Posts Tagged ‘Video Games’

Lana Del Rey escondendo apenas o seu “video game” na capa da British GQ

Setembro 6, 2012

Só um batom vermelho, um conjuntinho completo de jóias poder e basta! Maravileeeandra, não?

Höy!

 

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Go play a video game (só que dessa vez com o Boy George)

Julho 30, 2012

Ótimo cover do Boy George para “Video Games” da Lana Del Rey, com direção de Mike Nicholls e um casal maravileeendro em cenas que é só amor!

(♥)

 

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Born to Die, Lana Del Rey (♥)

Fevereiro 2, 2012

Esqueça todas as polêmicas, não dê ouvidos as fofocas e corra para ouvir o álbum da Lana Del Rey, “Born To Die”, que é ótimo, foi lançado no último dia 31 e como já era de se esperar, o álbum já estava em primeiro lugar no iTunes em 14 países.

Merecidamente até, eu diria, porque faz tempo que nós não temos uma boa cantora surgindo com fundamento, letras sensacionais e tanto assunto em torno do seu nome, sejam eles bons ou não. Certamente, Lana Del Rey será um nome que ouviremos bastante durante 2012.

Desde que eu comecei a prestar atenção na moça, foi amor a primeira vista. Gosto da atitude blasé dela no palco, com cara de quem não se importa com a opinião alheia,  mas que se concentra e modifica a sua voz como ninguém no meio de uma mesma frase de suas músicas, talvez como estratégia para acordar o público do transe das suas letras melancolias e magoadas, gosto também do deboche e do cinismo das suas letras, tão diretas e aparentemente sinceras, além do fato dela estar ruiva no momento e isso por si só, vcs sabem que já é um ponto positivo no meu caso.

Mas, além de tudo isso, Lana tem uma voz deliciosa, em todas as suas versões, da mais grave até aos seus doces e sexys suspiros. Höy!

Eu, desde já agradeço por “Born To Die” ter chegado nesse começo de ano, para nos garantir uma boa companhia por todo o ano de 2012. Sinto que estaremos bem acompanhados.

Se ela foi produzida, se esse fundamento todo é algo forçado e pouco real, na verdade isso não importa mais, e se for verdade, pelo menos o trabalho foi bem feito (rs). Lana Del Rey fez o seu début da melhor forma possível, atraindo as atenções e provando com boa música, que não importa o que falem dela e aliás, tudo fica bem pequeno, quando ouvimos qualquer um dos seus hits em suas performances que hipnotizam. Tudo bem que ao vivo, nem sempre ela esteve em seu melhor dia. Mas quem nunca? Quem nunca se sentiu pouco criativo, tentou fazer algo novo e não gostou do resultado final? Acontece.

Como de fato aconteceu no SNL, quando ela cantou o seu grande sucesso “Video Games”, (e eu já disse que gostei de “Blue Jeans”) e isso não tem como negar, mas todas as suas outras performances ao vivo até agora, provam o contrário.

Mas agora vamos falar do lançamento, que é o que interessa. Fazem 2 dias que eu estou nessa audição da versão Deluxe de “Born To Die”, que tem 15 faixas e eu já me encontro completamente viciado nele, e essas foram as minhas primeiras impressões sobre o álbum:

“Video Games” + “Born To Die” = HITS. Equação simples, fácil de resolver. Mas pra mim, a minha versão preferida de “Born To Die”, do tipo inesquecível, é aquela que ela apresentou à beira da piscina no Chateau Marmont (acima), na pool party da Mulberry. Inesquecível!

“Blue Jeans” – outra das minhas preferidas de algum tempo (e de todo mundo). Adoro a forma como ela brinca com a voz ao longo da música.

“Off To The Races” – essa nós também já tínhamos ouvido antes e achado deliciosa. Aliás, AMO esses samplers que ela usa ao fundo, AMO. Acho que deixa a forma antiga que ela usa para cantar, com cara de moderna com essa batida meio hip hop ao fundo. Quase que como se ela estivesse determinando que apesar de parecer uma voz antiga em alguns momentos, ela é uma artista contemporânea e isso fica bem claro através desse fundamento, quando ela ensaia uma espécie de rap que não é exatamente um rap no meio de uma de suas canções. Certamente, uma das faixas mais diferentes e bem boas do álbum.

O que é o mesmo caso de “Diet Mountain Dew”, que é o meu novo vício. Acho a batida deliciosa e letra (tão verdadeira, não?) é sensacional! E eu não paro de ouvir, tipo meu novo vício. (mesmo sabendo que ele não é bom pra mim, rs)

Na sequência temos “National Anthem”, que eu acho até que boa, apesar de não ser das minhas preferidas e “Dark Paradise”, que eu acho que poderia ser de outra pessoa até, música feita para radio, sabe? (alguém ainda ouve rádio?) A qual eu não sou muito fã, junto com “Carmen” e “Lolita”, essas sim que eu acho bem meio assim. Mas talvez seja a primeira impressão falando mais forte por enquanto.

“Radio” começa lindamente, com um dos vocais mais maravileeeandros do álbum, acompanhada por um refrão delicioso. Lenta, mas bem gostosinha. Imagino usá-la como trilha em diversos momentos diferentes do dia, rs. (Höy!)

“Million Dollar Man” lembra algo antigo, que nós já ouvimos, só que agora, ouvimos em uma versão mais desbocada, talvez. “Summertime Sadness” tem esse título ótimo, que acaba com aquela teoria da alegria forçada de verão, que nós, pelo menos aqui no Guilt, morremos de preguiça,  rs. Mas fica só no nome, porque a faixa também não é das minhas preferidas. Humpf!

“This Is What Makes Us Girls” é excelente, uma das minhas preferidas ever! Ouço repetidamente sem cansar, sério. Gosto dos vocais, do fundamento e de novo a letra, que é ótima. Moderna e foufa.

Uma das faixas mais tristes sem ser descaradamente triste (confuso…) do álbum é “Without You”, que é calma e também tem um vocal bem especial. Outra das que eu ouço no repeat e já coloquei em todas as minhas mixtapes de gadgets diferentes, rs.

“Lucky Ones” convida para uma escapada, como se o álbum todo fosse um convite para fugir com alguém especial para outro lugar. Foufa.

Não sei vcs, mas quando eu ouço Lana Del Rey, eu acho que ela combina exatamente com o clima do video de “Video Games”. Eu penso (e me sinto) em um filme antigo, ambientado nos 60’s talvez (ao mesmo tempo eu acho que ela caberia perfeitamente na trilha de um filme do Tarantino, ou da Sofia Coppola, com a Kirsten Dunst e seu olhar melancólico no papel principal), com uma personagem com o cabelo lá pro alto, um olho preto de Twiggy bem marcado, andando de um lado para o outro com uma roupa bem leve e transparente,  magoada, com um ou dois martini glasses jogados sobre o tapete da sala, pensando em alguém especial que tenha se revelado meio assim ao longo do tempo, ou com o histórico de uma história de amor mal resolvido. E de fundo, aquela iluminação natural de luz do dia completando a ambiência, sem ser luz de sol exagerado de verão. Sabe?

Fico pensando se só eu me imagino em todo um cenário quando gosto de algum álbum ou música?

Enfim, voltando a realidade, acho mesmo que música é isso, são sensações e todas as que eu senti ao ouvir “Born To Die” pelas primeiras vezes foram as melhores possíveis. Mas tem que esquecer o hype em torno do xoxo gratuíto e ter a experiência por vc mesmo, buscando a sua própria opinião sobre o assunto, o que é sempre bem mais interessante e menos preguiça.

Acho o álbum despretensioso, acho sincero e acho que vale a pena.

Go girl!

Blue Jeans vs Video Games

Janeiro 23, 2012

Toda uma Paul Lêmica instaurada sobre as apresentações da Lan Del Rey no SNL da semana passada, ao lado do Daniel Radcliffe.

Muitos não gostaram da apresentação e os comentários dos usuários no próprio Youtube não são dos melhores. (quase nunca são e eu me envergonho cada dia mais dos comentários em português sempre meio assim e recheados de preguiça)

Até o próprio Daniel saiu em defesa da moça por esses dias, defendendo a sua performance no SNL.

Eu por exemplo, achei “Blue Jeans” ok (acho que ela não estava no seu melhor dia mesmo), mas acho que realmente ela errou a mão em “Video Games”, que ficou beeem meio assim…

Mas daí a falar que ela não canta nada, há um certo exagero, porque nós já vimos ela cantar ao vivo em outros lugares, não?

Acho que foi mais o caso de querer reinventar o jeito de cantar um hit cedo demais, sabe?

Vá jogar um video game, vá!

Janeiro 9, 2012

Mas é um olho no novo Mortal Kombat (que eu descobri recentemente que eu sou sensacional e ganho todas no contra do PSP! rs) e o outro nessa apresentação mágica aqui da Lana Del Rey no Jonathan Ross show.

Só porque a gente não cansa…

5 bandas, álbuns ou artistas que vc deveria ter ouvido em 2011

Dezembro 28, 2011

Então aproveita que o ano não acabou ainda e coloque a sua playlist em dia…

 

Torches – Foster The People

Foster The People talvez tenha sido a minha descoberta do ano, ou pelo menos, foi o meu caso de amor em 2011.

A banda é ótima, o som é sensacional, lembra um pouco do fundamento do MGMT em alguns momentos, só que diferente.

Já postei alguns vídeos da banda aqui no Guilt e também já incluí nas minhas mixtapes várias faixas do “Torches”, álbum mais recente da banda que eu amo e tem essa arte na capa que eu acho sensacional!

Vale a pensa decorar todas as letras, porque eles passam por aqui em 2011, para quem se animar e não quiser fazer feio no show, rs.

 

I’m From Barcelona

Outra descoberta desse ano foi a banda I’m From Barcelona.

Embora o nome da banda indique que eles são da Espanha, na verdade, eles são mesmo um coral sueco delicioso, composto de 29 integrantes suecos e que tem como ideia principal ser uma banda coletiva. Howcoolisthat?

O som deles é super otimista e dá vontade de dançar com os amigos. E eu bem que adoraria ter 29 amigos suecos, Höy! (se algum deles vier com o sobrenome Skarsgärd então, melhor ainda!)

O álbum mais recente da banda é o “Forever Today”, super elogiado por sinal e eu AMO quase todas as faixas. Sério.

Detalhe que eu já morro de inveja de qualquer banda que participe do Yo Gabba Gabba, neam?

 

How Do You Do – Mayer Hawthorne

Eu tenho um caso sério de amor com o Mayer Hawthorne desde que fomos apresentados. Fato.

Isso porque a partir desse nosso primeiro encontro, eu passei a achar que todos nós meninos deveríamos nos vestir como ele. E se fosse possível ter a sua voz também não seria nada mau, não? rs

Mas falando sério, acho o som dele uma delícia, desde o álbum anterior “A Strange Arrangement”, que é simplesmente sensacional e tem formato de coração. #TEMCOMONAOAMAR?

E em seu novo álbum, o “How Do You Do”, Mayer vem ainda mais cheio de estilo com a sua sonoridade recheada de identidade, dele e do fundamento antigo. Dessa vez investindo em uma sonoridade um pouco menos retrô e mais voltada para o soul e até memso para o hip hop em alguns momentos, com a participação do Snoop Dogg na faixa “Can’t Stop” (uma das minhas preferidas!), se arriscando mais em vocais deliciosos e cheios de camadas em faixas que também vão te dar vontade de dançar, vai por mim.

E eu acho bem difícil alguém ouvir o Mayer Hawthorne sem se apaixonar e por isso eu pergunto: Mayer Hawthorne, quer casar comigo? (rs…mas aguardando a resposta…)

Acho bem difícil também alguém conseguir assistir o vídeo abaixo e resistir a fazer uma dancinha bem animada e antiga…

 

Lana Del Rey

Sério, esse nome não é sensacional? (SIM!)

Muito se fala sobre o funamento da Lana Del Rey, se ela é ou não é um produto da indústria da música, mas a pergunta que fica no ar é: quem se importa?

Contanto que ela continue ruiva e fazendo músicas deliciosas como essas que a gente não cansa de ouvir ultimamente, está tudo mais do que certo, não é mesmo?

You go girl!

 

Wounded Rhymes – Lykke Li

Ou Lykke Linda, como eu gosto de chamá-la.

“Wounded Rhymes” é o álbum mais recente dela, que certamente foi um dos melhores lançamentos do ano. Com o seu som super peculiar e sombrio, Lykke Li emociona e anima com todo o seu fundamento moderno com cara de antigo.

E quem não fez a stalker perseguindo “rios magia” ao lado da Lykke Linda em 2011, não pode dizer que viveu bem esse ano, hein? É, não pode.

Sendo assim, essa (e as minhas mixtapes todas desse ano de 2011) é a minha pequena colaboração para o meu grandioso projeto por um mundo com músicas melhores (rs).

ps: é claro que eu poderia ter falado de outros álbuns aqui, delicias como o 21 da Adele ou Ceremonials da Florence and The Machine, ou também falar do novo dos Strokes ou sobre o otimismo foufo do novo álbum do Coldplay, mas esses nomes todos já ganharam toda a sua merecida atenção em 2011 e eu senti que alguém tinha que falar dos underdogs, rs.


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