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Into Darkness

Julho 5, 2013

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Talvez no momento, não exista ninguém mais invejado por outros nerds do que o J.J. Abrams. OK, eles podem até ter outros interesses hoje em dia (eles = falando por mim mesmo até), mas ver um bom representante a frente de duas franquias desejadas por boa parte de todos nós por décadas como as de Star Trek e Star Wars, lá no fundo nos deixa com aquele gostinho bem especial de realização. É, pelo menos um de nós chegou lá, bem pertinho de tudo aquilo. Tudo bem também que na TV, além de excelentes trabalhos como Felicity (minha série teen do coração), Alias, os primórdios de Lost (desconsiderando pelo menos as duas últimas temporadas) e o seu nome ter figurado também no meio da produção da excelente Fringe (muito embora ele pouco ainda tivesse relacionado com a série), o J.J. Abrams também esteve envolvido em alguns projetos que provavelmente não o deixaram muito orgulhoso, mas como voltamos feliz do cinema com a sua sequência de “Star Trek”, resolvemos poupá-lo de certas vergonha por hoje, por isso não vamos nem mencioná-los… (tisc tisc, What About Brian, Six Degrees, Almost Human e porque não incluir Revolution nessa lista… tisc tisc)

E voltamos mesmo, com um sorriso bem largo, eu diria até que gigantesco, do tamanho que “Star Trek Into Darkness” fez por merecer, porque nós realmente ganhamos uma sequência admirável, além de animadora e praticamente megalomaníaca. Um filme que tem tudo para agradar a todos, inclusive aqueles que não se sentem familiarizados com o universo Trekie, porque a sequência realmente impressiona e anima com suas inúmeras e espetaculares cenas de ação e ritmo super acelerado, do tipo que te deixa grudado na tela sem precisar fazer muito esforço.

No passado, o que eu mais gostei do primeiro “Star Trek” dessa nova leva, foi a forma como o diretor resolveu encarar a produção, que aparentemente era bem menor do que a atual (apesar de também ter sido uma grande produção), utilizando recursos simples para nos entregar imagens finais impressionantes, como truques de câmera que bem poderiam ser considerados meio bobos e até o simples detalhe de refletir uma lanterna nas lentes da produção para causar aquele efeito de luz que cortam as cenas, algo já tão característicos da nova franquia e que funcionou como o toque especial do diretor para a sua sequência de filmes dentro desse universo. Detalhes que apareceram no DVD do primeiro longa e para os mais interessados (ou apenas curiosos), vale super a pena porque chega a ser quase como uma “workshop” de cinema.

Mas dessa vez, parece que essa simplicidade foi meio que deixada de lado (não posso afirmar porque nesse caso, ainda não vi o making of por motivos óbvios) para dar lugar a magnitude impressionante da grandeza do novo longa. Tudo parece gigantesco, estelar, do começo ao fim, desde aquele cenário em vermelho do começo do filme (que tem uma plástica sensacional, diga-se de passagem) de tirar o fôelgo, até as sequências no espaço ou na dobra, que ganhou um rastro sensacional e isso porque eu nem assisti a versão em 3D, que eu imagino que tenha deixado tudo ainda melhor (apesar de achar que esses lançamentos em 3D tem sido um grande truque dessa industria). Detalhe que por muita sorte, acabei assistindo ao longa poucos dias após a sua estreia por aqui, em uma sessão com apenas 6 pessoas, cada uma sentada em um canto da sala de cinema, ou seja, praticamente um sonho!

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Da tal sequência inicial no cenário vermelho até seus minutos finais, o novo Star Trek manteve um ritmo fora do comum e bastante importante para um filme de ação, começando com uma sequência eufórica em meio a um cenário deslumbrante, enquanto a gente ainda tentava assimilar o que eles estavam começando a nos contar dessa vez, até a sua sequência final, que apesar de menos eufórica e com ar de missão cumprida, típico de missões heroicas, não deixou de ser grandiosa nem por um minuto.

Já começamos a nova história com os personagens principais enfrentando um dilema moral, com Kirk burlando o protocolo para salvar a cabeça de orelhas pontudas do Spock de sua missão suicida no coração de um vulcão em erupção. Spock que naquele momento, de forma bem prática, já havia até aceitado a morte, para desespero de todos os seus colegas a bordo, incluindo a Uhura, com a qual ele mantinha uma relação desde então. É claro que como todo bom herói, o risco assumido do Kirk acabou valendo a pena e naquele momento encontramos pela primeira vez a Enterprise surgindo diretamente do fundo do mar. Mas é claro que tamanho esforço e descumprimento das regras não passariam facilmente pelo Spock, mesmo com ele sendo o motivador de toda aquela situação e a partir disso, ganhamos um dos plots centrais da nova trama, com a eterna briga entre Kirk e Spock, que basicamente sempre se dividiu entre o coração e a razão. Algo que acabou causando a perda da Enterprise por parte do Kirk, que foi retirado da sua posição justamente por conta de um relatório feito pelo próprio Spock, relatando em detalhes tudo o que realmente aconteceu durante a tal missão que só para deixar bem claro, foi o que salvou a sua pele de vulcaniano. E apesar do sentimento de perda ter durado bem pouco, é sempre difícil ver o capitão Kirk tendo que se despedir da sua amada Enterprise.

E esses personagens principais continuam sendo carregados muito bem pelos não tão novatos assim mas ainda novatos, Chris Pine e Zachary Quinto, a quem ambos os personagens parecem pertencer naturalmente nessa nova fase da franquia. Pine que trouxe uma personalidade mais jovem para o capitão Kirk, além do humor que a sua interpretação acabou trazendo também para o personagem e o Quinto interpretando um dos personagens mais icônicos da cultura pop a seu modo, trazendo muito da sua identidade para os limites do universo do próprio Spock e tê-lo em cena dividindo o espaço com o Leonard Nimoy é sempre muito especial e é claro que nessa sequência o ator que deu vida lindamente ao personagem no passado também não poderia faltar. (aliás, AMO essa conexão direta do Spock com ele mesmo no futuro)

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Vale dizer também que a química entre os dois é bem bacana e isso nós já percebemos desde o filme anterior. E o mesmo vale para os coadjuvantes que pouco apareceram no filme, mas que são todos excelentes, como o carrancudo Sulu (John Cho), o Bones (Karl Urban), que sempre acaba em alguma enrascada ao lado do melhor amigo Kirk, o Chekov (Anton Yelchin) e seu sotaque delicioso ou a relação de amor do Scotty (Simon Pegg) com a nave. Sem contar que é sempre uma delícia encontrar novamente com a Megan de Felicity (Amanda Foreman), amiga antiga do J.J. Abrams (que só pode ser muito fã dos Beatie Boys, não?) e que assim como no filme anterior, acabou fazendo uma pequena participação com integrante da tripulação a bordo da USS Enterprise.

Até que nos deparamos com o plot central maior de toda a questão levantada pelo longa, com a introdução do vilão da vez, Khan (que todos já suspeitavam, embora eles tenham tentado manter a sua identidade em segredo por muito tempo), vivido pelo sempre excelente Benedict Cumberbatch, que finalmente parece ter sido descoberto por Hollywood (agora só falta o Andrew Scott). Cumberbatch que chega com sua voz poderosa e postura de vilão invencível, dando o sangue nas sequências de luta (as mais simples visivelmente feitas por ele mesmo) e construindo ao longo do filme a história do seu vilão ambíguo.

Um personagem absolutamente dúbio, que apesar de ter sido nos mostrado como terrorista logo de cara e ter tirado a vida de alguém importante para o próprio Kirk (R.I.P Pike), tinha lá seus motivos para planejar tudo aquilo, mesmo com a gente não acreditando muito que essa seria a melhor forma de vencer qualquer batalha e ou vingar o seu povo (que é o que nós sempre pensamos em cenários semelhantes). Em campo, Khan além de tudo parecia ser um vilão genial, sempre a dois ou três passos a frente de seus adversários e nessa hora eu senti que a interpretação do Cumberbatch poderia até ter sido prejudicada por conta das semelhanças com o seu outro grande personagem conhecido da maioria em Sherlock, onde em determinados momentos, como naquela cena em que ele está na prisão a bordo da nave, fica impossível não associar aqueles closes no personagem em meio aos seus diálogos com o que ele faz com maestria na série inglesa. Uma semelhança boba, mas que no meu caso, como fã dos dois produtos, não conseguiu passar sem ser notada e que de qualquer forma, não acabou prejudicando o longa graças ao talento inegável do próprio Cumberbatch. (só eu procuro motivos para dizer “Cumberbatch” toda hora depois que eu digo pelo menos uma vez? rs)

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Apesar disso, é sempre muito bom ver um ator como o Bennedict Cumberbatch em ação e apesar do pouco volume dos seus diálogos no longa, é possível notar de longe o quanto ele é um ator absolutamente preparado para carregar um grande personagem com o vilão do filme. E essa batalha entre os dois lados da força, estando ambos em questionamento quase que o tempo todo, acaba se tornando o plot central do novo filme, nos deixando com uma leve impressão de quem realmente estaria falando a verdade naquele momento, mas preparando o terreno para nos surpreender com a ideia de que na verdade, ambos os lados tinham a sua culpa ou razão nessa guerra.

Outro ponto a se destacar na sequência foi a relação Uhura e Spock, que a princípio parecia ter tudo para não acabar muito bem, dependendo é claro que úncia e exclusivamente dos caminhos escolhidos para que a história do casal nos fosse apresentada daqui por diante, já que o interesse entre os dois já havia sido despertado durante o filme anterior. Em meio a uma excelente DR em pleno campo de batalha e em uma nave bem menor, sem ter para onde fugir, encontramos uma excelente dinâmica entre o improvável casal, intermediada é claro que pelo Capitão Kirk, que sempre vai ser a outra parte dessa relação conturbada. Nesse momento inclusive, ganhamos uma sensacional excursão pela mente do próprio Spock, que em uma cena simples e linda, conseguiu nos ilustrar exatamente como é que funciona a sua cabeça, por mais impossível que isso possa parecer na teoria, nos revelando que na verdade, na maioria do tempo ele tem sim sentimentos, só que consegue deixá-los na reserva por motivos que nem ele consegue explicar, mas que estão todos lá, prontos para serem vivenciados a qualquer momento.

Além da super produção de blockbuster astronômico, “Star Trek Into Darkness” além de ser uma produção linda de ser vista no cinema, com detalhes sensacionais por todos os lados, que vão desde o figurino (e quem prestou atenção pode perceber que foram vários) em campo dos integrantes da Enterprise, até os detalhes da gigantesca nave, o filme impressiona mesmo pela grandeza e volume de suas cenas de ação, que são muitas e nós praticamente não temos muito tempo para respirar entre ter que resolver esse ou aquele assunto. Para quem gosta do gênero, esse é um dos melhores filmes de ação dos últimos tempos, do tipo que pelo menos segue uma lógica (e pensando como o Spock, não poderia ser de outra forma, rs) para a sequência dos fatos e não entrega para a sua audiência apenas sequências aleatórias de tirar o fôlego de qualquer um que tenha exagerado no refrigerante XL e na pipoca com manteiga e muito sal.

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Apesar do material de divulgação do filme e até mesmo o seu título nos passar uma ideia de que estávamos prestes a encontrar um produto muito parecido com “The Dark Knight Rises” (antes de reclamar, lembrem-se do poster do personagem do Bennedict em meio ao caos que foi um dos primeiros a sair do novo longa e respire fundo…), o que encontramos no longa não foi um total clima de destruição como no filme que encerrou a excelente trilogia do homem morcego, apesar dele existir em um determinado momento, novamente trazendo aquela questão do terrorismo como o grande vilão da atualidade. Por isso é preciso dizer que a proposta de sequência do diretor foge bastante dessa semelhança que achamos que encontraríamos e o seu produto final acaba se assemelhando muito a um episódio da série clássica até, reservada as devidas proporções e considerando os brinquedinhos e injeções de capital que esses meninos ganharam para brincar dessa vez.

O drama maior do filme acaba ficando reservado para o final, com a inversão dos papeis de Kirk e Spock que encontramos naquele primeiro probleminha do começo do filme, elevando o personagem do Kirk ao posto do grande herói da vez, muito embora tenha sobrado até um corpo a corpo para o Spock nessa hora também, algo que foi capaz inclusive de fazer a sua franja balançar (sim, eu ri alto no cinema nessa hora), mas que acabou deixando o sobrevivente do planeta Vulcano um tanto quanto na posição de vulnerável da vez, onde em um momento raro ganhamos a chance de observar o personagem demonstrando seus verdadeiros sentimentos. Mas vamos combinar que aquela resolução final acabou não sendo tão impactante assim porque já era possível imaginar o que aconteceria naquela sequencia…

Com pouco mais de duas horas, o filme tem o tempo exato para nos entregar uma história deliciosa, um reencontro que não vamos nos cansar tão cedo com alguns dos nossos personagens mais queridos da vida, ainda mais com essa visão tão bacana do J.J. Adams, que a frente dessa franquia (e esperamos que ele repita o feito com o novo Star Wars) tem nos representado e muito bem, por isso esperamos encontrar mais dessa história em breve no cinema.

Live Long And Prosper \\//

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Star Trek Into Darkness, o trailer

Abril 18, 2013

Terceiro trailer de “Star Trek Into Darkness”, a sequência do J.J. Abrams que dessa vez vem bem mais completo e muito mais dramático do que os demais que já vimos aqui, aqui e aqui.

O filme chega na America antiga no dia 17 de maio, mas por aqui, novamente teremos que esperar praticamente por 1 mês até 14 de junho, que é quando ele finalmente chega aos nossos cinemas. (um mês antes e seria o tema perfeito para o meu B’Day. E sim, eu iria de Spock e não aceitaria a entrada de nenhum outro na festa, nem mesmo o Zachary Quinto. Mentira, eu deixaria o Zachary Quinto entrar sim – vem Zachynto – e também o Leonard Nimoy, para quem eu imediatamente dedicaria a festa fazendo o seu clássico gesto ao mesmo tempo em que escorreria uma single tear no meu rosto e de presente eu ganharia uma volta na Enterprise, claro. #SONHO)

 

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Falta o que mesmo para declarar de uma vez por todas a morte do MTV Movie Awards?

Abril 15, 2013

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(R: alguém declarar o horário da morte, como já bem aprendemos em Greysa e coragem)

Mas nem a Rebel Wilson (que descobrimos recentemente que é ótima, mas que ao mesmo tempo não estava no seu melhor dia) conseguiu salvar o MTV Movie Awards 2013 daquela preguiça de sempre e do quase total fracasso. Mais um, porque vamos combinar que não é de hoje que a MTV parece que perdeu a mão em todas as suas premiações. Do começo ao fim, quase nada foi bacana e muitos momentos foram altamente constrangedores (o que foi aquela apresentação do elenco de “Pitch Perfect” completamente desafinada e dura em cena, hein? Ain’t no Glee!), a não ser a Aubrey Plaza subindo colocadíssima no palco fazendo a “Kanye” para cima do Will Ferrell, o “grande comediante” (suspeito que eles tenham levado em consideração a sua altura) homenageado da noite. Pena ela não ter sido mais insistente e ter nos poupado daquele discurso chatinho…

Fora isso, foi tudo mais ou menos como vem sendo todas as premiações do canal que um dia já foi bacana (algo que acabou antes do meio da década de 2000, eu acho), mas que parece que realmente perdeu de vez a fórmula. Poucos nomes que realmente importam na fila da manteiga extra na pipoca do cinema e muita gente desesperada e disposta a fazer de tudo para conseguir manter um público jovem de seguidores. Preguiça, mas é o que temos para esse fim de tarde, por isso vamos comentar mesmo assim, porque o filme até pode ser ruim, mas já que pagamos para assistir…

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Mas a preguiça maior mesmo durante a premiação esteve estampada na cara de quem compareceu por lá, como o Bradley Cooper por exemplo, que só pode ter perdido a aposta para a Jennifer Lawrence de que quem não levasse o Oscar para casa por “Silver Linings Playbook”, teria que comparecer a todas as demais premiações preguiças do universo. Sério, só isso justificaria a sua presença na premiação. (e olha que ele ainda levou um prêmio, hein? E tadinho, até tentou fazer um discurso fundamento, mas tenho certeza que desistiu no meio do caminho pensando: pra quem é que eu estou falando mesmo?)

De qualquer forma, encontrar com o Bradley Cooper e esses olhos azuis da cor dos cupcakes dos Simpsons versão Breaking Bad é sempre uma visão. Höy!

ps: e a MTV, uma canal fundamentalmente de música, perdendo a chance de usar o som do Alabama Shakes durante sua entrada no palco? Achei um desperdício…

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Falando em magia, alguém sabe dizer o que aconteceu com a do Brad Pitt?

Onde foi parar tudo aquilo gente? E o tempo levou mesmo? WOO!

Tenho uma teoria de que os atores aparacem nesse tipo de premiação apenas para repor a dose de “juventude” que eles tentam sugar a todo custo em noite de premiação jovem. Talvez o Brad Pitt tenha aparecido apenas para repor seus hormônios, por isso esperamos que na próxima premiação preguiça ou não, ele apareça mais “The Tree Of Life” e menos “The Curious Case of Benjamin Button”.

Sorry Brad, mas #NAOTABOMNAO (e a tentativa de piada dele durante esse momento foi extremamente constrangedora)

2013 MTV Movie Awards

Mas nem tudo esteve perdido durante o MTV Movie Awards 2013 e olha só quem também esteve por lá para a nossa sorte?

Hermione! Maravileeeandra de vestidinho recortado de ricah, muito provavelmente colocada de cerveja amanteigada, porque agora ela já tem idade para isso então tudo bem, linda e premiada, apenas.

Olha e chora Kristen Stewart, Amanda Seyfried…

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… e falando em Amonda Seyfried, eu gostaria de deixar registrado que essa sua cara de quem preferia estar em qualquer outro lugar no mundo durante a premiação de ontem é exatamente a mesma cara que eu faço quando a vejo em qualquer cinema do mundo, mesmo quando no formato de poster ou assombração. Sério, exatamente essa.

Aliás, honestamente? Nunca vi uma interpretação tão honesta de Amandita. Cheguei a ficar emocionado agora… (de nervoso, claro)

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OK, tenho que reconhecer que foi bem bacana ver o elenco do novo novo Star Trek entrando no palco naquele buraco que parecia ser parte do cenário do filme (o mesmo que vimos inclusive em um dos primeiros posters divulgados). Cool!

Os meninos estavam lindos, alinhados e no fundamento da magia à sedução, mas achei que a Zoe Saldana foi de look viúva derrotada do Bradley Cooper, só para provocar aquele climão. Mas tudo bem, perdoamos porque também já fomos trocados um dia. (nem que tenha sido na fila da entrada na escola, quando quem mesmo chegando primeiro, era empurrado para o final da fila por conta da altura e nunca podia entrar na sala de mãos dadas com a professora, rs #MAGOADECABOCLINHOERÊ)

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E achei uma ousadia o Zachary Quinto (que fez o Spock durante a premiação. Cool) aparecer com a réplica do terno que eu vou usar no meu casamento com _________________ (com quem aceitar, rs, que pode ser inclusive ele mesmo. Se cuida, Jonathan…)

Maravileeeandro

2013 MTV Movie Awards

Antes de começar a transmitir a premiação, a MTV Brasil ficou fazendo uma maratona sensacional de apresentações musicais que nós já vimos no MTV Movie Awards de outros tempos, onde vimos novamente o Yeah Yeah Yeahs naquela apresentação maravileeeandra e inesquecível de “Maps”, ou o Cee Lo e o seu Gnarls Barkley fazendo a épica apresentação de “Crazy” investindo lindamente no fundamento Star Wars. Sem contar o Black Keys tocando com o Dione Depp em uma das edições mais recentes da premiação. Höy!

Até que chegamos aos grandes shows da noite, que foram de uma preguiça ou falta de importância sem tamanho. Aliás, tinha um tamanho e ele era pequenininho, pequenininho. Mas nada foi mais constrangedor do que a apresentação da Selenita Gomes fazendo a indiana cigana naqueles dias, com uma voz sofrida e pequena, que eu consigo superar rapidinho no chuveiro em menos de três notas. Me dê um Re Sol Do maior, menor e mediano, maestro.

Sério, foi constrangedoramente sofrível.

2013 MTV Movie Awards

Tudo bem que era um Louis Vuitton e a gente sabe o quanto custa (cinco potes e 1/2 de moedas de ouro por trás do arco-íris), mas estava simplesinha a nossa adorável Chloe Moretz, não?

Achei que o make, o cabelo e ou os acessórios poderiam ser mais interessantes nesse caso, para deixar o look com mais vida. Algo mais dentro desse fundamento acima, que ela mesmo já se arriscou nesse excelente vídeo/curta de “Our Deal” do Best Coat. (que eu nunca canso de ouvir e fui apresentado pelo meu quase irmão, G., que também acha a Chloe linda, só tem 17 anos e também acha meio nojento esse interesse todos dos meninos tão cedo para cima dela, ele que ultimamente está vivendo o plot que diz que odeia que comentem sobre a sua vida e provavelmente vá odiar essa parte do post caso chegue a ler  – ♥ – PS: e antes que eu me esqueça, sim G., você tinha razão e a Rebel Wilson faz uma ponta em “Bridesmaids”)

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É inacreditável como mesmo de banho tomado, a Ke$ha continua com cara de quem dormiu em uma poça de lama, poeira e wisky, não?

E só eu não sabia que ela foi promovida a nova Bruxa do Leste e não do Oeste, porque apesar de estar rolando na sujeira desde que a conhecemos, ela ainda não conseguiu chegar no tom de verde encardido?

#NAOTABOMNAO

ps: e ela não perde a chance de usar um biquíni, uma hot pants ou uma transparência para nos traumatizar com a visão baixa da sua Ke$hereca, não é mesmo? EW!

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E a surpresa da noite no MTV Movie Awards 2013 ficou por conta da minha pessoal descoberta de que o ex da Miley tem um sotaque e como vocês bem sabem, perco praticamente todos os sentidos e ganho alguns novos quando ouço sotaques…

Sem contar que durante a premiação, ainda teve um close de barba cheia no Liam, que despertou novamente certo interesse. Confesso.

Tudo bem que no seu CV, sempre vai pesar a sua passagem pela Smiley, mas de qualquer forma, quem somos nós para fazer a tão seletiva assim em noite de pouca gente na buatchy escura e depois das 5h00, também conhecida como a hora do desespero na noite?

Höy!

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Eu gostaria que honestamente, sem procurar no IMDB ou qualquer coisa do tipo, alguém me dissesse um filme sensacional de comédia que o Will Ferrell tenha feito para merecer esse prêmio de “genialidade da comédia” na noite de ontem. Sério, alguém?

Eu só me lembro dele ter arruinado o “remake” de “A Feiticeira”, feito que ele realizou ao lado da Nicole Kidman já pós plásticas e de ter feito um personage chato para cacete em The Office. (e como torcemos para que ele não fosse o substituto do Michael, hein?)

Pra mim, a melhor piada desse momento continua sendo a de que até o Tyrion preferiu estar em qualquer outro lugar do que na própria série na noite de ontem e nesse caso achamos que ele pode ficar pelo menos uns 2 meses fazendo cameos em tudo quanto é premiação preguiça da TV, que quando ele voltar para GOT é capaz da série ainda estar exatamente no mesmo lugar. (vai me dizer que GOT não está assim? Seja sincero, leitor…)

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Por isso, achamos que ele mereceu a Aubrey Plaza tentando fazer a “Kanye” durante o seu momento no MTV Movie Awards, ela que estava incontrolável e colocadíssima na platéia. E tem coisa mais honesta do que celebridade que perde a linha no open bar?

Não, não tem. We ♥ April

2013 MTV Movie Awards

2013 MTV Movie Awards

Ginger Alert. Ginger Alert! (começa a tocar um mashup de Bowie nos tempos de Ziggy, Cindy Lauper antiga e Florrancé e sua máquina)

Um dos melhores acontecimentos do MTV Movie Awards 2013 foi a variedade de tons de ruivos magia encontrados entre o Tom Hiddleston e o Eddie Redmayne.

Höy!² (Hiddleston que inclusive estava impossível da magia a sedução e toda hora aparecia na câmera. Pena o seu humor ser tão inglês para aquela platéia. Humpf!)

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Vamos brincar de “gay homossexual, inglês, europeu ou cafuçu desavisado” ou seria ofensivo demais?

OK, não queremos magoar/provocar a ira de ninguém, mas digamos que da esquerda para a direita, eu diria que o código para esse enigma seria 1, 4,1, quase 1, quase 4 e com alguns drinks 1. (nessa ordem)

E a cara de constrangimento do Zac Efron na hora que pediram para ajoelhar? Sei…

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Agora, temos que reconhecer que ninguém conseguiu entender melhor o espírito da premiação do que aquela personagem que não conseguia cantar e ou falar alto em “Pitch Perfect” (sorry, mas estou com 6 dúzia de pão de queijo no forno e não tenho tempo para procurar o nome de toda cretina que aparece na minha frente. Nada pessoal), que foi de chapéu com esse cigarro apagado gigantesco, que era exatamente o que a gente gostaria de ter feito na cara do MTV Movie Awards 2013. #TZZZZZ

Porque não tem como levar a sério qualquer premiação de cinema que tenha como muso o Channing Tatum (que eu não dou 10 anos para assumir a obesidade), não tenha limites para piadas sobre a Lena Dunham (uma tudo bem, mas toda hora?) e ou decida ignorar completamente tudo o que aconteceu recentemente com o casal Robert Pattinson e a Kristen Stewart. É, não tem. #TZZZZZ

 

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American Horror Story: Asylum – Freak, chic porém agora em uma versão bastante melhorada

Fevereiro 8, 2013

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De tanto todo mundo comentar em relação as melhoras da segunda temporada de American Horror Story quando comparada com a primeira, que foi uma total decepção, principalmente falando sobre todas as suas resoluções, me senti tentado a pelo menos dar uma conferida para ver se essa melhora era realmente tão notável assim, a ponto de conseguir me fazer ter pelo menos vontade de assistir a nova temporada.

No cenário atual, agora chamado “Asylum”, logo de cara já era possível perceber maiores possibilidades para a trama em meio àquele ambiente de loucura. Freiras impiedosas, serial killer travestido de bom moço, as vezes de papai noel (rs), exorcismos medonhos, o médico nazista totalmente sem limites e ou escrúpulos, criaturas bisonhas rondando pelos corredores pouco iluminados daquele lugar, alienígenas e abduções executadas muito bem. Realmente, a proposta dessa vez parecia ser bem diferente em relação a preguiça da primeira temporada, principalmente a parte onde eles acabaram praticamente culpando um só personagem para justificar quase tudo de ruim que acontecia naquela casa medonha. Em um cenário tão repleto de possibilidades distintas como o de agora, repetir o erro do passado me parecia impossível, ou bem difícil de acontecer e por isso, resolvi dar uma segunda chance à segunda temporada da série.

Se o que precisa melhorar encontrou o seu caminho para o melhor e isso já era possível de se notar facilmente, o que já estava bem bacana havia sido mantido, com a série permanecendo muito bem editada, com cara de terror moderno (sem grandes inovações mais reconstruindo clássicos do gênero), cenários extremamente bem cuidados, com uma beleza fácil de ser reconhecida em tamanha estranheza. A começar pelas imagens promocionais da série, que já anunciavam que esse fundamento, repetido da Season 1, havia sido mantido e esse tipo de detalhe e cuidado nós sempre achamos bem bacana e pelo menos isso nunca pareceu ser um issue dentro dessa história.

O elenco da vez também foi outro acerto do nosso querido e perturbado (porque ele deve sim ser bem perturbado e talvez por isso nós o amamos ainda mais, rs) uncle Ryan Murphy, boa parte dele também encontrado na Season 1, os melhores deles pelo menos (e quem aguentaria ver a Connie Britton totalmente cluelles novamente, heim? , que permaneceram para ajudar a contar essa nova história.

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Lindo ver uma mulher como a Jessica Lange deixando todo mundo de boca aberta, encarando lindamente uma lingerie vermelha por baixo dos seus trajes religiosos, em uma das cenas mais sensacionais em termo de magia e sedução da temporada e tudo isso por culpa do seu talento, que praticamente sobrou durante essa temporada. Agora vivendo a Sister Jude, novamente uma mulher ambígua e com mais chances de ser uma das vilãs da vez do que qualquer outra coisa, ela novamente roubou a cena sendo totalmente impiedosa com os pacientes que se encontravam sob seus cuidados, mantendo um amor proibido pelo Monsignor Timothy Howard (Joseph Fiennes, que estava em um papel super pequeno e eu já até estava aguardando que ele fosse divulgado como um dos principais para a próxima temporada, algo que não aconteceu ainda e talvez não aconteça), isso até o jogo virar e ela se encontrar como uma das pacientes da próprio hospício, onde ela foi perdendo o controle aos poucos até se tornar apenas mais um deles. E diga-se de passagem, essa foi uma excelente transição. Clap Clap Clap!

Zachary Quinto também esteve ótimo como Bloody Face, o serial killer da vez que se travestia de doutor bom moço, tentando ajudar os pacientes da clínica. Um papel que nós já vimos ele fazer muito bem, por isso nenhuma surpresa, exceto pelos excessos de estranhezas que o próprio personagem carregava, cheio de mommy issues e um vício que nós preferimos não comentar para não deixar ninguém com enjoo. Sua parceira em cena por grande parte da temporada foi a atriz Sarah Paulson, dessa vez em um papel bem maior do que a sua participação durante a Season 1, vivendo uma jornalista lésbica (Lana Winters) que em busca da história da sua vida, acabou se encontrando como uma das pacientes daquele lugar pavoroso, sendo torturada a todo tempo e tendo a chance de conhecer de perto a cabeça do personagem que havia a atraído àquele lugar, que vinha a ser exatamente o Bloody Face do Zachary Quinto. (e os dois são super amigos na vida real, além de gays assumidos e ativistas bacanas do tipo não pedantes como o modelo antigo e preguiça que não devemos seguir, nova geração!)

Saindo um pouco do lado maluco da coisa e partindo para uma questão mais sobrenatural, encontramos o Evan Peters, dessa vez bancando o bom moço antigo na pele de Kit Walker, casado com uma mulher negra em uma época em que as pessoas não estavam preparadas para esse tipo de situação. Resumindo, uma época ainda mais estúpida do que a que vivemos, obviamente, porque esse tipo de crime/ódio jamais deveria ter sido tolerado e ou existido. Enfim. Nesse cenário, tivemos a proposta da abdução, executada muito bem por sinal, mas que ao mesmo tempo acabou ficando meio que de lado durante a temporada, mesmo que a sua história tenha ganhado começo, meio e fim. Achei que nessa hora, faltou um pouquinho de coragem para abordar mais sobre o tema, que ao mesmo tempo, se tivesse ganhado mais atenção dentro da proposta da vez da série, teria acabado destoando completamente de todo o resto e por isso, no final das contas acabou aparecendo na medida exata.

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Ainda do lado sobrenatural da vez, tivemos ótimos momentos começando com um exorcismo daqueles, com direito a muita blasfêmia e aquela voz de #CREDINCRUZ que nós bem conhecemos do gênero. Dentro desse plot, ganhamos outro grande personagem para essa Season 2 de American Horror Story, com a Sister Mary Eunice (Lily Rabe, também em um papel muito maior do que o da temporada anterior e a cara do Benedict Cumberbatch de peruca loira. Sério) ganhando um habitante novo para o seu corpinho até então livre de pecados, ninguém menos do que o diabo himself. WOO. Sério, essa mulher esteve literalmente diabólica durante essa temporada e por isso acabou sendo um dos grandes destaques da mesma. Como esquecer aquela cena ótima dela cantando “You Don’t Own Me” olhando diretamente para o crucifixo pendurado na parede do seu quarto? Excelente!

Outra que esteve diabolicamente sensacional durante essa segunda temporada, foi a Frances Conroy, dessa vez bancando o anjo da morte, em cenas quase poéticas, além de também terem sido todas executadas dignamente em termos de efeitos, com a grandiosidade de suas asas pretas e uma caracterização sensacional, do figurino dramático ao make seguindo a mesma linha. E fazendo participações especiais, tivemos o Adam Levine, que até que esteve OK dentro do seu papel (melhot que no SNL, por exemplo…) e a Chloë Sevigny, em uma participação quase afetiva, sem grande destaque. (na verdade, essa segunda foi quase um desperdício)

Apesar de todos esses pontos altos da temporada, preciso dizer que embora tenha gostado muito mais dessa nova temporada do que da anterior, a qual me fez inclusive prometer não ver mais a série (e eu não sou bom com promessas, portanto), a sensação que fica ainda é a de que o Ryan Murphy sabe muito bem criar um ambiente tentador, que atraí a nossa atenção e consegue nos prender facilmente dentro do seu cenário, mas ainda não aprendeu muito bem como finalizar suas histórias, encerrando algumas delas de forma bem simples, quase que de forma desleixada até. Mas digamos que pelo menos dessa vez, eles pelo menos conseguiram acertar mais e apesar de ter achado que algumas criaturas e personagens bacanas dentro daquele ambiente foram deixados de lado para encerrar a história que mais interessava e ou era mais importante, podemos dizer que pelo menos uns 80% da história da vez foi encerrado de forma bem bacana e com uma variedade muito maior de culpados do que aquela preguiça toda da temporada anterior.

