailer (fica, vai ter shirtless)

Maio 6, 2013

(como se nenhum outro trailer e ou qualquer episódio de True Blood não contasse com pelo menos 1 shirtless. E por isso nós seremos eternamente gratos a série. Principalmente pela parte sueca do assunto de interesse mágico e comum)

E sim, o único motivo do trailer da Season 6 de True Blood aparecer por aqui (uma vez que nós já nos despedimos da série, o que na verdade significa que talvez iremos assistir assumidamente secretamente por motivos da magia sueca que sempre convém em HD) é exatamente a imagem de capa do vídeo que é extremamente auto explicativa.

De nada.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

Abril 23, 2013

tv

Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office – que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

Community 4x09

Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

Parks-and-Recreation-5x19-5x20-

O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

23326

Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

doctor-who-cold-war-promo-pics-31

Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

ouatm

Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

936482_639592406068118_2010923005_n

E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

Hannibal - Season 1

Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

6x03

Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy – Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

True Blood Season 666, o teaser

Abril 1, 2013

E as perguntas mais relevantes sobre o o primeiro teaser da nova temporada de True Blood que estreia no dia 16 de junho sãos as seguintes:

1) Quantos dias duram o ciclo de menstruação de fluxo fortíssimo de Billboring?

2) Jessica estava com gripe na sua narração? Porque estava tão anasalada, então?

Sim, isso é tudo que queremos saber por enquanto. (mas pelo jeito que andam as coisas agora, talvez até a gente assista aquilo que prometemos não ver mais. Pelo menos na TV, quem sabe?)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Aquela visão sueca que é sempre muito bem vinda por aqui

Março 18, 2013

alexander skarsgard

Por aqui, por ali. Everywhere!

Alexander Skarsgard, sempre aquela visão sueca do primeiro banho de sol da vida (não, essa não é uma referência aos irmãos metralhas e sim porque eu AMO esse momento do Eric em True Blood). Höy!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


%d bloggers like this: