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Frankenweenie + Wreck-it Ralph + ParaNorman

Março 8, 2013

Frankenweenie

frankenweenie_poster

“Frankenweenie” tem cara de um sonho realizado do Tim Burton e quando um amigo realiza um sonho qualquer (e sim eu me sinto próximo daqueles que eu gosto, mesmo que eles não saibam exatamente da minha existência), a gente acaba ficando feliz por ele de qualquer jeito e muitas vezes, esse sentimento acaba contando muito mais do que a realização em si.

Um curta que estava adormecido desde 1984, querendo se tornar gente grande e que finalmente acabou ganhando essa chance. Somos apaixonados por ele desde os extras de “The Nightmare Before Christimas”, onde encontramos pela primeira vez, Victor e seu melhor amigo, um cachorro moribundo dos mais adoráveis possíveis.

Primeiro, é preciso dizer que não tem como não se apaixonar pelo universo do Tim Burton e toda a sua estranheza em cada um de seus trabalhos e o filme é exatamente mais um convite à sua imaginação (que é como eu gostaria que fosse todos os meus pesadelos). Tudo é muito bem cuidado, inclusive as esquisitices todas e peculiaridades de cada um daqueles personagens, assim como todo o universo que o diretor sempre acaba criando em seus projetos, que são todos lindíssimos e sempre nos despertam o sonho de viver no seu pesadelo. Sem contar o detalhe do filme ter sido realizado todo em preto e branco, utilizando características bem oldschool para o tipo, algo que certamente colaborou e muito para o fundamento do próprio. (e o time de dubladores ainda conta com nomes como a Catherine O’Hara, o Martin Short e a Winona Ryder)

E quem não gostaria de poder trazer de volta a vida aquele cachorrinho da infância, que acabamos nos despedindo em uma fase da vida onde normalmente ainda não estamos preparados ou pouco entendemos sobre o assunto? Nem vou contar para vocês sobre a morte do meu primeiro cachorro, porque ela foi bem trágica e poderia acabar facilmente com esse sonho em stop-motion. Mas esse na verdade poderia ser facilmente o sonho de qualquer criança que tenha perdido seu animal de estimação e por isso a ideia do filme funciona muito bem. Ainda mais que sabemos que todo esse fundamento “Frankenstein” não é de hoje que é sucesso garantido.

De qualquer forma, preciso dizer que apesar de ter ficado bem empolgado com tudo em relação ao filme (sempre quero todas as miniaturas de tudo do Tim Burton e ou de quase todas as outras animações), não cheguei exatamente a me empolgar na hora de assisti-lo. Acho que não preciso nem dizer o quanto eu gosto do diretor a essa altura para justificar qualquer coisa que eu venha a falar daqui para frente, mas fato é que “Frankenweenie” não conseguiu despertar muita coisa em mim.

Pensando em uma justificativa para tal, eu creditaria essa “decepção” inicial pelo fato do filme não se tratar de uma prequel do que vimos em “Corpse Bride” por exemplo, mesmo com todas as coincidências entre ambos (semelhanças físicas entre os personagens, seus nomes e inclusive alguns de seus animais). Até cheguei a imaginar que seria algo do tipo, mas na verdade essa não era a ideia de “Frankenweenie”, algo que pode ser justificada se pensarmos que essa provavelmente tenha sido uma das ideias mais antigas do diretor.

Mas mesmo assim, toda essa semelhança entre personagens e cenários acabou prejudicando seriamente o novo filme para o meu olhar. Não que eu não tenha conseguido enxergar os pontos altos dele, mas a sensação que fica é a de que já vimos e por mais de uma vez, algo muito semelhante com aquilo tudo e essa sensação consegue acabar facilmente com parte da graça. Tudo bem que tudo isso é uma questão de identidade e não é de hoje que nós somos completamente apaixonados por esse universo do próprio Tim Burton, mas talvez o filme funcionasse melhor se não fosse tão semelhante com algo que nós já conhecemos.

E entendam que eu sou do tipo que acha lindo quando reconhece que a cidade de plano de fundo de “Frankenweenie” é bem parecida com a que conhecemos em “Edwards Scissorhands” por exemplo ou aquelas árvores retorcida bem no estilo “The Nightmare Before Christimas” e esse tipo de referência ao próprio repertório do diretor eu acho sensacional. Mas manter algo tão semelhante soa como se o Tim Burton estivesse rodando atrás do próprio rabo, sem aquela vontade de nos introduzir um universo realmente novo (como ele fez lindamente em “Alice In Wonderland”) ou pelo menos revisitando tudo aquilo que já saiu da sua cabeça no passado, só que de outra forma.

Mesmo assim, vale a pena assistir por todo o seu fundamento (e acho sensacional como as crianças adoram esse tipo de universo e nem chegam a se assustar com tamanha esquisitice, tão pouco com a experiência de assistir algo em preto e branco por exemplo, que em nada faz parte da realidade ou costume deles) e como eu bem já disse no início dessa review, se o nosso amigo está feliz, é isso que importa.

 

 

Wreck-it Ralph

wreck-it-ralph-poster1

Aceito doações de Kit Kats e M&Ms de pasta de amendoim e ou coco (meus preferidos. AMO!) para construir o meu próprio carro de corrida e me mudar imediatamente para Sugar Rush. Sério, podem começar a me enviar!

Eu não sei onde é que eu estava com a cabeça que não tinha assistido “Wreck-It Ralph” ainda (do diretor Rich Moore, que já trabalhou em Os Simpsons, Futurama). Shame on me. Na verdade, eu bem sei e a minha cabeça estava ocupada com a dificuldade de se encontrar animações em versões legendadas por aí, mesmo em sessões a noite e em uma cidade cheia de opções como SP.

O filme que traz o vilão de um jogo de videogame tentando ser bonzinho, é realmente umas das animações mais bacanas dos últimos tempos e eu acho uma pena ele não ter feito tanto sucesso por aqui como se imaginava. (não sei se em todo mundo aconteceu a mesma coisa, mas o que eu sei é que já foi confirmada uma sequência e na qual dizem que teremos a participação do Mario. Que Mario? Aquele que… que é encanador mesmo, rs)

Na verdade, até imagino que isso tenha acontecido devido a uma questão simples do público vs suas várias referências a jogos de outras épocas que nós, jovens mais velhos e adeptos de um bom console (ok trocamos uma letra nessa última line e partimos para uma conversa totalmente diferente, hein? rs), conhecemos bem. Certamente, quem tem algum conhecimento ou vivência dentro desse universo, deve ter aproveitado muito mais a experiência, que de qualquer forma, funciona muito bem de qualquer jeito, pelo volume de coisas brilhantes, saltitantes e linguagem gamer que o filme carrega deliciosamente.

Da reunião dos vilões que estão “cansados” de ser apenas os malvados da história até as aventuras do grandalhão ruivo (mais um para a nossa coleção de ruivos queridos do ♥) tentando provar a todos que apesar do seu trabalho dentro do jogo, ele também era uma cara bem bacana e merecia ser da turma como todos os outros mocinhos da história.

Nessa hora inclusive, eu achei que o roteiro do filme acabou fazendo toda a diferença, porque a história é realmente encantadora, não só por tudo que eu já descrevi até agora mas também porque ela é muito bem escrita, cheia de reviravoltas e uma profundidade que não estamos muito acostumados a encontrar dentro do gênero. Pelo menos não dessa forma intensa e leve mesmo tempo. E tudo fica ainda mais especial quando Ralph, que é um brutamontes de mãos e pesadas, vai acabar em um mundo colorido e todo fofinho (onde eu poderia morar facilmente) e nessa viagem, ele acaba ganhando a companhia da adorável Vanellope, que nada mais é do que um bug do jogo e que por isso não é muito bem aceita pelas mean girls da região açucarada, que são todas umas foufas totalmente amargas por sinal.

A relação que ambos vão criando é adorável, uma identificação quase que imediata por se tratar exatamente de dois underdogs que não são nada bem vindos dentro de seus próprios universos. Universos esses que são sensacionais, com o Raplh vivendo em um game oldschool no melhor estilo 8-bit e Vanellope fazendo parte de um jogo mais contemporâneo de corrida de carros dentro de um universo que mais parece um sonho de coisas gostosas e fofinhas. Sério, tudo dentro desse universo é muito foufo e poderia ser um item de decoração da minha própria casa. Sério mesmo, rs. (gosto muito mais desse tipo de jogo. Porque será? rs)

Com uma referência visual absurda, o filme embarca em uma excelente proposta dentro do mundo dos games, criando um universo próprio por trás das telas, seguindo uma escola bem “Toy Story” de ser, daquele tip que a brincadeira nunca termina e que todos os seus personagens tem uma vida própria quando não estão em suas funções, divertindo quem quer que seja. Eles viajando de um game para o outro, entrando em territórios que não pertencem, encontrando jogos poderosos e ultra modernos, outros já descontinuados e na sarjeta (muito triste, tadinhos!) e morrendo de medo de apresentar algum defeito para que seus jogos não acabem na manutenção ou sejam desligados de uma vez por todas, também são detalhes super bacanas para esse universo que além de ser um novidade, foi realmente muito bem construído e é uma delícia deliciosa de ser ver.