Cenas ótimas como o médico nazista se dispondo a ser cremado vivo ao lado da sua freira amada, assim como o surto da Sister Jude ao som de “The Name Game” que trouxe um pouquinho do lado Glee do uncle Ryan para esse cenário completamente diferente ao que encontramos no McKinley High (apesar de que, bem que poderiam mandar pelo menos a Rachel para lá, hein? Sugestão a ser considerada…), foram apenas alguns dos excelentes momentos da temporada, até chegarmos a sua resolução, com um episódio final ainda mais especial do que tudo que já havíamos visto até aqui.

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Lana Banana se tornando uma jornalista de sucesso e extremamente arrogante, completamente vendida, aproveitando o momento para vendar o livro da sua história para o mundo, uma história que ela mesmo havia vivido porém havia também dado aquele incrementada para deixar tudo ainda mais interessante para o seu lado, é claro, tendo que encarar o filho (interpretado pelo Dylan McDermott, sem a parte da magia antiga mas em um papel menor, do tipo que ele consegue dar conta) fruto de um estupro do grande serial killer da vez, ele que seguia os passos do pai e segundo ela mesmo, havia herdado o pior de ambas as partes. Apesar desse ter sido o grande finale de American Horror Story: Asylum, devo confessar que pelo menos essa parte eu acabei achando bem previsível e tinha certeza que aconteceria, para dar a chance da personagem principal encerrar aquele ciclo da sua vida, que precisava encontrar um fim. O que não chegou a tirar o mérito do seu encerramento, que foi muito bem executado, mas que acabou desviando as atenções para o final da outa grande personagem dessa temporada, a Sister Jude.

Esse sim, acabou me deixando bem mais surpreso, ainda mais encontrando o Kit como seu acolhedor, resgatando aquela mulher que no passado não havia sido nada bacana com ele ou com seus amigos, mas passando por cima de toda essa mágoa e trazendo a Sister Jude para perto da sua família, tentando recuperar uma mente que acabou se perdendo dentro daquele ambiente horrroso e que teve a sua situação piorada quando a igreja resolveu vender a clínica para o estado e nesse momento, as coisas acabaram se perdendo por completamente. Um final bem bacana para uma personagem excelente, que acabou tendo a sua chance de também se redimir em relação a suas maldades do passado e de quebra nos deixou com a sensação de que o Kit havia sido abduzido com um propósito e talvez os seus filhos tenham seguido esse mesmo caminho ainda tão misterioso.

E com essa grande mistura de temas e personagens, American Horror Story: Asylum acabou conseguindo atingir o que parecia impossível, abrindo os horizontes para novas e numerosas possibilidades e nos entregando uma temporada que em nada nos lembrava o que não havia sido tão bom durante a Season 1. A partir disso, comecei a imaginar os possíveis cenários para uma próxima temporada, onde já não me parecia mais pertinente um cenário reduzido, focado em um ambiente com menores possibilidades, como o da sofrível Season 1. Desde o começo, cheguei a pensar em uma prisão, ou em um campo de concentração ou de guerra para os cenários da já confirmada Season 3. Ryan MUrphy disse que um detalhe perto do fim da temporada foi uma de suas pistas para  o cenário que encontraremos durante a Season 3 e ao que tudo indica, a chegada das novas pacientes ao hospício, vestidas como prisioneiras e com a Frances Conroy chegando deliciosamente possuída e toda banhada no diesel para caminhões naquele local, para total desespero da Sister Jude, com quem ela “dividiria” o quarto naquele momento, talvez tenha sido a deixa para o que encontraremos no próximo ano da série.

Por esse motivo, nada me tira da cabeça que devemos caminhar dentro do cenário de uma prisão durante a próxima temporada, algo que apesar de ser uma saída semelhante em termos de possibilidades e quantidade de personagens bem parecido com o que encontramos no cenário atual, seguindo essa fórmula muito mais bacana da Season 2 do que qualquer coisa a respeito da  temporada anterior, temos tudo para ganhar uma Season 3 excelente de American Horror Story: Prison Break versão Girlie. E para você que se animar em assistir a série a partir de agora, esqueça a Season 1 (i wish), fingindo que ela nunca existiu e se aventure a partir dessa Season 2 que vale muito mais a pena.

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Star Trek Into Darkness, o poster (que assusta)

Dezembro 3, 2012

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A pergunta que não quer calar é: se você já não soubesse que esse é o primeiro poster do novo “Star Trek Into Darkness”, você não acharia que esse seria um poster lançado tardiamente de “The Dark Knight Rises”?

Tirando isso, o medo maior fica por conta dessa “capa” no Captain Kirk…

Mas já podemos respirar mais aliviados, porque o personagem em destaque no poster na verdade é o vilão interpretado pelo excelente ator Bennedict Cumberbatch (Sherlock). Ufa!

Será que esse nível de destruição todo ficou por conta do vilão ainda sem nome (talvez Khan?) de Cumberbatch? (dizem que ele será “um homem que será um tipo de máquina de destruição em massa”…)

Ansiosos? Veremos… (ainda mais agora que eu descobri que o filme será lançado 3 dias depois do meu own niver. Thnks J.J.!- mas espero que você não tenha estragado o meu presente seguindo uma linha muito #TDKR)

 

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Spock²

Agosto 17, 2012

Spock do passado + Spock do futuro. #TEMCOMONAOAMAR? \\//

(♥)

 

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Spock batendo ponto (e um recadinho para o Seltão Mellow)

Março 6, 2012

E não é que já começaram as gravações do novo “Star Trek” do J.J?

E o nosso querido (bom, para alguém ele deve ser querido…) ator brasileiro Seltão Mellow, que recusou o convite do J.J para uma papel no filme e ainda justificou a recusa dizendo que ficaria deprimido em ter que usar o uniforme da Frota Estrelar, hein?

Que babaca, não?