Isso sem contar o time de dubladores oficiais da animação, como nomes como John C. Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer, Jane Lynch, Mindy Kaling, Ed O’Neill, todos eles uma delícia de ir reconhecendo aos poucos enquanto seus respectivos personagens vão fazendo suas entradas no longa. Me disseram que na versão dublada, a voz da Vanellope acabou ficando por conta da Mari Moon e eu só não lamento que as crianças tenham sido obrigadas a viver essa experiência porque elas não sabem exatamente de quem se trata, mas desde já me solidarizo com seus pais. #StayStrong! (rs, embora o Felix tenha ficado por conta do excelente Rafael Cortez)

O final do filme também é bastante especial e eu juro que cheguei a ficar comovido (tá, eu chorei mesmo ou talvez fosse o meu corpo expulsando todo o açúcar ingerido de uma forma mais criativa. Vai saber…) com todas aquelas resoluções, principalmente com a história de ambos poderem se ver de dentro dos seus jogos durante o dia e tudo mais. E vale a pena assistir até os créditos finais, que tem todo um fundamento baseado na tipografia de games que nós bem conhecemos e que é uma delícia a parte. (até o logo da Disney entra com defeito e se mistura com o Pac-Man no final, howcoolisthat?)

Embora tudo isso, devido a todas as referências de jogos antigos e o mundo do fliperama não ser mais como as crianças estão acostumadas a encontrar seus jogos atualmente, talvez o filme acabe agradando muito mais os próprios pais mesmo. Mas tenho certeza que todo aquele visual maravileeeadro, com todas aquelas luzes e aquela quantidade de coisas fofinhas na tela deve ter deixado toda uma nova geração encantada ou no mínimo hipnotizada.

Eu terminei de assistir o filme tendo praticamente a minha own Sugar Rush. Sério. #YOUWIN

 

 

ParaNorman

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Uma animação infantil paranormal e que ainda é recheada de zombies por todos os lados. #TEMCOMONAOAMAR?

Não, realmente não tem como não amar “ParaNorman” (dirigido por Chris Butler – que trabalhou em “Coraline” e “Corpse Bride” e Sam Fell- que trabalhou em “Flushed Away” e “The Tale of Despereaux”) que apesar de ser uma animação infantil, traz alguns temas de forma bastante corajosa para um público que não está acostumado a receber esse tipo de opção.

O filme gira em torno do menino Norman, que é uma paranormal que consegue ver e se comunicar com os mortos. Sim, começamos o filme já levando esse susto, com ele conversando normalmente com a avó (que tem a voz da atriz Elaine Stritch, que para quem não se lembra, era a mãe do Jack em 30 Rock e a animação ainda conta com a nomes com o da Anna Kendrick, Casey Affleck e o John Goodman) sentada no sofá da sala da família e que logo na sequência, descobrimos tratar-se de um fantasma. BOO!

Dentro desse universo e brincando de forma bem bacana com o lado de lá, passamos a observar o dia a dia desse garoto, que obviamente não é dos mais fáceis, por todos de sua cidade estarem ciente desse seu dom e a sua própria família não conseguir entender muito bem esse seu pequeno issue. Muito bacana aquela cena de transição, onde observamos o garoto caminhando sozinho pela rua, falando sozinho, cumprimentando pessoas que não podemos ver (quer dizer, eu pelo menos não consigo e isso graças a Cher, porque esse seria um pesado demais para mim. Amém) e logo em seguida, ganhamos uma visão do mundo através do olhar do próprio Norman, com fantasmas aparecendo por todos os lados, se comunicando e inclusive fazendo piadas ótimas com os motivos de suas mortes.

Nesse detalhe, o filme emprega uma honestidade absurda, ainda mais tratando-se de um universo infantil, onde os mortos vivos no mundo de Norman são vistos exatamente da exata forma que morreram e não simplesmente como eram enquanto vivos. Lindo que dentro desse universo, até os animais acabaram ganhando o seu espaço. Em um determinado ponto do filme, eles inclusive chegam a dar uma pequena explicação, do tipo fácil de se entender (pensando em uma fácil compreensão para as crianças), sobre o assunto do porque apenas alguns dos mortos estarem perambulando pelos quatro cantos.

Aficionado pelo universo dos mortos vivos, o quarto do menino é repleto de detalhes sensacionais e tudo dentro da temática zombie. Pantufas, luminárias, escova de dentes, posters forrando uma parede quase que por completo, tudo é sensacional e tem alguma informação desse universo. E encontrar isso tudo dentro de uma animação, acabou deixando esse universo ainda mais especial (e foufo) para o próprio longa.

Acostumado a viver sozinho porque ninguém vê com bons olhos a paranormalidade do garoto, Nornam acaba ganhando um amigo para compartilhar suas esquisitices, Neil, que é um gordinho ruivos dos mais foufos ever (mais um ruivo para nossa coleção e até agora eu estou querendo uma miniatura dele vestido de árvore. Alguém sabe onde vende? rs). Sério, o personagem é infinitamente adorável e em determinado momento do filme, faz um discurso super bem humorado sobre bullying, apresentando uma forma mais leve e bem humorada de se aprender a lidar com ele.

A animação também foi toda feita em stop-motion, mas nesse caso, diferente do que encontramos em “Frankenweenie” e a opção por aqui provavelmente foi a de dar uma modernizada no modo de se fazer algo do gênero. Detalhes, texturas, cabelos, tudo é absurdo dentro desse contexto em “ParaNorman”, além de lindo visualmente. Sem contar que por se tratar de uma história que circula dentro de um universo “assustador”, apesar de ter seus momentos de pequena tensão ou susto, tudo na verdade acaba sendo adorável, inclusive os próprios zombies.

Outro detalhe importante no longa além da história (que gira em torno da tarefa de Norman de quebrar uma maldição dentro da sua cidade), é o tipo de humor encontrado no filme, que realmente é bem especial e divertidíssimo. Acho sensacional a naturalidade  com que o irmão do Neil acaba revelando que é gay no final do filme por exemplo, um detalhe que acaba emprestando uma honestidade ainda maior para o seu tom, que conversa muito bem sobre assuntos não tão comuns para o universo infantil e isso com a maior naturalidade possível, sem rodeios e falando diretamente para crianças. (inclusive na questão sobrenatural, que é o plot central da história)

E todo essa honestidade encontrada na animação além do assunto nada comum para o gênero, “ParaNorman” acaba se destacando facilmente das demais animações mais recentes, mostrando que com criatividade e histórias novas, ainda conseguimos nos encantar com universos que já visitamos outras vezes e ou de outras formas. (sem querer mandar recado para ninguém, mas já mandando um especialmente para o Tim Burton)

Isso sem contar que a animação ainda terminada de forma super divertida, com os créditos em uma tipografia bem trash, velha conhecida do gênero do terror antigo e ao som da excelente “Little Ghost” do The White Stripes. Eu não consegui me conter e já fui logo sacando as baquetas da bolsa. Sempre acabo achando que esse tipo de situação é um típico convite para um dueto, rs (para todos os pais baterem o pé no ritmo da música no final, rs)

 

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I do declare: a partir de hoje, essa é a minha cara de esnobada para a sociedade

Janeiro 11, 2013

girls

Sim, a partir desse momento com a Lena Dunham na premiere da aguardadíssima Season 2 de Girls (que estreia domingo, não percam!), eu declaro que essa é a minha cara oficial de esnobada para a sociedade.

Se alguém me cutucar na vida real, a partir de hoje eu só viro assim…

 

ps: acabei de achar uma forte semelhança entre a Lena, a Winona Ryder  e a Tina Fey e agora estou em uma crise feliz achando que eu tenho um tipo e que parte das mulheres que eu acho interessante atualmente, se parecem com elas, rs. Confirmou! (e eu tbm me pareço com elas. Pelo menos já fui chamado de Winona na noite e não porque eu tivesse pego algo que não era meu. Juro! – aquele que entrega uma vício, rs)

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Don’t want your picture on my cell phone/ I want you here with me/ I don’t want your memory in my head, no/ I want you here with me

Dezembro 17, 2012

Ainda não consegui me decidir sobre qual é a melhor parte do novo vídeo do The Killers para o single de “Here With Me”

(♥) Se a melhor parte é mesmo o fato dele ter sido mais uma parceria da banda com o diretor Tim Burton

(♥) Se  a melhor parte ficou por ele ter no elenco do vídeo ninguém menos do que a Winona Ryder herself (AMO/somos gêmeos)

(♥) Ou se realmente o que me convenceu sobre o vídeo ser muito especial foi o fato de ter reconhecido o Craig Roberts logo de cara e quase ter caído da cadeira. Sim, ele mesmo, o adorkable Oliver Tate de “Submarine”.

Sem contar o plot do vídeo, seguindo o fundamento de “Lars  And The Real Girl”, só que de uma forma mais Tim Burton de ser, digamos assim, rs

Sério, por qualquer motivo que seja (incluindo a magia do Brandon Flowers ou o som sua banda que nós sempre gostamos), #TEMCOMONAOAMAR?

 

ps: passei um ano inteiro cortando caminho por dentro da FNAC  para ir para a faculdade no passado e todo dia, no exato momento em que eu passava, estava rolando o vídeo de “Read My Mind” em algumas Tvs, sempre na cena em que o Brandon encontra o Elvis asiático. #TODAVEZ! E esse foi o meu ano com o Brandon Flowers. PÁ! (#ENCONTROCOMBRANDON, #365DIASCOMELE)

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Não sei mais quando é a Tina Fey ou a Winona Ryder

Outubro 1, 2012

Isso até ambas passarem no detector e o alarme de qualquer loja começar a tocar. #BUSTED! (Ok, sorry Winona! Não consegui resistir a piadinha escrota)

Mas falando sério agora, acho que as duas estão ficando cada dia mais parecidas e já podem até interpretar irmãs, ou Winona pode fazer uma ponta em qualquer 30 Rock Live. (ou seja, o último neam? Se é que vai acontecer… – mas deveria)

 

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Achei chic, achei podre no SAG Awards 2011

Fevereiro 1, 2011

Começo de ano é sempre assim, pencas de premiações antes do Oscar e uma certeza: muita gente de gosto duvidoso nos red carpets.

E é claro que no SAG Awards 2011 não foi diferente. Uma reunião da cafonalha!

E eu o que acho de tudo isso?

Acho chic, acho podre. Não entendeu? Ok, vou explicar…

Por exemplo, acho chic:

Não sou muito fã de degrade, mas achei esse vestido da Julia Stiles um dos melhores da noite.

Simples, bem resolvido e iluminado.

Acho chic

By Monique Lhuillier

Tmbm achei bem chic esse Alexander McQueen da Mila Kunis e olha que eu tmbm não sou muito fã de estampa.

Na verdade eu não gosto de estampa figurativa, eu acho… (nesse caso é claro)

 

Pausa para um momento gossip:

Agora o fatão da vez nesse caso é que…

… ela tem mesmo um tipo neam?

Olha só quem dizem que ela esta pegando, depois de terminar o seu casamento com o Macaulay Culkin.

Qualquer semelhança não deve ser mera coincidência, não é mesmo?

NEXT!

Lea Michele, eu tenho uma pena de vc. Isso pq eu acho ela super talentosa, mas o personagem que escrevem para ela em Glee beira o insuportável.

Difícil um personagem principal ser tão rejeitado assim. Acho que já passou da hora deles tentarem consertar isso.

Seu vestido eu não achei dos piores, achei ok. Mas não foi feito para ela, que não tem o corpo suficiente para preenche-lo. Sorry!

By Oscar de la Renta

Falando em Glee…porque Amber Riley? Porque?

Gastei meu português falando que vc estava maravileeeandra no Golden Globe, que eu tinha achado uma escolha super inteligente para o seu tipo físico e tudo mais. E agora vc me aparece assim no SAG? Dafuck?

Sorry Mercedes mas dessa vez, #NAOTABOMNAO!

Achei podre.

Hilary Swank fazendo a grega e de nude é muita preguiça.

Alguém precisa lembrar que ela é mais do que isso.

Achei preguiça, achei podre

By Versace

Christina Hendricks vc me irrita profundamente!

Ela já foi modelo, é uma das mulhers mais lindas do mundo e não se encaixa em um padrão óbvio, esta no elenco de uma das melhores séries ever e ainda por cima é ruiva magia.

Ai eu me pergunto: precisa mais o que?

E a resposta  é: bom gosto!

Sinceramente eu acho que ela não tenm nem idéia do tamanho da sua beleza.

Achei podre.

 

Agora outra pausa…

Achei muito talento feminino para uma foto só. Höy!

E nesse caso achei uma foufurice só esse reencontro de “A Single Man”. Höy!

 

Ok, voltando ao que interessa…(tisc tisc)

Ai gente…custava dar um toque para a Winona não ir vestida de noiva?

Não foi dessa vez que vc desencalhou ex Black Swan. Euri

TE AMO WINONA

Mas achei podre

By Alberta Ferretti

Agora, fala se não é muita covardia toda essa beleza reunida em um único casal? Höy!

Achei bem chic os Drapers terem aparecidos juntos, rs. Seria esse um sinal de que eles vão voltar na próxima temporada de Mad Men?

Torço para isso, pq a personagem dela perdeu toda a força e o sentido sem o seu boy magia, fatão!

Outro que deu uma melhorada foi o Christian Bale, não?

Tomou um banho, cortou aquele cabelo que não estava bom não e manteve a barba ruíva. Cool!

Acho que ele deu uma acordada depois que percebeu que ele estava levando vários prêmios e por isso precisava de um look melhor neam? Höy!

ME-DO!

Vamos gritar juntos: CRUZES!

Juro que se eu encontro com a Nicole Kidman assim na minha frente eu mudo de calçada, só para não perder a imagem dela como Satine em “Moulin Rouge” e ficar com essa imagem medonha e atual dela na minha cabeça para todo o sempre.

Achei podre

#NAOTABOMNAO

O lado negro da força de Natalie Portman em Black Swan

Dezembro 29, 2010

Um filme em busca da perfeição. O clima é de suspense, muitas alucinações, algumas imagens distorcidas e grandes closes nos pés sofridos das bailarinas em movimentos que quase representam “tortura” para os demais, simples mortais.

A câmera convida vc para esse ballet, acompanhando os movimentos precisos dos bailarinos, flutuando sobre os seus corpos, em alguns momentos causando até alguma vertigem de tantos giros no ar. Delicioso!

O trabalho do diretor Darren Aronofsky é primoroso, ele que já havia me emocionado em “Requiem For A Dream” (que é um dos meus filmes preferidos ever!) e também em “The Wrestler”, me conquistou de vez com o seu enlouquecido e dramático “Black Swan”. O filme é focado em detalhes, a trilha que acompanha a dramaticidade da cena, tornando-se mais intensa nos momentos mais sombrios, causando um certo desconforto com os estalos no dedos daquele bailarinha de aparência frágil, pequena, mas que se transforma em um belo cisne gigante quando esta no palco.

O foco são os  opostos, o branco e o preto, é a dor, o ruído e a parte de suspense da trama fica por conta das alucinações da protagonista, que vai encontrando aos poucos o seu lado negro da força durante o filme.

A competição esta presente no filme o tempo todo, os olhares de inveja para a escolhida da vez, as fofocas e a luta daquelas meninas (que já não são mais tão meninas assim até) para se destacar em uma grande companhia de ballet. Nada muito diferente do que qualquer ambiente de trabalho até…

Natalie Portman vive Nina Sayers, que é uma das bailarinas mais disciplinadas e completas do grupo. Em casa, ele vive uma relação meio assim com a sua mãe, com quem divide o mesmo sonho de se tornar a primeira bailarina do grupo. Mãe essa que também foi uma bailarina, porém em sua época,  teve que abandonar os seus sonhos e carreira para ter sua filha e assim, aproveita a chance de se realizar com a carreira da sua filha. Típico! Em casa tudo é meio estranho, Nina vive praticamente presa nesso sonho de perfeição e é totalmente controlada por sua mãe. Até o quarto dela, que já tem 28 anos, parece o quarto de uma menina de 6 anos que sonha um dia se tornar uma grande bailarina. To-la!

E a transição da personagem entre o cisne branco (que é a sua zona de conforto na verdade) para o cisne negro (que é na verdade o seu lado reprimido e mais obscuro) é feita de forma espetacular pela atriz (Portman), que passa o filme todo dentro desse desconforto em descobrir o que ela esconde dentro dela mesma.

Tudo isso com a ajuda do Vincent Cassel na pele de Thomas,  que é o diretor do grupo e é o responsável pelo despertar do lado sombrio da bailarina. Típico papel do homem no poder, com seu apartamento “moderno”, P&B + cromo, que tenta se aproveitar das situações, que enxerga a possibilidade de se dar bem a quilômetros de distância. Na verdade, ele é um excelente “professor”, do tipo que busca o que há de melhor em cada um, profundamente. O problema é quando essa busca é bem sucedida, mas o seu aluno não sabe muito bem como lidar com “o seu melhor”, que é exatamente o que acontece no filme.

Winona Ryder tem uma pequena participação no longa (bem pequena na verdade) na pele da bailarina Beth,  que já esta velha demais para a posição de primeira bailarina e que acaba não lidando muito bem com essa sua nova realidade de “aposentada”. Achei que ela poderia ter aparecido mais no filme e achei também essa uma “brincadeira” quase que cruel para a sua realidade, prontofalei (embora ela ainda seja bem jovem…)

Ao poucos vamos descobrindo as estranheza do personagem de Natalie, o porque dos seus machucados nas costas (alguns arranhões) e as unhas tão curtas. O que ela pratica com ela mesmo é mais comum do que a gente pode pensar, essa auto-sabotagem que muitas a gente pratica de vez em quando com a gente mesmo, mas não com tanta intensidade como no filme (assim espero, rs).

Para completar, ainda temos Mila Kunis interpretando uma sedutora ameaça para Nina dentro do grupo. Muito mais descolada, solta na vida, ela encanta por onde passa e acaba entrando na cabeça da personagem principal, mais como um desejo se ser um dia assim do que qualquer outra coisa. Pura inveja eu diria. Talvez por isso as projeções e o ciúme fique tão evidente no filme, criando um certo climão entre a duas e confundindo a nossa cabeça.

A cena em que as duas estão na boate dançando, em vermelho e preto, foi uma das cenas mais sexys que eu assisti esse ano no cinema. Höy!

A coreografia do filme fica por conta de Benjamin Millepied (Höy!)  com quem Natalie vem sido vista frequentemente e que talvez seja o futuro pai dos seus filhos (e eu acho muito chic ter como boy magia o primeiro bailarino do ballet de NY). Ele que é o primeiro bailarino do ballet de NY, trabalha lindamente as coreografias do filme, como já era de se esperar. E além disse, ele também atua no filme (David) e é o princípe da montagem do Lado do Cisne. E ao ver os dois dançando juntos durante o filme vc passa a entender esse romance e até pensa: #TEMCOMONAOAMAR

A minha única critica em relação ao filme são algumas cenas da alucinação dela se transformando em cisne. A única que eu gostei foi aquela enquanto ela dançava e a medida que girava, ganhava novas penas. As demais eu achei dispensáveis, porntofalei.

O legal do filme é que o inconsciente da personagem principal é quem pratica tudo de ruim que acontece em sua vida. Tudo o que ela mais teme, o que mais a assusta é externizado em imagens assustadoras criadas por ela mesmo e que acabam se confundindo com a realidade, levando a primeira bailarina a beira da loucura.

O desconforto com o próprio corpo, a falta de intimidade com ela mesmo (explorada em uma cena sensacional!), a insegurança, inveja, tudo isso acaba colaborando para o destino final da personagem, que em busca da perfeição se revela capaz de tudo, inclusive deixar a sua vida imitar a arte.

O final é perfeito, como a protagonista mesmo diz no final do filme e nada me surpreende se Natalie Portman desbancar todas as outras e levar todos os prêmios em que ela for indicada pelo seu primoroso trabalho. Clap Clap Clap!

ps: os créditos também são sensacionais e vale a pena esperar até o fim…

Winona nua para a GQ

Dezembro 20, 2010

Muse!

20 anos de Edward Scissorhands (thnks Tim Burton!)

Dezembro 6, 2010

Hoje, o primeiro filme que o Tim Burton fez para mim , “Edward Scissorhands” completa 20 anos, Yei! (o segundo foi o novo Alice In Wonderland)

Um conto de fadas moderno, com uma estética maravileeeandra e quase única, com a assinatura mais forte do Tim Burton, talvez tenha sido o trabalho que ajudou a criar a sua maior identidade. No filme fomos apresentados a aquele universo imperfeito e azulado do diretor  e junto com ele,  o herói solitrário e sombrio de alma sensível,  com suas mãos de tesoura que assustam e encantam por toda a sua criatividade e ousadia ao mesmo tempo. Genial!

Tim Burton criou Edward para representar a sua própria adolescência, mas logo,  Edward se tornaria o representante de todos nós, que um dia tmbm fomos jovens “esquisitos”.

Se vc é adolescente e esta passando por uma fase meio assim, se sentindo solitário e não se encaixando muito com a maioria de adollys tolos a sua volta e nesse momento, por um acaso esta lendo o Guilt,  não se preocupe pq vc não esta sozinho. Tenha certeza de que existem muitos Edwards por ai (eu fui e sou até hoje um deles) e que o melhor de tudo é que um deles pode ser tão sensacional quanto o próprio Tim Burton, o maior representante de todos eles! Howcoolisthat?

Em homenagem a esse dia tão especial, talvez pelo motivo de não ter saído nenhuma edição comemorativa do filme (o que eu acho um absurdo!), foi criado o blog Scissorhands20th , para que fãs e artistas do mundo todo enviem desenhos de suas próprias leituras sobre o clássico. (talvez eu faça um tmbm e mande para eles…)

O filme além de tudo marca o primeiro encontro de Tim Burton e Johnny Depp, o início dessa amizade que eu invejo mil (rs) e dessa parceria que nos rendeu vários outros clássicos e personagens inesquecíveis!

Já disse que o clássico é um dos meus filmes preferidos, eu não me lembro exatamente da primeira vez que eu assisti, mas sei que foi amor a primeira vista e me lembro bem de ter ficado profundamente emocionado quando eu finalmente consegui comprar o meu own DVD (sempre estava esgotado, fatão! Agora tem pencas por ai, humpf!). Em homenagem ao niver de 20 anos, prometo retira-lo da prateleira especial e assisti-lo ainda hoje, de pj’s pretos, com os cabelos lá no alto e a minha palidez de sempre, rs.

Essa é uma das minhas cenas preferidas do filme, de uma delicadeza sem tamanho. E ainda com essa trilha que ajuda a sonhar e se emocionar pencas neam? (tears)

Até hoje quando eu passo por um jardim que tem aquelas árvores meio redondas e super bem podadas eu penso: acho que Edward passou por aqui hein? E quem nunca?

Aproveitando o momento tão especial, preciso mandar 4 recados:

♥  Querido Edward, o seu biscoito é o mais lindo de todos!

♥  Johnny Depp, eu te amo!

♥  Winona, eu tmbm te amo!

♥ E Tim Burton, obrigado por toda a sua sensibilidade e genialidade! (tears)

ass: Essy Mãos de Tesoura

Winona, vc por aqui?

Dezembro 1, 2010

E não é que ela tmbm apareceu na pré-estréia de “Black Swan”? E masculeeeandra ainda hein? Höy!

Ai fui pesquisar e descobri que a Winona tmbm esta no elenco do filme. Mais um motivo para ninguém perder hein?

E se a presença da Natalie Portman e a Winona Ryder não for o suficiente para leva-los até o cinema, talvez o fato do diretor do filme ser o Darren Aronofsky, o mesmo de “Requiem For A Dream” e “The Wrestler”, talvez isso pelo menos anime vcs…

Pesquisando sobre o filme eu acabei descobrindo esses posters maravileeeandros. Esse primeiro com cara de fundamento antigo que eu achei bem incrível e que me lembrou alguma coisas que se fazia entre 1880 e 1930, mais ou menos por ai… (História da Arte e do Design Gráfico Feelings)

E esse outro bem moderno e maravileeeandro, com a Natalie Portman mais linda do que nunca e sua mão coberta de sangue. Achei bem dramático (assim com o próprio Black Swan neam?)

Anyway, voltando a falar da Winona Ryder, eu sou bem apaixonado por ela, não sei se vcs sabem?

Acho que tudo isso se da pela inveja dela ter feito alguns dos meus filmes preferidos…(Edward, Beetlejuice, Girl Interrupted

Um amigo antigo (tisc tisc tisc) sempre me disse que me achava a cara da Winona (euri), e um dia ele me mandou essa foto aqui para comprovar a sua teoria

Teoria essa que ele afirma com todas as forças que eu e ela somos a mesma pessoa (…). Vai saber neam? (tudo isso pq eu tenho uma foto parecida com  essa que ele viu um dia)

E em sua homenagem (o tal amigo) eu dedico essa coreô da Winona, que eu AMO! (e foi ele quem me deu o DVD do filme, rs)

♫ Shake, shake, shake Senora, shake your body line
Shake, shake, shake Senora, shake it all the time!


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