Preconceito contra a cultura nerd nunca foi tão cafona…Muito mais cafona do que a sua caracterização em “Meu nome não é Dione”, que já era bem puxada…

Além de ter declarado essa vergonha, ele ainda disse que não tinha disponibilidade para fazer testes em Hollywood como o Santoro e queria a garantia de que teria falas no filme. What a diva?

Gostaríamos de lembrar o querido Seltão Mellow (novamente, dito isso porque ele deve ser querido para alguns…) que o Brasil é apenas uma parte do mundo e fazer sucesso por aqui não serve como “carteirada” em Hollywood. (para a nossa sorte ou o que teríamos de globais meia boca batendo exigindo a sua estrela na calçada da fama…)

E vamos falar bem a verdade? Eu sempre acho que ele interpreta o mesmo cara sempre, meio loser, apatralhado e envolvido em algum tipo de encrenca, sempre acompanhado de uma mulher do tipo que ele não pegaria na vida real, não sem rolar uma negociação antes. Seja ele interpretando um jagunço, um palhaço ou um ex traficante.

E por favor J.J, evite convidar também o Wagner Muóra, tsá? Pq o Brasil já tem muito do que se envergonhar e não precisamos de mais um motivo…

Uma Beija!

E toda a magia que faltou, acabou sobrando nas festas pré e pós Oscar 2012

Fevereiro 28, 2012

No finde tivemos pencas de festas e outras premiações antes do aguardado Oscar 2012.

Tivemos o Spirit Awards, a festa da Elton e a da Vanity Fair. Ou seja, muito red carpet para cobrir.

Como já estamos meio que cansados de falar de modelões e ou de red carpets nesse momento, mesmo porque, tudo anda numa preguiça tão desanimadora, que decidimos fazer um post especial aqui no Guilt, reunindo somente toda a magia que passou por cada uma dessas festas e que em dia de premiação como essas, quase nunca são valorizadas porque os vestidos todos acabam chamando muito mais atenção do que qualquer tux bem cortado e em preto, desconsiderando quem o estiver vestindo.

E também, com um Oscar 2012 tão capenga e carente de feitiços (tirando o Dujardin, Höy!), todas a essa altura já estavam necessitadas de alguma magia, não é mesmo? Höy!

Chris Pine, o capitão Kirk que toda mãe pediu para Santa Cher como genro. Höy!

Bradley Cooper, aquele que perde convenientemente a memória durante a ressaca brava da noite anterior. Sei…Höy!

Matt Bomer, que não precisava nem falar nada, bastava ficar assim, com essa cara, congelado, no canto do quarto, com os braços abertos, para a gente aproveitar a sua presença e já usar como mobília, para pendurar as roupas e as fedoras todas, rs. Höy!

Boone agora diz que é vampiro com fama de mau, mas todo mundo se lembra do seu passado suspeito em uma certa ilha distante, guardada por uma rolha mágica, não?

Sem contar que ele continua fazendo muito bem a sua única cara, aquela com os olhos apertadinhos de sempre. Höy!

Zachary Quinto, embora esteja com o óculos errado, pequeno demais para o seu rosto, a gente perdoa, porque com esse combo de outfit escolhido pela mãe + cabelinho arrumadinho + memória afetiva de novo Spock, a gente aproveita logo para realizar a fantasia nerd. Höy!

Joseph Gordon Levitt é foufo, tem cara de primo carente e safadinho do interior de Connecticut e de quebra, já estabelece um período de pelo menso 500 dias para te conhecer melhor. Algo que funciona bem para quem estiver procurando um namorado sério e que goste de The Smiths (sonho de todas= uma namorado sério com o mesmo gosto musical= o seu próprio iPod Touch, rs). Höy!

Geraldo já foi melhor e todas sabem disso, acabou de sair da rehab por motivos do truque, mas talvez esteja bem carente e precisando de companhia. Vai que é a sua chance de ficar com o Leonidas antigo? Será que ele ainda guarda aquele figurino em casa? Höy!

ps: I love you till the end

Chris Evans é daquele tipo que deu uma piorada com o tempo, mas ainda assim, continua bem humorado, jurando que é herói do tipo agente duplo. E mesmo com o passar do tempo, continua se garantindo muito bem no shirtless. Höy!

E para finalizar, o nosso boy magia representante maior da magia sueca e das presas afiadas:

Ele, nórdico, alto, loiro sueco,  Alexander Skarsgard!

Que fazia tempo que não aparecia hein? Primeiro em azul, um pouco mais casual, só para ir entrando no clima e para já ir matando a saudade…Höy!

Depois em preto, para finalizar e mostrar toda a versatilidade do vampiro sueco xerife residente do sul americano. Höy!

Mas pensa que acabou?

Ainda não, porque o presente ainda não acaba por ai não, viu?

Temos a versão do Skarsgard em tux e fazendo cara de sei lá o que pensar numa hora dessas. Duvida?

PÁ! Porque quando a gente fala em magia, a gente joga sujo e vai a fundo no poder do feitiço. HÖY!

Pode não signifcar nada…

Dezembro 2, 2011

… mas saiba que mesmo assim, todas aprovam hein Zachy?

Muito melhor do que aquele outro lá com problemas de “dimensão”…

Eu super respeito quem viaja e carrega o próprio travesseiro, mas…

Novembro 17, 2011

Precisava usar capa de seda javanesa com estampa de oncinha, hein Zachary?

ps: Zachy ligou aqui no Guilt e respondeu que sim, precisava ser de seda javanesa, porque não dá aquelas marcas na cara quando a gente acorda 18 horas depois daquele sono profundo, fikdik. Mas concordou que a estampa estava mesmo puxado e agradeceu pelo fikdik mandando um par de capas igualzinho pra mim, rs.


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